quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Se Beber Não Case (The Hangover)

Fruto de uma união equilibrada entre bom roteiro, elenco e direção, na essência ‘Se Beber Não Case’ (The Hangover no original) é uma produção despretensiosa, mas que ao ousar na fórmula, aparece fácil fácil como a melhor comédia do ano.

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    Simples, esperto e por que não dizer inteligente, Se Beber... diverte do início ao fim (o que já é uma raridade), e é notadamente um esforço corajoso de gente que não tem medo de arriscar subvertendo um gênero que há tempos parecia mergulhado no ostracismo criativo.

    Dirigido por Todd Philips (Caindo na Estrada e Dias Incríveis) e com roteiro da dupla Jon Lucas e Scott Moore, Se Beber... conta a história de um grupo de amigos que se descobrem metidos numa imensa confusão em Las Vegas depois de uma noite de bebedeira motivada pela despedida de solteiro de um deles.

    À primeira vista encarado apenas como mais um besteirol, não demora muito para que o filme se difira da maioria ao transformar um pequeno mistério (o sumiço do noivo) e as várias situações absurdas que surgem dali (tem um tigre e um bebê aparecendo no quarto do hotel; um dos personagens acordando sem dente, e até Mike Tyson dando as caras) em fonte inesgotável de muita risada.

    Contando com um roteiro eficiente e que nos envolve na história à medida em que vamos descobrindo junto dos personagens, o que de fato aconteceu no período de tempo entre a chegada deles a Las Vegas e o despertar no detonado quarto de hotel no dia seguinte, Se Beber... tem como grande trunfo a química afiada do trio Phil (Bradley Cooper), Stu (Eddie Helms) e Alan (Zach Galifianakis), que mesmo bem diferentes entre si, não deixam a bola cair em momento algum quer seja por ações ou diálogos.

    Surpreendente na narrativa e no esmerado trabalho de direção de Todd, já experiente em comédias, Se Beber Não Case é excelente primeiro porque faz rir (e muito) com suas várias piadas politicamente incorretas, mas sobretudo por dar a seus espectadores, a chance de se identificar com uma trama que poderia acontecer (ou já aconteceu) com qualquer um. Imperdível.

    Cotação:

    Se Beber Não Case estreia na sexta-feira, dia 21/08 e sua continuação já está programada para 2011.

Universal Channel exibe bastidores do 'What's On'?

O Universal Channel exibe na noite de hoje às 22:50 e também em seu site, um especial do What's On sobre os bastidores de como o programa é feito, desde reuniões de pauta até a finalização. Feito no Brasil, o programa que dá destaques a curiosidades e às gravações de séries e filmes, é exibido em mais de 40 países na América Latina e é, segundo a assessoria do canal, um dos maiores sucessos de audiência do Universal.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

True Blood – 2x09 ‘I will Rise Up’

Comentário de episódio exibido no dia 16 de agosto nos EUA

Decididamente mais lento e bem menos envolvente que o (ótimo) episódio anterior (talvez pela falta de cenas de ação tão boas quanto as daquele), ‘I will Rise Up’ inegavelmente deixou a desejar, mas nem por isso abriu mão de trazer desenvolvimentos importantes para o arco final dessa 2ª temporada.

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    A começar pela jogada suja de Eric, o episódio deu o primeiro passo rumo ao tão comentado triângulo que pode se formar (informamente, talvez?) entre o vampiro nórdico, Sookie e Bill. Sobre isso aliás, e salvo engano, este é um dos elementos presentes na história narrada pelos livros nos quais a série se inspirou, o que não deixa de ser uma péssima notícia para quem não vê a menor graça nessa subtrama, mas ótima para quem torce para que um tempero maior surja ali. Fora isso, convenhamos que o “Sou parte dela agora” dito por Eric a Bill, promete aumentar a rixa entre os dois de forma exponencial, além de comprovar que Sookie inevitavelmente terá que lidar com os ‘efeitos colaterais’ de ter bebido o sangue de Eric.

    Outro relacionamento que também promete novos capítulos interessantes, diz respeito ao outrora bobão Hoyt e à insegura vampira Jessica, que teve que engolir a seco, mas nem por isso sem raiva, a afirmação de da amargurada e frustrada Maxine de que o novo casal jamais poderia ter filhos. De curioso dessa situação, fica mais uma vez o retrato que a série faz de gente como a mãe de Hoyt, que diz odiar esse ou aquele tipo de pessoa ou comportamento, sem nem mesmo saber explicar o porquê, o que reforça o aspecto crítico explorado ocasionalmente em True Blood.

    Agora, e a Tara, hein? Sempre tão malandra e vacinada contra manipulações e de repente vira essa presa fácil e influencíável da agora claramente destruidora de Maryann? Particularmente acho que essa trama em Bon Temps já deu o que tinha que dar. Já tivemos bacanais e demonstrações de perda de controle demais para contribuições de menos para o grande arco da temporada. Seria ok se tudo realmente girasse em torno de uma busca de conexão com os deuses como Maryann disse em dado momento, mas quando fica evidente que ela age motivada exclusivamente pelo desejo de se vingar de Sam, esse pedaço da história fica menos interessante a meu ver.

    Reclamações à parte, é bom saber que dado o encerramento do episódio, a história voltará a se concentrar inteiramente em Bon Temps até o desfecho da temporada, já que assim finalmente teremos as duas tramas até então exploradas colidindo. Não sei se Godric fará falta à série, mas não dá para negar que mesmo curta, a participação dele foi importante para evidenciar um aspecto até então não explorado na série: a de que mesmo com todo o poder que lhes cabe, eventualmente a natureza bizarra dos vampiros (ou a negação a ela) cobra seu preço que se traduz no cansaço de uma vida supostamente eterna que se esvai no desinteresse e nas desilusões alimentadas por milênios de existência.

    Mas e você, o que achou desse episódio?

Da série ‘Eu Quero!’ - Porta Copos do Dexter

Como todo bom fã de cinema e séries, eu também tenho um desejo contínuo de querer lotar a estante e o armário com souvenirs que remetem às produções que mais me agradam. Sendo assim, quando vi essa dica no /Film me deu uma vontade imensa de correr pra loja virtual do Showtime e encomendar esses porta copos inspirados nos objetos da coleção particular de Dexter. Segundo a descrição, a caixinha vem com quatro peças de acrílico emborrachadas por baixo, e está custando 29,97 dólares. A notícia ruim? Eles só entregam para endereços dentro dos EUA =/

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Sorteio de DVD

Quer ter a chance de ganhar um box da 3ª temporada de Lost sem fazer esforço? Basta nos seguir pelo Twitter @dudenews (tem que ser seguidor!) dar um RT (repassar para seus seguidores) na mensagem "Quer ganhar um DVD da 3ª temporada de Lost? Siga o @dudenews e dê RT nessa mensagem http://uiop.me/_DVDLost até as 23 h do dia 21/08" e residir no Brasil. A brincadeira vai até as 23h dessa sexta-feira dia 21/08. No dia 22/08 (sábado) revelaremos o(a) sortudo(a) da vez. Fácil, fácil, né?

domingo, 16 de agosto de 2009

Cobras na bengala

Faltando pouco mais de um mês para a estreia da temporada que promete resgatar House do ostracismo criativo, a Fox lançou um site chamado Snakes on a Cane, algo como cobras na bengala, que faz a contagem regressiva para o início do novo ano da série nos EUA, onde retorna no dia 21 de setembro.

No site, não há nada mais além dessa espirituosa camiseta aparentemente vestida pelo próprio Hugh Laurie e que brincando com o símbolo da medicina, faz alusão à venenosa língua do médico mais ranzinza da tv. Agora, se você é fã da série, certamente deve ter ficado com vontade de ter uma dessas no armário também, certo?

Brüno

Aparentemente mais interessado em chocar, do que em expor preconceitos de um jeito engraçado como fez com Borat em 2006, Sacha Baron Cohen retorna aos cinemas com Brüno, comédia centrada no personagem gay austríaco que decepcionado com os rumos de sua carreira, decide buscar a fama nos EUA a todo custo, mesmo que isso signifique usar artifícios apelativos.

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    Repetindo o fórmula de seu antecessor cazaque, mas com menos inspiração, Brüno é um grande emaranhado de esquetes que ao contrário daquela produção, não dão o senso de continuidade narrativa que se espera de um bom filme por mais despretensioso que possa ser (ou parecer ser). Assim, há determinados segmentos que surgem na metade da produção que poderiam estar no início sem qualquer prejuízo maior à história que supostamente se conta.

    Provocativas, mas não necessariamente inteligentes, as críticas feitas à homofóbica sociedade americana (e do resto do mundo de uma forma geral, claro) tem sua força diminuída no filme, na medida em que o personagem austríaco de Cohen se perde na tênue linha que separa os artifícios de denúncia daqueles que reforçam esteriótipos representados numa afetação por vezes exagerada.

    Equívocos à parte, Brüno é engraçado principalmente nas sequências em que o personagem ridiculariza segmentos religiosos, militares e celebridades, e faz piadas politicamente incorretas (as envolvendo o bebê O. J. são ótimas). É inegável, porém, que determinadas esquetes não funcionam nem pela piada nem pela crítica, como aquela em que Brüno vai à Palestina para buscar a paz entre árabes e judeus e para entrevistar um suposto terrorista.

    Com mais escorregões do que acertos, infelizmente Brüno deixa a sensação evidente de ser um filme que se sustenta mais pela escatologia (o que foi a cena do vidente?) e parcialidade do que pela sátira ao comportamento humano frente às diferenças. Que a produção vai render milhões à Cohen não tenho dúvida, mas me parece igualmente certo dizer que dessa vez o comediante perdeu a mão com uma piada que faz rir pelos motivos errados, o que é sempre uma pena.

    Cotação:

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

'V' - 1ª parte do episódio 2

Sem a necessidade de fazer introduções mais extensas e com a trama já estabelecida, coube ao segundo episódio da minissérie “V” (que o TCM dividiu em duas partes, diga-se) abrir espaço para a expansão (e organização) da resistência humana contra os Visitantes, além de expor de forma mais explícita o aspecto crítico levantado na história.

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    Colocando as cartas na mesa de forma definitiva, foi também nesse segundo episódio que lados se definiram revelando uma liderança até certo ponto surpreendente (a médica Juliet), além de uma aliança inicialmente improvável na figura de Martin, o Visitante que ajuda Mike e se diz representante de um pequeno grupo contrário ao obscuro plano de dominação que se desenha.

    O mais interessante do episódio, porém, ficou mesmo no paralelo histórico - da ação de nazistas/fascistas durante a a 2ª Guerra - com as ações de tortura e experiências médicas executadas pelos Visitantes com os cientistas capturados. Assim, deixando um pouco de lado o impacto que as armas de propaganda exerceram sobre grande parte dos humanos naquela situação, a segunda parte de “V” dedica-se a estabelecer a estratégia que os humanos terão na batalha iminente.

    Curioso(a) para saber alguns dos desdobramentos que você verá na continuação desse episódio que o TCM resolveu separar e exibe na próxima sexta-feira dia 21 de agosto? Selecione a área depois da seta e descubra.

    --> O Visitante Martin revela a Mike que há dois objetivos com a captura de tantos humanos: usá-los numa guerra contra outra civilização e como alimento! Outro ponto importante, diz respeito à revelação de que a jovem Robin Maxwell acaba grávida depois que o Visitante Brian segue a sugestão de Diana que serviu de gancho na exibição do TCM.
    Perdeu a exibição de sexta-feira? Então não deixe de conferir a reprise que rola no domingo às 19:30.

Novo teaser do game 'The Beatles: Rock Band'



Lembram quando eu disse essa semana que tava louco de vontade de jogar o The Beatles: Rock Band? Bom, esse vídeo aqui em cima com algumas das 45 músicas que farão parte do game explica o motivo do meu interesse.

Meu agradecimento ao Hélcio Moreira Jr. do TV em Série pela dica do vídeo.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Versão original de Battlestar Galactica ganhará remake no cinema!

Confirmando a história que surgiu ontem em vários sites e blogs estrangeiros e nacionais como o ótimo Revista Tv Séries, o Hollywood Insider da EW, revelou na noite desta quinta-feira que o Universal Studios deu sinal verde para que Bryan Singer (X-Men 1 e 2 e mais recentemente Operação Valquíria) dirija e produza uma reimaginação completa para o cinema da clássica Battlestar Galactica de 1978 criada por Glen Larson, que também produzirá o filme.

Embora curioso e na torcida para que o projeto renda um bom filme, confesso que fico com um pé atrás ao ver Singer envolvido. Se ele for o diretor dos X-Men será ótimo, mas se for aquele que fez o vazio Superman Returns ou o apenas razoável e recente Operação Valquíria, temo ficar decepcionado.

Temores à parte, uma coisa é certa: estarei na primeira sessão do filme quando ele estrear sabe-se lá quando. E você? Acha que essa reimaginação fará jus ao peso da série que começou tudo?