sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Resultado da Promoção Box "O Poderoso Chefão"

Foi encerrada na noite desta quinta-feira 18 de setembro a promoção que deu um box em DVD da trilogia O Poderoso Chefão. A grande sortuda da vez foi a leitora Ariane Assumpção que só não vai ganhar o prêmio extra também porque esqueceu de deixar um comentário para nós dizendo porque merecia ganhar o box.



O balanço da promoção foi o seguinte: exatos 452 RT (retwittes) dados até as 23h do dia 17/09 e 65 comentários no blog. Assim, conforme informado, um sorteio foi feito via Random e a Ariane que deu o RT de número 306, foi a vencedora.

Mais uma vez agradeço muito pela participação de todos que divulgaram e deixaram comentários no blog. Morri de rir com algumas das justificativas que vocês deixaram. E se você não ganhou dessa vez, não desanime, porque em breve farei uma outra promoção cujo prêmio você não poderá recusar ;)

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Fringe é melhor que Arquivo X?

Que Fringe já nasceu sendo comparada com Arquivo X não é novidade pra ninguém. Similaridades entre as duas de fato existem e isso é inegável, mas será que já dá para dizer que Fringe é melhor que sua inspiradora? Para alguém decepcionado com os rumos que a saga de Mulder e Scully tomou parece que sim, e foi isso que Raina Kelley, do blog Pop Vox da revista Newsweek explorou com uma lista dos 10 motivos que explicariam porque Fringe é (supostamente) melhor que Arquivo X. Será que você concorda com os argumentos dela?

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    1. Não há alienígenas. Ok, há um universo alternativo, mas pelo menos todos são humanos.

    2. Os mistérios parecem ser mais ‘solucionáveis’. É claro que há perguntas não respondidas ao final de todos os episódios, mas elas não são tão inacreditáveis.

    3. Os personagens não se levam a sério demais. Há a agente Olivia Dunham (Anna Torv), que lidera as investigações. Peter Bishop (Joshua Jackson), o malandro gênio que a ajuda cuidando de seu pai, Dr. Walter Bishop (John Noble), que é completamente insano. Ou seja, Mulder fez tudo aquilo e onde foi parar? Em lugar nenhum.

    4. A pseudociência é pelo menos em teoria possível e não exige que tenhamos uma imaginação tão fértil. Há por exemplo, uma história na qual um gênio do computador tenta baixar informação do cérebro de um morto.

    5. Todo episódio tem começo, meio e fim.

    6. Não há romances. Pelo menos ainda.

    7. Leonard Nimoy está na série. Ele é a sombria mente por trás da Massive Dynamics, uma corporação multinacional que parece uma combinação da GE com a Microsoft e a Blackwater.

    8. Há muito mais diversidade racial em Fringe. Sim, Arquivo X tinha alguns personagens de outras cores, mas quase sempre só eram usados como artifícios da trama.

    9. Por Fringe realmente saber para onde caminha sua narrativa, ela não perde tempo fazendo episódios filler para distrair você e enganá-lo com uma trama que não chega a lugar algum.

    10. Já valeria assistir Fringe só por causa de John Noble (Walter). Sua caracterização de Bishop, o cientista louco do centro da trama, é ao mesmo tempo brilhante, exasperante, histérica e trágica. É tudo que Arquivo X tinha de melhor num homem só.

    ***

    E aí, ficou convencido ou acha que Kelley forçou a barra em alguns pontos? Particularmente acho uma grande besteira comparar uma série que só tem 1 ano de vida com outra que teve 9. Além disso, gostar de uma não impede que se goste da outra com todos os seus erros e acertos, certo? Dito isso, sou e sempre serei fã de Arquivo X assim como sou de Fringe hoje, e até que me provem o contrário, sigo na minha leitura particular das duas produções: parecidas sim, mas absolutamente diferentes e igualmente ótimas.

    A 2ª temporada de Fringe estreia na noite de hoje, 17/09 nos EUA

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Grandes filmes que chegam em breve aos cinemas em 3-D

Novamente uma tendência dentre as grandes produções do cinema, a tecnologia 3-D ressurgiu renovada carregando uma nova responsabilidade: ampliar o prazer de quem não dispensa a oportunidade de mergulhar ainda mais fundo na experiência que um filme pode dar numa sala escura. A Era do Gelo 3 e o mais recente Up – Altas Aventuras foram apenas alguns dos exemplares mais recentes dessa nova safra, mas os próximos meses reservam estreias de várias outras grandes produções em 3-D.

Obs.: Os trailers da relação abaixo, obviamente exibidos em 2-D, não fazem jus ao apelo que o 'novo' 3-D traz. Um exemplo disso vem de Avatar, aguardadíssima mega produção de James Cameron que estreia em dezembro, e cujo trailer na versão 3-D (que confere um apelo muito maior) tive a chance de ver recentemente numa sala de cinema.

CONFIRA A LISTA DE FILMES

    TÁ CHOVENDO HAMBÚRGUER

    Sinopse: Cientista com ótimas intenções tenta acabar com a fome no mundo. Ao menos para a população da pequena cidade de Chewandswallow, tudo parece perfeito quando começa a chover sopa, nevar purê de batatas e vem uma tempestade de hambúrgueres. O cientista só não imaginava que isso iria causar um problema de proporções globais. Adaptação animada do livro infantil escrito por Judi Barrett e Ron Barrett.


    Estreia em 02/10/2009

    OS FANTASMAS DE SCROOGE

    Sinopse: Na véspera de natal, três espíritos visitam um velho que não acredita no espírito natalino. Filme dirigido por Robert Zemeckis com Jim Carrey, Colin Firth e Gary Oldman.


    Estreia em 06/11/2009


    PREMONIÇÃO 4

    Sinopse: Uma premonição salva um adolescente e seus amigos da morte num acidente ocorrido numa corrida de carros. A Morte, porém, vai atrás do grupo.


    Estréia 27/11/2009


    AVATAR

    Sinopse: Dirigido por James Cameron, a produção narra a história de Jaze, um ex-fuzileiro naval paraplégico enviado a um planeta chamado Pandora. Lá, além da riqueza em biodiversidade, existe também a raça humanóide Na´vi, com sua própria língua e cultura e que acaba entrando em choque com os humanos da Terra.


    Estreia em 18/12/2009


    TOY STORY - 3D

    Sinopse: Relançamento, na versão 3D, da primeira animação digital da Disney, realizada pela Pixar. Conta a história de um grupo de brinquedos do menino Andy.


    Estreia em 19/02/2010


    TOY STORY 2 - 3D

    Sinopse: Relançamento, na versão 3D, da segunda parte das aventuras dos brinquedos do menino Andy. Agora, o grupo tem que resgatar Woody, seqüestrado por um colecionador de bonecos.

    Estreia em 19/02/2010



    ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

    Sinopse: As aventuras da jovem Alice, que cai em um mundo mágico cheio de personagens estranhos e obscuros. Baseado na obra de Lewis Carroll.


    Estreia em 16/04/2010

    A BELA E A FERA 3D

    Sinopse: Relançamento em 3D de um dos clássicos modernos dos Estúdios Disney. A história de uma camponesa presa por um príncipe, transformado em monstro por uma maldição.

    Estreia em 21/05/2010


    SHREK FOREVER AFTER

    Sinopse: Quarta aventura do ogro Shrek que se mete numa imensa confusão que coloca o Reino de Tão Tão Distante sob ameaça.

    Estreia em 21/05/2010


    TOY STORY 3

    Sinopse: Woody, Buzz, e o resto dos brinquedos são deixados em um depósito quando seu dono, Andy, vai para a faculdade.


    Estreia em 18/06/2010


    DESPICABLE ME

    Sinopse: Groo é um homem desprezível que encontra a mãe de todos os desejos quando planeja roubar a lua. Encorajado pela malvada mulher, ele encontra um único obstáculo no seu caminho: um trio de órfãs que estão sob seus cuidados e não podem ser abandonadas. Com vozes de Steve Carell e Julie Andrews.

    Estreia em 30/07/2010

    MASTER MIND

    Sinopse: Sátira de filmes de super heróis com vozes de Robert Downey Jr., Ben Stiller e Tina Fey

    Estreia em 03/12/2010

    RAPUNZEL

    Sinopse: Releitura do clássico Rapunzel, com algumas reviravoltas.

    Estreia em 25/12/2010

    KUNG FU PANDA: THE KABOOM OF DOOM

    Sinopse: Na continuação desse grande sucesso de 2008, Po confronta seu passado e tem que enfrentar ao lado das Cinco Fúrias, um novo vilão que ameaça a própria existência do kung fu.

    Estreia em 03/06/2011

    CARROS 2

    Sinopse: Continuação do filme de 2006 que mostrará Lightning McQueen envolvido num trhiller de espionagem em meio a uma corrida de campeões.

    Estreia em junho de 2011

    AS AVENTURAS DE TINTIN: O SEGREDO DO UNICÓRNIO

    Sinopse: Primeiro longa (com direção de Steven Spielberg) baseado na criação do quadrinista belga Hergé.

    Estreia em outubro de 2011

    HAPPY FEET 2

    Sinopse: Continuação do sucesso de 2006 sobre os pinguins imperiais, agora em 3D.

    Estreia em 25/11/2011

    FRANKENWEENIE

    Sinopse: Menino traz seu cachorro de volta a vida depois que o animal é atropelado por um carro. Filme de Tim Burton.

    Sem data definida


E aí, já colocou algum na agenda?

Sinopse de “Lost Symbol”, o novo livro de Dan Brown

Fim do mistério. Antes guardada a sete chaves como um dos segredos explorados por Robert Langdon, a sinopse de "The Lost Symbol", o mais novo livro de Dan Brown, finalmente foi revalada pelo Washington Post, que na manhã de hoje já publicou uma opinião sobre a obra lançada à meia noite de hoje nos EUA. Curioso(a) para saber qual é a trama do livro, afinal?

Leia a Sinopse do livro

    Robert Langdon, o simbologista de Harvard, mais uma vez se vê envolvido numa grande conspiração. Recém chegado a Washington numa tarde de janeiro, ele é rapidamente sacudido por duas situações. Primeiro, a palestra pela qual ele fora atraído à cidade na verdade não existia. Segundo, seu amigo e mentor que supostamente o convidara foi sequestrado, e mais urgente, a mão desse amigo foi cortada e deixada como pista no chão do Capitólio Rotunda

    Langdon tem poucas horas para descobrir algo que pode nem mesmo existir: uma pirâmide maçônica que guarda antigos mistérios, “um corpo de conhecimento secreto que foi guardado há muito tempo”e que “permite a quem o encontra, acessar habilidades poderosas que permanecem inativas na mente humana.” Assim, na busca por esse conhecimento místico, Langdon confronta o já habitual batalhão de pessoas tentando impedí-lo, mas tem a seu lado uma corajosa mulher – mais velha do que o de costume – que, como especialista em ‘ciências da mente’, tem até uma chance de ensinar algumas coisas a ele.

    Em outras palavras, o template de O Código Da Vinci permanece intacto. Se no livro anterior os atos selvagens eram cometidos por um monge albino, aqui são obras de um forte monge tatuado, que ajudado por disfarces, consegue se infiltrar e passar por toda a segurança que o governo federal usa para tentar pará-lo à medida em que ele ameaça provocar um cataclismo do qual o país pode não se recuperar.

    Interessou?

    No Brasil, O Símbolo Perdido será lançado no dia 4 de dezembro

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

True Blood – 2x12 Beyond Here Lies Nothin’ (Final da 2ª temporada)

Comentários de episódio exibido no dia 13 de setembro nos EUA

Para um segundo ano que em grande parte se desenvolveu muito bem amparado pela mescla equilibrada de aventura, drama e crítica social/religiosa com muito humor negro e personagens tão heterogêneos quanto carismáticos, esse Beyond Here Lies Nothin’ ficou devendo como encerramento de temporada. Com resoluções e viradas implausíveis e um gancho interessante, mas distante de ser impactante, fato é que infelizmente não sobrou muita coisa boa para comentar =/

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    Os equívocos

    - À princípio uma subtrama divertida e curiosa, o desfecho da história da mênade Maryann (mais uma criatura fantástica dentro do rico universo da série) ficou muito aquém de qualquer expectativa. Antes uma figura interessante dado o mistério em torno de sua origem, a despedida de Maryann deu-se de forma melancólica à medida em que ela perdeu seu encanto na revelação de um objetivo tão vazio quanto rasteiro e longe de ser envolvente como o arco de Dallas.
    - A total inconsistência de mostrar Lafayette, Jason e Andy cedendo aos 44 do segundo tempo e sem uma justificativa aparente, aos encantos da mênade, fato que não só esvaziou qualquer relevância que pudessem ter para o desfecho daquela trama, bem como os reduziu a meros coadjuvantes de final de temporada.
    - Não reexplorar a interessante relação de dependência que Lafayette ganhou ao recorrer a Eric como fonte de salvação na metade da temporada.
    - O fim de Eggs. Ainda que seja compreensível que o personagem quisesse saber a verdade sobre o que aconteceu durante seus gaps de memória, o tom ameaçador dele com Andy foi absurdamente inverossímel e só serviu para justificar de forma torta seu assassinato pelas mãos de um atabalhoado Jason.
    - Ter finalizado o arco de Tara na temporada mostrando-a como uma viúva chorosa absolutamente distante daquela figura defensiva extremamente irrascível de antes, que diga-se, era bem mais inteteressante.
    - A rápida mudança de humor de Sookie na cena em que Bill a propõe casamento. Num instante ela sucumbe ao choro e se vê cercada de dúvidas por não saber quem e o que é. Segundos depois de se ausentar, no entanto, sai decidida a dizer sim só para descobrir que o vampiro desapareceu.
    - Ainda que seja inteligente construir o gancho final em torno da sugestão de um dos arcos que o terceiro ano deve explorar, o sumiço de Bill na cena do restaurante guarda, além da semelhança com aquele da 1ª temporada (o sumiço de Lafayette), uma certa dose de obviedade. Ao sugerir que Eric desse um jeito na ameaça que o namorado de Sookie poderia representar por saber do comércio feito com o V, a rainha Sophie-Anne e o rival loiro de Bill surgem como as suspeitas mais óbvias para o sequestro repentino de Bill, certo?

    Os (poucos) acertos

    - A homenagem a Charlaine Harris, autora da série de livros The Southern Vampire Mysteries que serviu de inspiração para a criação/adaptação de True Blood, na rápida cena em que ela aparece no Merlottes.
    - O bom humor do texto em três momentos: 1) Ver os clientes do Merlottes discutindo em tom conspiratório (experimentos farmacêuticos, alienígenas, vodka estragada!) as razões que os fizeram perder a memória sobre o que tinha acontecido; 2) As menções de Jason a duas falas clássicas do cinema “Say hello to my little friend” (Scarface) e “Hasta La Vista, Baby” (Exterminador do Futuro) pouco antes de se aproximar de sua casa então tomada pelos seguidores de Maryann, e 3) ver o xerife Bud soltando um “Você pode ter suas falhas, Andy, mas pelo menos consegue manter as calças no lugar.”
    - Conferir um novo peso a Andy na trama de Bon Temps, excluindo-o da lista de personagens fracassados que são apenas irritantemente chatos. Agora, ele é só um fracassado
    - Não matar Sam e colocá-lo em busca de seu passado, o que certamente contribuirá para uma maior exploração de sua complexa natureza.
    - A sugestão reiterada por Maryann de que Sookie não seja uma ‘simples’ telepata, no que pode se tornar um elemento interessante da 3ª temporada.
    - Tirar Jessica do ostracismo em que a personagem se metera, reforçando nela a faceta conflituosa de vampira romântica (dado seu envolvimento com Hoyt, claro), mas igualmente violenta e selvagem na cena do caminhão.
    - Voltar a investir (ainda que de forma breve) no que torna o romance entre Bill e Sookie interessante: a exposição da fragilidade que une ambos.

    ***

    Falha no apelo e na capacidade de envolver sobretudo por conta de uma narrativa excessivamente anticlimática, o encerramento do segundo ano de True Blood deixa um gosto levemente amargo de decepção. Sorte da série (e nossa), contudo, que numa análise fria de toda temporada o mais justo a dizer é que tivemos muito mais acertos do que erros. Assim, no contexto geral, True Blood ainda merece crédito e nossa atenção quando retornar em meados de 2010. Eu estarei ligado, e você?

domingo, 13 de setembro de 2009

V – A Batalha Final (Parte 1 do Episódio 2)

Comentário de episódio exibido pelo canal a cabo TCM no dia 11 de setembro.

Depois do ataque à liderança dos Visitantes perpetrado pela Resistência, dois cenários semelhantes ganham foco nessa primeira parte do episódio 2 de V – A Batalha Final. Em escalas distintas, ambos tem a ver com conflitos hierárquicos. Enquanto no lado dos “Vs” fica exposta a rixa entre Diana e Steven e mais tarde a dela com a comandante recém chegada, no lado da resistência temporariamente encabeçada por Mike fica explícito o perigo da adesão necessária, mas perigosa de Ham Tyler, sujeito que chega tanto para dar poderio armamentista ao grupo, mas também para questionar a importância da capturada Julie como líder.

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    E por falar na líder da resistência, embora suas cenas de tortura psicológica e física tenham reservado uma grande dose de toquisce (lagarto gigante?!), foram interessantes para ressaltar o aspecto manipulador tão explorado na produção. Dessa forma, é interessante notar que enquanto Julie resiste mesmo correndo risco de morte, Eleanor, a mãe de Mike segue em sua jornada de cegueira voluntária motivada por pura ganancia, assim como o cada vez mais odiável Daniel, o patético coloborador dos Visitantes que agora tem sangue nas mãos.

    Inegavelmente datada em vários aspectos técnicos (o que não é nenhuma novidade), essa versão original de V segue interessante explorando os conflitos de uma invasão recheada de conspiração, jogos de poder, conflitos de interesses e críticas bem construídas sob o pano sempre atraente que uma ficção bem feita pode dar.

sábado, 12 de setembro de 2009

Promoção Box "O Poderoso Chefão"

Vista por muitos críticos e fãs como uma das obras mais importantes da história do cinema, a trilogia O Poderoso Chefão já tem seu lugar cativo como ícone da cultura pop há tempos. Fonte inspiradora de diversas outras grandes produções na telona e na telinha (alô The Sopranos!), o melhor trabalho de Francis Ford Coppola em parceira com o autor Mario Puzzo ainda é, contudo, desconhecida por muitos. Pensando nisso, vamos dar um box em DVD dessa maravilhosa trilogia para um dos nossos leitores.

Para ter a chance de faturar esse lindo box, basta ser seguidor do perfil @dudenews no twitter, e dar um RT (retwitt) na mensagem que traz a esse post. A promoção vai até as 23h do dia 17 de setembro (quinta-feira), quando então sortearemos via Random, o(a) sortudo(a) que ganhará o Box de cinco DVDs da trilogia O Poderoso Chefão.

SAIBA MAIS SOBRE ESSE BOX

    Disco 1: O Poderoso Chefão
    Em 1945, o patriarca Don Corleone (Marlon Brando), chefe da máfia americana, comemora o casamento de sua filha recebendo amigos, líderes políticos e subordinados do crime organizado. Assim começa a saga de uma família contada pelo diretor Copolla em mais outros dois filmes.

    Discos 2 e 3: O Poderoso Chefão 2
    No segundo filme da trilogia sobre a saga da família Corleone, Coppola optou por dois focos narrativos paralelos: a trajetória do novo chefe da família (Al Pacino) e a chegada de Vito Corleone (aqui vivido por Robert De Niro) aos EUA e sua consolidação como chefe da máfia.

    Disco 4: O Poderoso Chefão 3
    No filme que encerra a saga dos Corleone, Michael (Al Pacino) decide limpar o nome da família e se afastar do crime organizado. Faz um acordo com banqueiros que cuidam de investimentos do Vaticano, dando início assim à uma crise que culmina numa grande disputa entre as demais famílias da máfia.

    Disco 5: Extras (quase 200 minutos de material!)
    Making Of; Cenas excluídas; Ensaios do Elenco; Cinematografia do Elenco e do Cineasta; Locações das Filmagens; Storyboards; A Música de O Poderoso Chefão; Árvore Genealógica da Família Corleone; Cronologia; Anotações de Francis Ford Coppola e Galeria de fotos.

    E tem mais...

    Quem justificar nos comentários deste post porque deve ganhar o box, pode acabar faturando outro prêmio extra surpresa caso seja o sorteado.

    Tá bom para você? Então não perca tempo e participe.

    Observação importante: Após dar o RT na mensagem lá no Twitter, confira aqui o número com o qual você concorrerá no sorteio do dia 16 de setembro.

    *promoção válida somente para quem mora no Brasil.


Deu RT, mas ela não aparece no Uiopme? Saiba o que fazer

    1. Certifique-se de ter dado o RT corretamente, verificando principalmente se o link http://uiop.me/_Godfather não ficou quebrado, isto é, com erro por conta de alguma letra a mais ou a menos.

    2. Se o participante verificar que seu perfil não aparece na lista mesmo depois de ter RT a mensagem mais de uma vez, será necessário incluí-la manualmente no site UiopMe. Para tanto, acesse o link http://uiop.me/script/recupera/recuperastatus.php e no campo indicado, coloque o endereço da mensagem participante que você obtém clicando no horário de publicação da mensagem no Twitter.

    3. O recurso de inclusão manual descrito no item 2 só pode ser feito em até 30 minutos após a publicação da mensagem original e apenas se a mensagem do participante não for listada automaticamente. O participante não listado é o único responsável por inserir manualmente o seu perfil, uma vez que o sorteio só levará em consideração os números que aparecerem na lista até as 23h do dia 17/09.

    As dicas acima foram baseadas no Regulamento do Poltrona para promoções que usam o Twitter e o site Uiopme.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Up – Altas Aventuras (Up)

Up – Altas Aventuras pode até não ser o melhor filme da Pixar (posto ainda ocupado por Wall-E), mas é facilmente um dos mais divertidos e encantadores já feitos pelo estúdio. Contando a história de um velhinho viúvo que decide realizar o sonho de sua falecida esposa, Up é simples como seu título sugere, mas profundo e emocionante na mensagem que explora.

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    Dirigido e roteirizado pela dupla Pete Docter (Toy Story 1 e 2, Monstros SA e Wall-E) e Bob Peterson (Procurando Nemo e Ratattouille), Up é repleto de sutilezas e daqueles momentos em que é impossível conter as lágrimas. Belíssimos, seus dez minutos iniciais fazem uma homenagem indireta ao cinema mudo ao contar a história da vida de Carl Fredricksen, um apaixonado pelas aventuras fantásticas de desbravadores que encontra em Ellie, sua parceira de vida e sonhos perfeita até o dia em que ela se vai.

    Víuvo e amargurado pela solidão, Carl decide enfim tornar realidade o desejo da falecida esposa: levar sua casa para o alto de uma mítica montanha isolada da América do Sul onde enfim acreditava poder encontrar a paz perdida. E é assim, com Carl viajando com a casa pelos céus graças a vários balões de hélio, que Up explora na inusitada relação que ele estabelece com o divertido (e também solitário) garoto Russel, a motivação para deixar o passado para trás e ter seu coração quebrantado.

    Essencialmente feito para agradar crianças com seus bichinhos bonitinhos e engraçados (atenção no ótimo cão Dug), Up captura com precisão o interesse de adultos ao brincar de examinar o âmago do homem moderno que vive de planejamentos, mas que quase nunca busca a realização de seus sonhos de fato. E é assim, com uma trama simples e longe de ser piegas, que essa nova obra de arte da Pixar consegue (de novo) duas proezas: ser tão divertida quanto tocante.

    Cotação:

Melrose Place – Episódio Piloto

Comentário de episódio exibido no dia 8 de setembro nos EUA

Na tentativa de reforçar sua ambiciosa campanha “Tv to Talk About”, o canal americano CW estreou essa semana a releitura/continuação de Melrose Place, série que fez muito sucesso na década de 90 e era um spin-off de Beverly Hills 90210, produção que também já havia sido 'reinventada' com 90210 em 2008.

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    Centrada num grupo de moradores de um condomínio de West Hollywood, Melrose Place vende a ideia de explorar as dúvidas e dilemas de jovens em busca de afirmação pessoal e profissional. À princípio um mote interessante sobretudo pela promessa de romper com a temática extritamente teen, a nova versão de MP no entanto se revela um grande equívoco sustentado por uma narrativa preguiçosa (e nada criativa) recheada de personagens desinteressantes.

    Apresentando os jovens moradores de forma apressada e superficial, o Piloto gira em torno do misterioso assassinato de Sydney Andrews (Laura Leighton), complicada personagem da série original, que ressurge como dona do condomínio e tem relação próxima e conflituosa com alguns de seus moradores, incluindo aí a aparentemente fútil Elle, o chef Auggie (sujeito boa pinta com passado obscuro), Violet (garota com quem tem uma forte ligação) além do rebelde sem causa, David, filho do Dr. Michael Mancini (Thomas Calabro), outro personagem da primeira versão de MP que também reaparece.

    E se o ‘mistério’ inicial já soa pouco atraente logo de cara por conta da tentativa rasteira e até certo ponto óbvia de criar implicações para pelo menos três personagens (Elle, Auggie e Violet, que inclusive guarda uma relação próxima com a vítima), as demais subtramas tampouco ajudam a salvar o barco de um naufrágio iminente.

    Nesse contexto, tanto o romance do casal Jonah e Riley (absurdamente esvaziado na contraditória motivação do ‘sim’ dela ao pedido de casamento feito por ele), quanto a construção do dilema da aspirante a médica, Lauren Yung, ou a solução de Elle para afogar as mágoas (se pegar com outra mulher), se perdem num emaranhado de situações exageradamente clichês e nada envolventes.

    Tv to Talk About”, dona CW? Se depender de Melrose Place, só se for para falar mal.

O Símbolo Perdido – O novo livro de Dan Brown

Um Harry Potter para adultos. É assim que o Washington Post define a obra do escritor americano Dan Brown, cujo trabalho mais recente, O Símbolo Perdido (The Lost Symbol no original), chega às livrarias dos EUA e do Canadá no próximo dia 15 com uma incrível tiragem inicial de mais de 5 milhões de exemplares.

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    Tirando o fato de ser uma sequência indireta para O Código Da Vinci e colocar os misteriosos maçons na mistura, pouco se sabe sobre a trama do livro que traz o simbologista Robert Langdon novamente no centro de uma trama de conspiração que dessa vez acontece dentro de 12 horas na capital americana, Washington.

    O site da edição brasileira do livro (cujo lançamento ocorrerá em 4 de dezembro), está cheio de dicas e curiosidades sobre os bastidores da produção, e é um prato cheio para quem é fã das obras de Brown, que como destaca a matéria assinada por Monica Hesse e David Montgomery, é hoje um dos autores mais lidos (e ricos) do mundo, mas também pouco respeitado no meio literário onde seu estilo é considerado medíocre.

    Medíocre ou não, duas coisas são inegáveis quando se fala de Brown: 1) seu trabalho contribuiu muito para o aumento do turismo em torno dos monumentos e obras que aparecem em seus livros. 2) a prosa dos livros do cara pode até ser rasteira, mas diverte com seu ritmo acelerado quase sempre beneficiado por capítulos curtinhos que se encerram com bons ganchos, além das conspirações baseadas em elementos reais e reviravoltas a todo instante.

    Com isso em mente, pergunto: você pretende ler O Símbolo Perdido?