terça-feira, 24 de março de 2009

CAPRICA – Entrevista, 7 Sneak Peeks e texto de divulgação


Sci Fi Wire conversa com produtores e elenco de Caprica que explicam como a série fará uma alegoria para muitas das coisas que vivemos hoje

Battlestar Galactica
acabou, mas Caprica, a série que fará um prólogo dos eventos que culminaram na guerra entre humanos e cylons vem aí. Quem acompanha o blog, sabe que há tempos dedicamos posts à série, e mesmo com estreia prevista apenas para 2010, o canal Sci Fi americano (que passará a se chamar Syfy a partir de julho) já liberou o texto oficial de divulgação da série, bem como 7 sneak peeks do telefilme/piloto que será lançado no próximo dia 21 de abril nos EUA.

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    Uma incrível descoberta está tomando forma no planeta Caprica. A rápida evolução das esferas de homem e engenharia mecânica colide, junto dos destinos de duas famílias. Unidas pela tragédia em um explosivo momento de terror, dois clãs rivais liderados por patriarcas poderosos, Joseph Adama (Esai Morales) e Daniel Greystone (Eric Stoltz) duelam numa era de ética questionável, maquinações corporativas e ambições pessoais incontroláveis numa época em que a última guerra da humanidade é uma ameaça. O mais recente fenômeno dos produtores executivos de Battlestar Galactica (Ronald D. Moore and David Eick), acontece 50 anos antes. Caprica tem um mundo inteiramente seu – provocativo, empolgante e relevante ao nosso próprio.













domingo, 22 de março de 2009

Battlestar Galactica: Comentários sobre o final da série

Com óbvios spoilers para quem ainda NÃO viu o último episódio
da série
exibido no dia 20 de março nos EUA.

Existem aqueles que acreditam que a vida aqui começou lá fora, nos confins do universo, com tribos de humanos que podem ter sido os antepassados dos egípcios, dos toltecas ou dos maias. Que eles teriam sido os arquitetos das grandes pirâmides ou que teriam feito parte das civilizações antigas de Lemúria ou Atlântida...

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    É sempre duro dar adeus à uma série que desperta paixões e levanta tantas questões atuais e relevantes como Battlestar Galactica fez, por isso não foi à toa que levei algumas boas horas para conseguir escrever esse texto. Daybreak – título do último episódio - , premiou os fãs com um final cheio de tudo que a série sempre teve de mais atraente: cenas de ação e batalhas empolgantes, diálogos ricos e repletos de significados, e muita, mas muita emoção. Também não faltaram choques e surpresas, principalmente por conta de um final que se liga totalmente a um grande mito da humanidade que muitos julgam ser a grande verdade das nossas origens. Depois de quatro temporadas, a série se despediu reforçando a grande questão levantada ao longo da trama: tudo isso aconteceu antes, e tudo isso vai acontecer novamente?

    Escrito pelo produtor executivo Ronald D. Moore (o cabeludo que aparece no último ato do episódio lendo a revista na banca), o final de três horas da série respondeu várias questões, mas deixou algumas em aberto dando espaço para interpretações e reflexões. Isso, é claro, acabou despertando a fúria de muita gente que julgava ser fundamental que todas as pontas soltas lançadas no curso da história da série fossem devidamente amarradas. Obviamente, há de se respeitar opiniões, mas para uma série que nunca mastigou explicações ou explorou obviedades, o final excelente.

    E daí se não tivemos uma explicação minimalista para o que aconteceu com Starbuck e o que ela era (o principal ponto de discórdia nos fóruns e blogs dedicados à série)? O que me parece falho no julgamento enfurecido de alguns fãs é que independentemente da resposta que fosse dada, muitos continuariam insatisfeitos da mesma forma. Como muita coisa na vida, há certos mistérios para os quais não existe uma resposta. Com isso em mente, posso dizer com muita tranquilidade que particularmente gostei que tenham deixado essa ponta solta para que reflitamos e imaginemos o que ela era afinal. E para mim, ela era o elo de ligação da força maior invisível, mas sentida por todos que Baltar cita numa das melhores cenas do episódio, aquela na sala de comando em que humanos e os cylons tiranos liderados por Cavil decidem dar uma chance à trégua. No fim, a missão da inesquecível Kara “Starbuck” Trace era levar os últimos humanos e cylons rebelados à verdadeira Terra, à nossa Terra e não àquela destruída por uma hecatombe nuclear, e se ela era ‘simplesmente’ um anjo ou não, fica à critério de cada um.

    Ao explorar abertamente a ideia defendida no livro “Eram os Deuses Astronautas?”, o final da série (e da saga dos últimos humanos do universo), surpreende ao homenagear a original produzida em 1978 cuja abertura tinha a narração que reproduzi no início do texto. De todos os possíveis finais, e apesar das dicas, eu jamais imaginara que Ron Moore e cia fossem de fato trilhar o caminho de ligar a história daqueles personagens à nossa. E querem saber? Por mais que alguns digam que esse final não foi original e etc, vou para sempre bater palmas para os caras que ousaram ao longo de cinco anos, construir entretenimento de altíssima qualidade, levantando questões que falavam de política, religião e filosofia como nenhuma outra série jamais fez.

    Battlestar Galactica se despede, mas deixa em mim a certeza de ter experimentado uma viagem rica, divertida e que fez pensar. Afinal, estamos ou não fadados a repetir ciclos? As guerras de egos, o egoísmo, o consumo desenfreado e o distanciamento e consequente isolamento do homem cada vez mais refém da tecnologia serão os nossos “cylons”? A resposta para isso eu não sei, mas se uma série de ficção científica provoca tamanha reflexão, não preciso de outras provas para concluir que sua importância para a história da tv será inegável. Obrigado BSG. Sentirei saudades.

    Outras observações:

    - Muito bacana ver as cenas de batalhas envolvendo os centuriões cylons que conhecemos nessa versão da série e aqueles da série clássica.

    - Outro momento muito interessante ainda ligado à série de 78, foi aquele em que Sam lidera a frota na direção do sol ao som da música tema da produção clássica criada por Glen Larson

    - Belíssima a tomada que mostra a chegada da frota à Terra e a descida de todos na África (não foi lá que encontraram a ossada mais antiga do homem?)

    - Foi difícil conter as lágrimas na cena que marcou a morte e posterior despedida entre Adama e Laura Roslin, cortesia do excepcional trabalho de Edward James Olmos e Mary McDonnel respectivamente.

    - A série acabou, mas é bom lembrar que ainda teremos pela frente o telefilme “O Plano”, que será, como o próprio título já indica, focado nos bastidores do grande plano de extermínio perpetrado pelos cylons e que culminou na hecatombe que dizimou grande parte das 12 colônias.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Ator confirma que filme da série Roma da HBO vai mesmo sair do papel

O que antes era apenas um rumor, agora virou está virando realidade. O filme baseado na série Roma vai mesmo ser feito e deve ser lançado em 2010 nos cinemas. Quem confirmou a notícia em entrevista ao Movie Web foi o ator Ray Stevenson, o Titus Pullo na série e que recentemente fez o violento “O Justiceiro: Zona de Guerra”.

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    Segundo Stevenson, o roteiro está sendo escrito, mas embora não saiba dizer quando ficará pronto, ele afirma categoricamente que o filme vai acontecer. “Não sei se entraremos em produção dentro de um ano ou em seis meses, mas faremos o filme.”

    Com apenas duas temporadas na HBO, Roma mesclou ficção e fatos históricos num nível de detalhes e ousadia poucas vezes vista em uma produção para a tv. Criada por Bruno Heller (hoje por trás do megasucesso da temporada na tv americana, The Mentalist), Roma foi a série mais cara da história da televisão tendo consumido mais de US$100 milhões ao ser inteiramente filmada nos estúdios da CineCittá.

    Não se sabe qual será o período histórico abordado na trama do filme, mas como o próprio Bruno Heller está escrevendo o roteiro e já disse diversas vezes que por causa do cancelamento da série não conseguiu contar todas as histórias que queria, é bem provável que o filme se situe num período próximo àquele que vimos no fim da série, o que inclusive abriria espaço para os retornos de grande parte daqueles personagens.

    Bom, não sei você, mas eu tô desde já muito curioso para ver esse filme.

Battlestar Galactica: Chegou o dia de dizer adeus



Chega ao fim na noite de hoje no canal Sci Fi americano, um dos dramas mais relevantes de todos os tempos na história da tv. Considerada por muitos como uma verdadeira ópera espacial, ao longo de suas quatro temporadas, Battlestar Galactica contou a saga de humanos lutando por sua sobrevivência e pela busca de um planeta então mítico para eles: a Terra.

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    Fruto da reimaginação da série criada por Glen Larson em 1978, a produção assinada por Ronald D. Moore manteve o núcleo que envolvia a busca dos humanos sobreviventes de um grande holocausto perpetrado pelas máquinas que eles mesmos criaram, os cylons, mas alçou a trama vários níveis acima da original em termos de seriedade e complexidade. Além disso, BSG nunca abriu mão de tratar de forma inteligente e contundente, temas atuais da nossa sociedade, abordando questões filosóficas e até existenciais (na série são os cylons que falam em Deus) sem jamais parecer didática ou enfadonha.

    Com um excepcional elenco encabeçado pelo talentoso veterano Edward James Olmos (que revelou emocionado no último especial da série, que esse foi o melhor trabalho de sua extensa carreira) na pele do comandante William Adama e pela atriz Mary McDonnell como a presidente Laura Roslin, a série contou ainda com outros atores igualmente brilhantes como Michael Hogan (Saul Tigh) e surpreendentes novidades como a bela Tricia Helfer (a cylon 6), Katee Sackoff (Starbuck) e outros tantos.

    Analisando tudo, e vendo quão perfeita foi a fórmula construída pela série, a constatação mais óbvia que fica com a proximidade de seu fim é uma só: quer sejam pelos personagens, quer sejam pelas ótimas sequências de batalhas espaciais que não deviam nada à grandes produções do cinema, ou mesmo pela marcante trilha sonora de Bear McCreary, Battlestar Galactica vai deixar muitas saudades. So say we all!


quinta-feira, 19 de março de 2009

FRINGE: vídeos promocionais do retorno da série nos EUA

Via The ODI, dois vídeos promocionais que anunciam o retorno de Fringe pela FOX, dia 07 de abril, nos EUA. 





TOP 10: as séries campeãs de downloads e as mais assistidas da semana nos EUA (09 a 15/03)

Segundo os números finais da audiência da semana passada (Nielsen TV Ratings), entre os dias 09 e 15 de março, as séries mais assistidas foram:

1. CSI (17,132 milhões de telespectadores)
2. Desperate Housewives (14,602)
3. Criminal Minds (14,342)
4. The Mentalist - reprise (14,322)
5. CSI: Miami (14,215)
6. Grey’s Anatomy (13,642)
7. CSI: NY (13,633)
8. NCIS – reprise (13,518)
9. Two and a Half Men (13,437)
10. Cold Case (13,025)

TOP 20: OS PROGRAMAS MAIS ASSISTIDOS DA SEMANA


    1. American Idol – Terça (25,767 milhões de telespectadores)
    2. American Idol - Quarta (25,547)
    3. Dancing with the Stars (22,829)
    4. CSI (17,132)
    5. Desperate Housewives (14,602)
    6. Criminal Minds (14,342)
    7. The Mentalist - reprise (14,322)
    8. CSI: Miami (14,215)
    9. Grey’s Anatomy (13,642)
    10. CSI: NY (13,633)
    11. NCIS - reprise (13,518)
    12. Two and a Half Men (13,437)
    13. Cold Case (13,025)
    14. 60 Minutes (12,870)
    15. Survivor: Tocantins (12,818)
    16. House (12,384)
    17. Eleventh Hour (11,608)
    18. 24 Horas (11,368)
    19. Lie to Me (11,251)
    20. Law and Order: SVU (11,066)


AS SÉRIES CAMPEÃS DE DOWNLOADS

    Segundo o site Torrentfreak.com, as séries campeãs de downloads, entre os dias 09 e 15 de março, foram (estimativa):

    1. Heroes (1,690,000 milhões de downloads)
    2. House ( 780,000)
    3. 24 Horas (710,000)
    4. Desperate Housewives (620,000)
    5. Smallville (580,000)
    6. Battlestar Galactica (520,000)
    7. The Big Bang Theory (510,000)
    8. Terminator: The Sarah Connor Chronicles (410,000)
    9. Supernatural (390,000)
    10. How I Met Your mother (360,000)

terça-feira, 17 de março de 2009

Finalistas do American Idol 2009 já estariam previamente definidos?

As apresentações centradas nas músicas de Michael Jackson na semana passada renderam interpretações bem curiosas que iam do genial (Lil Rounds, Alexis Grace e Danny Gokey), passando pelo “não comprometeu” (casos de Allison Iraheta e Kris Allen) e as desastrosas que rendiam vergonha alheia como a decepcionante performance de Anoop Desai para o clássico pop “Beat It”. Porém, nada disso importa hoje, já que o TV Guide repercute uma informação publicada no New York Daily News, apontando que os produtores do programa, já teriam escolhido os 4 competidores que chegarão à reta final da edição 2009.

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    Segundo nota da coluna GateCrasher assinada por Laura Schereffler e Sean Evans, uma fonte ligada à produção afirma que Danny Gokey, Lil Rounds, Adam Lambert e Alexis Grace, são os 4 que estarão nas últimas rodadas da competição que escolherá o novo ídolo da música americana e quem sabe, mundial. Ou seja, a suposta fonte aponta para a possibilidade de que os votos do programa são manipulados.

    Além disso, a fonte indica que os dois que efetivamente chegarão à grande final prevista para ir ao ar no dia 20 de maio, serão Danny Gokey e Alexis Grace, já que Lil Rounds e Adam Lambert, seriam parecidos demais com os antigos competidores do programa, Fantasia e Chris Daughtry, respectivamente.

    É óbvio, que isso tudo não deve passar de um grande rumor inventado nos bastidores para gerar notícia, mas como a produção do programa e da Fox (emissora que exibe AI nos EUA) se recusou a comentar o assunto, não custa nada ficar de olho, certo?

    Em tempo, hoje à noite a 2ª rodada da etapa eliminatória, terá como tema, o Grand Ole Opry que nada mais é do que o mais antigo programa de rádio dedicado à música country nos EUA, o que significa dizer que praticamente todas as músicas selecionadas serão absolutamente desconhecidas por nós. Tédio Sono à vista?

    Mas, voltando ao tema do post, você acha que o American Idol manipula os resultados, ou acredita que o público e só ele, é quem define quem merece ou não ficar no páreo da disputa para o título de novo grande artista da música?

Fringe estréia hoje no Brasil

Finalmente, Fringe estréia hoje no Brasil, no Warner Channel. A série, com a assinatura de JJ Abrams (Felicity, Alias e Lost), idealizada em parceria com seus antigos colaboradores, Alex Kurtzman e Roberto Orci, traz a promessa de explorar o gênero investigativo envolvendo a boa e velha conspiração, muitos mistérios e um climão sci fi, mesclado com dramas pessoais. Se apesar da boa audiência alcançada nos EUA a série ainda não é um fenômeno, nem foi a grande estréia da temporada (posição ocupada por The Mentalist, série da CBS que chegou arrasando na audiência) ao longo dos episódios ela vai mostrando seu potencial para mobilizar os telespectadores e cativar os fãs do gênero. Segundo JJ Abrams, a inspiração para Fringe veio de Twilight Zone, Night Stalker e é claro, de Arquivo X. Apesar disso, a série está construindo uma identidade própria e não pode ser taxada de uma simples cópia. E exatamente por tentar ser autêntica, Fringe tem seus altos e baixos.

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    A história em si tem como núcleo três personagens bem diferentes e interessantes – Olivia Dunham (Anna Torv) uma jovem agente do FBI; Walter Bishop (John Noble ) um cientista realmente excêntrico e que até pouco tempo estava internado em uma clínica psiquiátrica; e Peter Bishop (Joshua Jackson) seu problemático e estranho filho. A trama gira em torno do trio descobrindo uma rede sombria formada essencialmente por pesquisadores que estão usando a ciência de formas cada vez mais aterradoras e para fins obscuros. Caberá a eles a missão de tentar policiá-los. Por trás de todos os casos do chamado “Padrão”, nome dado à série de eventos inexplicáveis que acontecem em todo o mundo e investigados pelo FBI, sob o comando de Phillip Broyles (Lance Reddick, o Matthew Abaddon de Lost), criou-se uma mitologia interessante, que inclui uma corporação envolvida com pesquisa e desenvolvimento de tecnologias avançadas, a Massive Dynamics, e a figura curiosa e bizarra do “Observador”. Nos EUA, a série retorna em abril com episódios inéditos. Se você ainda não teve a oportunidade de assistir, vale a pena sintonizar na Warner, às 22 horas e conferir o episódio piloto da série.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Confirmado: MacGyver chegará às telonas em breve

O The Hollywood Reporter, confirmou hoje que MacGyver (Profissão:Perigo no Brasil), um dos grandes sucessos do final da década de 80 e início dos 90 na tv, e hoje um verdadeiro ícone da cultura pop, vai ganhar adaptação no cinema em produção assinada pela filha do renomado Dino De Laurentiis em parceira com o criador da série, Lee Zlotoff.

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    Estrelada pelo ator Richard Dean Anderson (que mais tarde participou de Stargate SG1), MacGyver mostrava as aventuras de Angus MacGyver, um ex-agente secreto que a trabalho de uma organização chamada Fundação Phoenix se envolvia nas mais diversas e perigosas missões. Sempre correndo riscos em cada episódio da série, MacGyver (que não usava armas de fogo em seu trabalho por causa de um trauma de infância) livrava-se dos perigos construindo pequenos gadgets inacreditáveis.

    A série durou 7 temporadas, rendeu dois telefilmes e com um lugar cativo no rol dos grandes clássicos da tv, influenciou produções mais recentes e difundiu um termo que é comumente ouvido ou usado toda vez que alguém encontra uma solução criativa e até mesmo inimaginável para uma situação aparentemente impossível.

    Ainda em fase de roteirização, não há informações sobre datas para o início das filmagens ou mesmo dos nomes que estarão envolvidos com o projeto (ainda não se sabe se Richard Dean Anderson estará no filme), mas mesmo com o passado recente de bombas envolvendo adaptações de séries de tv para o cinema, fico curioso com o que pode surgir dessa ideia, e você?

    Em tempo, vale lembrar que além de MacGyver, outro grande clássico da tv que também deve chegar em breve ao cinema é Esquadrão Classe A. Nessa onda, especula-se que até o descolado detetive Magnum da série de mesmo nome estrelada por Tom Selleck possa ganhar filme. Depois das Panteras (que já ganharam 2 filmes e ainda podem voltar num terceiro em breve), outras séries que também já foram adaptadas para a telona foram SWAT e Miami Vice. Com isso em mente, qual série você acha que também poderia ganhar uma adaptação no cinema?

quarta-feira, 11 de março de 2009

TOP 10: as séries campeãs de downloads e as mais assistidas da semana nos EUA (02 a 08/03)

Segundo os números finais da audiência da semana passada (Nielsen TV Ratings), entre os dias 02 e 08 de março, as séries mais assistidas foram:

1. CSI (20,875 milhões de telespectadores)
2. Two And a Half Men (15,469)
3. NCIS - reprise (13,667)
4. Desperate Housewives (13,646)
5. CSI: Miami (13,418)
6. The Mentalist - reprise (12,631)
7. Cold Case (12,617)
8. Eleventh Hour (12,050)
9. Rules Of Engagement (11,822)
10. 24 Horas (11,139)

TOP 20: OS PROGRAMAS MAIS ASSISTIDOS DA SEMANA

    1. American Idol –Terça (24,309)
    2. American Idol - Quarta (22,776)
    3. American Idol (21,498)
    4. CSI (20,875)
    5. The Bachelor (17,466)
    6. The Bachelor (15,477)
    7. Two And a Half Men (15,469)
    8. NCIS - reprise (13,667)
    9. Desperate Housewives (13,646)
    10. CSI: Miami (13,418)
    11. 60 Minutes (13,309)
    12. The Mentalist - reprise (12,631)
    13. Cold Case (12,617)
    14. Eleventh Hour (12,050)
    15. Survivor: Tocantins (11,850)
    16. Rules Of Engagement (11,822)
    17. 24 Horas (11,139)
    18. How I Met Your Mother (11,094)
    19. Ghost Whisperer (11,090)
    20. The Bachelor (10,903)

AS SÉRIES CAMPEÃS DE DOWNLOADS

    Segundo o site Torrentfreak.com, as séries campeãs de downloads, entre os dias 02 e 08 de março, foram (estimativa):

    1. Lost (1,770,000 milhões de downloads)
    2. Heroes (1,710,000)
    3. 24 Horas (610,000)
    4. The big Bang Theory (440,000)
    5. Battlestar Galactica 430,000)
    6. Terminator: The Sarah Connor Chronicles (390,000)
    7. Chuck (340,000)
    8. How I Met Your mother (320,000)
    9. The Simpsons (260,000)
    10. The Office (240,000)