terça-feira, 15 de setembro de 2009

Sinopse de “Lost Symbol”, o novo livro de Dan Brown

Fim do mistério. Antes guardada a sete chaves como um dos segredos explorados por Robert Langdon, a sinopse de "The Lost Symbol", o mais novo livro de Dan Brown, finalmente foi revalada pelo Washington Post, que na manhã de hoje já publicou uma opinião sobre a obra lançada à meia noite de hoje nos EUA. Curioso(a) para saber qual é a trama do livro, afinal?

Leia a Sinopse do livro

    Robert Langdon, o simbologista de Harvard, mais uma vez se vê envolvido numa grande conspiração. Recém chegado a Washington numa tarde de janeiro, ele é rapidamente sacudido por duas situações. Primeiro, a palestra pela qual ele fora atraído à cidade na verdade não existia. Segundo, seu amigo e mentor que supostamente o convidara foi sequestrado, e mais urgente, a mão desse amigo foi cortada e deixada como pista no chão do Capitólio Rotunda

    Langdon tem poucas horas para descobrir algo que pode nem mesmo existir: uma pirâmide maçônica que guarda antigos mistérios, “um corpo de conhecimento secreto que foi guardado há muito tempo”e que “permite a quem o encontra, acessar habilidades poderosas que permanecem inativas na mente humana.” Assim, na busca por esse conhecimento místico, Langdon confronta o já habitual batalhão de pessoas tentando impedí-lo, mas tem a seu lado uma corajosa mulher – mais velha do que o de costume – que, como especialista em ‘ciências da mente’, tem até uma chance de ensinar algumas coisas a ele.

    Em outras palavras, o template de O Código Da Vinci permanece intacto. Se no livro anterior os atos selvagens eram cometidos por um monge albino, aqui são obras de um forte monge tatuado, que ajudado por disfarces, consegue se infiltrar e passar por toda a segurança que o governo federal usa para tentar pará-lo à medida em que ele ameaça provocar um cataclismo do qual o país pode não se recuperar.

    Interessou?

    No Brasil, O Símbolo Perdido será lançado no dia 4 de dezembro

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

True Blood – 2x12 Beyond Here Lies Nothin’ (Final da 2ª temporada)

Comentários de episódio exibido no dia 13 de setembro nos EUA

Para um segundo ano que em grande parte se desenvolveu muito bem amparado pela mescla equilibrada de aventura, drama e crítica social/religiosa com muito humor negro e personagens tão heterogêneos quanto carismáticos, esse Beyond Here Lies Nothin’ ficou devendo como encerramento de temporada. Com resoluções e viradas implausíveis e um gancho interessante, mas distante de ser impactante, fato é que infelizmente não sobrou muita coisa boa para comentar =/

Leia mais...

    Os equívocos

    - À princípio uma subtrama divertida e curiosa, o desfecho da história da mênade Maryann (mais uma criatura fantástica dentro do rico universo da série) ficou muito aquém de qualquer expectativa. Antes uma figura interessante dado o mistério em torno de sua origem, a despedida de Maryann deu-se de forma melancólica à medida em que ela perdeu seu encanto na revelação de um objetivo tão vazio quanto rasteiro e longe de ser envolvente como o arco de Dallas.
    - A total inconsistência de mostrar Lafayette, Jason e Andy cedendo aos 44 do segundo tempo e sem uma justificativa aparente, aos encantos da mênade, fato que não só esvaziou qualquer relevância que pudessem ter para o desfecho daquela trama, bem como os reduziu a meros coadjuvantes de final de temporada.
    - Não reexplorar a interessante relação de dependência que Lafayette ganhou ao recorrer a Eric como fonte de salvação na metade da temporada.
    - O fim de Eggs. Ainda que seja compreensível que o personagem quisesse saber a verdade sobre o que aconteceu durante seus gaps de memória, o tom ameaçador dele com Andy foi absurdamente inverossímel e só serviu para justificar de forma torta seu assassinato pelas mãos de um atabalhoado Jason.
    - Ter finalizado o arco de Tara na temporada mostrando-a como uma viúva chorosa absolutamente distante daquela figura defensiva extremamente irrascível de antes, que diga-se, era bem mais inteteressante.
    - A rápida mudança de humor de Sookie na cena em que Bill a propõe casamento. Num instante ela sucumbe ao choro e se vê cercada de dúvidas por não saber quem e o que é. Segundos depois de se ausentar, no entanto, sai decidida a dizer sim só para descobrir que o vampiro desapareceu.
    - Ainda que seja inteligente construir o gancho final em torno da sugestão de um dos arcos que o terceiro ano deve explorar, o sumiço de Bill na cena do restaurante guarda, além da semelhança com aquele da 1ª temporada (o sumiço de Lafayette), uma certa dose de obviedade. Ao sugerir que Eric desse um jeito na ameaça que o namorado de Sookie poderia representar por saber do comércio feito com o V, a rainha Sophie-Anne e o rival loiro de Bill surgem como as suspeitas mais óbvias para o sequestro repentino de Bill, certo?

    Os (poucos) acertos

    - A homenagem a Charlaine Harris, autora da série de livros The Southern Vampire Mysteries que serviu de inspiração para a criação/adaptação de True Blood, na rápida cena em que ela aparece no Merlottes.
    - O bom humor do texto em três momentos: 1) Ver os clientes do Merlottes discutindo em tom conspiratório (experimentos farmacêuticos, alienígenas, vodka estragada!) as razões que os fizeram perder a memória sobre o que tinha acontecido; 2) As menções de Jason a duas falas clássicas do cinema “Say hello to my little friend” (Scarface) e “Hasta La Vista, Baby” (Exterminador do Futuro) pouco antes de se aproximar de sua casa então tomada pelos seguidores de Maryann, e 3) ver o xerife Bud soltando um “Você pode ter suas falhas, Andy, mas pelo menos consegue manter as calças no lugar.”
    - Conferir um novo peso a Andy na trama de Bon Temps, excluindo-o da lista de personagens fracassados que são apenas irritantemente chatos. Agora, ele é só um fracassado
    - Não matar Sam e colocá-lo em busca de seu passado, o que certamente contribuirá para uma maior exploração de sua complexa natureza.
    - A sugestão reiterada por Maryann de que Sookie não seja uma ‘simples’ telepata, no que pode se tornar um elemento interessante da 3ª temporada.
    - Tirar Jessica do ostracismo em que a personagem se metera, reforçando nela a faceta conflituosa de vampira romântica (dado seu envolvimento com Hoyt, claro), mas igualmente violenta e selvagem na cena do caminhão.
    - Voltar a investir (ainda que de forma breve) no que torna o romance entre Bill e Sookie interessante: a exposição da fragilidade que une ambos.

    ***

    Falha no apelo e na capacidade de envolver sobretudo por conta de uma narrativa excessivamente anticlimática, o encerramento do segundo ano de True Blood deixa um gosto levemente amargo de decepção. Sorte da série (e nossa), contudo, que numa análise fria de toda temporada o mais justo a dizer é que tivemos muito mais acertos do que erros. Assim, no contexto geral, True Blood ainda merece crédito e nossa atenção quando retornar em meados de 2010. Eu estarei ligado, e você?

domingo, 13 de setembro de 2009

V – A Batalha Final (Parte 1 do Episódio 2)

Comentário de episódio exibido pelo canal a cabo TCM no dia 11 de setembro.

Depois do ataque à liderança dos Visitantes perpetrado pela Resistência, dois cenários semelhantes ganham foco nessa primeira parte do episódio 2 de V – A Batalha Final. Em escalas distintas, ambos tem a ver com conflitos hierárquicos. Enquanto no lado dos “Vs” fica exposta a rixa entre Diana e Steven e mais tarde a dela com a comandante recém chegada, no lado da resistência temporariamente encabeçada por Mike fica explícito o perigo da adesão necessária, mas perigosa de Ham Tyler, sujeito que chega tanto para dar poderio armamentista ao grupo, mas também para questionar a importância da capturada Julie como líder.

Leia mais...

    E por falar na líder da resistência, embora suas cenas de tortura psicológica e física tenham reservado uma grande dose de toquisce (lagarto gigante?!), foram interessantes para ressaltar o aspecto manipulador tão explorado na produção. Dessa forma, é interessante notar que enquanto Julie resiste mesmo correndo risco de morte, Eleanor, a mãe de Mike segue em sua jornada de cegueira voluntária motivada por pura ganancia, assim como o cada vez mais odiável Daniel, o patético coloborador dos Visitantes que agora tem sangue nas mãos.

    Inegavelmente datada em vários aspectos técnicos (o que não é nenhuma novidade), essa versão original de V segue interessante explorando os conflitos de uma invasão recheada de conspiração, jogos de poder, conflitos de interesses e críticas bem construídas sob o pano sempre atraente que uma ficção bem feita pode dar.

sábado, 12 de setembro de 2009

Promoção Box "O Poderoso Chefão"

Vista por muitos críticos e fãs como uma das obras mais importantes da história do cinema, a trilogia O Poderoso Chefão já tem seu lugar cativo como ícone da cultura pop há tempos. Fonte inspiradora de diversas outras grandes produções na telona e na telinha (alô The Sopranos!), o melhor trabalho de Francis Ford Coppola em parceira com o autor Mario Puzzo ainda é, contudo, desconhecida por muitos. Pensando nisso, vamos dar um box em DVD dessa maravilhosa trilogia para um dos nossos leitores.

Para ter a chance de faturar esse lindo box, basta ser seguidor do perfil @dudenews no twitter, e dar um RT (retwitt) na mensagem que traz a esse post. A promoção vai até as 23h do dia 17 de setembro (quinta-feira), quando então sortearemos via Random, o(a) sortudo(a) que ganhará o Box de cinco DVDs da trilogia O Poderoso Chefão.

SAIBA MAIS SOBRE ESSE BOX

    Disco 1: O Poderoso Chefão
    Em 1945, o patriarca Don Corleone (Marlon Brando), chefe da máfia americana, comemora o casamento de sua filha recebendo amigos, líderes políticos e subordinados do crime organizado. Assim começa a saga de uma família contada pelo diretor Copolla em mais outros dois filmes.

    Discos 2 e 3: O Poderoso Chefão 2
    No segundo filme da trilogia sobre a saga da família Corleone, Coppola optou por dois focos narrativos paralelos: a trajetória do novo chefe da família (Al Pacino) e a chegada de Vito Corleone (aqui vivido por Robert De Niro) aos EUA e sua consolidação como chefe da máfia.

    Disco 4: O Poderoso Chefão 3
    No filme que encerra a saga dos Corleone, Michael (Al Pacino) decide limpar o nome da família e se afastar do crime organizado. Faz um acordo com banqueiros que cuidam de investimentos do Vaticano, dando início assim à uma crise que culmina numa grande disputa entre as demais famílias da máfia.

    Disco 5: Extras (quase 200 minutos de material!)
    Making Of; Cenas excluídas; Ensaios do Elenco; Cinematografia do Elenco e do Cineasta; Locações das Filmagens; Storyboards; A Música de O Poderoso Chefão; Árvore Genealógica da Família Corleone; Cronologia; Anotações de Francis Ford Coppola e Galeria de fotos.

    E tem mais...

    Quem justificar nos comentários deste post porque deve ganhar o box, pode acabar faturando outro prêmio extra surpresa caso seja o sorteado.

    Tá bom para você? Então não perca tempo e participe.

    Observação importante: Após dar o RT na mensagem lá no Twitter, confira aqui o número com o qual você concorrerá no sorteio do dia 16 de setembro.

    *promoção válida somente para quem mora no Brasil.


Deu RT, mas ela não aparece no Uiopme? Saiba o que fazer

    1. Certifique-se de ter dado o RT corretamente, verificando principalmente se o link http://uiop.me/_Godfather não ficou quebrado, isto é, com erro por conta de alguma letra a mais ou a menos.

    2. Se o participante verificar que seu perfil não aparece na lista mesmo depois de ter RT a mensagem mais de uma vez, será necessário incluí-la manualmente no site UiopMe. Para tanto, acesse o link http://uiop.me/script/recupera/recuperastatus.php e no campo indicado, coloque o endereço da mensagem participante que você obtém clicando no horário de publicação da mensagem no Twitter.

    3. O recurso de inclusão manual descrito no item 2 só pode ser feito em até 30 minutos após a publicação da mensagem original e apenas se a mensagem do participante não for listada automaticamente. O participante não listado é o único responsável por inserir manualmente o seu perfil, uma vez que o sorteio só levará em consideração os números que aparecerem na lista até as 23h do dia 17/09.

    As dicas acima foram baseadas no Regulamento do Poltrona para promoções que usam o Twitter e o site Uiopme.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Up – Altas Aventuras (Up)

Up – Altas Aventuras pode até não ser o melhor filme da Pixar (posto ainda ocupado por Wall-E), mas é facilmente um dos mais divertidos e encantadores já feitos pelo estúdio. Contando a história de um velhinho viúvo que decide realizar o sonho de sua falecida esposa, Up é simples como seu título sugere, mas profundo e emocionante na mensagem que explora.

Leia mais...

    Dirigido e roteirizado pela dupla Pete Docter (Toy Story 1 e 2, Monstros SA e Wall-E) e Bob Peterson (Procurando Nemo e Ratattouille), Up é repleto de sutilezas e daqueles momentos em que é impossível conter as lágrimas. Belíssimos, seus dez minutos iniciais fazem uma homenagem indireta ao cinema mudo ao contar a história da vida de Carl Fredricksen, um apaixonado pelas aventuras fantásticas de desbravadores que encontra em Ellie, sua parceira de vida e sonhos perfeita até o dia em que ela se vai.

    Víuvo e amargurado pela solidão, Carl decide enfim tornar realidade o desejo da falecida esposa: levar sua casa para o alto de uma mítica montanha isolada da América do Sul onde enfim acreditava poder encontrar a paz perdida. E é assim, com Carl viajando com a casa pelos céus graças a vários balões de hélio, que Up explora na inusitada relação que ele estabelece com o divertido (e também solitário) garoto Russel, a motivação para deixar o passado para trás e ter seu coração quebrantado.

    Essencialmente feito para agradar crianças com seus bichinhos bonitinhos e engraçados (atenção no ótimo cão Dug), Up captura com precisão o interesse de adultos ao brincar de examinar o âmago do homem moderno que vive de planejamentos, mas que quase nunca busca a realização de seus sonhos de fato. E é assim, com uma trama simples e longe de ser piegas, que essa nova obra de arte da Pixar consegue (de novo) duas proezas: ser tão divertida quanto tocante.

    Cotação:

Melrose Place – Episódio Piloto

Comentário de episódio exibido no dia 8 de setembro nos EUA

Na tentativa de reforçar sua ambiciosa campanha “Tv to Talk About”, o canal americano CW estreou essa semana a releitura/continuação de Melrose Place, série que fez muito sucesso na década de 90 e era um spin-off de Beverly Hills 90210, produção que também já havia sido 'reinventada' com 90210 em 2008.

Leia mais...

    Centrada num grupo de moradores de um condomínio de West Hollywood, Melrose Place vende a ideia de explorar as dúvidas e dilemas de jovens em busca de afirmação pessoal e profissional. À princípio um mote interessante sobretudo pela promessa de romper com a temática extritamente teen, a nova versão de MP no entanto se revela um grande equívoco sustentado por uma narrativa preguiçosa (e nada criativa) recheada de personagens desinteressantes.

    Apresentando os jovens moradores de forma apressada e superficial, o Piloto gira em torno do misterioso assassinato de Sydney Andrews (Laura Leighton), complicada personagem da série original, que ressurge como dona do condomínio e tem relação próxima e conflituosa com alguns de seus moradores, incluindo aí a aparentemente fútil Elle, o chef Auggie (sujeito boa pinta com passado obscuro), Violet (garota com quem tem uma forte ligação) além do rebelde sem causa, David, filho do Dr. Michael Mancini (Thomas Calabro), outro personagem da primeira versão de MP que também reaparece.

    E se o ‘mistério’ inicial já soa pouco atraente logo de cara por conta da tentativa rasteira e até certo ponto óbvia de criar implicações para pelo menos três personagens (Elle, Auggie e Violet, que inclusive guarda uma relação próxima com a vítima), as demais subtramas tampouco ajudam a salvar o barco de um naufrágio iminente.

    Nesse contexto, tanto o romance do casal Jonah e Riley (absurdamente esvaziado na contraditória motivação do ‘sim’ dela ao pedido de casamento feito por ele), quanto a construção do dilema da aspirante a médica, Lauren Yung, ou a solução de Elle para afogar as mágoas (se pegar com outra mulher), se perdem num emaranhado de situações exageradamente clichês e nada envolventes.

    Tv to Talk About”, dona CW? Se depender de Melrose Place, só se for para falar mal.

O Símbolo Perdido – O novo livro de Dan Brown

Um Harry Potter para adultos. É assim que o Washington Post define a obra do escritor americano Dan Brown, cujo trabalho mais recente, O Símbolo Perdido (The Lost Symbol no original), chega às livrarias dos EUA e do Canadá no próximo dia 15 com uma incrível tiragem inicial de mais de 5 milhões de exemplares.

Leia mais...

    Tirando o fato de ser uma sequência indireta para O Código Da Vinci e colocar os misteriosos maçons na mistura, pouco se sabe sobre a trama do livro que traz o simbologista Robert Langdon novamente no centro de uma trama de conspiração que dessa vez acontece dentro de 12 horas na capital americana, Washington.

    O site da edição brasileira do livro (cujo lançamento ocorrerá em 4 de dezembro), está cheio de dicas e curiosidades sobre os bastidores da produção, e é um prato cheio para quem é fã das obras de Brown, que como destaca a matéria assinada por Monica Hesse e David Montgomery, é hoje um dos autores mais lidos (e ricos) do mundo, mas também pouco respeitado no meio literário onde seu estilo é considerado medíocre.

    Medíocre ou não, duas coisas são inegáveis quando se fala de Brown: 1) seu trabalho contribuiu muito para o aumento do turismo em torno dos monumentos e obras que aparecem em seus livros. 2) a prosa dos livros do cara pode até ser rasteira, mas diverte com seu ritmo acelerado quase sempre beneficiado por capítulos curtinhos que se encerram com bons ganchos, além das conspirações baseadas em elementos reais e reviravoltas a todo instante.

    Com isso em mente, pergunto: você pretende ler O Símbolo Perdido?

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Séries sci fi que você não pode perder nessa temporada.

Com a temporada 2009/2010 de séries oficialmente iniciada, o Popular Mechanics deu destaque à seis produções de temática sci fi que você não pode perder. Quais são elas? Fringe, Heroes (ok, essa na verdade você deve pode perder sem medo :p), FlashForward, Dollhouse (vale dar uma segunda chance?), V e, claro, Lost. Veja o que a matéria assinada pela dupla Erin McCarthy e Carl Davis diz sobre cada uma delas.

Leia mais...


    Fringe - 2ª temporada - Estreia no dia 17 de setembro na FOX

    O final da 1ª temporada de Fringe mostrou a agente do FBI, Olivia Dunham transportada para uma dimensão paralela onde conheceu o misterioso CEO da Massive Dynamic, william Bell – uma dimensão onde John Kennedy continuou vivo e onde as Torres Gêmeas ainda estavam de pé. O produtor executivo, Roberto Orci, diz que aquela realidade representa ‘a estrada que não foi tomada’. E do que Anna torv (que faz Olivia) tem a dizer, aquela realidade guarda revelações importantes para a agente do FBI. “O que é dito a ela no período em que esteve no universo paralelo lhe dará um grande estalo, diz a atriz. “Penso que a temporada passada foi sobre se tornar consciente do fato de que havia algum tipo de inimigo. Nessa temporada, todos estão mais proativos e a trama se concentra em revelar a verdade.” Uma coisa é certa: a segunda temporada terá muita ciência para ser confrontada: “Acho que estamos tentando borrar a linha que separa o sobrenatural da ciência”, diz Orci. “Se você visita os grandes sites dedicados ao tema, verá que os artigos escritos hoje eram considerados ficção científica cinco anos atrás.


    Heroes - 4ª temporada – Estreia no dia 21 de setembro na NBC

    A série criada por Tim Kring já teve seus altos e baixos desde a estreia em 2006, em parte por conta da greve dos roteirista que mutilou a segunda temporada que acabou tendo apenas 11 em vez de 24 episódios, e do distanciamento dos episódios antes centrados nos personagens que tornaram a primeira temporada tão popular. Querido pelos fãs, o roteirista e produtor Bryan Fuller voltou à série na segunda metade da 3ª temporada (Fugitivos) e ajudou a preparar o terreno para o quarto ano antes de deixar a produção definitivamente. Os chocantes eventos do final da temporada passada que mostraram a morte de Nathan Petrelli cuja mente foi então inserida no corpo do vilão Sylar pelo telepata Matt Parkman, realmente sacudiu o status quo de Heroes. A 4ª temporada (Redenção), continua a história seis semanas depois daqueles eventos com todos os personagens principais dando sequências às suas vidas: Peter vira um paramédico, Claire começou a faculdade, Nathan está aprendendo mais sobre suas ‘novas’ habilidades, Parkman está torturado pelas visões de Sylar por conta da transferência feita e Hiro está morrendo. As coisas ficarão ainda mais confusas quando um grupo liderado pelo misterioso Samuel (Robert Knepper, o T-Bag de Prison Break) chegar à cidade na companhia de várias figuras estranhas como uma mulher tatuada, um viajante do tempo e um jogador de facas interpretado por Ray Park, o Darth Maul do episódio 1 de Star Wars.


    FlashForward - 1ª temporada – Estreia em 24 de setembro na ABC

    “Estamos tentando escrever essa série para dois tipos de público: aquele que assiste Lost e aquele que assiste Grey’s Anatomy”, contou o produtor executivo Marc Guggenheim ao Popular Mechanics sobre FlashForward. A série – que gira em torno de um misterioso evento que provoca um grande apagão nas pessoa do mundo todo que ganham visões de suas vidas seis meses no futuro – tem atualmente 13 episódios encomendados pela ABC, que dependendo do sucesso da série, expandirá a encomenda para 24 episódios. FF terá um mix de elementos serializados e histórias isoladas, e tal qual Lost, o público verá tanto flashforwards quanto flashbacks das vidas dos personagens. Mas a grande similaridade a Lost fica mesmo por conta de seus temas centrais: qual a natureza do destino? “Existe mesmo essa coisa de destino”, pergunta Guggenheim. “Se sim, somos prisioneiros dele ou podemos tentar mudá-lo? Dentre os personagens da série, há aqueles que tentarão lutar contra ele, outros que farão de tudo para que ele se confirme enquanto outros viverão sob a negação.”


    Dollhouse - 2ª temporada – Estreia em 25 de setembro na FOX

    Joss Whedon é um queridinho dos fãs e ele sabe que foi por causa deles que sua mais recente criação não teve o mesmo destino de Firefly, sua série de ficção que acabou cancelada após a exibição de 11 episódios. Usando um conceito que mescla As Panteras com Matrix, a sequência de bons episódios que encerrou a primeira temporada, deu a Whedon e companhia a chance de fortalecer as bases da 2ª temporada que explorará os mistérios e expandirá a mitologia da Dollhouse. O destino da série está nas mãos dos fãs, que agora tem a certeza que Echo e as demais dolls passarão por mais processos pseudo científicos que apagam suas memórias tornando-as seja lá o que seus clientes quiserem ao passo que tentam descobrir quem elas realmente são.


    V - 1ª temporada – Estreia em 3 de novembro na ABC

    No tão comentado remake da minissérie de 1983, aliens que se identificam como Visitantes – Vs no diminutivo – chegam à Terra em busca de água e minerais essenciais para sua sobrevivência antes que partam de volta para seu lar. Em troca da ajuda, os aliens prometem dividir sua tecnologia avançada. À medida em que alguns abraçam a promessa dos Vs, outros duvidam das criaturas cuja chegada pode nem ser tão recente assim no planeta Terra como eles fazem as pessoas acreditar. O plano final deles é incerto, mas o episódio Piloto dessa série é bom o bastante para que fiquemos de olho quando ela estrear em novembro.


    Lost – 6ª temporada – Estreia no início de 2010

    Tudo bem que Lost só estreia em 2010, mas estamos tão empolgados para ver a última temporada da série que precisavamos incluí-la nessa lista. O painel da série na Comic Con desse ano – que mostrou um comercial da Mr. Clucks onde Hurley aparece dizendo que só teve sorte depois de ganhar na loteria, e Kate no programa “Os Mais Procurados”onde se revela que ela matou o assistente de seu pai e não o próprio – deu indícios que a detonação da Jughead pode realmente ter provocado um reboot na história. Os astros da série tem dúvidas sobre a possibilidade de um reboot – Jorge Garcia que faz Hurley, chegou até a dizer aos produtores executivos Damon Lindelof e Carlton Cuse que reescrever a história seria uma ‘grande trapaça’. Josh Holloway, que faz Sawyer, disse o seguinte sobre a última temporada: “As coisas finalmente talvez farão sentido”, disse ele ao Popular Mechanics. “Ficarei triste de vê-la se encerrando, mas será mágico.”


E aí, concorda com a lista feita pelo Popular Mechanics?

V – A Batalha Final (Parte 2 do Episódio 1)

Comentário de episódio exibido pelo canal a cabo TCM no dia 4 de setembro

Elenour Dupre e Kristine Walsh. Duas ambiciosas colaboradoras, duas reações diferentes frente à descoberta da real natureza e intenções dos Visitantes. Enquanto a primeira fecha os olhos motivada por interesses pessoais (leia-se acesso aos novos e altos escalões sociais estabelecidos), a segunda joga a carreira (e a vida) para o alto quando troca a chance de se estabelecer como porta voz dos Visitantes pela oportunidade de apoiar a causa da resistência.

Leia mais...

    Aliada às boas sequências de ação, é inegável que as partes mais empolgantes dessa conclusão do episódio 1 de “V- A Batalha Final" concentram-se na execução do ataque (em partes) bem sucedido da Resistência ao Centro Médico visando expôr o líder dos Visitantes. Contudo, não dá para ignorar também a curta, mas importante discussão ética e moral que se seguiu em torno da continuidade da gravidez indesejada de Robin, fato que serve tanto para provar (de novo) como a série ainda é atual nos debates que promove, quanto para criar um mistério interessante a respeito da biologia que envolvia aquela bizarra gestação.

    Igualmente interessantes, foram os desenvolvimentos relacionados à colaboração entre humanos e os Visitantes rebeldes liderados por Martin, traçando assim mais um curioso paralelo da produção com eventos históricos semelhantes ligados àqueles que se opunham a determinados regimes e aos falsos discursos travestidos de pacifistas e libertários.

    Mas foi mesmo na captura de Juliet no final do episódio que se desenhou o panorama mais importante da trama até aqui: até que ponto a personalidade e a crença forte de um líder, resiste às manipulações de uma lavagem cerebral?

    Outras observações:

    - Muito interessante o relacionamento entre o “V” Willie e a humana Harmony, que pouco antes de descobrir a real forma dele, confidencia seu desejo de se aproximar ainda mais daquele que se diz o último recurso na escala de importância dos Visitantes.
    - Curioso ver os contrastes entre Mike e Juliet. Equanto ele age de forma mais intempestiva e até certo ponto egoísta, ela mostra destemor em agir pensando no grupo ainda que esteja cercada de incertezas.
    - Antes apenas sugerido, o conflito entre Diana e Steve fica explícito nas acusações dela frente à falta de rigor do responsável pela segurança o que serve para evidenciar o ponto fraco dos Visitantes: sua falta de coesão.
    - Impagável a cena que mostra o padreAndrew e a Sra, Ruby mandando bala nos Visitantes, não?
    - E Daniel, hein? É ou não é aquele típico personagem feito para ser odiado sempre que aparece?

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

“2012 - Onda Zero” - A 1ª websérie brasileira de Sci Fi

Não é novidade para ninguém que a quase esmagadora maioria das produções brasileiras de séries e filmes se concentra em comédias ou policiais. Difícil tentar entender o porquê disso, mas é fato que todos os demais gêneros quase nunca tem espaço ou são considerados na hora de se tocar um projeto. Dessa forma, fiquei surpreso quando recebi o release de “2012 - Onda Zero”, primeira produção inteiramente brasileira de ficção científica.

Leia mais...

    Lançada em agosto pela Kilmerson Produções exclusivamente na internet, “2012 – Onda Zero” é uma websérie de 10 episódios com 7 minutos de duração cada, que gira em torno de um jovem perturbado por estranhas visões que o envolvem num clima de constante paranóia e pânico e o levam a se afastar de todos ao seu redor.

    Já disponível no hotsite da websérie, o primeiro episódio de "2012 – Onda Zero" constrói o clima de suspense que será explorado na trama e dá mostras de que é uma produção muito bem feita. Além disso, beneficiada pela curiosidade que o tema desperta, a websérie tem tudo para atrair o interesse de quem adora uma boa ficção científica.

    Fica aí portanto a dica. Se você faz parte desse time, dê uma passada por lá e prestigie a produção. Quem sabe ela não será a primeira de muitas iniciativas parecidas, não é mesmo? Eu já estou na torcida.

    Meu agradecimento ao Cristiano Carlos Nascimento pela excelente dica.