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House 5x24 “Both Sides Now”
Exibido no dia 11 de maio nos EUA
Que a temporada foi irregular ninguém nega, mas a essência do programa continua lá e é por isso que House ainda é uma das minhas favoritas. “Both Sides Now” conseguiu o que parecia improvável: dar uma explicação plausível às visões que House vinha tendo com Amber ao mesmo tempo em que ligou o fato à uma possível (mas não assumido) trauma com o suicídio de Kutner e brincou ao nos enganar apontando um possível romance do médico ranzinza com Cuddy que de fato nunca aconteceu. Além disso vimos o casamento de Cameron e Chase que na minha opinião pode até significar uma despedida dos dois na série e, claro, o gancho final colocando a insanidade de House de forma explícita. Que surpresas os produtores/roteiristas reservam para o próximo ano não faço ideia, mas certamente estarei lá para conferir.
Fringe 1x20 “There’s More Than One of Everything”
Exibido no dia 12 de maio nos EUA
Esse foi para mim o final de temporada mais chocante da temporada. Sabe aquele papo de que Fringe era a série do quase? Pois é, esqueça porque no arco final da temporada que começou em abril e terminou no último dia 12 de maio, a série encontrou o ritmo e amarrou bem o núcleo das histórias apresentadas anteriormente com a grande maioria dos eventos ligados ao tal mencionado padrão. No episódio final vimos não só a introdução de William Bell, bem como descobrimos um dos segredos de Walter Bishop e tivemos o prenúncio de uma guerra que pode acontecer entre a nossa realidade e aquela alternativa onde o World Trade Center continua imponente no horizonte de Nova York. É verdade que demorou, mas Fringe enfim se estabelece agora como um dos dramas de ficção mais instigantes da atualidade. Que venha a 2ª temporada e que o time de roteiristas consiga explorar com criatividade todo esse imenso ‘novo’ universo.
Grey’s Anatomy 5x22/23 – “Here’s to the Future & Now or Never”
Exibido no dia 14 de maio nos EUA
Simples e direto? Não gostei. De uma maneira geral essa foi uma das melhores temporadas de GA, mas dada a construção feita anteriormente esse final me decepcionou. Não que os textos estivessem ruins ou que as atuações deixassem a desejar (maior parte do elenco aliás foi brilhante), mas sim porque à medida em que a trama caminhava fui antecipando os acontecimentos um a um e com isso me distanciei totalmente da emoção que os ganchos trouxeram para muitos. O desfecho da trama da Izzie por exemplo, foi boa para quem achava que Shonda Rhimes fosse abrir mão de uma crise final que deixasse o destino da loira em aberto. Já a do George foi lamentável porque o artifício do acidente foi copiado de um episódio de ER (a diferença é que lá o médico tentou se matar), o que já diminuiu e muito qualquer impacto que aquela revelação final pudesse implicar porque mais uma vez eu já ‘adivinhei’ o que aconteceria. Críticas à parte, esse fim de temporada não foi de todo decepcionante já que a participação emocionada de Miranda Bailey (principalmente naquela cena com o Chief) aliada ao aprofundamento do romance entre Cristina e Owen conseguiram equilibrar a balança positivamente. Em suma, posso até não ter me despedido com empolgação dessa temporada, mas é certo que estarei a postos para conferir a 6ª temporada.
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E você? O que achou desses finais de temporada? Ficou empolgado/decepcionado com algum? Tem expectativas para a próxima temporada?










