Episódio exibido no dia 14/11 nos EUAComo é bom voltarmos a ver um episódio de Dexter movimentado, carregado de tensão e que ainda entrega um gancho digno de uma reação a la fu... tudo e agora?!, não? É verdade que ainda há coisas aqui e ali na trama que me incomodam, mas com roteiro aparentemente mais focado e objetivo, a ideia de que essa 5ª temporada como um todo ainda tem salvação me parece plausível.
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Teve de tudo um pouco em “Take It”, mas os destaques acabam girando em torno de 3 pontos: LaGuerta revelando-se como uma grandessíssima fdp egoísta (ao passo que Batista abraça uma postura de fidelidade a colegas e valores); Dexter encarando/estudando Jordan Chase, o guru picareta que pinta como seu grande antagonista e posteriormente eliminando Cole sob o testemunho de Lumen e, claro, a cena final em que vemos o Robocop Liddy flagrando o passeio de barco de Dexter.
À essa altura, obviamente estou ansioso para ver o iminente confronto entre Dexter e o principal agressor de Lumen, contudo, acredito que o foco por enquanto tende a cair mais sobre a possibilidade real de vermos o protagonista sendo exposto, afinal, como policial em Miami, é razoável esperar que Liddy associe o fato de Dexter estar jogando sacos suspeitos no fundo da baía de Miami com o não tão antigo caso do Bay Harbor Butcher, certo? Pois é, só resta saber o que ele tentará fazer com a informação que tem. Chantagear Quinn por mais dinheiro e tentar obter algo de La Guerta, talvez?
Quanto à cada vez maior aproximação entre Dexter e Lumen, penso que seria um erro enxergar qualquer traço de atração romântica ali, afinal, o que Dexter sempre buscou foi alguém que pudesse vê-lo como ele realmente é que aceitasse o que ele faz sem julgamentos morais. Fora isso, por mais que nos simpatizemos pelo personagem e tal, no fim a gente sabe que por conta de sua natureza trágica e consciente, Dexter não pode ter um final feliz, né? Ou pode?
Nota rápida:
- E aquele papo da Debra dizendo que não sentia nada por ter matado Carlos Fuentes e perguntando ao Dexter se ele achava que pessoas ruins não merecem viver, hein? Seria o primeiro passo para uma futura conversa do tipo, “ei irmãzinha, preciso te contar uma coisa: mato pessoas ruins e também não sinto nada por elas.”?








