Em tempo, vale registrar que não há opção de legenda em pt-br (apenas inglês), mas se você se vira bem no idioma do Obama a hora de ter Dexter na coleção é essa, principalmente quando uma rápida pesquisa revela que lojas virtuais brasileiras chegam a cobrar absurdos R$320 por uma única temporada importada da série...
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Só hoje! DEXTER - Temporadas 1 a 5 em Blu-ray por $125
Em tempo, vale registrar que não há opção de legenda em pt-br (apenas inglês), mas se você se vira bem no idioma do Obama a hora de ter Dexter na coleção é essa, principalmente quando uma rápida pesquisa revela que lojas virtuais brasileiras chegam a cobrar absurdos R$320 por uma única temporada importada da série...
sábado, 3 de setembro de 2011
Call of Duty: MW3

quarta-feira, 31 de agosto de 2011
GetGlue: a rede social do entretenimento
LEIA MAIS...
terça-feira, 30 de agosto de 2011
True Blood – Ep. 4x10 “Burning Down the House”
Vamos lá galera! Dessa vez o feitiço não pega porque estamos de preto!
Quem acompanha meus comentários sobre True Blood, sabe o quanto já defendi a série, mas depois desse 10º episódio ficou difícil, bem difícil. Bizarra a série sempre foi. Bagunçada, por vezes, também, mas mesmo entre altos e baixos, ela sempre soube mesclar suas muitas alegorias e discussões sociais, políticas e etc com a divertida dose de evidente nonsense e erotismo. Isto é, os personagens (humanos, vampiros e etc) por mais exagerados que fossem, uma vez apresentados e desenvolvidos, seguiam uma linha razoavelmente lógica dentro daquele universo sem a esquizofrenia vista nesse “Burning Down the House”.
LEIA MAIS...
Sookie quebrou o feitiço da bruxa Antonia? Ah, que legal. Eric recuperou a memória? Ok, tava na hora. Mas, por que, sem mais nem menos, a grande antagonista da vez que tanta vingança queria, aparece quase que arrependida e pronta para desistir só para ser convencida do contrário por Marnie que, também sem qualquer explicação razoavelmente plausível dentro da história, passa de reles praticante de bruxaria a médium psicopata pronta para matar todo mundo?
Não vou nem falar dos poderes que Antonia/Marnie tem de desaparecer (dentro das histórias de bruxas elas fazem isso?) ou do feitiço que cria um tipo de escudo de energia que a protege no Empório porque, né, para que? Ou então daquela tentativa patética de criar um desfecho emocionante para a historinha de Tommy só para provocar o confronto de Sam com Marcus (que àquela altura já agia para transformar Alcide no primeiro lobo com galho na cabeça).
Ah, e como se esse festival de cenas e sequências sem sentido, graça ou apelo não fosse o bastante, ainda tivemos que aturar Terry e Andy brincando de tiro ao alvo na floresta e, como a cereja do bolo (estragado, claro), aquele desfecho de episódio com o capitão Bill Nascimento e seus vampiros de preto prontos para invadir os domínios de Antonia de quem horas antes se escondiam pra evitar o feitiço, mas que agora parece não lhes representar nenhum perigo.
Como mencionei no início, já defendi demais True Blood e a verdade que esse episódio trouxe é a de que a série não merece tanto esforço. Eu aceito as bizarrices da produção, desde que elas me divirtam e preservem um mínimo de racionalidade dentro daquele contexto. Agora, a partir do momento em que os roteiristas chutam o balde remendando uma subtrama na outra de forma pobre além de jogar as coisas boas da série e as motivações dos personagens no lixo da lógica eu, por tabela, também posso jogar a toalha.
True Blood, não tô querendo dar ultimato nem nada até porque não tenho esse poder, mas o negócio é o seguinte: ou você se vira para fazer com que os dois últimos episódios dessa atual temporada sejam enlouquecedoramente sensacionais, ou você terá um fã a menos acompanhando tua sobrevida em 2012.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O Homem do Futuro
Um despretensioso flerte com a ficção científica travestido numa divertida comédia romântica. Assim é O Homem do Futuro, novo filme do diretor e roteirista Claudio Torres (o mesmo do surpreendente ‘Redentor’) sobre um físico gênio e amargurado (Wagner Moura) que ao tentar criar uma máquina capaz de produzir uma nova forma de energia, acaba acidentalmente viajando no tempo e encarando a oportunidade de desfazer um grande trauma amoroso ocorrido 20 anos antes e que ele julga ter arruinado sua vida.
LEIA MAIS...
Contando com produção de incontestável qualidade (são bem eficientes os efeitos que sustentam o lado sci fi da trama, por exemplo), boa montagem, diálogos ágeis e um casal protagonista (Moura e Alinne Moraes) que mostra boa química em cena, O Homem do Futuro não deve nada à maioria dos filmes do gênero feitos lá fora. Além disso, é justo reconhecer que o filme é ousado no que se refere à iniciativa de mesclar romance com o conceito da viagem no tempo para sugerir uma discussão sobre a (ir)racionalidade do amor, falar de desilusões, chances perdidas e da necessidade de se aceitar e aprender com erros para evoluir num contexto pessoal.
E se no geral o filme não decepciona como comédia (há momentos realmente engraçados envolvendo Wagner Moura se desdobrando entre suas versões), infelizmente derrapa no apressado terceiro e último ato. Afinal, é nele que se revela a fragilidade lógica do roteiro de forma clara com algumas ‘puladas de tubarão’ que evidenciam uma amarração paradoxal para a história que se encerra deixando no ar uma dúvida que remete diretamente àquela famosa pergunta: quem veio primeiro? O ovo ou a galinha?
Derrapadas à parte, é inegável que o saldo de O Homem de Futuro é mais positivo do que negativo. A trilha sonora é ótima, os coadjuvantes não deixam a bola cair e as boas participações especiais são divertidas e equilibradas. Ainda assim, tenho quase certeza que se o Claudio Torres tivesse uma máquina como a do personagem de Wagner Moura, provavelmente ficaria tentado em usá-la para voltar no tempo e corrigir alguns equívocos que impedem seu filme de se tornar mais relevante para o gênero.
Cotação: 
O Homem do Futuro tem pré-estreia nesse final de semana em algumas cidades e chega aos cinemas de todo o Brasil no dia 2/9.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
True Blood – Ep. 4x09 “Let’s Get Out of Here”
Que moderninha essa Sookie, hein? :p
LEIA MAIS...
Com um conflito central que, embora movimentado e cheio de pequenas surpresas, acabou não se revelando tão interessante assim ou mesmo lógico (por que, dentre todos os vampiros do mundo, Antonia, uma bruxa espanhola, resolveu começar sua vingança justamente contra aqueles do estado da Louisiana?), a 4ª temporada de True Blood reforça a ideia de que a série virou mesmo um grande pastiche de si mesma. Em muitos níveis, a trama é boba e pueril, mas se sustenta por conta do carisma de seus personagens (ou pelo talento de alguns atores, né, Nelsan Ellis?) e pela capacidade de rir de si mesma garantindo, por tabela, a diversão dos que não desistiram dela.
Pois é, diversão e escapismo. No fim das contas não é isso que buscamos em produções como True Blood?
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Fringe: Novo promo da 4ª temporada
Depois do pôster da 4ª temporada de Fringe, um promo com cenas inéditas e uma ideia: embora não seja racionalmente notada, a ausência de Peter é absolutamente sentida. Pelo menos por Olivia, claro, que conversando com alguém, solta o seguinte comentário em tom de melancolia: “Nós todos somos muito bons em fingir que a solidão não existe. E então alguma coisa surge para nos lembrar", diz ela completando com um, "Eu sei o que é ter um buraco na minha vida.”
É ou não é um aperitivo e tanto para a aguardada 4ª temporada de Fringe que estreia daqui a exatamente 1 mês?
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Entourage e uma novidade
8x04-05 de Entourage inéditos no Brasil na data deste post
Então é isso, né? A última temporada de Entourage é mesmo sobre nada e coisa alguma. E ok, talvez até seja exagerado dizer isso, mas vamos combinar que passados cinco de um total de oito episódios, não há nenhuma grande história realmente acontecendo (saber se Vince passaria em teste de drogas não é argumento que se preze, né?).
LEIA MAIS...
Se essa era a intenção do Doug Elin (criador e produtor da série) e cia quando planejaram o derradeiro ano de Entourage eu não sei, mas a impressão deixada pelos dois episódios mais recentes é a de que quiseram baixar a bola e o clima de oba oba que sempre caracterizou a produção, meio como que para mostrar Vince em baixa sem nenhum grande apelo na indústria que não o de alimentar os TMZs da vida.
É claro que antes do fim ainda pode até rolar alguma coisa mais impactante pra fechar a história, mas, por enquanto, a verdade é que os episódios só se sustentam por alguns poucos momentos inspirados envolvendo Johnny Drama (sempre trocando os pés pelas mãos na tentativa de voltar à ativa) e Ari Gold em seus hilários rompantes tendo agora que lidar com a dissolvição de sua família. O que, para uma série que já foi tão boa e merecia terminar numa nota mais alta, infelizmente é pouco, muito pouco.
Breaking Bad – Eps. 4x05 “Shotgun” e 4x06 “Cornered”
De maneira geral, foram 2 os grandes temas dos episódios 5 e 6 da 4ª temporada de Breaking Bad. O primeiro envolveu o elaborado plano de manipulação desenhado por Gus e executado por Mike para, 1) fazer terror psicológico com Jesse e tirá-lo da letargia e, 2) aumentar ainda mais a sensação de insegurança de Walter. Já o segundo e, talvez mais decisivo para a sequência da temporada, envolve Walter deixando a razão e o equilíbrio de lado em duas situações distintas (no jantar na casa de Hank no ep. 5 e na conversa com Skyler no início do 6) aumentando o risco de ver seu segredo ser exposto.
LEIA MAIS...
De “Shotgun”, o quinto episódio, destaques óbvios para as longas e tensas cenas envolvendo Mike e Jesse (a do deserto foi bilhante), que àquela altura, totalmente indiferente à sua vida, acaba despertando ao achar ter recebido uma nova chance e função na ‘empresa’ e, claro, para Walter deixando-se tomar pelo desespero na tentativa de re-estabelecer contato com Gus (a cena dele no Los Pollos Hermanos, ainda que simples, carregou alto na dose de adrenalina) e mais tarde, durante o jantar na casa de Hank para onde fora com Skyler para ‘confessar’ seus vícios e 'explicar' a origem do dinheiro ganho, falando o que não deveria só para alimentar no cunhado a certeza de que o verdadeiro Henseinberg, gênio do meth, continua à solta e ativo.
Já “Cornered”, o sexto episódio, mostrou Skyler, então confiante de que seu plano para lavar o dinheiro era bom, perdendo a sensação de controle absoluto sobre a situação ao se deparar com Walter agindo de forma iráscivel (“Eles precisam de mim. Eu não corro riscos. Eu sou o perigo e outros blá blás”, que ele disse em certa altura), irresponsável (dar um carro esporte de luxo para Walter Jr. no que obviamente atraíria atenções desnecessárias) e, aí sem que ela soubesse, inconsequente (algo que se traduz, por exemplo, na iniciativa dele de confrontar a autoridade e as regras de Gus, levando 3 funcionárias da lavanderia para dentro do laboratório).
E se é óbvio que a ainda pequena subtrama envolvendo o roubo das cargas de meth ganhará contornos e importância maiores mais à frente, um desenvolvimento fundamental para esse arco da história e da conflituosa relação entre Walter e Jesse se deu também nesse sexto episódio quando vemos o primeiro percebendo a armação de Gus para miná-lo psicologicamente e interpelando o segundo a respeito com um argumento/citação ao O Poderoso Chefão que explica todo o plano do chefe: “Mantenha seus amigos por perto e seus inimigos mais perto ainda”.
Inseguros e manipuláveis em suas posições dentro do perigoso jogo em que se meteram, Walter e Jesse surgem invariavelmente tanto como peças essenciais para o perfeito funcionamento daquela engrenagem, quanto como riscos iminente para ela. E nesse contexto seguimos fascinados por Breaking Bad, a série que nunca traz episódios menos que excelentes e que há quatro anos faz a gente torcer por anti-heróis que são tão contraditórios (e odiáveis também em muitas situações, por que não?) quanto frágeis e fascinantes. Será que alguém discorda?
sábado, 20 de agosto de 2011
Pixar anuncia 2 novos filmes
Ainda sem títulos definidos, a Pixar, também conhecida como estúdio de animação que todos os demais tentam ser, revelou hoje na D23Expo 2011 (convenção dedicada ao mundo Disney) as breves sinopses de dois novos filmes que, à princípio, chegarão à telas americanas em 27 de Novembro de 2013 e 30 de Maio de 2014, respectivamente. A notícia é do ótimo Pixar Blog.
O primeiro filme que será dirigido por Bob Peterson (co-diretor e roteirista de Up) envolve, veja só, dinossauros e a sinopse é pra lá de curiosa:
Já o segundo, a ser dirigido por Peter Docter (o cara por trás de Monstros S.A. e Up) é o que me parece ter a proposta mais ousada da Pixar até então. Veja só:
Promete, hein?! Em tempo, os dois próximos filmes da Pixar são o épico Brave e a continuação de Monstros S.A.





