A 5ª temporada de Dexter estreia no dia 26 de setembro nos EUA e não tem qualquer previsão de estreia no Brasil.
sábado, 24 de julho de 2010
Trailer da 5ª temporada de Dexter
A 5ª temporada de Dexter estreia no dia 26 de setembro nos EUA e não tem qualquer previsão de estreia no Brasil.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Showtime exibirá nova webserie de Dexter
Boa notícia para quem curtiu a webserie animada Dexter Early Cuts: ela vai voltar com uma nova história chamada Dark Echo a partir de outubro no site do Showtime, canal que exibe Dexter nos EUA. Quem deu a informação foi o IGN e detalhes indicam que a nova leva de seis capítulos (que foram totalmente feitos pelo ilustrador Bill Bill Sienkiewicz) mostrará Dexter será desafiado por um assassino que imita crimes já cometidos por ele e que não tem qualquer código.Leia mais...
Ainda Segundo o IGN, a história da nova webserie se passa num período imediatamente posterior à morte de Harry, quando Dexter tinha cerca de 20 anos e Debra ainda estava na escola. Outros detalhes apontam que veremos Dexter estudando anatomia numa faculdade de medicina para desenvolver melhor seu ‘talento’. Ocorre, que quando estiver cometendo um assassinato, Dexter perceberá que outro estudante andou espiando-o e sabe que ele é um serial killer. Esse evento então provocará um confronto entre os dois a partir do momento em que o tal estudante começa a matar imitando o próprio Dexter.
Fãs que estiverem presentes no painel da série que ocorre nesta quinta-feira na Comic Con verão um preview de Dexter Early Cuts: Dark Echo (que foi escrita pelo co-produtor executivo e roteirista da série, Tim Schlatteman e terá voz de Michael C. Hall) além do trailer teaser da 5ª temporada de Dexter que estreia no dia 26 de setembro.
Notas:
- Assim que o teaser da 5ª temporada for disponibilizado em boa qualidade farei um post dedicado comentando sobre o que deve ser a trama do novo ano da série, mas se você é curioso(a), dá para ter um pequeno gostinho clicando aqui e aqui para ver fotos promocionais do primeiro episódio.
- O Showtime provavelmente bloqueará o acesso a essa webserie para quem está fora dos EUA, mas o Youtube está aí para isso, certo?
quarta-feira, 21 de julho de 2010
True Blood – Ep. 3x05 ‘Trouble’
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Nesse quinto episódio, o gore e até as bizarrices e cenas mais ousadas de sexo foram ignoradas, porque o que realmente importa nesse momento da temporada é evidenciar o conflito que se desenha entre o interesse do rei Russel em Sookie (que de fato não é uma mera telepata como já ficara claro na temporada passada); a tentativa de Bill em protegê-la mesmo que isso possa comprometê-lo de forma decisiva; além de trazer à tona a antiga promessa de vingança feita por Eric quando ainda era humano.
E se esse panorama já não é pouca coisa, afinal, o gancho que surgiu da última cena foi de fazer querer ver o próximo episódio ontem, o investimento nas subtramas envolvendo Franklin, Jason, Sam e, finalmente, Lafayette, também renderam outros bons momentos. Enquanto a trama de Sam com sua família caminha apenas para a exploração da figura abusiva que o pai bêbado representa (algo que explicaria a postura defensiva de Tommy), a do provável envolvimento de Lafayette com o enfermeiro Jesus parece ser mais promissora não só por dar mais exposição ao ótimo personagem de Nelsan Ellis, mas também por trazer uma chance de vermos o cozinheiro do Merlotte’s baixando um pouco a guarda, o que pode revelar nuances novas dele.
Agora, com relação a Franklin e seu obsessivo interesse por Tara , é impossível não sentir simpatia por uma figura tão complexa que consegue ser tão ameaçadora quanto infantil em questão de segundos. Que vampiro ele é e por que age assim? As respostas devem vir ao longo da temporada, mas não é nenhum exagero usá-lo como exemplo para dizer que a série está bem servida de personagens novos porque todos sem exceção ajuda a desenvolver a narrativa de forma orgânica.
O que já não é mais nenhuma novidade a essa altura é vermos Jason mais uma vez encantando por um rabo de saia que fatalmente o envolverá em mais uma confusão. Que a tal Crystal não é só mais uma mocinha indefesa de Bon Temps já ficou claro, mas o que ela é? Uma ninfa que habita a floresta à espreita do primeiro otário com pinta de cafajeste que apareça? Não faço ideia da resposta, mas tô curioso para descobrir. Nesse contexto, o que igualmente merece destaque nessa subtrama do irmão malandro de Sookie, é que sua tentativa de se tornar policial ainda deve render muitas cenas divertidas como aquelas da delegacia. O desejo de Jason em se tornar policial é comparável ao de um adolescente ansioso pela oportunidade de ter uma habilitação para digirir carros: nenhum dos dois quer fazer aulas e testes teóricos de nada e muito menos avaliações já que a única coisa que importa é partir logo para ação e que se dane o resto.
Num período do ano em que a maioria das séries (novas) não empolga, é um alento e tanto saber que produções como True Blood sigam garantindo a irresistível dose semanal de diversão descompromissada que faz todo fã de tv achar uma boa ideia torcer para que o próximo domingo à noite chegue logo. Alguém discorda?
Entourage – Eps. 7x02 “Buzzed” e 7x03 “Dramedy”
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No 7x02 ‘Buzzed’, a ideia era evidenciar um Ari Gold tomado pela sede de poder que sua bem sucedida agência lhe conferiu, o que torna sua postura irascível e sem papas na língua ainda mais divertida, mas que ao mesmo tempo acaba colocando sua dedicação ao trabalho numa escala maior do que à sua família, o que fatalmente renderá conflitos cheios daquele drama peculiar que norteia Ari e sua esposa. A grande pergunta aqui é a seguinte: Ari terá que escolher eventualmente? E se sim, para que lado penderia? Afinal, ter a chance de ser o manager de um time da NFL parece uma tentação irresistível demais até para ele, não?
Já o 7x03 ‘Dramedy’, que é mais focado em Johnny, mostra o irmão de Vince finalmente às voltas com um projeto que poderia lhe render trabalho na tv. O detalhe, é que ao assumir aquela postura nada humilde tão característica do personagem, Johnny ganha graça principalmente ao questionar Eric e Lloyd sobre suas chances de abraçar um papel cômico, uma vez que sempre se considerou um grande ator de drama, algo que ele definitivamente não é para sorte de quem se diverte com seus seguidos exageros e mancadas.
Fora isso, o que esses dois episódios também exploraram (além das investidas de Turtle em cima de sua ex-funcionária), foi que ao abraçar a postura Ferris Bueller de curtir a vida adoidado, Vince alimentou um certo ciúme em Eric, que ao vê-lo se aproximar demais de Scott (seu colega de agência), passa a temer perder não só seu melhor cliente, mas sobretudo seu amigo de infância.
Ainda falta alguma coisa para que Entourage volte a me empolgar como já fez antes, mas não dá para negar que a série ainda é das minhas favoritas. Alguém comigo nessa?
terça-feira, 20 de julho de 2010
Os novos games do agente 007
Leia mais e veja trailers dos games
Em 007 Blood Stone, a ideia é usar uma história totalmente nova para construir uma aventura com o agente explorando os já consagrados elementos que ajudaram a transformar o universo de James Bond num sucesso mundial. Previsto para ser lançado em novembro para PS3, XBox 360, PC e Nintendo DS, o game conta com caracterizações e vozes de Daniel Craig, Judi Dench e até da cantora inglesa Joss Stone, que além de emprestar sua aparência para uma bondgirl, canta ainda a música tema do game.
Descrição oficial: Quando uma conspiração internacional faz com que um projeto secreto do governo britânico vá parar nas mãos erradas, a arma mais letal de Sua Majestade é chamada para resolver o problema. Mergulhando numa teia de corrupção, você, na pele de Bond, vai embarcar numa caçada global que o fará lutar em terra, mar e ar em lugares como Atenas, Instambul, Mônaco e Bangkok. Nada é o que parece, pois cada aventura revela uma conspiração maior e mais sinistra. Use as armas com precisão nos tiroteios e acelere nas sequências envolvendo carros. Sinta-se na pele de Bond quando entrar em intensos combates corporais com seus inimigos ou encare batalhas online com até 16 jogadores no modo multiplayer que exige talento, trabalho em equipe e estratégia competindo em desafios que colocam espiões contra mercenários.
Já 007 Goldeneye, é remake daquele que para muitos é o melhor game de 007 já feito. Pelo trailer, dá para notar que os gráficos deixam a desejar, mas a jogabilidade e trunfos como a opção de dividir a tela em 4 e encarar 3 oponentes podendo escolher personagens clássicos da franquia como Oddjob, Jaws, Scaramanga e vários outros, devem atrair a atenção de fãs novos e nostálgicos. A má notícia? Essa releitura de Goldeneye será lançada a partir de novembro exclusivamente para Wii.
Descrição oficial: A história de Goldeneye volta à vida novamente com a atualização do jogo que traz Daniel Craig como Bond e que foi escrito por Bruce Feirstein, o roteirista do filme original. Surpreenda inimigos, enfrente tiroteios e use os mais modernos gadgets de Bond revivendo momentos clássicos do filme Goldeneye. Infiltre-se na represa e destrua as instalações; persiga o general Ourumov usando um tanque pelas ruas de São Petersburgo; e investigue a base secreta construída na selva.
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Pelos trailers, deu vontade de jogar algum?
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Fim da espera: Damages está renovada!
Louie: Quando o politicamente incorreto é imperdível
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Estrelada pelo comediante Louie C.K. (que também produz, escreve e dirige), a série de temática adulta é uma surpreendente novidade dessa mid season, tradicional período que as redes usam para testar novas produções. De forma geral, não há nada absurdamente original em Louie, mas ao combinar com eficiente equilíbrio sequências de standup comedy com dramatizações curiosas sobre a vida e os relacionamentos de seu protagonista, a série se destaca pela ousadia e pela coragem com que extrai graça das mais diversas e corriqueiras situações e conversas.
Centrada totalmente em Louie, um quarentão divorciado que enxerga a vida e suas relações de maneira absolutamente pessimista (mas não menos objetiva), a série faz leituras bem curiosas e divertidas de cenários do quotidiano do protagonista, que apesar de ser um sujeito com senso crítico apurado em muitos aspectos, se revela inseguro e com baixa auto estima em muitos outros, o que de certa forma confere um charme extra ao personagem.
Dizer que Louie vai se tornar um novo clássico do gênero na linha de Seinfeld é prematuro, claro, mas dada a impressão deixada pelos quatro primeiros episódios, dá para afirmar sem qualquer receio que a perspectiva é boa, sobretudo se os roteiros seguirem investindo nas críticas sociais e políticas de forma audaciosa, além de nunca abrirem mão de privilegiar o politicamente incorreto como elemento chave, algo que a excelente participação especial de Ricky Gervais como um médico insensível e totalmente sacana já deixa evidente.
DVDs de Fringe, True Blood, Lost e muito mais por R$39,90!
A dica para quem quem deseja aumentar a coleção de DVDs de Séries é a nova promoção que o Submarino colocou no ar por tempo limitado. Na nova campanha, cada box sai a R$39,90 e dentre as boas opções disponíveis no momento em que escrevo este post estão a 1ª temporada de Fringe e de True Blood, as duas primeiras de The Big Bang Theory, as 4 primeiras de Lost e de House, além de temporadas de Prison Break, Supernatural, Arquivo X e várias outras.É verdade que alguns DVDs (lista completa aqui) já haviam caído de preço, mas há outros como os de Fringe e True Blood por exemplo, que antes custavam cerca de R$119,90 e que agora estão com 60% de desconto em média, ou seja, se você coleciona ou simplesmente quer ter um box de série específico, aproveite enquanto pode porque a procura não deve ser pequena.
Tá pensando em encomendar algum?
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Treme, a melhor série nova de 2010
Não são muitas as coisas que me emocionam, mas boa música e bons dramas apoiados no cotidiano são coisas que figuram facilmente na lista. Nesse contexto, depois de assistir a temporada de estreia de Treme (ainda inédita no Brasil), ficou fácil concluir que eu acabara de experimentar a melhor e mais bem acabada série nova de 2010.Leia mais...
Rica em diálogos marcantes e interpretações idem (com especial destaque para as excelentes personagens femininas, diga-se), a série se foca na força do poder de união que a musicalidade de um povo e as singulares manifestações culturais históricas da cidade exercem na capacidade de superação que move e sustenta a continuidade de vidas e hábitos que à princípio poderiam ser vistas como encerradas.
Assim, na heterogeneidade de seus personagens, a série retrata com muita maestria as mais diversas situações e cenários de um grande grupo de pessoas que simplesmente se nega a aceitar a derrota imposta pela fúria da natureza e por negligências governamentais ou a abandonar o estilo bon vivant de ser (vide os ótimos Antoine Batiste e Davis McAlary, este feito por um inspirado Steve Zahn) que a cidade parece nutrir a cada novo desfile ou show de jazz/blues num dos apertados bares da cidade.
Musical como nenhuma outra série o é, Treme no entanto nunca usa o artifício de forma gratuita para construir sua narrativa. Aqui, o som de trambones, saxofones e trompetes aliados a violinos, piano e voz são usados muito mais como elementos que ajudam a apresentar e a contextualizar personagens, do que como distração disfarçada de apelo pop.
Além disso, sem nunca abrir mão de ser inteligente nas críticas urgentes que apresenta sobretudo através da figura do professor Creighton Bernette (John Goodman, excelente), Treme também não se esquiva de evidenciar sem qualquer pudor as mazelas que um evento daquela magnitude deixam à tona numa sociedade que defende com tanto vigor o discurso da justiça e igualdade para todos.
Longe de ser uma série fácil, Treme é uma produção que se sustenta pela sutileza e pela simplicidade, elementos que em equilíbrio transforma-na numa pequena obra prima da tv que a HBO corajosamente apoiou. A 2ª temporada só chega em 2011, por isso, se ainda não conhece a série, aproveite o tempo de espera. O prazer é garantido, pode apostar.
A abertura de Treme dá o tom da série.
Toy Story 3
Não sei se como empresa a Pixar tem uma missão formal, mas se for algo como ‘Surpreender crianças e adultos a cada novo filme’, dá para dizer que eles a cumprem com louvor renovando produção após produção a magia de divertir e emocionar como poucas produções conseguem. Quinze anos depois do longa que revelou o estúdio, Toy Story 3 surje não só como uma bela aventura carregada de risos fáceis, mas sobretudo como uma experiência sensorial capaz de nos conectar a sensações e lembranças de um período de transição agridoce para cada um de nós: a passagem da fase infatil e lúdica para a de adolescente/adulto.Leia mais...
Dirigido por Lee Unkrich a partir de argumento de John Lasseter (chefe de criação da Pixar e diretor dos dois primeiros filmes) e Andrew Stanton (roteirista dos filmes anteriores), Toy Story 3 tem como um de seus grandes méritos, a capacidade de saber equilibrar com muita competência as piadas ora sutis, ora explícitas (as que envolvem o boneco Ken e a de Buzz em versão espanhola são excepcionais) com os momentos singelos que remetem a valores da essência do espírito humano de forma brilhante e inpiradora, como uma das cenas finais, por exemplo, deixa evidenciada.
Com uma história que se passa dez anos depois do 2º filme, Toy Story 3 narra as aventuras dos brinquedos liderados por Woody e Buzz pouco antes da ida do outrora garoto Andy para a faculdade. Lidando com questões como rejeição e perda e a importância de conceitos de companheirismo e amizade, o filme roteirizado por Michael Arndt (de Pequena Miss Sunshine) coloca os brinquedos numa creche que a princípio é encarada por toda turma como um paraíso, mas que logo se revela mais dura que a realidade de uma caixa no sótão da casa de Andy parecia .
E é naquele ambiente dominado por ‘vilões’ liderados por um urso de pelúcia e até por um brinquedo bebê (o que não deixa de ser uma subversão curiosa para as duas figuras) que o filme mergulha em momentos de absoluta graça e que mesclados aos de um suspense crescente, bem construído e envolvente, transformam a produção numa das experiências mais ricas e, como apontei lá no início, emocionais do ano. A Pixar fez de novo e nós só temos a agradecer.
Cotação: 
Nota: O curta Dia & Noite que abre Toy Story 3 e faz uma celebração às diferenças, é sem qualquer dúvida o melhor e mais inspirado já feito pelo estúdio. Pode ser precipitado afirmar, mas duvido que o Oscar 2011 da categoria possa ter outro dono.




