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"Prontos para o sangue novo?"E falando especificamente sobre a 2ª temporada, o produtor/criador Alan Ball disse na semana passada que os novos episódios virão cheios de momentos que nos farão ficar de queixo caído. Obviamente isso poderia ser interpretado como pura jogada de marketing do cara, mas considerando as surpresas que tivemos na temporada de estreia, não duvido das palavras de Ball, que revelou também que dos 12 novos episódios, 7 já estão prontos.
Não sei você, mas eu mal posso esperar para que 14 de junho chegue logo."Prontos para o sangue novo?"
A 1ª temporada de Fringe só termina no dia 12 de maio nos EUA com o episódio "There's More Than One of Everything", o mesmo que deve mostrar pela primeira vez William Bell, personagem muito mencionado ao longo da temporada e que foi antigo parceiro de Walter Bishop. Dito isso, para quem tá curtindo a série e pretende mergulhar em maratonas para rever tudo ou quem sabe apresentar a série à família ou amigos, a dica é encomendar o DVD ou o Blu Ray área 1 da 1ª temporada que já está em pré-venda na Amazon a preços sugeridos de US$ 42 e US$56.
Pare um pouco e reflita. Em que outra série ou filme você encontra um personagem de ação com tamanha complexidade quanto Jack Bauer? O cara corre, pula, atira, tortura, mata, e no fim das contas ainda consegue nos emocionar numa cena como a que marcou seu reencontro com Kim Bauer. Sutherland definitivamente deve muito ao personagem que ressuscitou sua carreira e nós devemos a ele por fazer de 24 Horas o que ela é.
Mas falando sobre o episódio que trouxe diversas passagens ótimas como a de Jack dando um mini esporro na presidente Taylor; o já mencionado reencontro dele com Kim e as cenas de Jonas Hodges na Casa Branca, confesso que o que mais me chocou mesmo foi a reviravolta final envolvendo Tony. Adoro o personagem, mas depois do que ele fez com Larry (que nem ganhou relógio mudo, diga-se de passagem), acredito que não dê mais para justificar uma suposta 'ação por baixo dos panos', certo?
A dúvida agora paira sobre suas motivações. Afinal, por que ele ajudaria o FBI a não só capturar Juma e impedir outros ataques, mas sobretudo a destruir (quase) todas as armas de Hodges para se confirmar como um grande vilão? Tony responde a alguém? Ele fez o que fez ‘apenas’ para se vingar das instituições que lhe tomaram tudo o que importava na vida? E mais, como será o embate entre ele e Bauer quando os dois se cruzarem de novo?
A reta final da 7ª temporada de 24 Horas está pegando fogo e com tanta coisa no ar, não faço a menor ideia de quais novas viradas/surpresas estão reservadas, mas uma certeza eu tenho: impactantes choques, muita ação e drama dos bons vem aí. Alguém duvida?
Confira o promo do ep. 7x19 que será exibido na próxima 2ª feira (19/04) nos EUA
Antes de qualquer coisa, não se engane achando que Caprica seguirá a mesma linha de BSG. Tanto no conceito quanto na execução, as diferenças são gritantes. A começar pela narrativa mais condensada e por uma fotografia marcadamente distinta. Além disso, aqui não há cenas de ação cheias de adrenalina, tomadas espaciais repletas de efeitos visuais bacanas ou vários momentos de arrancar o fraking fôlego. A força de Caprica concentra-se em outro terreno: o de explorar os dilemas morais de quem tem acesso/capacidade de recriar a vida (ou continuá-la incessantemente) frente os que acreditam que as fronteiras da tecnologia já ultrapassaram qualquer barreira do aceitável moralmente.
Nesse cenário, dois personagens que se unem na dor da perda de suas filhas, assumem papéis antagônicos: Daniel Greystone (Eric Stoltz) e Joseph Adama (Esai Morales). O primeiro é um cientista renomado com acesso a tecnologias de ponta que, após um breve período de sofrimento, vê numa criação de sua falecida filha Zoe a oportunidade de trazê-la de volta à vida, enquanto o segundo, temendo o desconhecido ou apegado à lei da vida, se recusa a aceitar a ideia de poder ter a filha de volta daquele jeito.
Obviamente, há muito mais elementos subjetivos por trás dos conflitos que se desenvolvem a partir daí, mas para entender efetivamente as motivações destes personagens o melhor a se fazer é conferir como se estabelece a dinâmica relação dos dois com as mais altas rodas de poder de Caprica. Ambos à sua maneira e em escalas distintas, acabam se revelando como peças-chave no surgimento da inteligência artificial, que mais tarde se transformaria nos rôbos cylons que declarariam guerra aos homens.
Fora esse aspecto, vale mencionar que o piloto de Caprica dá sinais de que a série vá expandir ainda mais e de uma forma mais efusiva a discussão sobre divindades que permeou boa parte de BSG. E nisso a personagem de Polly Walker (a Atia de Roma) dá mostras que tem tudo para se tornar marcante.
Ah, e se você está aí se perguntando se é fundamental ter visto BSG para poder curtir Caprica, digo que não, mas faço uma ressalva honesta: quem viu a produção que a originou, tende a se divertir muito mais com o que a história traz e o motivo é bem simples, por se tratar de uma produção de origens, o curioso jogo de buscar referências e fazer associações com tudo o que BSG mostrou será prazerosamente inevitável e que o digam as aparições do jovem William Adama, e claro, do primeiro modelo de centurião cylon.
O piloto de Caprica será lançado em DVD no dia 21 de abril nos EUA e deve ser exibido no canal Sci Fi americano (ou SyFy como passará a se chamar) no início do 2º semestre deste ano.