quarta-feira, 12 de agosto de 2009

The Beatles: Rock Band – Eu Quero!

Não sei você, mas a cada vez que vejo um novo trailer do aguardadíssimo game The Beatles: Rock Band, fico louco de vontade de jogar.

Prometendo proporcionar a experiência de tocar alguns dos maiores sucessos da banda inglesa, o game chega às lojas no dia 30 de setembro para Playstation 3, Wii e XBox 360 cercado de expectativas.

Seria prematuro dizer que este será o game mais vendido do ano, mas é bem provável que vá vender igual água, afinal, quem não iria querer brincar de tocar bateria ou guitarra/baixo ao lado de John, Paul, Ringo e George, não é mesmo?

Veja um trailer do game



    Em tempo, se você tiver uma alma caridosa e quiser me presentear com o game, vou adorar, viu? :p

Vem aí a série baseada na HQ ‘Walking Dead’

Casa da premiada ‘Mad Men’ e em breve do remake do clássico ‘The Prisioner’, o canal americano a cabo AMC, anunciou que Frank Darabont (diretor de filmes como À Espera de Um Milagre e mais recentemente do impactante O Nevoeiro), está perto de fechar acordo para escrever e dirigir a adaptação de uma série inspirada na HQ ‘The Walking Dead’.

Leia mais...

    Publicada mensalmente desde 2003 nos EUA pelo selo Image Comic, Walking Dead narra a história de um grupo de sobreviventes resistindo num mundo que foi tomado por zumbis.

    Esquisita à princípio para quem não a conhece, a HQ é tida como uma das mais respeitadas atualmente no universo das HQs por centrar suas tramas no relacionamento que se estabelece entre as pessoas num evento absolutamente impensável e cercado de mistérios.

    Falando à Variety, o vice-presidente do AMC disse que a série vai se manter fiel tanto à estética quanto ao conteúdo da revista. “A história não será sobre zumbis saindo dos armários, mas sim sobre sobrevivência e a dinâmica do que acontece quando um grupo é forçado a sobreviver nessas circunstâncias”, diz o executivo.

    Ainda não há qualquer informação sobre elenco e muito menos data de estreia, mas fico curioso desde já para saber se a série também será feita em preto e branco da mesma forma que ocorre na HQ. Dúvidas à parte, é certo que começarei a acompanhar as notícias que envolvem essa produção mais de perto com a expectativa de que deve vir coisa muito boa pela frente, sobretudo quando consideramos o breve, mas consistente histórico do AMC.

    Animados?

terça-feira, 11 de agosto de 2009

'FlashForward' e 'V'. Qual delas será o novo Lost?


Não é de hoje que se comenta que a ABC investiu nas novatas ‘FlashForward’ e ‘V’ (essa um remake de uma minissérie/série dos anos 80), no intuito de emplacar um novo Lost em sua programação. Assim, por mais que as duas séries difiram bastante daquela envolvendo sobreviventes de um acidente aéreo numa ilha, um elemento surge como ponto de ligação fundamental entre elas: o mistério que move suas tramas.

Leia mais...

    Com esse panorama em mente e com a proximidade cada vez maior da estreia de ambas nos EUA (FlashForward em 24 de setembro e V no dia 3 de novembro), o colunista da TV Guide Magazine, Matt Roush, publicou uma matéria tratando do tema.

    De início, Roush destaca o fato de que tanto FlashForward quanto V contam com atores que fazem ou já fizeram parte de Lost. Enquanto a primeira trará Sonya Walger (a Penny) e Dominic Monaghan (o Charlie) em papel de destaque, conforme já confidenciou o produtor David S. Goyer, a segunda terá Elizabeth Mitchell (a Juliet) como uma de suas principais protagonistas.

    Quando fala da iniciativa da ABC em investir em novos dramas fortemente serializados, Stephen McPherson (presidente da emissora) diz que nunca houve um esforço formal dentro do canal para fazer um novo Lost, embora reconheça que exista uma similaridade entre elas, principalmente no que tange o fato de começarem a partir de um incidente de grandes proporções, ao mesmo tempo em que ressalte que ainda assim as três são séries bem diferentes.

    FlashForward - que trata do que acontece à humanidade depois que esta apaga por 2 minutos e 17 segundos-, é descrita como uma série mais densa que joga seu elenco (que inclui agentes do FBI, médicos e até um suicida) num grande quebra-cabeças global que traz implicações psicológicas e até espirituais. V – sobre a chegada ao planeta de uma raça alienígena de aparência humana -, por sua vez, é tida como uma série de cunho mais crítico e até político, pois atualizará a alegoria que tomava corpo na original (o anti-fascismo) falando de um mundo pós 11 de setembro ainda mergulhado na guerra ao terrorismo onde ninguém sabe em quem ou o que se deve confiar.

    Opiniões de críticos que já viram o episódio Piloto de ambas as séries são categóricos. Diz-se que o de FlashForward empolga com um final que traz uma virada interessante, mas que deixa no ar a dúvida se os episódios subsequentes conseguirão corresponder às expectativas. Já o de V, é descrito como um entretenimento de luxo sem qualquer outra pretensão que não a de prender a audiência e com um apelo comercial mais forte.

    Se alguma delas conseguirá efetivamente ganhar o status de novo Lost, só o tempo dirá, mas enquanto o veredicto não chega, nos resta alimentar as expectativas e torcer para que elas correspondam ao peso de suas premissas. E aí, já escolheu para qual irá 'torcer' ou pretende conferir as duas?

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

TRUE BLOOD – 2x08 “Timebomb”

Comentários de episódio exibido no dia 10 de agosto nos EUA

Não é exagero dizer que “Timebomb” foi o melhor (e mais divertido) episódio da temporada até aqui, e duvido muito que alguém discorde disso, certo? Os motivos são vários, mas para pegar só um exemplo, fico com a tirada fenomenal que o Jason deu no Steve Newlin, quando disse, “Já estive no céu, e foi dentro da sua esposa,” depois de ouvir a ameaça de que ele seria julgado pelos céus por ajudar os vampiros.

Leia mais...

    Por falar neles, que bela surpresa essa inserção definitiva do ‘foderoso’ Godric na trama, não? Subvertendo qualquer expectativa preliminar com relação à sua eventual natureza cruel, o criador de Eric surge não só para evitar um grande derramamento de sangue (humano sobretudo), mas também para (tentar) disseminar um discurso pacifista de coexistência com seus captores.

    Sobre o citado panorama aliás, é sempre curioso notar as críticas que a série faz à sociedade americana como um todo, no que tange aos seus preconceitos tão enraizados e à sua ignorância quando o assunto é a forma com a qual o mundo os enxerga. Assim, quando Godric reconhece que a suposta caçada perpetrada pelos humanos da Fellowship of the Sun tinha fundamento na falta de evolução dos vampiros (que ele diz serem ainda selvagens e assustadores em sua maioria mesmo após tantos anos), dá para enxergar ali uma referência à forma com a qual os EUA são satanizados por extremistas (religiosos em sua maioria) e encarados como o inimigo infiel a ser destruído, relação que inclusive fica explícita na cena final que serve de gancho para o próximo episódio mostrando Luke como um homem bomba prestes a se detonar no ninho dos vampiros.

    De resto, impossível deixar de comentar sobre a meticulosa manipulação de Maryann no intuito de prejudicar Sam, que sabemos ser imune aos encantos da moça, cuja conduta psicopata por sua vez a colocaria na mira de um certo Dexter rapidinho caso resolvesse pintar por Miami, não é não? Brincadeiras à parte, chega a ser engraçado ver que Andy (não mais um mala como antes, embora agora seja visto pelos demais personagens como um bêbado a quem se dá pouca confiança) é a única ajuda que Sam dispõe no momento em que é apontado como principal suspeito pela morte da Sra. Jeanette e agora de Daphne, cujo coração serviu como ingrediente fundamental para um ‘suculento’ soufflé (alguém tem a receita? :p ) que garantiu o momento bizarro do episódio.

    A se destacar também, a cena trash de ciúmes da linha essehomemvampiroémeu protagonizada por Sookie e por Lorena, que banida por Godric, terá que se contentar com a derrota amorosa imposta pela garçonete caipira, mas até quando? Sobre essa dinâmica aliás, vale destacar também o cada vez maior interesse de Eric por Sookie, de quem estranhamente parece querer se aproximar intimamente, como ocorreu com Bill, que por sua vez não hesita em ameaçar seu ‘delegado’, no que já deve ser um dos arcos explorados em breve, creio eu.

    Em suma, só me resta reafirmar o que disse lá no início do texto e destacar que esse “Timebomb” é o episódio a ser batido em todos os aspectos nessa temporada, já que ele conseguiu equilibrar revelações com viradas na trama de forma muito interessante, sem abrir mão de divertir com frases e cenas picantes/chocantes bem ao estilo que construiu o sucesso agora consolidado de True Blood.

    Outras observações:

    - O que ou quem é Barry, afinal, já que ele provocou uma estranha reação de espanto em Lorena depois dela tê-lo mordido?
    - Lafayette, lendo mãos e prevendo o futuro através das cartas? Tá aí uma habilidade que não conhecíamos nele, certo? Agora, sobre o citado sacrifício que Tara terá de fazer, não resta qualquer dúvida que se trata de Eggs, não é mesmo?
    - E Stan, o vampiro que confessou ter matado os pais de Steve Newlin? Seria ele uma eventual ameaça para o reinado do agora pacifista e tolerante Godric?
    - E aquele constrangedor abraço de Jason em Bill, hein? De seguidor da Fellowship of the Sun a simpatizante dos vampiros num piscar de olhos. É esse o instável (mas não menos divertido) Jason que a gente conhece.
    - Impossível evitar o riso quando Hoyt disse ao Bill, “Não sei o que você ouviu, mas esses foram gritos de prazer”, imediatamente após ter a ‘1ª vez’ dele e de Jessica interrompido. Aliás, notou a sutileza da abertura daquela cena, mostrando pétalas de rosas caídas sobre a cama aludindo ao fato de Jéssica ser deflorada?
    - Ainda sobre a vampira adolescente, que triste (?) karma para ela, saber que será eternamente virgem, hein? E que situação constrangedora aquela na qual Hoyt se meteu, afinal é fato que mesmo querendo soar romântico ao dizer que eles sempre poderiam repetir a 1ª vez, seria impossível convencer qualquer mulher vampira com aquele argumento, não é mesmo?

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A ‘estreia’ de “V”, a minissérie original

Desconhecida pela grande maioria, já que a minissérie (que depois virou série) foi exibida nos anos 80, “V” inspirou esse ano a produção de um remake a cargo de Scott Peters (The 4400) e estrelado por Elizabeth Mitchell (a Juliet de Lost), que ao que tudo indica, deve estrear ainda este ano. Mas enquanto o remake não chega, o TCM iniciou a partir da noite dessa sexta-feira (7 de agosto) a exibição da minissérie que começou tudo.

Leia mais...

    Claramente datada no que tange a maioria das sequências de ação (e em parte pelo exagero da atuação de alguns de seus atores), “V” ainda se mantém relevante por conta do subtexto que explora uma situação totalmente inesperada que alimenta o temor de alguns e a fascinação de outros tantos. Além disso, é notória a influência que a produção teve em diversos outros trabalhos que viriam depois, como por exemplo no apelo visual que foi emulado por filmes como Independence Day, especificamente nas cenas que mostram a chegada da imensas naves sobre os céus do planeta.

    A trama de “V” gira em torno da chegada dos Visitantes - nome que os alienígenas recebem – ao planeta Terra e de tudo o que acontece a partir dali. Vistos inicialmente como uma grande ameaça, eles rapidamente ganham a confiança de governos e populações com um discurso pacifista que fala em divisão de conhecimento e tecnologia com a humanidade em troca de acesso a recursos naturais supostamente essenciais para sua sobrevivência. Obviamente, a realidade não é bem essa, e não demora muito para que coisas estranhas comecem a ocorrer expondo as reais intenções dos Visitantes.

    Com uma trama assim, seria fácil perder-se num mar de clichês e cenas de conflitos e batalhas vazias, mas “V” sempre teve como um de seus grandes méritos a capacidade de traçar paralelos interessantes com a História. Assim, quando um senhor judeu, já desconfiado dos Visitantes desde o início de sua chegada, fala que a facinação exercida por eles em grande parte da população se assemelhava ao cenário da Alemanha no final dos anos 30, não há exagero, já que mais tarde fica explícito o reflexo da perseguição sofrida pelos judeus naquela perpetrada a cientistas, médicos e afins na trama de “V”.

    Além desses elementos, uma qualidade irrefutável que “V” carrega vem de suas homenagens à cultura pop (um exemplo disso está em uma cena que mostra a recepção preparada para os Visitantes ao som da música tema de Guerra nas Estrelas) e de cenas marcantes e inesquecíveis como aquela que revela pela primeira vez a real natureza física daqueles alienígenas, que por baixo das feições humanas se assemelham a répteis.

    Um marco em sua época em termos visuais, hoje “V” pode parecer produção de fundo de quintal feita em computador caseiro, mas seu conteúdo, como disse antes, continua absolutamente relevante. E a justificativa para isso é simples, afinal, não é pouca coisa ver uma obra de ficção conseguir desenvolver uma aventura que diverte e entretém, usando como pilares uma discussão em torno do que armas de propaganda e manipulação da informação são capazes de fazer quando uma nova esperança de mudança surge motivando alguns poucos a se levantarem numa resistência que visa trazer a verdade à tona.

    A reprise da Parte 1 de “V” será exibida no domingo dia 9 de agosto às 19:30 no TCM.

Franquia CSI prepara mega crossover

Já estabelecida como uma franquia muito bem sucedida na tv, CSI trará um mega crossover entre suas três séries na temporada que começa em setembro nos EUA. A ‘brincadeira’ acontecerá através do personagem de Laurence Fishburn, o professor Ray Langston, que como todos sabem, entrou em CSI para substituir o personagem de William Petersen e o fez muito bem não deixando o nível da série cair.

Leia mais...

    Quem deu a nota foi o TV Guide Magazine, que trouxe a confirmação do estúdio responsável pela produção dos três CSI. O crossover só ocorrerá no final de novembro quando a temporada de séries faz uma pausa para os festejos de fim de ano e a história abordada começará em CSI Miami, pulará para CSI: NY e se encerrará em Las Vegas, lar da série que começou a franquia.

    Como bem apontou o site, esse não será o primeiro crossover em CSI, mas será o primeiro que envolverá as três séries. Embora nenhum outro detalhe tenha sido dado, não deve ser nenhum exagero imaginar que a história em questão possa envolver algum serial killer, certo?

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

FRINGE - Fox divulga release da 2ª temporada

Aproveitando que a série estará presente hoje num painel da Television Critics Association onde algumas novidades devem ser reveladas, a Fox americana divulgou o release oficial da nova temporada de Fringe que estreia no dia 17 de setembro nos EUA.

Leia mais...


    No chocante final da 1ª temporada, a introdução do fundador da Massive Dynamics e antigo parceiro de Walter Bishop, William Bell (participação especial de Leonard Nimoy), revelou a Olivia a existência de um universo paralelo e a habilidade dela de viajar entre esses dois mundos. Esse universo tem uma história intrigantemente diferente e guarda seus próprios segredos, o que ficou claro quando Walter visitou o túmulo do filho.

    Na nova temporada, cada episódio promete revelar mais sobre a grande ameaça da trama e ao mesmo tempo em que algumas perguntas serão respondidas, novas surgirão. A intensidade se acelera à medida em que a 2ª temporada abre com o chocante retorno de Olivia para essa realidade, e que um determinado Peter, desconhecendo estar numa corrida contra o tempo com uma ameaçadora força, tenta descobrir informações sobre a confusa e perplexa visita de Olivia à uma realidade alternativa. Enquanto isso, Walter retorna a seu laboratório para explorar a ciência de fronteira, e claro, preparar uma surpresa para o aniversário de um certo alguém.

    *-*-*

    E aí, empolgados para curtir a nova temporada de Fringe?

Os atores mais bem pagos da tv americana

Entra ano, sai ano e sempre aparece uma lista dos atores mais bem pagos da tv americana. As novidades são raras, mas a de 2009 particularmente traz mudanças no ranking e novos nomes na relação dos maiores salários recebidos por cada episódio.

Leia mais...

    Charlie Sheen (Two and Half Men) ainda lidera o ranking ganhando incríveis 875 mil dólares! Tirando o segundo lugar de William Petersen, que antes de se desligar de CSI faturava 600 mil dólares por episódio, aparece Kiefer Sutherland (24 Horas) com 550 mil. Empatados em terceiro lugar vem Hugh Laurie (House) e a dupla de Law & Order:SVU, Mariska Hargitay e Chritopher Meloni (ambos de contrato novo) com 400 mil.

    Completando a lista aparecem pela ordem: Mark Hammon (NCIS) com 325 mil, Ellen Pompeo (Grey’s Anatomy) e Kyra Sedgwick (The Closer) ambas com 275 mil, Tim Roth (Lie to Me), Simon Baker (The Mentalist) e Denis Leary (Rescue Me) com 250 mil cada, seguidos por Tom Welling (Smallville) com 175 mil, Jennifer Love Hewitt (Ghost Whisperer) com 150 mil e Blake Lively (Gossip Girl) com 50 mil.

    Estranhamente fora da lista 'oficial', estão nomes como Steve Carell de The Office que se especula, ganha algo em torno de 350 mil, além das atrizes principais de Desperate Housewives (300 mil cada por episódio), do elenco de Lost que tem Matthew Fox ganhando 300 mil e Evangeline Lilly com cerca de 200 mil e a dupla de Nip/Tuck que recebe cerca de 250 mil cada no drama do FX que termina em 2011.

    Ausências e exageros à parte, uma coisa é certa: essa galera ganha muito dinheiro para garantir nossa diversão e vício em séries, não?

    Com informações da revista TV Guide e do Daily News

George na estreia da 6ª temporada de Grey’s Anatomy?

Com spoilers!

Independente de ter achado a saída de George O’Malley de Grey’s Anatomy pouco criativa, é notório que grande parte dos fãs ficou chocada com a trágica morte do personagem. O que nem todos sabem, é que T.R. Knight, ator que o interpretava, já estava há tempos tentando se desligar da série por (dentre outros motivos) não concordar com os rumos que seu personagem tomou (diz-se que ele e Sonda Rhimes inclusive já não tinham bom relacionamento). Dito isso, depois da cena que encerrou a participação do ator no 5º ano da série ficava a dúvida com relação à possibilidade do personagem ainda aparecer de alguma maneira na 6ª temporada. E a resposta para isso vem de uma notícia publicada ontem pela colunista Courtney Hazlett do site MSNBC.

Leia mais...

    Segundo ela, T.R. Knight realmente não irá aparecer na estreia da temporada, mas O’Malley vai. As condições para tal? A chegada de vários médicos em busca dos órgãos de George que conforme será revelado, era doador. O curioso é que será a partir daí que se construirá todo drama da abertura da nova temporada, uma vez que seus colegas de hospital resistirão à maciça retirada de órgãos de seu amigo até o momento em que descobrem quantas vidas serão salvas, o que dará outra perspectiva com relação à morte dele.

    Ainda com informações do MSNBC, uma fonte afirma que todas as cenas envolvendo George O’Malley foram feitas com vários efeitos especiais e muita maquiagem. “São cenas das mais impactantes já feitas na série, porque você literalmente vê cada um daqueles órgãos sendo retirados do corpo dele”, revelou um informante da produção.

    Hum... Será que Shonda Rhimes andou assistindo Nip/Tuck (conhecida pela quantidade de cenas gráficas) na hora de se inspirar para escrever as tais cenas? A conferir a partir do dia 24 de setembro quando a série retorna nos EUA.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

True Blood em dose dupla – Episódios 2x06 e 2x07

Episódios exibidos no dia 26 de julho e 2 de agosto respectivamente



Como na semana passada fiquei devendo comentários sobre o sexto episódio dessa 2ª temporada de True Blood, e no último domingo o sétimo já foi ao ar nos EUA, vou condensar os breves comentários num post só. Sem enrolação portanto, vamos a eles.

Leia mais...

    Dos desenvolvimentos do sexto episódio ‘Hard-Hearted Hannah’, o mais impactante sem dúvida foi descobrir que Bill nem sempre foi esse vampiro ‘camarada’ que viemos a conhecer. Assim, vê-lo em flashbacks que mostravam um ser dominado pela porção selvagem geralmente associada ao mito dos vampiros foi uma surpresa e tanto, sobretudo por lançar elementos novos para que entendamos o personagem que hoje busca em Sookie a humanização há tanto perdida por causa de Lorena, sua criadora.

    Sobre ela aliás, fica no ar a dúvida sobre o interesse que Eric tem em atrapalhar o romance de Bill com Sookie, afinal, até então ele não parecia demonstrar qualquer outro interesse na caipira que não a de usá-la para tentar encontrar seu criador Godric. Ainda sobre Sookie, interessante ver o papo dela com o Hugo (o amante humano da vampira Isabel) sobre as motivações para um relacionamento afetivo entre humanos e vampiros, o que de certa forma, contribuiu para o relativo choque quando se descobre que ele era um traidor motivado pela negativa de sua amante em transformá-lo e que Isabel via seu amante como um mero projeto científico conforme confidenciou a Eric.

    Agora, com relação à explícita revelação de que Maryann é mesmo o ser bizarro que atacou Sookie no início da temporada (e matou a Sra. Jeanette), nenhuma surpresa, certo? Intrigante mesmo será descobrir como e porque ela exerce tamanha influência sobre as pessoas e o que ganha com as intensas orgias promovidas, já que entender suas motivações para querer dominar Sam ficaram claras no episódio 2x07 ‘Release-me’ quando a agora falecida Daphne fala que os metamorfos são imunes ao poder de Maryann.

    E com esse panorama, parece ficar claro agora que há duas tramas paralelas na série. Uma envolvendo Maryann em Bon Temps e a outra envolvendo e iminente guerra que explodirá na sede da Fellowship of the Sun onde Godric finalmente surgiu salvando Sookie da violência covarde prestes a ser cometida pelo ‘cristão’ leão de chácara Gabe. Se essas duas tramas irão colidir de alguma forma até a reta final da temporada não sei dizer, mas bizarrices e exageros (que ninguém nega que a série tem) à parte, duvido que exista alguém pouco ansioso para ver até onde isso tudo vai dar, certo?

    Outras observações:

    - Se antes eu andava achando a subtrama envolvendo Jason e sua atração por Sarah Newlin pouco interessante, admito que com esses dois últimos episódios a coisa melhorou demais e por um motivo simples: a série voltou a colocar o personagem em situações constrangedoras e involuntariamente engraçadas. Ver a cara de susto dele quando achou que Steve havia descoberto sobre sua indiscrição com Sarah foi impagável, assim como a reação dele quando Gabe colocou em dúvida a moral de Sookie.

    - Bom ver o Lafayette que aprendemos a gostar voltando à boa forma de maneira progressiva, afinal, é certo que o trauma ainda existe e que sua mudança de postura está ligada ao fato de ter que voltar a vender “V” por pressão de Eric, que nutre por ele um ainda não explicado interesse.

    - E a Tara, hein? Quando será que ela vai bater de frente com Maryann depois que concluir que vem sendo usada esse tempo todo por motivos absolutamente escusos?