We're back in production!
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Teaser promo da 3ª temporada de True Blood
We're back in production!
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
O retorno de Chuck é garantia de diversão!
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Reiventando sua estrutura, ampliando as perspectivas de sua trama e provando que a criatividade e o humor continuam sendo sua guia mestre, a série agora explora o fato de que seu protagonista, Chuck Bartowski, deixou de lado o papel de espião por ocasião para agarrar de vez a chance de ser um agente secreto de fato quando a nova versão do Intersect é carregada em seu cérebro, evento que serviu de gancho no final da 2ª temporada.
Graças a esse ‘upgrade’, nas missões em que se envolve, Chuck passa a usar habilidades tão distintas quanto lutar kung fu, tocar violão como um perfeito mariachi ou ainda dançar com extrema desenvoltura. O que ele ainda não consegue (ou pode fazer) no entanto, é saber exatamente como acioná-las, o que acaba garantindo momentos muito engraçados quando o vemos encrencado.
O lado romântico da série também permanece forte e dosado na medida certa. Depois de decepcionar Sarah quando decide trocar a chance de ter uma vida normal ao seu lado pela oportunidade de virar um espião de verdade, Chuck encara a (breve) frustração de quase perder seu novo emprego ao mesmo tempo em que tenta reconquistar o interesse velado da bela espiã de olhos azuis. Assim, no meio das missões (que nesses três primeiros episódios envolvem um assassino profissional, um traficante de armas e a defesa de um ex-ditador alvo de assassinos) que trazem brigas, tiroteios e momentos de tensão, não deixa de ser divertido ver as investidas de Chuck na loira nos momentos mais inpensáveis.
No lado dos coadjuvantes, o equilíbrio entre a seriedade de John e a falta de noção de Morgan (que enfim, retorna à Buy More) continuam merecendo destaque à medida em que funcionam como trampolins perfeitos para amplificar o carisma de Chuck nas mais diversas situações. E por falar nos personagens periféricos, seria injusto não falar de Devon (o Awesome), que sabendo das atividades de Chuck, acaba se envolvendo mais do que deveria numa missão e acaba servindo de peça chave para criar um drama interessante na relação do protagonista com sua irmã, Ellie, à medida em que os novos vilões da série se apresentam.
Em suma, fiquei mais do que satisfeito com esse retorno de Chuck. Se você ainda não viu, corra atrás e delicie-se com uma das séries mais divertidas da tv atualmente. Tenho certeza que você não se arrependerá.
O episódio ‘especial’ de Fringe + entrevista de JJ Abrams sobre a série
Entender porque “Unearthed” não foi incorporado à 1ª temporada de Fringe vai continuar sendo um mistério. Exibido na noite do dia 11 de janeiro nos EUA, esse episódio ‘perdido’ do 1º ano da série tem todos os bons elementos que hoje dão à ela o status de um dos dramas sci fi imperdíveis da tv. A cena de abertura é impactante, o caso da vez mescla o sobrenatural à ciência de fronteira de forma envolvente e Walter Bishop (o melhor personagem da série) tem ótimas cenas confrontando o ceticismo de uma mãe incrédula e cegada pela religião. A Fox vendeu o episódio plantando a dúvida de que ele poderia ser uma história do universo paralelo, mas tirando a presença de Charlie Francis (o que fez alguns fãs desavisados acharem que há um erro grosseiro de continuidade na trama), à princípio não há indícios muito fortes que corroborem essa posição. Na trama do episódio, uma garota é dada como morta, e quando está prestes a ter seus órgão retirados para doação, acorda na sala de cirurgia falando códigos militares em russo. A partir daí, Olivia, Peter mergulham na busca para a explicação do fenômeno enquanto Walter expõe mais um de seus experimentos do passado que poderiam ter relação com o caso.
JJ Abrams fala sobre Fringe
JJ Abrams bateu um papo com o Collider e revelou que embora Star Trek 2 já tenha data de lançamento confirmada (29/06/2012), o roteiro ainda não existe. Fora isso, ele reiterou que vai dirigir o Piloto de Undercovers, sua nova série cujas gravações começam na próxima semana e que será focada na vida de um casal de espiões, comentou sobre as expectativas para a última temporada de Lost, e falou sobre os planos de Fringe que você confere logo abaixo.
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Os dois universos de Fringe vão finalmente começar a colidir?
JJ: Há algumas coisas muito boas que irão acontecer na reta final da 2ª temporada. Jeff Pinkner e Joel Wyman que são os responsáveis pela série ameaçaram me matar se eu revelar alguma coisa. A trama que veio à tona no início da temporada terá uma conclusão muito boa. Estou muito empolgado com isso.
Voltaremos a ver mais do William Bell (feito pelo ator Leonard Nimoy)?
JJ: Há uma boa chance que isso aconteça. Não quero dar certeza, mas é uma boa possibilidade.
Você gostaria de dirigir um episódio de Fringe?
JJ: Adoraria. Nunca tive a chance de trabalhar com Joshua Jackson, Anna Torv e John Noble, portanto não descarto a ideia.
Você sente que a Fox esteja comprometida em fazer uma 3ª temporada de Fringe, apesar de tê-la colocado nas quintas?
JJ: Apesar do horário em que estamos, que é sempre frustrante, eles tem nos apoiado bastante. Não tenho reclamações a fazer sobre a forma como a Fox tem nos tratado. Embora não exista nenhuma novidade sobre o assunto, tenho esperança de que apesar de tudo, consigamos continuar com eles.
Essa 2ª temporada terminará com um gancho?
JJ: O que sei é que ela não concluirá a série.
Você gostaria que Fringe já tivesse uma data específica para terminar como aconteceu com Lost?
JJ: Seria ótimo. Não daria para errar sabendo exatamente para onde a história caminha. Algumas séries não exigem isso porque são simplesmente engraçadas demais para que queiramos que terminem. Mas, com séries como Fringe, num determinado momento é bom poder saber por quanto tempo ela ainda será produzida.
Você tem uma ideia do ponto para onde quer lever a série?
JJ: Ah sim. Tivemos algumas boas sessões de discussão no início sobre isso, mas não importa o quanto se fale sobre isso, os episódios acabam falando por si só. A série evoluiu muito, mas isso acontece com qualquer uma.
O que aconteceu nessa temporada que você não esperava?
JJ: Há algumas histórias, especialmente a do Walter e do Peter, e coisas com Olivia, que só ocorreriam mais tarde, mas que resolvemos antecipar. E há outras coisas que discutimos, como o padrasto dela, que deixamos de lado. Há muitos caminhos para onde podemos ir além dessa temporada, e quero ser otimista com relação a isso. Penso que ainda temos um longo caminho a percorrer, mas a evolução foi chave nesse processo. A série encontrou um ritmo que é bom de se ver e estou realmente orgulhoso de todos.
Você tem noção de que as pessoas tiveram dificuldade de ‘comprar’ a personagem Olivia?
JJ: Sim. Isso sempre foi considerado. A personagem é naturalmente alguem que está nesse mundo estranho com aqueles personagens e situações, e é um pouco difícil para ela ser carismática nesse papel. Portanto, era questão de conferir certa vulnerabilidade a ela e trazer incertezas para sua vida além de dizer de onde ela veio e para onde ela vai.
Você imagina um arco de seis anos para Fringe como aconteceu com Lost?
JJ: Com Lost nós não tinhamos o ponto final estabelecido até chegarmos à 3ª temporada quando dissemos que precisávamos saber onde o meio do caminho era, e penso que se tivermos sorte de continuar no ar, seria inteligente dizer, “ok, vamos descobrir até onde vamos para definir até onde devemos desenvolver as coisas.”
Mas vocês ainda não chegaram nesse ponto?
JJ: Ainda não.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Episódio especial de Fringe pode ter surpresas
Feliz 2010! Que tal começar o ano tendo uma ideia do que trata o tal episódio especial de Fringe que será exibido no dia 11 nos EUA? Pois é, "Unearthed", que conta até com a participação de Kirk Acevedo (o Charlie Francis), supostamente é 'só' um episódio inédito da 1ª temporada da série, mas será que há algo mais por trás disso? Confira abaixo sinopse disponibilizada pelo Futon Critic.Leia mais...
Depois que uma garota adolescente é dada como morta, a mãe dela decide desligar os aparelhos que a mantinham viva, mas quando os médicos a operam rapidamente para remover seus órgãos, a falecida garota acorda gritando um código alfanumérico. Tão chocante quanto isso é o fato de que ela agora fala russo e tem informações que somente um oficial de alta patente teria. Enquanto as condições mentais da garota se deterioram, Walter usa alguns antigos vídeos de laboratório e hipnotiza o impensável, mandando Olivia e Peter para investigar o confuso caso. Sobre "Unearthed" aqui vai outro mistério: será que ele é mesmo só um episódio não exibido da 1ª temporada ou é uma história do universo alternativo?
E aí, ficaram tão curiosos quanto eu para (tentar) descobrir a resposta?
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Preview – Spartacus: Blood and Sand (Série)
Quando se fala em épicos, geralmente não dá para fugir da imagem do herói idílico e de moral inquestionável que frente o acaso do destino ou de uma grande tragédia, se vê numa posição de confrontamento contra homens e/ou instituições opressoras. Fora isso, de épicos espera-se também a construção do retrato da sociedade que antecedeu a nossa e seus muitos jogos de disputa de poder regado, claro, a muito sexo e violência. Considerando esse quadro, à primeira vista Spartacus: Blood and Sand poderia render uma bela nova série épica em 2010, mas julgando pelos dois primeiros episódios “The Red Serpent” e “Sacramentum Gladiaturium”, a tendência é que a boa ideia infelizmente fique só na promessa.Leia mais...
Assinada por nomes como o de Sam Raimi (diretor dos 3 filmes do Homen Aranha e produtor de Hercules e Xena) em parceria com o canal americano a cabo Starz, o mesmo de Crash e Party Down, Spartacus: Blood and Sand não esconde em nenhum momento que tenta pegar carona em dois grandes épicos de sucessos recentes na telinha e na telona, Roma da HBO e 300 respectivamente. Da primeira tenta emular, ainda que num segundo plano, a ambientação política permeada pela ambição e corrupção e os conflitos sociais, enquanto da segundo copia o estilo visual das tomadas de ação em slow motion, algo que os trailers já indicavam. Ou seja, a série não traz absolutamente nada que já não vimos antes.
Investindo no slogan de ser o evento mais ousado da tv em 2010, Spartacus: Blood and Sand revisita a história verídica do homem que após enfrentar um comandante de uma legião militar de Roma perde tudo (incluindo a mulher), vira escravo e posteriormente gladiador até liderar uma grande revolta contra o Império. Até aí tudo bem, afinal, seria ótimo revisitar um clássico modernizando-o com os recursos atuais para (re)apresentá-lo às velhas e novas gerações. Contudo, ao abrir mão das sutilezas e sobretudo de uma narrativa elaborada como a do filme de 1960 dirigido por Stanley Kubrick e estrelado por Kirk Douglas, essa segunda releitura de Spartacus na tv (a primeira ocorreu em 2004) falha clamorosamente ao apostar tudo na construção de sets que soam falsos demais e parecem saídos de um game, e na violência gráfica desnecessariamente exagerada com direito a closes de membros e vísceras sendo dilaceradas em lutas evidentemente sangrentas.
Condenar a série logo de cara seria leviano, é claro, mas considerando o acúmulo de clichês vistos nos dois primeiros episódios aliado à narrativa preguiçosa e seus personagens rasteiros e desinteressantes com direito a burocratas romanos e até gladiadores ‘bad boys’ na escola de formação, a ludus, não creio que o cenário vá se alterar radicalmente num sentido positivo a ponto de justificar a precoce renovação da série para uma 2ª temporada (fato ocorrido essa semana) antes mesmo da estreia que ocorre no dia 22 de janeiro nos EUA.
Assim, longe de querer dizer o que alguém deve ou não assistir, me limito a sugerir que cada um veja e tire suas próprias conclusões questionando o seguinte: para uma produção que se vende como ousada, frases de efeito como “Um homem deve aceitar seu destino ou ser destruído por ele” ou a chance de ver a bela Lucy Lawless (a Xena) nua e em cenas de sexo são suficientes para uma série que mais do que um gênero, pretende ser épica?
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Avatar, a experiência do ano nos cinemas
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Escrito e dirigido por Cameron (que andava de ‘férias’ depois dos 11 Oscars de Titanic), não é nenhum absurdo dizer que Avatar seja uma produção diretamente influenciada por trabalhos de ficção científica escritos por gente como Arthur C. Clarke (2001 – Uma Odisséia no Espaço). Futurista, fantasioso, mas absolutamente ligado a temas comuns à nossa história e realidade, o filme fala sobre relações entre povos e culturas distintas e sobretudo sobre a relação destes de respeito ou a falta dele com o meio em que habitam.
Pelos olhos, e principalmente pela mente do ex-fuzileiro paralítico Jake Sully (Sam Worthington de O Exterminador do Futuro 4), Avatar nos leva à descoberta de um mundo totalmente novo na distante Pandora onde os nativos chamados Na’vi entendem, e literalmente se conectam com a natureza que os cerca ao mesmo tempo em que tentam resistir à opressão de humanos exploradores em busca de uma rica e abundante fonte de energia que poderia representar a salvação de uma Terra então devastada. Ou seja, qualquer semelhança com o período de colonização da América Latina por exemplo não é mera coinscidência.
Em Avatar, os humanos são os grandes vilões de uma trama que se amplifica no romance nascido do encontro de uma guerreira nativa com um improvável (anti?) herói que se volta contra os seus. Só por isso, claro, não dá para dizer que o filme represente aquela revolução à qual me referi lá no início do texto. Contudo, é justamente a partir dessa premissa simples e longe de ser original que o filme ganha força, significado e beleza, graças à evolução da computação gráfica e da tecnologia de captura de movimento, que aliada ao 3-D, proporciona uma experiência inigualável, inesquecível e emocionante dentro da sala de cinema.
Alardeado como o grande trunfo de Avatar, o salto técnico tão comentado ao longo dos anos que antecederam a chegada do filme aos cinemas, de fato cumpre a promessa e sinaliza o óbvio: efeitos visuais de última geração não podem mais ser elementos acessórios ou de mera distração em grandes blockbusters, mas devem sim atuar como facilitadores para que nossa conexão com a história contada na tela soe mais envolvente e crível.
O mundo de Pandora e sua gama de magníficos personagens criados por James Cameron e sua equipe traz uma riqueza de detalhes absurda que aliada ao efeito 3-D, nos tira da posição de espectadores para nos colocar na de testemunhas das ações que evoluem na tela. Assim, quando vemos Jake Sully redescobrindo o prazer de poder correr com as ‘próprias’ pernas e mais tarde acompanhamos sua curiosidade com a fauna e flora da floresta local, a sensação é de estar lá, quase como um avatar invisível, mas totalmente integrado àquele belíssimo ambiente.
O que Avatar fez agora pelo Cinema talvez ainda leve mais alguns anos para ser totalmente entendido por executivos de estúdios, estudiosos e fãs em geral, mas uma coisa já me parece certa: a revolução começou e o modo como iremos assistir filmes daqui para frente mudou para sempre e para muito melhor. Duvida?
Outras observações:
- Não comentei especificamente sobre os personagens, mas vale destacar pelo menos dois excelentes trabalhos no filme. Um deles é o da veterana Sigourney Weaver (a eterna Ellen Ripley de Alien), que transforma sua Dra. Grace numa figura complexa, cheia de contradições e por isso mesmo humana, e o da jovem Zoe Saldana (a Uhura do mais recente Star Trek), que na pele da guerreira Na’vi, Neytiri, multiplica por dez o impacto visual e emocional causado pelo Gollum de O Senhor dos Anéis, o primeiro personagem feito 100% em CGI a partir da captura de movimentos.
- Não que premiações devam ser consideradas como validação da importância de uma produção, mas bem que eu adoraria ver Avatar disputando alguns Oscars como os de melhor filme, diretor, montagem, trilha sonora e, claro, efeitos visuais.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
O treinamento do Rocky Balboa como você nunca(?) viu
1º Trailer do Remake de 'The Karate Kid'
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Novo promo da 8ª temporada de 24 Horas
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Indicados ao Globo de Ouro 2010
Foram divulgados na manhã de hoje em Los Angeles os indicados ao Golden Globe Awards 2010, cerimônia popularmente conhecida por aqui como Globo de Ouro. Marcada para ocorrer no dia 17 de janeiro, a 67ª edição da festa promovida pela Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood será apresentada pelo ator/comediante Ricky Gervais e premiará o diretor Martin Scorsese com um Cecil B. DeMille, prêmio especial tradicionalmente entregue a quem deu grande contribuição à indústria do entretenimento audiovisual. Vamos portanto à lista completa dos indicados às 26 categorias.
INDICADOS - CINEMA
Melhor Filme de Drama
Bastardos Inglórios
Precious
Guerra ao Terror
Up in the Air
Avatar
Melhor Atriz de Drama
Emily Blunt, The Young Victoria
Sandra Biullock, The Blind Side
Helen Mirren, The Last Station
Carey Mulligan, An Education
Gabourey Sadibe, Precious
Melhor Ator de Drama
Jeff Bridges, Crazy Heart
George Clooney, Up in the Air
Colin Firth, A Single Man
Morgan Freeman, Invictus
Toeby Maguire, Brothers
Melhor Filme Musical ou Comédia
500 Dias com Ela
The Hangover
It's Complicated
Julie & Julia
Nine
Melhor Atriz em Musical ou Comédia
Sandra Bullock, A Proposta
Marion Cotillard, Nine
Meryl Streep, It's Complicated
Meryl Streep, Julie and Julia
Melhor Ator em Musical ou Comédia
Matt Damon, O Deinformante
Daniel Day Lewis, Nine
Robert Downey Jr., Sherlock Holmes
Joseph Gordon Levitt, 500 Dias Com Ela
Michael Stuhlbarg, A Serious Man
Melhor Atriz Coadjuvante
Mo-Nique, Precious
Julianne Moore, A Single Man
Anna Kendrick, Up in the Air
Vera Farmiga, Up in the Air
Penelope Cruz, Nine
Melhor Ator Coadjuvante
Matt Damon, Invictus
Stanley Tucci, The Lovely Bones
Christopher Plummer, The Last Station
Christopher Waltz, Inglorious Basterds
Woody Harrelson, The Messenger
Melhor Filme de Animação
O Fantástico Mr. Fox
Up – Altas Aventuras
Coraline
Tá Chovendo Hamburguer
A Princesa e o Sapo
Melhor Filme Estrangeiro
Barria
Broken Embraces
A Prophet
The White Ribbon
The Maid
Melhor Diretor
Kathryn Bigelow, Guerra ao Terror
James Cameron, Avatar
Clint Eastwood, Invictus
Jason Reitman, Up in the Air
Quentin Tarantino, Bastardos Inglórios
Melhor Roteiro
Up in the Air
It's Complicated
District 9
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Melhor Trilha Sonora Original
Michael Giacchino, Up
Marvin Hamlisch, O Desinformante
James Horner, Avatar
Abel Krozeniowski, A Single Man
Karen O. and Carter Burwell, Where the Wild Things Are
Melhor Canção
"I Will See You," Avatar
"The Weary Kind," The Crazy Heart
"Winter," U2, Brothers
"Cinema Italiano," Nine
"I Want to Come Home," Everybody's Fine
INDICADOS - TELEVISÃO
Melhor Série de Drama
Big Love
Dexter
House
Mad Men
True Blood
Melhor Atriz em Série de Drama
Glenn Close, "Damages"
January Jones, "Mad Men"
Juliana Margulies, "The Good Wife"
Anna Paquin, "True Blood"
Kyra Sedgwick, "The Closer"
Melhor Ator em Série de Drama
Simon Baker, "The Mentalist"
Michael C. Hall, "Dexter"
Jon Hamm, "Mad Men"
Hugh Laurie, "House"
Bill Paxton, "Big Love"
Melhor Série Musical ou Comédia
30 Rock
Entourage
Glee
The Office
Modern Family
Melhor Atriz em Série Musical ou Comédia
Courteney Cox, "Cougar Town"
Tina Fey, "30 Rock"
Lea Michele, "Glee"
Edie Falco, "Nurse Jackie"
Toni Collette, "The United States of Tara"
Melhor Ator em Série Musical ou Comédia
Alec Baldwin, "30 Rock"
Steve Carell, "The Office"
David Duchovny, "Californication"
Thomas Jane, "Hung"
Matthew Morrison, "Glee"
Melhor Minissérie ou Filme feito para TV
"George O'Keeffe"
"Grey Gardens"
"Into the Storm"
"Little Dorrit"
"Taking Chance"
Melhor Atriz em Minissérie ou Filme feito para TV
Joanne Allen, "Georgia O'Keefe"
Drew Barrymore, "Grey Gardens"
Jessica Lange, "Grey Gardens"
Anna Paquin, "The Courageous Heart of Irena Sendler"
Sigourney Weaver, "Prayers for Bobby"
Melhor Ator em Minissérie ou Filme feito para TV
Kevin Bacon, "Talkin Chance"
Kenneth Branagh, "Wallander: One Step Behind"
Chiwetel Ejiofor, "Endgame"
Brendan Gleeson, "Into the Storm"
Jeremy Irons, "Georgia O´Keefe"
Melhor Atriz Coadjuvante em série, Minissérie ou Filme feito para TV
Jane Adams, "Hung"
Rose Byrne, "Damages"
Jane Lynch, "Glee"
Chloe Sevigny, "Big Love"
Janet McTeer, "Sense & Sensibility"
Melhor Ator Coadjuvante em série, Minissérie ou Filme feito para TV
Michael Emerson, "Lost"
Neil Patrick Harris, "How I Met Your Mother"
William Hurt, "Damages"
John Lithgow, "Dexter"
Jeremy Piven, "Entourage"
Notas:
- Pela primeira vez na história do Globo de Ouro, a cerimônia será transmitida ao vivo para todo EUA (antes só a costa leste assistia ao vivo), assim, a transmissão só começará às 17h da tarde no horário de Los Angeles e 23h no horário de Brasília.
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- Comentários e opiniões sobre os indicados virão em outro post.



