quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

[Game] 007 Blood Stone

Em tempos de incerteza sobre o futuro da franquia mais famosa do cinema, o lançamento de Blood Stone, disponível para PS3, XBox 360 e Nintendo DS desde novembro, poderia ser um excelente paliativo para fãs de games e de James Bond. Contudo, a verdade é que essa aventura inédita de 007 decepciona ao apostar numa história pouco inventiva e que sem desafios realmente empolgantes, só não é um fracasso total porque de certa forma emula o espírito de ação pura e simples que os dois filmes mais recentes trouxeram.

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    Contando com Judi Dench e Daniel Craig emprestando feições e vozes a M e ao protagonista respectivamente, Blood Stone inegavelmente tem boas intenções, sendo a maior delas a de dar uma certa continuidade ao reboot do agente iniciado com Cassino Royale no cinema. Contudo, as qualidades cessam por aí, porque embora se revele dinâmico, não demora muito para que o game dê mostras de que falha clamorosamente no que deveria ser o aspecto mais importante de uma produção do agente: ele usa mal os elementos mais marcantes que ajudaram a construir o sucesso do personagem criado por Ian Fleming há quase 60 anos. Assim, quando o clássico Aston Martin DB5 aparece por exemplo numa sequência de perseguição, a sensação que fica é a de que o carro só foi colocado para lembrar os fãs de que esse é um jogo de 007.

    Gadgets variados? Esqueça, porque o único auxílio que surge ao longo do jogo é um celular capaz de hackear sistemas e apontar direções. Outro ponto de lamentação fica por conta das locações, que embora bem diversas e heterogêneas, não refletem o charme que poderiam ou deveriam ter numa história de 007 aparecendo apenas como justificativas baratas para que a trama possa ter uma cara de conspiração internacional. Fora isso, é inegável que evoluindo em suas pouco mais de 5 horas sem muitas surpresas e até com certa previsibilidade, a trama esvazia o impacto que a 'virada' final puderia gerar, o que não deixa de ser um tremendo balde de água fria para quem, como eu, apostava tanto nesse novo game de 007.

    Decepções com o game à parte, o Screerant repercutiu hoje a notícia de que apesar de todo imbróglio envolvendo a moribunda MGM, o 23º filme do 007 pode realmente chegar às telas em 2012. Dedos cruzados!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

BATTLESTAR GALACTICA: Blu-Ray da Série Completa no menor preço já registrado

É fã de Battlestar Galactica e quer ter a série completa em alta definição com um caminhão de extras? Então a hora é essa, porque a Amazon UK acaba de colocar - por tempo limitado - o box em Blu-Ray no menor preço já visto £59.55 ou R$160!

São 20 discos em Blu-Ray com a minissérie que começou tudo, as 4 temporadas e o telefilme Razor. Dentre os extras, comentários Picture in Picture em alguns episódios, bastidores, docs de produção, podcasts com o produtor Ronald D. Moore, cenas deletadas, episódio estendido do final da série e muito mais. O telefilme The Plan que foi lançado após o fim da série, não faz parte desse box, mas também pode ser adquirido individualmente numa bela embalagem steelbook, que hoje custa £9,30 ou R$25.



Notas:

- Tanto o box quanto o steelbook são região livre, isto é, rodam em qualquer player.
- Não há legendas em português, mas há opções em inglês, francês e espanhol.
- Os preços descritos no texto diferem para menos dos que você vê acima. Isso ocorre porque o VAT, imposto cobrado no Reino Unido, é descontado em operações para fora da terra da rainha.
- O custo médio do frete, na opção mais simples, é de cerca de R$9.
- As imagens que você vê nesse post foram retiradas do Fórum Blu-Ray.com

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Amazon vende 3 temporadas de Mad Men em Blu-Ray por menos de R$55!!!

Update de 25/11: A Amazon se antecipou e promoção já está valendo. Temporadas 1, 2 e 3 de Mad Men em Blu-Ray por US$9,99 ou R$17 cada! Imperdível!
Update 2: As 5 primeiras temporadas de Weeds e a 1ª de Nurse Jackie, todas em Blu-Ray, também estão custando US$9,99 cada na Amazon.



Aclamada pela crítica e ganhadora de muitos prêmios, Mad Men geralmente divide opiniões. Para uns é só uma série chata, mas para outros (e me incluo nessa turma), a série é simplesmente uma das melhores que a tv já produziu. Pois bem, sabendo do apelo que a criação de Matthew Weiner tem junto a fãs e colecionadores, a Amazon, por ocasião da Black Friday, colocou no ar uma iniciativa que pode culminar num mega desconto nos box de Blu-Ray das 3 primeiras temporadas da série, que poderiam ser vendidos no dia 26 de novembro – e durante um período de 4 horas apenas - por R$17 cada!!!

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    Para que a promoção aconteça, a página da Amazon dedicada a Cinema e TV no Facebook precisa atingir 50 mil fãs até o dia do feriado americano de Ação de Graças, o Thanksgiving que ocorre no próximo dia 25/11. Dessa forma, para ‘ajudar’ a Amazon a colocar esse descontaço no ar, você só precisa acessar e ‘curtir’ a página deles no Facebook. Simples, não? Pois então mãos à obra, porque mesmo que você não seja tão fã de Mad Men assim, estará ajudando outros fãs a terem a série em suas coleções.


    Observações:

    - A título de comparação, cada temporada de Mad Men custa hoje em média US$30, ou seja, R$51. Se o desconto entrar no ar no dia 26/11, daria para comprar três temporadas pelo preço de uma.
    - Os box em Blu-Ray de Mad Men são region free e possuem legendas em inglês e espanhol apenas.
    - Os descontos também vão valer para os box em DVD que custariam US$7,99 (R$13) cada.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

The Walking Dead - Ep. 1x03 “Tell it to the Frogs”

Episódio exibido no dia 14/11 nos EUA

Se tem uma coisa que invejo demais em um roteirista talentoso é sua capacidade de criar conflitos interessantes entre personagens ao mesmo tempo em que os apresentam de forma objetiva abrindo caminho para desenvovimentos maiores posteriormente. Com isso em mente, pode até ser que a coisa mude depois, mas por enquanto – e para nossa sorte - dá para dizer sem medo que os roteiros de The Walking Dead (que só melhora, diga-se) vem seguindo fielmente uma cartilha que sempre soa infalível.

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    Com poucos zumbis aparecendo, o que comprova a ideia de que eles são ‘reles’ coadjuvantes da história, “Tell It to the Frogs”, 3º episódio de The Walking Dead, retoma o tom mais intimista que caracterizou a estreia da série para explorar o reencontro repleto de pequenos choques entre os sobreviventes de Atlanta e aqueles do acampamento dos arredores da cidade e, sobretudo, claro, o de Rick com o filho Carl e sua esposa Lori, cujo envolvimento com o seu melhor amigo ele ainda desconhece.

    Mas, mais do que isso, o episódio também expande, através das ações de Shane (impondo-se frente o 'rebelde' Ed) e de Rick (que resolve voltar para resgatar Merle JogosMortais), o conceito de que num cenário tão absurdamente impensável como aquele, não há espaço para o cada um por si, para comportamentos abusivos e irracionais, e muito menos para a quebra de valores morais. E isso meus amigos, diz muito sobre os caminhos que a série parece seguir e sobre o que trata sua história.

    É verdade que até agora só vimos 3 episódios (de um total de 6 dessa 1ª temporada), mas posso dizer sem qualquer receio de me arrepender, que The Walking Dead já tem cadeira cativa na minha lista de séries favoritas. Será que tô sozinho nessa?

    Em tempo, vale registrar de novo que comecei a fazer comentários em áudio sobre a série lá no Seriaudio (onde já falo sobre Boardwalk Empire), portanto se palavras apenas não forem suficientes, dá uma passada por lá e não deixe de conferir ;)

Dexter – Ep. 5x08 “Take It”

Episódio exibido no dia 14/11 nos EUA

Como é bom voltarmos a ver um episódio de Dexter movimentado, carregado de tensão e que ainda entrega um gancho digno de uma reação a la fu... tudo e agora?!, não? É verdade que ainda há coisas aqui e ali na trama que me incomodam, mas com roteiro aparentemente mais focado e objetivo, a ideia de que essa 5ª temporada como um todo ainda tem salvação me parece plausível.

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    Teve de tudo um pouco em “Take It”, mas os destaques acabam girando em torno de 3 pontos: LaGuerta revelando-se como uma grandessíssima fdp egoísta (ao passo que Batista abraça uma postura de fidelidade a colegas e valores); Dexter encarando/estudando Jordan Chase, o guru picareta que pinta como seu grande antagonista e posteriormente eliminando Cole sob o testemunho de Lumen e, claro, a cena final em que vemos o Robocop Liddy flagrando o passeio de barco de Dexter.

    À essa altura, obviamente estou ansioso para ver o iminente confronto entre Dexter e o principal agressor de Lumen, contudo, acredito que o foco por enquanto tende a cair mais sobre a possibilidade real de vermos o protagonista sendo exposto, afinal, como policial em Miami, é razoável esperar que Liddy associe o fato de Dexter estar jogando sacos suspeitos no fundo da baía de Miami com o não tão antigo caso do Bay Harbor Butcher, certo? Pois é, só resta saber o que ele tentará fazer com a informação que tem. Chantagear Quinn por mais dinheiro e tentar obter algo de La Guerta, talvez?

    Quanto à cada vez maior aproximação entre Dexter e Lumen, penso que seria um erro enxergar qualquer traço de atração romântica ali, afinal, o que Dexter sempre buscou foi alguém que pudesse vê-lo como ele realmente é que aceitasse o que ele faz sem julgamentos morais. Fora isso, por mais que nos simpatizemos pelo personagem e tal, no fim a gente sabe que por conta de sua natureza trágica e consciente, Dexter não pode ter um final feliz, né? Ou pode?

    Nota rápida:

    - E aquele papo da Debra dizendo que não sentia nada por ter matado Carlos Fuentes e perguntando ao Dexter se ele achava que pessoas ruins não merecem viver, hein? Seria o primeiro passo para uma futura conversa do tipo, “ei irmãzinha, preciso te contar uma coisa: mato pessoas ruins e também não sinto nada por elas.”?

domingo, 14 de novembro de 2010

Fringe - Ep. 3x06 marca o início do fim da série?


O gosto dos americanos é mesmo bastante esquisito. Ao mesmo tempo em que dão audiências altas para séries ruins, ignoram boas produções, que com números baixos no Nielsen (o Ibope de lá) tem que conviver com a ameaça de um futuro incerto. Fringe está passando por isso agora, já que atingindo índices ridículos na Fox, vê cada vez mais aumentadas as chances de que sua 3ª temporada seja também a última. Ainda que seja lamentável, o fato é o seguinte: para quem dá a canetada, ou seja, os executivos dos canais, de nada adianta ter 'só' uma série madura e que está em sua melhor forma em termos criativos. Se não der audiência que renda retorno financeiro, é bye bye sem dó.

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    Cenário sombrio à parte - que no caso de Fringe existe em parte por culpa da Fox que colocou a série no dia/horário mais competitivo da tv americana -, a verdade é que não vale à pena ficar esquentando cabeça pensando se a série ganhará ou não uma próxima temporada. Particularmente, prefiro curtir a série enquanto ela existe e me divertir ao máximo com a cada vez mais empolgante trama de idas e vindas entre universos paralelos e seus conflitos crescentes.

    Em "6955 kHz", sexto episódio da temporada, que trouxe até pequenas referências a Lost através dos números, a história do 'nosso lado' envolveu um caso de amnésia coletiva provocada por uma transmissão de rádio. O que descobrimos mais tarde, é que a coisa toda, além de apontar a existência prévia de uma civilização avançada (será que é de lá que vieram os Observadores, aliás?), fazia parte do plano de Walternativo para revelar a localização de 38 pontos espalhados pelo mundo que escondiam partes do dispositivo, que em teoria pode destruir, através de Peter, o universo que conhecemos.

    Acrescente à essa mistura o fato de (B)Olívia começar a levantar suspeitas (pelo menos Nina Sharp já deve ter algumas, certo?) ao mesmo tempo em que dá sinais de estar genuinamente envolvida com Peter - e até a se importar com os acontecimentos do lado de cá -, e temos o panorama perfeito para o iminente choque que se dará quando Olivia conseguir encontrar uma forma de voltar para casa, como o gancho final do episódio parece apontar.

    Além desses fatores, me parece inegável que a trama caminha para a construção de um panorama que obrigará Peter a encarar um dilema e tanto. Afinal, embora ele diga ter esperança de que não precise escolher entre um universo ou outro, acho improvável que esse pedaço da trama não ganhe novos desdobramentos ao longo dos próximos episódios. Ainda mais quando há um elemento tão tragicamente instável na equação chamado Walter Bishop, não é mesmo?

sábado, 13 de novembro de 2010

Senna

Quando os créditos finais de ‘Senna’ surgem na tela, o sentimento de nostalgia é inevitável. Não só pela F1 em si, que na época de Ayrton e cia era infinitamente melhor que essa coisa sem graça de hoje, mas sobretudo (e com direito a muitas e inevitáveis lágrimas) pela saudade imensa que o filme desperta desse que, para mim, foi o maior ícone esportivo que o país já teve.

Usando registros, em sua maioria raros, de momentos marcantes da trajetória de Ayrton Senna (com destaque óbvio para sua espetacular vitória no Brasil em 1991), o documentário dirigido pelo inglês Asif Kapadia constrói um retrato empolgante e emocionane do homem que viveu menos do que gostaria – é particularmente doloroso ver o próprio Senna falando sobre planos que tinha para um futuro que não veio -, mas que soube fazê-lo de forma intensa como um herói das pistas instantaneamente transformado em mito depois daquele fatídico 1 de maio de 1994.

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    Fugindo um pouco da estrutura usual que caracteriza documentários sobre personalidades – no filme, todos os testemunhos, memórias e opiniões sobre Senna são dadas através de voice over ou pelo próprio -, o filme tem dentre seus muitos méritos, a coragem de não tenta fazer um retrato imaculado de seu protagonista. Assim, o Ayrton que vemos no filme é, mais do que um cara apaixonado pela velocidade e pela incansável busca da perfeição, um homem que teve que aprender, em meio a erros e acertos, a equilibrar seu talento notório nas pistas com a difícil habilidade política que o mundo da F1 exigia.

    Nesse panorama, a rivalidade entre Senna e Alain Prost (exposto como um piloto de caráter no mínimo questionável em várias passagens) ganha atenção especial, já que é justamente através da relação conturbada e explosiva dos dois que temos a chance de conhecer os bastidores do circo da F1 com tudo de bom e de ruim que ele sempre teve, como dirigentes muito mais fiéis a interesses pe$oais do que ao desenvolvimento pleno (e principalmente seguro) de um esporte que desperta tanta paixão mundo afora.

    Vibrante como registro histórico, Senna é uma bela homenagem à memória da personalidade inesquecível e que por tantos domingos nos fez ter orgulho de ver a bandeira verde e amarela tremulando no alto do pódio após cada corrida vencida com o tema da vitória tocando ao fundo. Que saudade, Ayrton!

    Cotação:

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

3 Blu-Rays essenciais direto da Amazon

Três Blu-Rays que considero essenciais para qualquer coleção estão com ótimos preços na Amazon UK. Falo das latas de Band of Brothers (R$38!), The Pacific (R$80) e da recém lançada Trilogia De Volta Para o Futuro (R$66). As duas primeiras e elogiadas produções da HBO, tem opção de legenda em pt-br. Já a trilogia estrelada por Marty McFly, embora só traga legendas em pt-pt, custa quase 1/3 do preço praticado no lamentável box nacional e tem arte infinitamente mais bem elaborada. Aqui, aqui e aqui, você vê vídeos que mostram esses BDs em detalhes. Comprando os 3 juntos, o frete mais barato para o Brasil sai por R$19!


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

The Walking Dead – Ep. 1x02 “Guts”

Exibido no dia 7/11 nos EUA e no dia 9/11 no Brasil


Conflitos entre personagens/sobreviventes, muita ação, violência e vísceras de zumbis para dar e vender. Em suma, “Guts”, segundo episódio de The Walking Dead foi um prato cheio para quem gosta de produções diferentes e que não abrem mão da ousadia e do uso de cenas mais gráficas para causar impacto.

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    Fato é que, mesmo com apenas dois episódios, já sou fã da série e de tudo que ela inevitavelmente carrega, afinal, muito mais do que sangue e cenas fortes, já é evidente para mim que o que a produção realmente busca na complexidade da situação absurda de um mundo inteiramente novo, é explorar as reações e as relações que se estabelecem dentre aqueles que lutam para sobreviver.

    Eu não sei você, mas particularmente fiquei tenso por boa parte do episódio vendo o cerco se fechando em torno de Rick e aquele pequeno grupo de sobreviventes em Atlanta. Isolados como estavam e com a necessidade de tomar medidas extremas e totalmente arriscadas (cobrir o corpo com vísceras de um zumbi não deve ser das coisas mais agradáveis a se fazer, certo?), a sensação era a de que qualquer coisa podia acontecer de ruim a qualquer momento.

    Nesse panorama, em meio a conflitos de interesses pessoais, vide a briga ocorrida na cobertura do prédio, e guardadas as devidas proporções, claro, esse encontro do Rick com os sobreviventes ali de Atlanta, de certa forma emula aquele climão do início de Lost onde ninguém se conhecia ainda e brigas e disputas eclodiam a todo instante num terreno absolutamente novo e cheio de surpresas e perigos a todo instante.

    Com isso, não estou dizendo que The Walking Dead será o novo Lost, até porque esperar por algo assim ou cobrar que alguma produção nova o seja é uma grande besteira. Por enquanto, da série só espero que continue me envolvendo como fez nesses dois episódios iniciais e que seja sempre autêntica no que propõe. Se fizer isso, certamente me terá como espectador e fã não só nesta temporada de estreia, mas também na 2ª que chegará em 2011 com 13 episódios já confirmados.

    Outras observações:

    - Não tenho a menor dúvida de que na ausência de um vilão com rosto definido, caberá a Merle, o encrenqueiro que ficou abandonado à própria sorte no alto do prédio, o papel de antagonista da história nesse primeiro momento. Ou alguém acha que o cara não vai encontrar uma forma de se libertar e de buscar vingança contra os que o deixaram para trás?
    - E a Laurie Holden (a loirinha, Andrea), hein? Continua com o mesmo rosto dos tempos de sua Marita Covarrubias, a informante de Fox Mulder em Arquivo X, não?

    Em tempo, vale registrar que a partir dessa semana, além dos rápidos comentários que já faço em áudio sobre os episódios de Boardwalk Empire, também vão pintar os de The Walking Dead lá no SERIAUDIO. Não deixe de conferir ;)

A festa Blo, Go tá chegando e você pode ganhar prêmios!

É fã de série e vai estar em São Paulo no sábado, 13 de novembro? Então você não pode perder a Blo, Go!, a festa que vai bombar a pista do Dynamite Pub com o melhor das trilhas sonoras da TV sob o comando do DJ André Pomba, além de performances especialíssimas dos blogueiros e podcasters do Box de Séries, Série Maníacos, Seriadores Anônimos e Blog NaTV.

Animou? Então que tal ter a chance de ganhar 2 convites vips e mais um kit especial de Glee, além de bottons da festa? Para concorrer é simples, basta seguir no Twitter tanto o perfil do Dude News (@dudenews) quanto o Blo,Go! (@festablogo) e dar RT na seguinte mensagem:

De RT e siga o @dudenews e a @festablogo e concorra a um kit com sacola de Glee, bottons e 2 vips para @festablogo ! http://kingo.to/lnO

Moleza, né? Pois é, mas seja rápido(a), porque essa promoção só vai durar até as 15h dessa quinta-feira, 11/11, quando ocorrerá um sorteio entre os perfis que tiverem dado RT. O vencedor será divulgado logo após tanto no perfil do blog quanto no do da festa Blo, Go!