quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Festival do Rio, a nova temporada de séries e o retorno do Dudecast!



Com exibição de mais de 300 filmes de diversas partes do mundo, começa na sexta-feira, 24, a 11ª edição do Festival do Rio, evento que agita salas cariocas durante 15 dias e deixa cinéfilos empolgados com opções que às vezes sequer chegam ao circuito comercial. Por conta do trabalho, verei muito menos filmes do que gostaria, mas ainda assim peguei a programação e selecionei alguns.

LEIA MAIS...

    Já na sexta-feira encaro quatro filmes, incluindo Minhas Mães e Meu Pai (filme que deve receber indicações ao Oscar 2011) e Suprema Felicidade, produção de época que marca o retorno de Arnaldo Jabor às telas. Dentre os demais que também pretendo ver estão: o novo do Woody Allen; a produção franco-germânica de 330 min, Carlos (sobre o terrorista Carlos, o Chacal); o novo do Zhang Yimou (do belo O Clã das Adagas Voadoras); o elogiado Somewhere de Sofia Coppola; a cinebiografia Gainsbourg - Vida Heróica (sobre o polêmico autor de Je t'aime moi non plus); e até mesmo a exagerada comédia de ação, Machete, de Robert Rodriguez.

    A temporada 2010/2011 chegou!

    E enfim chegamos ao período mais quente do ano na tv com o início da chamada Fall Season (Veja aqui o calendário compilado pelo Série Maníacos). Dentre retornos de veteranas e novidades, a quantidade é absurda (são mais de 80! séries no total), o que obviamente torna impossível a tarefa de (tentar) acompanhar tudo. Sendo assim, para quem curte o formato, não nos resta outra opção senão escolher algumas e deixar muitas outras pra depois.

    Além das veteranas que já venho acompanhando a mais tempo por terem estreado antes (casos de Mad Men e Sons of Anarchy), já vi e gostei bastante dos episódios de retorno de Chuck (4ª temp.) e de House (7ª temp.). Das novatas, por enquanto vi apenas FlashForward 2 The Event (cujo episódio piloto achei apenas razoável), Hawaii Five-O (divertido remake policial de uma série da década de 70 que tem tudo para ser um dos hits da nova safra) e Boardwalk Empire, a nova e ótima série épica da HBO sobre o fortalecimento do crime organizado em larga escala nos EUA em plena era da lei seca. Sobre essa última aliás, fiz um breve comentário em áudio que já está no ar lá no Seriaudio. E para falar das demais séries que também pretendo acompanhar...

    O retorno do Dudecast!

    Bom, como será humanamente impossível escrever sobre cada uma das séries que eu mais gosto (Dexter e Fringe devem ser as únicas que ganharão posts semanais), retomarei com a Juliana a gravação do Dudecast com o intuito de discutir (quase) tudo que assistirmos ao longo da semana na telinha. Mais abrangente, afinal falaremos de várias séries em cada uma das edições, o tom será o mesmo dos podcasts que gravávamos no Dude, We Are Lost, ou seja, informalidade do início ao fim sem firulas. A primera edição dessa nossa retomada já estará no ar no próximo fim de semana, portanto fique de olho e divirta-se desde já com as muitas opções que a fall season traz.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Preview da 5ª temporada de Dexter



Faltando exatamente 10 dias para a estreia da novíssima temporada de Dexter, eis que me deparo com um preview escrito por Jennifer Thomas do Chicago Sun Times, antecipando o que deveremos ver a partir do dia 26 de setembro. Se spoilers te incomodam, fuja da sequência deste post, caso contrário, divirta-se com a leitura!

Leia mais...

    O final da temporada passada sacudiu a vida doméstica de Dexter com a morte de Rita. E também deixou muitas perguntas sobre como o personagem e a série seriam conduzidos na 5ª temporada. Uma pessoa ‘normal’ talvez jamais fosse de recuperar da perda e da culpa. Mas pareceu claro que baseado na sempre expansível, porém ainda limitada capacidade de Dexter de sentir emoções humanas, ele pode seguir em frente, mas como? Será que ele poderia se redimir abandonando – pelo menos temporariamente – as matanças? Ou ele poderia se deixar dominar ainda mais por seu lado negro ignorando o código de Harry? E o que aconteceria com as crianças? E quanto ao envolvimento de Dexter com o Trinity Killer? Eu também me preocupei que algo grande como a morte da Rita pudesse ofuscar todo o resto e que a série pudesse perder seu humor negro, mas vi os três primeiros episódios da 5ª temporada, e dá para dizer que eles lidaram muito bem com esse cenário.

    Eu não esperava chorar tanto vendo os episódios, mas a verdade é que eles são muito emocionais. Essa pode muito bem ser a melhor temporada de Michael C. Hall até aqui. Muita da emoção aflora por vermos a situação de Dexter. Sua reação à morte de Rita (o episódio de estreia começa pouco depois dos eventos do fim da temporada passada) é absolutamente chocante. Ele se fecha e regride. Uma das coisas mais estranhamente divertidas da série é ver como Dexter é socialmente inepto. Ele estuda o comportamento humano e tenta imitá-lo, mas nem sempre o compreende. Com isso, muitas vezes ele fala e faz coisas que são increvelmente estranhas e inapropriadas. Mas foi assim que ele chegou até aqui.

    O maior sinal de que ele estava começando a perder as habilidades sociais nesse estado fica claro quando ele revela a morte de Rita a Astor, Cody e aos pais dela depois de tê-los deixado passar o dia na Disney para que pudessem ter pelo menos um bom dia. À medida em que todos reagem, ele usa uma frase que o diretor da funerária lhe dissera mais cedo: “Lamento pela sua perda.” Isso é algo ridículo demais a se dizer – algo que só seria dito a pessoas que você não conhece bem – e definitivamente algo que você não diria para os pais e filhos da sua esposa assassinada.

    Com Dexter nesse estado, Deb fica com a responsabilidade de juntar os cacos. Ela faz tudo desde arranjar o caixão de Rita até o vestido que ela usaria. Jennifer Carpenter também aparece muito bem nesses episódios. E quando tudo começa a ficar pesado demais para Deb (incluindo a situação de ter Dexter e as crianças no seu apartamento, o mesmo que já fora do irmão) ela reage do seu jeito bem típico.

    Sobre Rita ela tem uma bela despedida. Já que na última vez que a vimos ela estava envolta em sangue na banheira, foi bom poder vê-la sendo lembrada de um jeito diferente – e há um grande momento onde Dexter finalmente conta a toda a verdade a Rita, ainda que seja tarde demais. Também há algumas belas cenas em flashback do primeiro encontro de Dexter e Rita, uma situação que Dexter usa de forma hilária para seguir uma vítima. Entre a cena do encontro dos dois e o longo resumo que ocorre, foi interessante ver não apenas quanto Dexter evoluiu, mas Rita também. Ao longo dos anos ela deixou de se vestir como uma colegial e de ser retraída, para se tornar mais vibrante (física e mentalmente) e mais segura.

    Todas as coisas boas sobre Dexter estavam aqui, e com tanta coisa em jogo, atores e roteiristas realmente se sobresaem. Nem mesmo o humor se perdeu. Masuka, como sempre, surge como alívio cômico, e isso fica claro no momento em que ele vê o corpo morto de Rita na banheira e diz: “Eu a imaginei nua um milhão de vezes, mas nunca dessa forma.”

    Há muitos caminhos que a série pode tomar nessa temporada. Há os caminhos pelos quais Dexter vai viver com a culpa e a perda da mulher que o ajudou a se tornar humano. (Até o fantasma de Harry o abandona por um tempo.) Há a fúria de Astor com Dexter a quem ela culpa por não ter protegido sua mãe e por ter lhes dados esperança de que a vida poderia ser boa. Há as responsabilidades colocadas em Deb e Quinn ainda suspeitando de Dexter de um jeito bem Doakes. Há ainda o fato de Dexter ter se passado por Kyle Butler na temporada passada e de como isso vai voltar já que a família do Trinity sabe quem ele é – pelo menos fisicamente. E como Dexter vai trabalhar seu dark passenger. O número de mortes é baixo nesse início, o que é bem apropriado, mas ainda assim, Dexter comete um de seus assassinatos mais selvagens até aqui. E é claro que há um vilão (o ainda pouco conhecido Shawn Hatosy) nessa temporada. No universo de Dexter, Miami é o lugar mais perigoso do mundo para se viver.

    Muitas pessoas imaginaram como a temporada passada poderia ser superada, mas no geral, já dá para dizer que a 5ª temporada pode ser uma das melhores.

    *****

    E aí, dá ou não dá para ficar bem animado com o cenário que a nova temporada de Dexter trará?

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Entourage – Ep. 7x10 ‘Lose Yourself’ (Final de Temporada)

Episódio exibido no dia 12/9 nos EUA e ainda inédito no Brasil


A casa caiu para Ari Gold e Vince Chase no encarramento da 7ª temporada de Entorage. E se para o primeiro o baque se reflete na família, para o segundo o buraco é mais embaixo envolvendo uma carreira comprometida por vícios e falta de limites. De certa forma, ‘Lose Yourself’ nem pareceu episódio de Entourage. Os risos foram escassos, porém não ausentes graças a Ari, claro, mas o tom foi mais sério e até depressivo, afinal, foi o momento de vermos a bomba relógio que a temporada vinha preparando, explodir!

Leia mais...

    Ainda que a irascibilidade de Ari exposta durante a temporada tenha sido um dos fatores fundamentais para a porrada que leva, é inegável que foi o exagerado foco dado aos negócios em expansão em sua agência em detrimento da atenção dedicada à família, que fez a Sra. Gold pedir um tempo ao marido, que agora vai encarar a realidade de que nem tudo se resolve com promessas e presentinhos caros.

    Sobre Vince, a encruzilhada que ele encara e que dá o gancho para a 8ª e última temporada da série foi absolutamente coerente com o arco experimentado pelo personagem esse ano. A verdade é que o circo estava se armando desde o primeiro episódio e o que vimos desde então foi só uma crescente rotina regada a muitos exageros, perda total de limites, vício e um relacionamento conturbado com a estrela pornô Sasha Grey, que mostrou um Vince absolutamente diferente daquele astro gente boa que liderava a Entourage formada por seu irmão Johnny e os amigos Turtle e Eric.

    ‘Lose Yourself’ foi um episódio atípico para uma série encarada essencialmente como comédia, mas foi uma aposta sensata de seus realizadores que parecem querer entrar no ano de encerramento da produção dando uma mensagem clara: os tempos hão de endurecer para Vince, Ari e cia, mas Entourage ainda renderá uma última e imperdível piada na telinha. 2011 e a 8ª temporada estão logo ali.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

True Blood – Ep. 3x12 Evil is Going On

Episódio exibido na HBO americana e na brasileira no dia 12/09



Não sei se é proposital, mas considerando os desfechos da temporada passada e dessa terceira encerrada ontem na HBO, dá até para dizer que Allan Ball e cia estão se especializando em conclusões anticlimáticas e de certa forma frias para True Blood. Se você acompanhou meus posts sobre o terceiro ano da série, sabe que, apesar das ressalvas (vide a história de Sam, por exemplo), faço parte do time que gostou da temporada e da mistura feita com entrada de novos personagens. Dito isso, não tenho problema nenhum em afirmar que ‘Evil Going On’ foi um fim de temporada absolutamente morno, confuso até, e com poucas partes dignas de nota.

Leia mais...

    Em suma, o episódio final pareceu muito mais preparatório para eventuais cenários da próxima temporada do que para um encerramento dos eventos explorados até então. De certa forma, a sensação que fica é a de uma história que poderia ter rendido mais do que vimos e que desperdiçou oportunidades ao passo que investiu em subtramas que não empolgaram. Quem não lembra, por exemplo, do primeiro flashback envolvendo Eric na 2ª Guerra em busca de pistas de Russel através dos lobisomens? Era ou não era um bom cenário que poderia render sequências a la Bastardos Inglórios, mas que foi abandonado precocemente? Aliás, sobre os lobisomens onde é que foram parar depois da metade da temporada? E a aproximação de Sookie com Alcide, então? Apenas tema para a próxima temporada, talvez?

    Sobre a confusa relação entre Bill e Sookie, a revelação de que o vampiro manipulou-a por interesses da rainha Sophie Anne (ainda que tenha se apaixonado pela garçonete no processo) pode até trazer algo novo para o personagem que agora não tem mais nada a perder. Pois é, pode até ser, mas no fundo a gente sabe que é meio inevitável que Sookie ainda o tenha por perto por mais que renegue-o deixando a escuridão que ele carrega para literalmente encontrar a luz (na ilha de Lost, quem sabe? :p ).

    Foi um episódio péssimo? Não. Mas, para fim de temporada deixou muito a desejar. Não sei você, mas eu esperava bem mais do que ver o espírito de Godric aparecendo como se fosse um garoto propaganda do filme Nosso Lar tentando convencer Eric a desistir de sua vingança contra o rei Russel com o discurso de que ‘perdão é amor’ (oh!!); Lafayete descobrindo que Jesus é um bruxo ou Jason soltando divertidas pérolas do tipo, “às vezes o certo é fazer o errado’ em conversa com Andy.

    True Blood é uma série para ser levada 100% a sério? Pela temática, é evidente que não, porém, quando a mistura do bizarro com humor negro e críticas sociais bem pontuadas perde o equilíbrio como aconteceu nesse fechamento de temporada, é inegável que a produção perde a chance de ser fundamental no cardápio de todo admirador do gênero, o que é sempre uma pena mesmo para quem, como eu, é fã e esperará meses até a estreia de uma nova temporada que mude tudo de novo.

    Em tempo, parabéns a HBO Brasil pela exibição simultânea aos EUA, e o que é melhor, com legendas bem feitas. Foi a prova de que há sim um caminho possível para diminuir ou até mesmo acabar com a famigerada janela de intervalo entre a exibição americana e a daqui. Os fãs e assinantes agradecem.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Sons of Anarchy, a série que você TEM que ver!

Difícil dizer porque demorei tanto para ficar em dia com Sons of Anarchy. Vi o episódio Piloto assim que a série estreou em setembro de 2008 e de cara gostei do elenco, achei a premissa excelente, mas por um desses mistérios inexplicáveis da vida, acabei não acompanhando a produção com a fidelidade que ela merece. Vacilo desfeito, depois de uma maratona empolgante posso dizer com convicção: Sons of Anarchy faz parte do seleto grupo de séries que todo mundo tem que assistir.

Leia mais...

    Hamlet sobre duas rodas, máfia sem italianos ou simplesmente uma história sobre um clube de motociclistas foras da lei... Definições reducionistas não faltam para a série criada por Kurt Sutter (ex-produtor de The Shield) que acaba de estrear sua 3ª temporada nos EUA pelo Fx, mas não se engane, há muito mais na série do que impressões superficiais possam indicar.

    Sim, é verdade que Sons of Anarchy emula muito de uma das obras mais famosas de Shakespeare para contar a saga de Jax Teller (Charlie Hunman), um jovem motoqueiro idealista dividido pelo conflito de sua paixão pelo clube e por seus membros e pelas dúvidas que cercam os rumos que o grupo tomou sob a liderança de seu padrasto, Clay Morrow (Ron Pearlman). Contudo, mais do que isso, a série trata sobre a tênue linha que divide o certo do errado estabelecendo um panorama bem turvo e complexo sobre as relações de poder, família e negócios que a trama explora.

    Em Sons of Anarchy, os mocinhos e a lei muitas vezes viram vilões e estes, contraditoriamente, quase sempre se confundem, nos dilemas dos membros do clube de foras da lei, em mocinhos improváveis. Traçando um paralelo, em muitos aspectos dá até para dizer que a série se pareça bastante com Sopranos. Há todo um código moral em jogo sendo respeitado pelos membros do SoA tal qual ocorre na máfia, mas diferente dela, aqui as mulheres não representam apenas figuras periféricas, e assumem posturas muito mais pró-ativas do que reativas, algo que fica evidente, por exemplo, com Gemma (a excelente Katey Sagal), esposa de Clay e mãe de Jax ou com a médica Tara (Maggie Siff).

    Enquanto as duas primeiras temporadas concentraram-se na construção do conflito que colocou em risco a própria existência dos SoA como grupo, quer seja através da crescente rixa entre Jax e Clay, ou das disputas de poder com um clube rival (os Mayans) e também com um grupo radical ligado a nacionalistas, o terceiro ano deve mostrar o processo de reconstrução de uma relação mais fortalecida entre os membros do SoA ou sua ruptura definitiva.

    Em “So”, episódio que abriu a 3ª temporada nessa terça-feira, 7 de setembro, os dois grandes cenários se concentram na busca pessoal de Jax pelo filho sequestrado, um dos ganchos do final do segundo ano, e em Gemma, que depois de matar sua sede de vingança, vivencia a experiência de ficar foragida da justiça depois de cair numa armadilha da amoral agente Stahl. Fora isso, a vingança e a disputa de territórios continua evidente culminando num final de episódio chocante e que parece dar uma certeza incosteste para os rumos da temporada: tudo pode acontecer e ninguém está a salvo.

    Se você ainda não assiste Sons of Anarchy, tá esperando o que para começar?!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Blu-Ray 'A Origem' em pré-venda e outras promos

O melhor filme do ano até aqui e um dos lançamentos mais aguardados por colecionadores já está em pré-venda na Amazon da Inglaterra. Trata-se do Blu-Ray de A Origem (Inception), que começa a ser vendido em 6 de dezembro tanto em embalagem tradicional (imagem ao lado) quanto numa de luxo em maleta de alumínio e edição limitada. O melhor de tudo? O preço: £29,20 (R$77 no câmbio de hoje) no frete mais barato, o Standard, que chega entre 10 e 16 dias úteis. Ou seja, você pode ter essa edição imperdível de A Origem na sua coleção antes do Natal!

LEIA MAIS...


    Clique na imagem da edição de luxo para ampliar

    A notícia da pré-venda pegou muita gente de surpresa ontem e agitou os principais sites brasileiros dedicados à cobertura do mercado de Blu-Rays, como o Blog do Jotacê, o Blu-Ray News e o Blu-Ray Legendados, que inclusive listou tudo que o box em edição de luxo (imagem acima) trará:

    ITENS ESPECIAIS
    * Edição limitada com mala de alumínio
    * PASIV (Portable Automated Somnacin IntraVenous) Manual do usuário (livro)
    * Cards do filme
    * Totem de “Inception”

    NO DISCO
    * Maximum Movie Mode: Christopher Nolan e Leonardo DiCaprio extraem informações sobre o mundo de “A Origem” e você aprende tudo que possa ter perdido na primeira vez que viu o filme. Perguntas, respostas, surpresas e intrigas – está tudo lá!
    * Prólogo (Motion Comics):
    * Inception: The Cobol Job: Comic online que detalha como Cobb, Arthur e Nash foram escolhidos pela Cobol Engineering para realizar a extração em Saito.
    * Inception: The Big Under: A história que revela como Cobb e companhia conseguem chegar a Saito e colocá-lo sob seu próprio sonho, como mostrado no início do filme.
    * Dream of Consciousness: Acompanhe uma das mais fascinantes pesquisas já realizadas sobre sonhos lúcidos, que levam cientistas a questionarem que o mundo dos sonhos não é um estado alterado da consciência, mas uma realidade paralela funcional.
    * 15 Focus Pods
    * Galeria de Fotos
    * ‘Triple Play Edition’ inclui o filme em 3 formatos: Blu-ray, DVD e Digital Copy!

    Ainda não há confirmação de legendas em português, mas independente disso, se você gostou do filme e ficou babando para ter essa edição na coleção, garanta desde já a sua maleta em pré-venda. A cobrança no cartão de crédito só será feita quando o produto for enviado, possibilitando portanto, o cancelamento do pedido antes do envio em dezembro caso a confirmação de legendas não ocorra e você queira desistir da compra.


    Outras dicas imperdíveis da Amazon UK com entrega imediata


    The Ultimate Bourne Collection em Blu-Ray - Os 3 filmes da franquia Jason Bourne sem bloqueio de região, com legendas em português por £18,14 ou R$48 com frete padrão na cotação de hoje.


    Fringe: 1ª Temporada Completa em Blu-Ray - A temporada de estreia de uma das melhores séries da atualidade por £17.24 ou R$46 com frete na cotação de hoje. Atenção! Esse box é bloqueado para Região B e não traz legendas em português.


    Trilogia Piratas do Caribe em Blu-Ray - £25.36 ou R$67 com frete na cotação de hoje. Esse box é região livre, porém não traz legendas em português.

    *****

    E aí, vai em qual?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ari Gold em mais um momento antológico em Entourage


Uma cena para valer um Globo de Ouro ou um Emmy em 2011?

Não vou mais chover no molhado com elogios para dizer o quanto gosto de Entourage. Tampouco farei comentários mais específicos sobre o episódio mais recente da série exibido no dia 29/8 nos EUA. O único intuito do post é registrar que se existir alguma justiça no mundo das premiações voltadas para a tv, essa cena, desde já antológica protagonizada por Ari Gold (na extensa lista do personagem), deve render novos prêmios a Jeremy Piven, que voltou com tudo nesse penúltimo ano da série como a cena acima evidencia. Sério. Dá para não rir de uma situação dessa em que um cara exaltado solta um "você é uma puta com mais decote do que talento"?

Já mencionei isso no twitter dia desses, mas repito: quando crescer quero xingar como Ari Gold.

True Blood – Ep. 3x11 “Fresh Blood”

Episódio exibido no dia 29/8 nos EUA e inédito na HBO Brasil até o dia 5/9



Temporadas de séries da tv a cabo são singulares. Por serem mais curtas, geralmente não perdem tempo com as chamadas ‘barrigas’ na trama. Com essa 3ª temporada de True Blood foi assim e salvo pequenos equívocos como a história da família de Sam que nunca engrenou, por exemplo, dá para dizer que o ritmo foi sempre acelerado com um monte de coisa acontecendo. Das novidades, como a inserção de outros seres sobrenaturais na história (os lobisomens que andam meio sumidos agora, diga-se), Franklin e principalmente o rei Russel foram inegavelmente as melhores. E como a série no fundo sempre girou em torno de Sookie e sua conturbada relação com Bill e com os vampiros de uma forma geral, nada mais justo que a revelação da natureza da garçonete sirva agora como catalizador para o desfecho da temporada que coloca a sede de um poder inimaginável para um rei ensandecido e o desejo milenar de vingança de outro no mesmo prato.

Leia mais...

    Agora, cá entre nós, independente do gancho do final desse penúltimo episódio, alguém realmente acha que True Blood vá abrir mão de um de seus personagens quem mais cresceram na trama? Eu particularmente duvido muito que a inevitável vingança de Eric venha atrelada ao sacrifício que ele se dispõem a pagar. Até porque, como já ficou mais do que evidenciado, o triângulo formado por Bill, Sookie e Eric, além de ser um dos trunfos da série, ainda tem muito o que render. Se vai render é uma questão que a próxima temporada responderá.

    Por falar no próximo ano da série, a cena em que Arlene se submente ao ritual com um que de Wicca feito pela esquisita garçonete Holly, parece ser o cartão de visitas de um novo elemento que deveremos ver na trama futura: as bruxas. Mas como isso é coisa para 2011, o foco fica mesmo no que ainda temos na mesa para o fim dessa temporada: Sam tomado por uma raiva até então bastante contida sendo ‘consolado’ de novo por Tara logo depois desta ter confrontado Andy; Jason se arriscando com Crystal, que agora finalmente se revela como werepanther; e Lafayette totalmente assustado pela viagem de V compartilhada com Jesus (o que foi aquela cena dos objetos religiosos conversando com Lafa, hein?).

    Resolução da disputa ideológica entre os vampiros, possíveis mudanças na conflituosa dinâmica entre eles e os humanos por conta das ações de Russel, Sookie perdendo a confiança em Bill. O que mais esperar do derradeiro episódio da temporada?

terça-feira, 31 de agosto de 2010

[REC] 2 – Possuídos / Os Mercenários

Não tem jeito. No cinema comercial, basta surgir algo que traga alguma novidade para determinado gênero e pronto, sequências virão abrindo mão justamente do elemento que sustentou o sucesso do material original: a inventividade e a ousadia para fazer algo diferente. Foi assim com a franquia Jogos Mortais e está sendo com o espanhol REC, que se em 2007 surpreendeu com sua mescla de suspense e horror num ambiente claustrofóbico, agora se limita a repetir a mesmíssima fórmula (a trama inclusive começa imeadiatamente após o fim do 1º filme) na sequência que, embora seja de 2009, só chega essa semana aos cinemas do Brasil. Inegavelmente mais bem produzido que o original, [REC] 2 tem lá seus momentos (a cena do sótão com seus bons sustos funciona), mas se perde com a resolução boba do mistério do que provocava aquele bizarro 'fenômeno' e com a decisão de transformar o suspense numa conspiração orquestrada pela Igreja para encobrir um caso de exorcismo que deu errado. Algo que suspostamente garantiria a ‘grande’ virada dos instantes finais do filme, mas que derrapa feio pela ridícula previsibilidade.

Cotação:

[REC] 2 – Possuídos estreia no dia 3 de setembro no Brasil

Leia mais...

    Embora louvável (e esperta, claro), a iniciativa de Sylvester Stallone em reunir boa parte dos grandes astros de filmes de ação de ontem e de hoje numa mesma produção tem um resultado bastante irregular. Os Mercenários é exagerado como todo filme do gênero (o que não chega a ser um demérito), diverte com as curiosas interações entre seus personagens – a breve cena que envolve Stallone, Bruce Willis e Schwarzenegger é boa pela piada interna que explora -, tem alguns raros diálogos bem sacados, mas não empolga como poderia por conta de sua trama rasteira demais e suas sequências de ação confusas pela edição, pouco criativas e previsíveis. Amparado sobretudo pelo personagem de Jason Statham (o único do filme que ganha algum desenvolvimento mais razoável) e pelas curtas, porém boas e descompromissadas aparições de Mickey Rourke, no fim, Os Mercenários é só mais um filme de ação descerebrado como tantos que já vimos antes, o que considerando o escopo do projeto é pouco, muito pouco.

    Cotação:

    Os Mercenários estreou no Brasil no dia 13 de agosto de 2010

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Karate Kid (2010)

E não é que o remake de Karate Kid com Jaden Smith e Jackie Chan é um filme bem interessante e divertido no final das contas? Sim, tem suas falhas aqui e ali (com suas 2h:20 de duração é longo demais, por exemplo) e tá longe de ser um filmaço, mas também é uma produção que consegue tanto homenagear o original quanto expandir sua trama num ambiente inteiramente diferente (a China) usando o choque de cultura de forma ainda mais decisiva para a construção da relação de um jovem inseguro e seu improvável professor.

Leia mais...

    Confesso que antes de ver o filme achava uma tremenda forçação de barra essa história de transformar o karate kid num kung fu kid, mas bastou assistí-lo para notar o óbvio: se em termos de conceitos de sabedoria oriental a arte chinesa se equivale ao karate japonês, em termos de coreografia o kung fu funciona muito mais para o público de hoje tão acostumado à ação mais acelerada aumentada pelo CGI, que aqui se mescla a algumas belas sequências em cartões postais da China.

    Contudo, o que realmente faz o filme funcionar é a interação desenvolvida entre Jaden Smith (que parece cada vez mais um clone do pai em miniatura) e Jackie Chan. Enquanto o primeiro confere conflito e fragilidade bastante crível a Dre, um pré-adolescente americano recém chegado à Pequim onde rapidamente se vê vítima de bullying, o segundo, absolutamente comedido em sua interpretação, confere ao Sr. Han um carisma quase tão forte quanto o do Sr. Miyagi feito pelo saudoso Pat Morita do original.

    O único problema desse Karate Kid (além da já mencionada longa duração) é que embora invista em pequenas boas mudanças como a de diminuir a idade de seu protagonista, emula de forma exagerada muitos pontos da narrativa do filme original, o que de certa forma acaba diminuindo um pouco a graça para quem conhece ou lembra bem da história do filme de 1984. Observação feita, se você entende que isso não é uma grande questão, deve facilmente se empolgar com vários momentos do filme ou se ver torcendo pelo jovem Dre além de se empolgar com a sequência de luta final que supera muito a do filme original (o golpe da garça é fichinha perto do que vemos aqui).

    Karate Kid definitivamente tem falhas e podia ser mais ousado, mas me parece bem razoável dizer que cumpre bem a tarefa de (re)apresentar a história de um dos filmes mais marcantes da década de 80 para as gerações atuais. Agora, por favor Will Smith, providencie para que a inevitável sequência se chame Kung Fu Kid pelo menos, né?

    Cotação: