terça-feira, 14 de abril de 2009
2 Sneak peeks da 2ª temporada de True Blood
Caprica – Piloto 1x00
Cinquenta e oito anos antes de hecatombes nucleares, perseguições e batalhas pelo espaço nos confins do universo, houve um tempo em que Caprica era ‘só’ um planeta habitado por homens cheios de conflitos éticos, morais, filosóficos e religiosos. Mergulhada numa espiral irreversível, que através do avanço contínuo da tecnologia definiria seu destino para sempre, Caprica é o berço do que vimos na recém encerrada Battlestar Galactica e, a julgar pelo piloto, vem aí uma baita série.
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Antes de qualquer coisa, não se engane achando que Caprica seguirá a mesma linha de BSG. Tanto no conceito quanto na execução, as diferenças são gritantes. A começar pela narrativa mais condensada e por uma fotografia marcadamente distinta. Além disso, aqui não há cenas de ação cheias de adrenalina, tomadas espaciais repletas de efeitos visuais bacanas ou vários momentos de arrancar o fraking fôlego. A força de Caprica concentra-se em outro terreno: o de explorar os dilemas morais de quem tem acesso/capacidade de recriar a vida (ou continuá-la incessantemente) frente os que acreditam que as fronteiras da tecnologia já ultrapassaram qualquer barreira do aceitável moralmente.
Nesse cenário, dois personagens que se unem na dor da perda de suas filhas, assumem papéis antagônicos: Daniel Greystone (Eric Stoltz) e Joseph Adama (Esai Morales). O primeiro é um cientista renomado com acesso a tecnologias de ponta que, após um breve período de sofrimento, vê numa criação de sua falecida filha Zoe a oportunidade de trazê-la de volta à vida, enquanto o segundo, temendo o desconhecido ou apegado à lei da vida, se recusa a aceitar a ideia de poder ter a filha de volta daquele jeito.
Obviamente, há muito mais elementos subjetivos por trás dos conflitos que se desenvolvem a partir daí, mas para entender efetivamente as motivações destes personagens o melhor a se fazer é conferir como se estabelece a dinâmica relação dos dois com as mais altas rodas de poder de Caprica. Ambos à sua maneira e em escalas distintas, acabam se revelando como peças-chave no surgimento da inteligência artificial, que mais tarde se transformaria nos rôbos cylons que declarariam guerra aos homens.
Fora esse aspecto, vale mencionar que o piloto de Caprica dá sinais de que a série vá expandir ainda mais e de uma forma mais efusiva a discussão sobre divindades que permeou boa parte de BSG. E nisso a personagem de Polly Walker (a Atia de Roma) dá mostras que tem tudo para se tornar marcante.
Ah, e se você está aí se perguntando se é fundamental ter visto BSG para poder curtir Caprica, digo que não, mas faço uma ressalva honesta: quem viu a produção que a originou, tende a se divertir muito mais com o que a história traz e o motivo é bem simples, por se tratar de uma produção de origens, o curioso jogo de buscar referências e fazer associações com tudo o que BSG mostrou será prazerosamente inevitável e que o digam as aparições do jovem William Adama, e claro, do primeiro modelo de centurião cylon.
O piloto de Caprica será lançado em DVD no dia 21 de abril nos EUA e deve ser exibido no canal Sci Fi americano (ou SyFy como passará a se chamar) no início do 2º semestre deste ano.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
A volta de In Treatment - 1ª semana da 2ª temporada
Sendo assim, como fãs das sessões de terapia do Dr. Paul Weston (Gabriel Byrne), a Juliana e eu cobriremos essa 2ª temporada integralmente, seguindo o calendário de exibição americano, condensando num post semanal nossos comentários e opiniões sobre a evolução do tratamento de cada um dos quatro novos pacientes, além, é claro, das visitas do ainda mais complexo Paul à Gina (a ótima Diane Wiest).
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Investindo numa abordagem ainda mais intimista em relação à temporada de estréia e contando com personagens que ouso dizer, são mais interessantes que os antigos, o 2º ano já começa com uma bomba para Paul Weston: o pai de Alex – o piloto que morreu num acidente aéreo -, aparece na casa do psicólogo (que se mudou para o Brooklin depois de se divorciar de Kate), para avisar que o estava processando por negligência acusando-o de ser responsável pelo suicídio de seu filho. Não vou entrar no mérito se o cara tem ou não o direito de processar Weston (e até acredito que tenha). Mas, é curioso ver que Paul, mesmo indignado com a acusação, ainda tenha tentado argumentar com o pai de Alex civilizadamente. Na pele dele, eu teria dito algumas boas verdades para aquele senhor, tais como a de que ele sim tinha muita culpa na tragédia do filho em função de uma criação reprimida, que lançou Alex numa espiral fantasiosa de que se podia controlar tudo, o que inegavelmente ajudou a construir nele a culpa pelas consequências de seu trabalho e que, numa última instância, pode tê-lo feito se matar.
Mia – segunda-feira
Seja lá como for, fato é que foi em função desse processo que Paul entrou em contato com Mia, advogada bem sucedida, na faixa dos 40 e poucos anos, interessada em defendê-lo da acusação, mas que guarda um histórico pessoal com ele: ela fora sua paciente 20 anos antes. E embora o primeiro encontro entre Paul e Mia não tenha sido uma sessão propriamente dita, é curioso que, embora ela diga veementemente que o processo contra ele muito provavelmente seria arquivado, ela tenha usando o encontro para tirar antigos esqueletos do armário, provocando uma avalanche de sentimentos mal resolvidos que inevitavelmente se misturam ao detalhamento do processo. Paul foi negligente no tratamento de Mia no passado? Ela o culpa por ter direcionado integralmente seu foco na carreira privando-se de não ter constituído família? São essas as perguntas que muito provavelmente serão exploradas ao longo das próximas sessões entre os dois.
April - terça-feira
À princípio, a jovem estudante de arquitetura poderia ser vista como a equivalente da Sophie da temporada anterior, já que decidida a isolar-se de amigos e parentes em função de um grave problema de saúde – a garota tem câncer -, April também está de certa forma tentando se destruir, ainda que inconscientemente. Apesar de independente, como o Paul a vê, April é uma jovem irritada que na recusa de aceitar o que lhe aconteceu, assume uma postura defensiva e isolacionista na vã esperança de que vai se vingar da doença simplesmente negando-se a tratar dela. Dos quatro novos pacientes de Paul, ela talvez seja a mais complexa e a que vai oferecer a maior carga dramática durante as sessões, o que diga-se de passagem, é um convite e tanto para que nos envolvamos no problema dela.
Oliver - quarta-feira
Curiosidade: em Be’Tipul, série israelense que inspirou In Treatment, esse personagem na verdade é o filho do casal que se divorciou depois de fazer terapia com Paul na 1ª temporada (Jake e Amy na versão americana). Se a manutenção desse aspecto traria algum elemento mais interessante às sessões eu não sei, mas o que já dá para dizer é que Paul inevitavelmente enxerga nos dilemas do garoto problemas idênticos ao que seu filho deve encarar em função do distanciamento do pai, em virtude do divórcio. Além disso, as sessões com o garoto prometem ser interessantes, sobretudo por mostrar como adultos podem ser tão imaturos quanto os filhos que deveriam criar para serem o melhor que puderem. Luke e Bess são, cada uma a sua maneira, dois perfeitos exemplos do modelo que pais NÃO deveriam seguir. Ele liberal demais, ela super protetora. E no meio disso um garoto frustrado sem saber que direção seguir.
Walter - quinta-feira
É óbvio que nenhum profissional na posição de Paul poderia dar tão rápido o diagnóstico que Walter (o veteraníssimo John Mahoney, o Martin Crane de Frasier) tanto exigiu para seu problema com insônia, mas bastou uma sessão para perceber o óbvio: muito mais do que a preocupação com sua filha, que vive os perigos de se trabalhar num país instável, o grande problema do experiente executivo é de ter passado do ponto em que deveria se desligar da rotina estafante que um trabalho como o seu exige (preocupação com milhares de funcionários, reuniões, tomadas de decisão...) e curtir a vida com qualidade. Óbvio que para alguém que disse ter concentrado o dobro de esforços para atingir a posição que adquiriu, tomar tal decisão não pode ser tão simples. Além disso, provavelmente há outras causas para a estafa mental dele, algo que deve ser explorado nas próximas semanas. Por enquanto o novo personagem que mais gostei.
Gina - sexta-feira
Capaz de confrontar Paul e extrair dele as reações mais autênticas, Gina continua sendo a válvula de escape para as frustrações do outrora pupilo. Conhecendo-o a fundo e entendendo o histórico do que provocou as radicais mudanças na vida dele (mudança de endereço, consultório novo, solteirice), é ela que desperta o lado mais frágil de Paul que com ela se transforma – esquecendo por instantes todas as convenções que a experiência profissional lhe deram - num paciente comum, que só se difere dos demais quando resolve analisar a leitura que ela faz dele. A química dos dois em cena continua perfeita e se continuar nesse rítmo, não será surpresa se faturarem prêmios no Emmy.
Observações finais da 1ª semana
Diferente dos pacientes da 1ª temporada cujos problemas basicamente tinham origem neles mesmos, os desse 2º ano da série encontram (à exceção de April, talvez) reflexo e origem em terceiros. Mia enxerga a razão de sua infelicidade atual num tratamento conturbado e mal resolvido com seu terapeuta no passado; Oliver é uma criança abalada no meio de um divórcio e que perdeu as referências do que deveriam ser seus pais; Walter começa a creditar às suas responsabilidades como executivo e pai como possíveis causas de sua estafa, enquanto Gina continua sendo a única que vê as fraquezas de Paul sem censuras e consegue extrair dele as reações mais autênticas e genuínas de alguém que está sentindo o fardo de tantas mudanças. E sobre Paul, o que dá para dizer é que agora ele é um homem destroçado pelas experiências negativas recentes e que ao adotar uma postura mais envolvida com os problemas de seus pacientes, enxerga neles seus maiores medos, dúvidas e frustrações. E ao perder a noção da linha que separa o analista do analisado, esconde-se numa casca de auto-confiança que pouco a pouco vai se quebrando e revelando quão frágil emocionalmente ele está, o que o transforma num personagem ainda mais complexo e interessante.
Se a 1ª semana de In Treatment for parâmetro para o que vem pela frente, parece que teremos uma temporada não menos que brilhante pela frente. Já começou suas sessões?
domingo, 12 de abril de 2009
O remake de "V: A Batalha Final" vem aí. Descubra o que te espera
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O piloto do que pode se transformar em série já está sendo gravado no Canadá e diversos nomes conhecidos dos fãs de séries já foram confirmados no elenco. Elizabeth Mitchell (a Juliet de Lost) dará vida à Erica Evans, personagem que ao que tudo indica será a grande protagonista da série; Joel Gretsch (o Tom Baldwin de The 4400) será o padre Jack Lowery; Morena Baccarin (a Inara de Firefly) fará Anna, a líder dos visitantes, enquanto Scott Wolf (Party of Five, Everwood) será Chad Decker.
A ABC ainda não confirmou se o remake de “V” estará ou não na grade da temporada 2009/2010 de séries (esse anúncio só deve vir em meados de maio), mas considerando que a emissora já divulgou uma sinopse do que será visto no piloto, acredito que seja bem razoável acreditar que “V” efetivamente ganhará o sinal verde para ter pelo menos 13 episódios produzidos.
A sinopse
O mundo acorda e encontra naves espaciais sobrevoando os céus das grandes cidades. Os Visitantes afirmam ter vindo em paz trazendo presentes em forma de milagres médicos e tecnologia além de dizer que não querem nenhum conflito, mas a verdade é que eles estão mentindo. Muitas pessoas acreditam que os alienígenas vieram no exato momento em que a humanidade mais precisava, e vários estão dispostos a abraçar as ofertas generosas de ajuda, mas enquanto investiga uma célula terrorista, a agente do departamento de Segurança Nacional, Erica Evans (Elizabeth Mitchell) acaba se deparando com algo muito mais sinistro. Quando seu parceiro tenta matá-la, Erica descobre que os alienígenas planejam se infiltrar nos governos e nos negócios para por em ação seu plano de controlar a humanidade. Convencer alguém sobre a verdade sera impossível porque os Visitantes tem duas poderosas armas. Primeiro, eles deram às pessoas fé com sua presença e presentes, e segundo porque eles conquistam a nossa juventude. Milhares de adolescentes, incluindo o filho de Erica foram recrutados como ‘embaixadores da paz’, mas na verdade eles agem como espiões. A violenta introdução de Erica à verdade coloca-a em contato com o movimento de resistência, onde ela une forças com Ryan, um alienígena rebelde determinado a salvar a humanidade. Erica precisa então balancear suas atividades sob disfarce com seu trabalho, e com o papel de mãe lutando para proteger seu filho Tyler mesmo quando ele se junta ao inimigo.
Descrição de alguns personagens
Erica Evans - 38 anos, mãe solteira com um filho adolescente, Erica está na divisão contra terrorista e vive em Los Angeles. Atualmente investigando uma célula terrorista adormecida que forjou documentos, Erica vê sua vida ser interrompida quando naves alienígenas aparecem nos céus de 29 grandes cidades do mundo. Tranquilizada quando os tripulantes humanóides parecem ser completamente amigáveis, Erica volta a se focar em seu trabalho e em seu complicado filho, e ao fazê-lo acaba descobrindo uma grande e chocante conspiração.
Padre Jack Lowery - Com 30 e poucos anos, o padre Jack é assistente na Igreja de Todos os Santos em Los Angeles, uma paróquia cujo número de fiéis diminuiu para quase nenhum. Prestes a ser transferido, padre Jack vê um renascimento da fé quando os visitantes chegam, quando católicos afastados retornam à igreja temerosos com o novo mundo. Sem se impressionar com a onda de esperança e devoção que se segue à chegada dos Visitantes, padre Jack teme que seus seguidores estejam relacionando os alienígenas como substitutos de Deus.
Chad Decker - Com 28 anos, ele é repórter baseado em Nova Iorque. Amoral, ambicioso e de pouca confiança, Chad quer chegar ao topo de sua profissão bem rápido. O tipo de homem que dorme com a secretária de imprensa da vice presidência para ganahr acesso, Chad entra em contato com A fonte quando ele é escolhido por Anna para se tornar o porta voz das informações/propagandas dos Visitantes. Ambicioso demais para perceber que vai se tornar um serviçal, Chad não questiona sua sorte.
Tyler Evans - Com 16 anos, o filho de Erica Evans é um sujeito renegado que quer se tornar querido - ou que talvez queira se encxaixar em algo ou algum lugar. Rebelde, Tyler se mete em problemas seguidamente tentando invadir festas nas quais não é bem vindo, e indo parar em hospitais. Mas quando os Visitantes chegam, e seu amigo Bryce consegue ingressos para visitar a nave que está em Los Angeles, Tyler acredita que os alienígenas possam preencher o vazio de sua vida.
Ryan Nichols - Com 36 anos, Ryan é namorado de Valarie Holt, e está perto de propor casamento. Mas Ryan tem um grande segredo que mantém escondido de Valerie e sua filha Cassie.
Anna - É a líder dos Visitantes e não tem só uma aparência humanóide. Ela tem aparência praticamente perfeita e é linda. Mulher que se apresenta como uma deusa benevolente com um tom de voz suave que é reconfortante e firme, Anna é a figura de frente dos alienígenas e sabe muito sobre cultura humana, sua língua e manipulação da mídia. Ao conhecer Chad Decker, ela passa a usá-lo como o carreirista perfeito para divulgar sua mensagem de paz e prospreridade ao mundo.
*-*-*
Não sei você, mas estou bastante curioso para ver o resultado dessa trama, sobretudo se ela conseguir emular uma boa conspiração aliada a personagens interessantes. Resta saber se o público atual vai comprar a idéia de “V”.
Em tempo, em breve pretendo rever a série original (cuja vaga lembrança guardo da minha infância) e tão logo o faça, escreverei um pouco mais sobre ela aqui para matar um pouco da curiosidade de quem não a conhece.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Comentários FRINGE 1x15 “ Inner Child”

O Observador anda aparecendo por aí, numa estratégia interessante de divulgação da série, promovida pela FOX dos EUA. No dia 05 de abril, ele foi visto em uma corrida de carros da Nascar.
Na terça, 07 de abril, ele foi visto na platéia de um dos programas mais vistos e adorados pelo público americano, American Idol.
terça-feira, 7 de abril de 2009
TOP 10: as séries campeãs de downloads e as mais assistidas da semana nos EUA (16/03 a 05/04)
1. NCIS (17,832 milhões de telespectadores)
2. The Mentalist (17,620)
3. Grey’s Anatomy (16,101)
4. Criminal Minds (14,358)
5. CSI: Miami (13,674)
6. CSI: NY (12,636)
7. Cold Case (11,856)
8. Two And a Half Men (11,146)
9. 24 Horas (10,370)
10. E.R. (10,355)
16 a 22 de março
1. NCIS (15,835 milhões de telespectadores)
2. The Mentalist (15,491)
3. Desperate Housewives (14,748)
4. Grey’s Anatomy (14,606)
5. Two And a Half Men (14,124)
6. Criminal Minds (13,741)
7. CSI: Miami (13,610)
8. House (13,132)
9. CSI: NY (12,786)
10. Without a Trace (11,872)
TOP 20: OS PROGRAMAS MAIS ASSISTIDOS DA SEMANA (de 16 a 29 de março)
16 a 22 de março
1. American Idol - Quarta (23,705 milhões de telespectadores)
2. American Idol - Quinta (21,886)
3. Dancing With the Stars (21,224)
4. 60 Minutes (17,042)
5. NCIS (15,835)
6. The Mentalist (15,491)
7. Desperate Housewives (14,748)
8. Grey’s Anatomy (14,606)
9. Two And a Half Men (14,124)
10. Criminal Minds (13,741)
11. CSI: Miami (13,610)
12. House (13,132)
13. CSI: NY (12,786)
14. Dancing With The Stars Resultados (12,737)
15. Amazing Race (12,420)
16. Without a Trace (11,872)
17. Rules Of Engagement (11,418)
18. Cold Case (11,411)
19. 24 Horas (11,364)
20. Castle (10,965)
23 a 29 de março
1. American Idol - Quarta (26,025 milhões de telespectadores)
2. American Idol - Quinta (23,102)
3. Dancing With the Stars (20,339)
4. NCIS (17,832)
5. The Mentalist (17,620)
6. Dancing With tars Resultados (16,117)
7. Grey’s Anatomy (16,101)
8. 60 Minutes (14,442)
9. Criminal Minds (14,358)
10. CSI: Miami (13,674)
11. CSI: NY (12,636)
12. Amazing Race (11,986)
13. Cold Case (11,856)
14. Two And a Half Men (11,146)
15. CBS NCAA (campeonato de basquete) (10,996)
16. Extreme Makeover: Home Ed. (10,840)
17. CBS NCAA (campeonato de basquete) (10,606)
18. CBS NCAA (campeonato de basquete) (10,375)
19. 24 Horas (10,370)
20. E.R. (10,355)
AS SÉRIES CAMPEÃS DE DOWNLOADS
Segundo o site Torrentfreak.com, as séries campeãs de downloads (dados do mundo todo), entre os dias 16 de março e 05 de abril, foram (estimativa):
16 a 22 de março
1. Lost (1,570,000 milhões de downloads)
2. Desperate Housewives (680,000)
3. Battlestar Galactica (630,000)
4. 24 Horas (610,000)
5. House ( 580,000)
6. Family Guy (420,000)
7. Smallville (410,000)
8. The Big Bang Theory (400,000)
9. How I Met Your Mother (370,000)
10. South Park (360,000)
23 a 29 de março
1. Heroes (1,740,000 milhões de downloads)
2. Lost (1,610,000)
3. 24 Horas (670,000)
4. Desperate Housewives (640,000)
5. Family Guy (510,000)
6. How I Met Your Mother (495,000)
7. Gossip Girl (490,000)
8. Smallville (470,000)
9. Terminator: The Sarah Connor Chronicles (440,000)
10. Supernatural (420,000)
30 de março a 05 de abril
1. Heroes (1,760,000 milhões de downloads)
2. Lost (1,700,000)
3. House (750,000)
4. 24 Horas (720,000)
5. The Big Bang Theory (520,000)
6. How I Met Your Mother (495,000)
7. South Park (480,000)
8. Family Guy (430,000)
9. Gossip Girl (420,000)
10. Terminator: The Sarah Connor Chronicles (400,000)
segunda-feira, 6 de abril de 2009
The Unusuals: veja 5 sneak peeks da nova série da ABC

domingo, 5 de abril de 2009
DAMAGES: Balanço da 2ª temporada
Uma coisa é certa: hoje na tv não há nenhum drama jurídico tão bom, envolvente e com personagens marcantes quanto os de Damages, e é por isso tudo que adoro a série, mas o fato é que embora tenha mantido todos os elementos que a tornaram um sucesso de crítica, quando comparo o encerramento desse 2º ano com o da sua temporada de estreia, não dá para negar que ele ficou um pouco aquém das minhas expectativas, o que obviamente não invalida os méritos de uma trama novamente intrincada e digna dos melhores thrillers do cinema.
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O problema a meu ver, é que embora tenha garantido ótimos choques e surpresas ao longo de seus 13 episódios (o caso da URN foi tão bom quanto o do Frobisher), a sensação que ficou lá no fundo, é que os produtores e roteiristas optaram por permanecer na zona de conforto não levando a série para um nível acima. Ou seja, não vimos nada realmente novo no universo daqueles personagens.
Tirando Ellen (Rose Byrne ótima durante toda a temporada) que aprendeu a jogar o jogo de sua chefe, todos os demais personagens permaneceram iguais, enquanto as boas adesões de William Hurt (Purcell), Marcia Gay Harden (Claire) acabaram sub-aproveitadas em papéis que pareciam maiores do que realmente foram.
E não me entenda mal. A tensão de saber até onde iria a rede conspiratória da vez conseguiu manter o clima da trama muito atraente, mas enquanto na 1ª temporada a história se fechou num arco que ao mesmo tempo trouxe resoluções para o grande caso e deixou ganchos abertos que nos fizeram salivar de cuoriosidade, nessa 2ª temporada o encerramento veio de forma mais atropelada e sem os ganchos tão atraentes de outrora.
Tudo bem que foi sensacional ver a grande rasteira que Patty deu nos poderosos da vez, mas por outro lado a coisa toda soou apressada no final e com coincidências demais favoráveis a Hewes. Vejamos: numa rápida conversa ela conseguiu que Dave Pell não só concordasse em tirar o FBI de seu encalço como lhe desse a cabeça de Walter Kendrick (o inescrupuloso ganancioso da vez); arrancou a confissão (indireta) de Finn Garrety, o negociador do esquema arquitetado pela URN; e ainda por cima confessou sua culpa nos eventos traumáticos de Ellen escapando de sua fúria ao mesmo tempo em que deu um passo para reconquistar a confiança de sua pupila ao usar seu fiel escudeiro Tom Shayes para expor a corrupção do caso investigado pelo FBI desde o início da temporada.
Repito que gostei do caso da temporada, mas não achei que as subtramas tenha se casado de forma orgânica como vimos no 1º ano da série. Se tivessem investido mais na história por trás do conturbado relacionamento de Patty com Daniel Purcell; colocado um clonflito maior na história de Wes com Ellen; ampliado os embates entre Patty e Claire Maddox, e sobretudo no papel do ‘reformado’ Frobisher dentro da trama dessa temporada e do futuro da série, e a temporada seria muito mais interessante do que foi.
Escorregadas à parte, Damages encerra seu segundo ano com créditos, afinal, quando o assunto é thriller, a série estrelada por Glen Close continua quase imbatível na fórmula que mescla guerra de poder com mistério e suspense. Um capricho a mais na temporada que vem e pronto, a série fica perfeita de novo.
Notas:
- Óbvio que foi involuntário, mas não deixou de ser curioso ver que tal qual Jack Bauer para a presidente americana na atual 7ª temporada de 24 Horas, Patty Hewes reagiu com um seco “Ask around” (pergunte por aí), frente ao questionamento de Garrety sobre quem ela era.
- Qual foi a razão de termos visto a cena em que Frobisher vislumbra tudo novo de novo em sua vida profissional? A dica de que é nele que parte da trama da temporada que vem vai se centrar novamente?
- Qual será a dinâmica de Ellen e Patty a partir de agora? A vingança acabou? Elas serão rivais ou aliadas daqui para frente?
sábado, 4 de abril de 2009
FRINGE: 5 Sneak Peeks do episódio 1x15
quarta-feira, 1 de abril de 2009
DVD da 2ª temporada de Pushing Daisies será lançado em julho
Nota do ótimo Revista TV Séries, confirma a informação que muitos fãs da cancelada Pushing Daisies esperavam: a 2ª temporada completa da série vai ser lançada em DVD e Blu Ray no dia 21 de julho nos EUA. Com isso, é muito provável que os fãs que ficaram órfãos do final da série possam conferir os 3 últimos episódios da temporada antes da rede ABC resolver exibí-los, se é que irá exibí-los um dia (o último inédito foi o 10º episódio de um total de 13). O preço sugerido para o DVD é US$ 40.Leia mais...
O mais animador da notícia, é que o DVD será lançado com opção de áudio e legendas em português do Brasil, algo bastante incomum para lançamentos do mercado americano. Dentre os vários extras, há docs sobre a criação da série com Bryan Fuller, processo de roteirização, detalhes da trilha sonora, especial sobre os efeitos visuais vistos na série e muito mais.
Ainda não há informação sobre data de lançamento no Brasil, mas como a Fernanda Furquim destacou na nota, não deve demorar muito para que ele chegue por aqui também, e quando chegar é um box imperdível para quem adora colecionar DVDs e sente falta da turma do Pie Hole, certo?








