sexta-feira, 29 de maio de 2009

Drops - Comentários dos finais de temporada de House, Fringe e Grey's Anatomy



Como havia adiantado há alguns dias no twitter, eu e a Juliana faremos um dudecast especial comentando os principais finais da temporada 2008/2009 de séries. Mas, enquanto o podcast não vem, resolvi fazer um post drops com breves opiniões sobre o encerramento de temporada dos principais dramas que assisto.

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    House 5x24 “Both Sides Now”

    Exibido no dia 11 de maio nos EUA

    Que a temporada foi irregular ninguém nega, mas a essência do programa continua lá e é por isso que House ainda é uma das minhas favoritas. “Both Sides Now” conseguiu o que parecia improvável: dar uma explicação plausível às visões que House vinha tendo com Amber ao mesmo tempo em que ligou o fato à uma possível (mas não assumido) trauma com o suicídio de Kutner e brincou ao nos enganar apontando um possível romance do médico ranzinza com Cuddy que de fato nunca aconteceu. Além disso vimos o casamento de Cameron e Chase que na minha opinião pode até significar uma despedida dos dois na série e, claro, o gancho final colocando a insanidade de House de forma explícita. Que surpresas os produtores/roteiristas reservam para o próximo ano não faço ideia, mas certamente estarei lá para conferir.

    Fringe 1x20 “There’s More Than One of Everything”

    Exibido no dia 12 de maio nos EUA

    Esse foi para mim o final de temporada mais chocante da temporada. Sabe aquele papo de que Fringe era a série do quase? Pois é, esqueça porque no arco final da temporada que começou em abril e terminou no último dia 12 de maio, a série encontrou o ritmo e amarrou bem o núcleo das histórias apresentadas anteriormente com a grande maioria dos eventos ligados ao tal mencionado padrão. No episódio final vimos não só a introdução de William Bell, bem como descobrimos um dos segredos de Walter Bishop e tivemos o prenúncio de uma guerra que pode acontecer entre a nossa realidade e aquela alternativa onde o World Trade Center continua imponente no horizonte de Nova York. É verdade que demorou, mas Fringe enfim se estabelece agora como um dos dramas de ficção mais instigantes da atualidade. Que venha a 2ª temporada e que o time de roteiristas consiga explorar com criatividade todo esse imenso ‘novo’ universo.

    Grey’s Anatomy 5x22/23 – “Here’s to the Future & Now or Never”

    Exibido no dia 14 de maio nos EUA

    Simples e direto? Não gostei. De uma maneira geral essa foi uma das melhores temporadas de GA, mas dada a construção feita anteriormente esse final me decepcionou. Não que os textos estivessem ruins ou que as atuações deixassem a desejar (maior parte do elenco aliás foi brilhante), mas sim porque à medida em que a trama caminhava fui antecipando os acontecimentos um a um e com isso me distanciei totalmente da emoção que os ganchos trouxeram para muitos. O desfecho da trama da Izzie por exemplo, foi boa para quem achava que Shonda Rhimes fosse abrir mão de uma crise final que deixasse o destino da loira em aberto. Já a do George foi lamentável porque o artifício do acidente foi copiado de um episódio de ER (a diferença é que lá o médico tentou se matar), o que já diminuiu e muito qualquer impacto que aquela revelação final pudesse implicar porque mais uma vez eu já ‘adivinhei’ o que aconteceria. Críticas à parte, esse fim de temporada não foi de todo decepcionante já que a participação emocionada de Miranda Bailey (principalmente naquela cena com o Chief) aliada ao aprofundamento do romance entre Cristina e Owen conseguiram equilibrar a balança positivamente. Em suma, posso até não ter me despedido com empolgação dessa temporada, mas é certo que estarei a postos para conferir a 6ª temporada.

    *-*-*

    E você? O que achou desses finais de temporada? Ficou empolgado/decepcionado com algum? Tem expectativas para a próxima temporada?


Em breve mais um post drops com comentários do final da 7ª temporada de 24 Horas e da despedida de Prison Break que atingiu seu fim definitivo da tv.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

24 Horas: Elenco da 8ª temporada cresce à medida que entusiasmo diminui

Fazer 24 episódios de uma série seja ela qual for, realmente não deve ser tarefa fácil. Não é à toa aliás, que a produção do 8º ano de 24 Horas (cuja 7ª temporada se encerrou no último dia 18 nos EUA) já começou essa semana com a confirmação de vários rostos novos no elenco de uma trama que ocorrerá em Nova York e que já deixa desde já a pergunta: será essa a última temporada das aventuras de Jack Bauer?

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    O rascunho de trama do novo ano divulgado pela Fox é o seguinte: Dentre as sombras da Estátua da Liberdade e das Nações Unidas, Bauer vai enfrentar mais um impensável dia na cidade de Nova York. A firme presidente Allison Taylor (Cherry Jones) encara incertezas com a política externa e a doméstica enquanto Chloe O’Brien (Mary Lynn Rajskub) e a agente do FBI Renee Waker (Annie Wiersching) também retornam. A eles soma-se o nome do ator indiano Anil Kapoor (Quem Quer Ser Um Milionário?) que faz sua estreia na tv americana como Arman Hashemi, um líder do Oriente Médio que vai aos EUA em missão de paz.

    Dá para se animar? Por enquanto não, sobretudo quando vemos que Freddie Prinze Jr. acaba de ser confirmado no papel do chefe de operações de campo da nova CTU. Seu personagem se chama Davis Cole e é um mariner que se junta à Unidade de Contra Terrorismo na expectativa de seguir os passos de Jack Bauer. Pois é, ao que parece eles vão reciclar a sub-trama da 2ª temporada com o quase genro de Bauer, Chase Edmunds.


    Freddie Prinze Jr., Anil Kapoor, Nazneen Contractor,
    Chris Diamantopoulos, John Boyd e Jennifer Westfeldt

    A Prinze Jr. se juntam Chris Diamantopoulos (The Starter Wife) como o novo chefe de staff da presidente Taylor; John Boyd como um analista de sistemas da CTU (precisa ser gênio para achar que ele também será mais um traidor infiltrado?); Jennifer Westfeldt (que fez uma bela participação durante um recente crossover das séries Grey’s Anatomy e Private Practice) como uma ambiciosa jornalista, além de Nazneen Contractor como a filha do personagem de Kapoor que provavelmente pode ser uma forte candidata a sequestro em algum arco da trama.

    Resumindo a história, a questão é a seguinte: independente do caminhão de exageros, continuo gostando de 24 Horas porque ela ainda é uma das séries que mais me diverte mesmo tendo concluído a 7ª temporada de forma preguiçosa. O problema é que quando começamos a prever quais serão os ganchos usados e vemos um ator medíocre como o Prinze Jr. ganhando um papel de destaque na série, o sinal de alerta acende e percebemos que de repente é hora de acabar de vez com a série, concorda?

    Com informações do The Hollywood Reporter, TV Guide e do Buzz Focus


A 8ª temporada de 24 Horas estreia no dia 17 de janeiro de 2010 nos EUA.

McG fala sobre o final que não veremos em Terminator Salvation

Sabe a descrição daquele final vazado que supostamente obrigou a produção de O Exterminador do Futuro: A Salvação a fazer alterações no encerramento do filme? Bom, na verdade não foi o vazamento que provocou a mudança, mas sim uma ideia diferente que provocasse interpretações distintas no público. Sobre o assunto aliás, McG abriu o jogo para a Entertainment Weekly e revelou enfim como seria o controverso final que não veremos no cinema.

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    “[John] Connor morre, ok? Ele está morto [no final do filme]. Aí o personagem Marcus (Sam Worthington) se oferece para que a fisionomia de Connor seja colocada por cima de seu corpo máquina. Fica parecendo Connor, mas por baixo é Marcus. Nisso todos os personagens por quem nos importamos (Kyle Reese, Kate que é a esposa de John e etc.) são levados para a sala para vê-lo e acreditam que aquele é mesmo Connor. O que aconteceria a seguir é que Connor se levantaria e veríamos um leve piscar vermelho em seus olhos quando ele atira em Kate, Kyle e todos os demais na sala. Tela preta. Fim do filme. A Skynet venceu”, contou McG complementando ainda que, “isso seria a coisa mais niilista de todos os tempos [no cinema]. Christian Bale adorou e insistiu para que fizessemos aquilo. Ele queria que os vilões ganhassem! Dá para imaginar o oxigênio sumindo na sala do cinema? Isso iria te deixar puto! Mas talvez daqui a dois anos você talvez pudesse pensar que isso teria sido corajoso. Porém no fim, eu senti que isso seria frustrante demais.”

    Ok, vamos combinar que de fato um final assim seria chocante e realmente corajoso considerando que o desenvolvimento dos personagens nos envolvesse na virada. McG inclusive disse que o estúdio deu sinal verde para que o final fosse esse, mas que o fato de contar com um orçamento gigante mais a possibilidade de futuras sequências o fez mudar de ideia. Christian Bale por sua vez disse que se dependesse só dele esse final teria sido mantido e respondendo ao questionamento se algo assim não representaria um suicídio nas bilheterias, ele afirmou categoricamente, “Feito do jeito que eu vi? Não. Se estou desapontado com o final que [efetivamente] está no filme? Não.”


O Exterminador do Futuro: A Salvação estreia no dia 5 de junho nos cinemas do Brasil

quarta-feira, 27 de maio de 2009

4ª temporada de Dexter já tem data de estreia definida



Quem deu a boa nova foi o colunista Michael Ausiello da EW. A aguardada 4ª temporada de Dexter estreia no dia 27 de setembro nos EUA trazendo o veterano John Lithgow como novo grande antagonista de Dexter que como você já sabe, agora vai ter que dividir seu ‘hobby’ com o papel de pai de família.

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    Segundo Ausiello, Lighton (o Dr. Dick Solomon de 3rd Rock from the Sun) fará um personagem chamado Walter Simmons, que à primeira vista é apenas mais um cidadão comum, mas que a exemplo de Dexter é um exímio serial killer. A diferença é que esse assassino que é apelidado de “Trinity Killer”( por sempre matar 3 pessoas de uma só vez) e um recém chegado a Miami que atrai o interesse de Dexter por conseguir passar mais de 30 anos sem nunca ser identificado/capturado. Não sei você, mas me parece que teremos mais um belíssimo confronto cheio de nuances psicológicas interessantes.


    John Lithgow, como o novo antagonista de Dexter

    Ainda sobre a 4ª temporada, outro que voltará a dar as caras na série é o ator Keith Carradine que participou do 2º ano no papel do agente federal Frank Lundy durante a investigação do Bay Harbor Butcher e que acabou se envolvendo com Deb. Será que dessa vez ele representará alguma ameaça ao segredo de Dexter? Não sei a resposta, mas tô louco para descobrir. E você, ansioso para que o dia 27 de setembro chegue logo?

Mental – Comentários do Ep. Piloto

Texto com informações de série ainda inédita no Brasil

Indo direto ao ponto, a verdade é a seguinte: como série médica sobre psiquiatria e afins, Mental está muito longe de ser uma In Treatment (e duvido muito que seus criadores tivessem essa pretensão), mas como cópia de House que é, funciona e diverte no que se propõe e ‘só’ isso já vale para mim. Será que para você também?

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    Imagine a cena. Você é um profissional de boa reputação chegando para seu 1º dia no novo trabalho. Ninguém (tirando sua chefe) te conhece pessoalmente, mas quando surge uma inesperada situação que requer resposta imediata, você age de forma absurdamente bizarra, se expõe na frente de todos e controla a crise. É exatamente isso que acontece no início de Mental, nova série médica da Fox gravada inteiramente na Colombia e que estreou essa semana nos EUA. O profissional em questão? Um médico psiquiatra com métodos nada ortodoxos de tratamento. Lembrar do Dr. House aqui é inevitável, mas há uma sutil e importante diferença: ao contrário do personagem de Hugh Laurie, o Dr. Jack Gallagher (Chris Vance, o Whistler de Prison Break) não tem nada de misantropo, uma estratégia que creio eu, tenha sido escolhida para (tentar) fugir das comparações mais óbvias ainda que esso seja uma missão impossível.


    Jack Gallagher (à esquerda) apresenta seu método

    Particularmente, confesso que tinha uma expectativa muito baixa com relação à série desde a primeira vez que falei dela aqui no Dude ainda em meados de 2008. Na essência, Mental é mesmo uma cópia carbono que repete a fórmula de House com o já mencionado médico de métodos excêntricos que usa outros médicos para investigar a vida do paciente (incluindo visitas à sua casa) e que tem uma chefe (Annabella Sciorra) que acredita no seu controverso trabalho, mas precisa contornar objeções de outros membros da instituição frente os procedimentos fora do padrão de seu funcionário. O único elemento que falta na fórmula copiada em Mental é um braço direito a la Wilson, o que é compreensível uma vez que ao fugir do padrão anti social de House, Gallagher não precisa estabelecer um ponto de equilíbrio para sua aparente insanidade.

    E se não tem Wilson, Mental tem a Dra.Veronica Hayden Jones (Jackline Mackenzie, a Diana Skouris de The 4400), uma psiquiatra apegada às regras e adepta do tratamento convencional que logo entra num pequeno conflito com Jack Gallagher, que por acaso é seu novo chefe no departamento de psiquiatria do Hospital Wharton Memorial. Gallagher por sua vez, é o tipo de sujeito não tem o menor receio em peitar seus conservadores colegas argumentando que “eles não tratam só as doenças, mas sim as pessoas.” E é assim, com pequenas frases de efeito (ou defeito, dependendo do seu gosto) que Gallagher toma conta da ação não se esquivando de confrontamentos ou de respostas rápidas.

    Em sua temporada de estreia com 13 episódios, Mental irremediavelmente vai sofrer com as críticas de que mesmo fugindo das convenções, nenhum tratamento psiquiátrico pode dar resultados tão rápidos como os que serão vistos na série. Por outro lado, insistir nesse tipo de crítica é besteira pois se fôssemos cobrar verossimelhança de todas as séries, ninguém deveria assistir CSI, Criminal Minds, The Mentalist e trocentas outras produções que utilizam deste mesmo artifício. Mental não traz nada novo, mas como disse no início do texto, diverte, e isso para mim é mais que suficiente mesmo com todos os seus exageros.

    Outras observações:

    - Curiosa a dica dada no final desse ep. Piloto apontando para a ideia de que o competente e aparentemente bem resolvido Dr. Jack, na verdade tem um drama forte em sua vida pessoal envolvendo a (ex?) esposa. Vai ver que é até por isso que antes ele passou um tempo trabalhando na Somália como membro dos Médicos Sem Fronteiras.
    - É exatamente esse ponto que pode indicar uma coisa diferente no mar de inevitáveis comparações que a série terá com House: nada de possível clima de romance entre o protagonista e sua chefe.
    - Ninguém precisa ser gênio para sacar que os maiores conflitos surgirão na relação de Jack com o formalista Dr. Carl Belle (Derek Webster, ator com participação em diversas séries), certo?
    - A trama se passa em Los Angeles, mas a julgar pelo Piloto, vai ser impossível não enxergar latinos em todas as cenas externas, o que não é necessariamente ruim, mas nos desconecta da história em determinados momentos.
    - E vem cá, será que o Silas Weir Mitchell (o da direita na foto acima) não consegue aparecer como um personagem que não tenha problemas psiquiátricos? Lembra dele como o Haywire de Prison Break? Pois é.


Mental estreia (dublada) no dia 3 de junho às 22h na Fox do Brasil.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Happy Town - Vídeo promo legendado da nova série



Outra série que certamente contará com a minha 'audiência' na próxima temporada é Happy Town, produção que não esconde a referência a Twin Peaks, série que marcou época no início da década de 90 e influenciou várias séries como Arquivo X e de certa forma até Lost.

"Happy Town" também é outra série que só deve estrear no início de 2010 na ABC.

"V" - Vïdeo promo + 2 Sneak Peeks Legendados



Da série, err.... Séries que verei na temporada 2009/2010, confiram o vídeo promocional e 2 Sneak Peeks de "V", remake da clássica "V: A Batalha Final" que traz Elizabeth "Juliet" Mitchell (de Lost) como protagonista. Assista e diga aí se não dá para se animar.

Veja os sneak peeks

    Sneak 1

    Sneak 2



"V" deve estrear no início de 2010 na ABC.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Vídeo promocional da nova série da ABC "Flash Forward" - legendado

Vídeo promocional da nova série da ABC, Flash Forward, exibido durante o intervalo do episódio de final de temporada de Lost. A série deve estrear em setembro desse ano. Quer saber mais sobre ela? Clique aqui e leia o review do Ain’t It Cool News, feito a partir da exibição fechada para jornalistas que aconteceu na semana passada.



quarta-feira, 13 de maio de 2009

Review antecipada do piloto da série 'Flash Forward'

confirmada como série na programação da rede ABC a partir de setembro desse ano, Flash Forward teve seu piloto exibido na última sexta-feira para alguns jornalistas e o pessoal do Ain’t It Cool News, publicou um review do ponta-pé inicial da série que promete ser a sensação dentre as novidades da temporada 2009/2010.

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    Texto por Jeremy

    Acabei de ver o piloto de Flash Forward graças a uma pesquisa online e quero dividir algumas rápidas impressões. A série da ABC é baseada num romance sci-fi de mesmo nome o qual eu não li.

    A abertura (com spoilers): Tudo começa com cenas de destruição no centro de Los angeles. Carros estão pegando fogo, um cara foi esmagado por um carro que caiu em cima do seu e alguém corre no meio do fogo, num cenário de caos absoluto.

    A história então faz um flash back para a manhã daquele dia e apresenta o elenco principal. Conhecemos um agente do FBI (feito por Joseph Fiennes) que está se recuperando do alcolismo, sua esposa que é médica e a pequena filha deles.

    O parceiro desse agente é feito pelor ator John Cho (o Sulu do novo Star Trek), um sujeiro que nunca é levado a sério como agente federal. Há ainda um outro médico prestes a cometer suicídio num pier e o padrinho no AA do agente do FBI que lamenta a morte da filha no Afeganistão.

    A ação segue os personagens no que parece ser mais um dia de suas rotinas até o momento em que todos (o mundo inteiro, como acabamos descobrindo depois) apaga por dois minutos e dezessete segundos. Milhares morrem ao redor do mundo por causa de acidentes aéreos, batidas de carros, cirurgias interrompidas e por aí vai. O restante do piloto é gasto estabelecendo os flashs do futuro que os sobreviventes tiveram.

    Os personagens pouco a pouco vão descobrindo que todos tiveram visões de seus futuros dali a seis meses. Esse é o grande gancho da série, o mistério do que provocou o flash forward e porque as vidas das pessoas mudaram. Um personagem no entanto diz não ter visto nada, o que pode significar morte, enquanto outros dizem ter testemunhando coisas mais comuns. O piloto termina com uma misteriosa figura que não apagou e então uma nova camada do mistério é acrescentada.

    O que gostei: O piloto perdeu pouco tempo armando a trama. Os flashes mostrados foram interessantes e deixaram bons ganchos. As atuações de uma forma geral foram boas, sem nada que se destaque demais positiva ou negativamente.

    O que eu não gostei: Há uma certa dose de repetições. A insistência numa tomada emcâmera lenta mostrando um personagem correndo por Los Angeles me fez rir. Levando em conta que as pessoas só tiveram flashes de seis meses no futuro, parece que a série será apressada ou enrolada por tempo demais.

    Opinião final: Vou assistir o próximo episódio quando a série estrear, mas não vou esperar por ela de forma tão ansiosa. As pessoas irão querer compará-la com Lost e dizer que os pilotos de ambas são similares, mas tenho a sensação de que o de Lost foi mais bem acabado e interessante.

    *-*-*

    E aí, deu para aguçar um pouco mais sua curiosidade? Em tempo, além da foto promocional do elenco que você já vê ali em cima, destaco-a aqui novamente junto dessa que traz a personagem que Sonya Walger (a Penny Widmore de Lost) fará. Para vê-las em maior tamanho basta clicar para ampliar.


Descubra o que você irá encontrar no box de DVD da 7ª temporada de 24 Horas

Numa ação incomum e inusitada, a Fox Home Entertainment vai lançar no dia seguinte à exibição do último episódio nos EUA, o box em DVD e Blu Ray da 7ª temporada de 24 Horas que na Amazon por exemplo, custarão 39 e 48 dólares respectivamente. A arte do box (que trará 6 discos) é exatamente essa que você vê ao lado (clique para ampliar) e segue um formato levemente diferente daqueles vistos nas temporadas anteriores.

Veja o conteúdo do box

    Disco 1

    Episódio 01: 8:00 AM – 9:00 AM

    Episódio 02: 9:00 AM – 10:00 AM

    Episódio 03: 10:00 AM – 11:00 AM

    Episódio 04: 11:00 AM – 12:00 PM

    8:00 AM – 9:00 AM Comentários do Produtor Executivo/Diretor Jon Cassar e do ator Carlos Bernard (Tony)

    10:00 AM – 11:00 AM Comentários do Produtor Executivo Manny Coto, do Co-Produtor Executivo Brannon Braga e de Carlos Bernard

    The Fimucité Festival apresenta: A Música de 24 Horas
    (mini doc)

    Disco 2

    Episódio 05: 12:00 PM – 1:00 PM

    Episódio 06: 1:00 PM – 2:00 PM

    Episódio 07: 2:00 PM – 3:00 PM

    Episódio 08: 3:00 PM – 4:00 PM

    12:00 PM – 1:00 PM Comentários do Produtor Executivo/Diretor Jon Cassar e da atriz Annie Wersching (Renee Walker)


    Disco 3

    Episódio 09: 4:00 PM – 5:00 PM

    Episódio 10: 5:00 PM – 6:00 PM

    Episódio 11: 6:00 PM – 7:00 PM

    Episódio 12: 7:00 PM – 8:00 PM

    4:00 PM – 5:00 PM Comentários do Produtor Executivo David Fury e do ator Hakeem Kae-Kazim (Ike Dubaku)

    5:00 PM – 6:00 PM Comentários do Produtor Executivo Manny Coto, do Co-Produtor Executivo Brannon Braga e da atriz Annie Wersching

    7:00 PM – 8:00 PM Comentários do Co- Produtor Executivo /Diretor Brad Turner e de Tony Todd (General Juma)


    Disco 4

    Episódio 13: 8:00 PM – 9:00 PM

    Episódio 14: 9:00 PM – 10:00 PM

    Episódio 15: 10:00 PM – 11:00 PM

    Episódio 16: 11:00 PM – 12:00 AM

    8:00 PM – 9:00 PM Comentários do Co- Produtor Executivo/Diretor Brad Turner, do Compositor Sean Callery e do ator James Morrison (Bill Buchanan)

    9:00 PM – 10:00 PM Comentários do Produtor Executivo Juan Carlos Coto, e dos atores Annie Wersching e Bob Gunton (Ethan Kanin)


    Disco 5

    Episódio 17: 12:00 AM – 1:00 AM

    Episódio 18: 1:00 AM – 2:00 AM

    Episódio 19: 2:00 AM – 3:00 AM

    Episódio 20: 3:00 AM – 4:00 AM

    1:00 AM – 2:00 AM Comentários do Produtor Executivo Howard Gordon, e dos atores Carlos Bernard e Jeffery Nording (Larry Moss)

    Hora 19: A Emboscada (mini doc)

    Disco 6

    Episódio 21: 4:00 AM – 5:00 AM

    Episódio 22: 5:00 AM – 6:00 AM

    Episódio 23: 6:00 AM – 7:00 AM

    Episódio 24: 7:00 AM – 8:00 AM

    5:00 AM – 6:00 AM Comentários do Produtor Executivo Evan Katz, e dos atores Mary Lynn Rajskub (Chloe O’Brien) e Glenn Morshower (Aaron Pierce)

    6:00 AM – 7:00 AM Comentários do Produtor Executivo David Fury, do Co-Produtor Executivo Alex Gansa e do ator Glenn Morshower

    7:00 AM – 8:00 AM Comentários dos Produtores Executivos Howard Gordon e John Cassar


    Cenas deletadas com opção de comentários do Co-Produtor Executivo Stephen Kronish e do Produtor Paul Gadd:

    - Jack fala sobre sua filha.

    - Coronel Dubaku manda uma mensagem

    - Larry confronta Sean.

    - A Presidente Taylor dita sua mensagem.

    - Jack ajuda Henry até a emergência chegar.

    - Chloe descobre os arquivos de Dubaku.

    - A agente Walker conta a Kim que Jack está contaminado.

    - Kim visita seu pai.

    - Presidente Taylor e Tim Woods discutem protocolos de resposta emergencial.

    - Tony derruba Jack.

    - Presidente Taylor duvida de si mesma.

    - O Plano de contingência é revelado.

    - Agente Walker ordena que o suspeito seja levado de volta ao FBI.

    - Tim se preocupa com a presidente Taylor.

    24 Horas 7ª temporada – A história não contada (mini doc de bastidores)


    *-*-*

    Ufa! Material extra é o que não vai faltar nesse box, hein?! Resta saber quando a Fox do Brasil pretende lançar o box por aqui.

    Com informações do TV Shows on DVD