Veja a transcrição
A 4ª temporada de Dexter deve estrear em meados de setembro/início de outubro nos EUA
Matéria publicada no último final de semana pelo USA Today, destaca o sucesso de Grey’s Anatomy, a série médica de maior audiência nos EUA atualmente e que no dia 7 de maio terá seu 100º episódio exibido lá fora. O início foi tímido, mas não demorou muito para que a série criada por Shonda Rhimes se consolidasse como um dos grandes sucessos da rede ABC, conseguindo a façanha de unir tanto aclamação de público quanto de crítica.Contudo, com o reconhecimento e os prêmios, todos (ou quase todos) os fãs admitem que Rhimes (então dividida entre a série que a tornou famosa e o spin-off Private Practice) se acomodou e perdeu a mão com histórias desconexas que transformaram personagens outrora simpáticos, em desprezados pelo público (Alô George e Izzie).
Graças aos deuses da tv porém, a durona produtora acordou e o fato é que a 5ª temporada de Grey’s voltou a empolgar mesmo tendo insistido no início com tramas esquisitas como a reaparição de Danny Duquete. Passados esses deslizes iniciais, é justo dizer que as histórias voltaram a equilibrar emoção com sutileza de textos inspirados e somando a isso as boas mudanças no comportamento de alguns personagens (e inclusão de outros), a verdade é que a série do Seattle Grace já deixou a minha outrora preferida House no 2º lugar quando o assunto é série médica.
Se Grey’s Anatomy conseguirá manter o fôlego fechando a temporada com chave de ouro eu não sei, mas definitivamente posso dizer que voltei a ser fã da série como antes.
Atenção! Daqui para baixo o texto comenta detalhes que são inéditos na tv brasileira
Falando do 100º episódio (Rhimes disse que se depender dela, mais 100 virão), a promessa é de que um dos grandes atrativos seja a realização de um casamento. De quem, a produtora/roteirista não revela, mas julgando pelos acontecimentos mais recentes, arriscaria dizer que Derek e Meredith poderiam finalmente juntar os trapos. Com relação aos aspectos mais dramáticos, o que não vai faltar também são fortes emoções envolvendo a luta de Izzie (que finalmente voltou a ser uma personagem mais simpática) contra o câncer, além de um aprofundamento do complicado relacionamento entre Christina e o novato Owen (Kevin McKidd de Roma).
Com relação à possível saída de Katherine Heigl e T.R. Knight (George) que há meses vem sendo especulada e desmentida, Shonda Rhimes disse que até onde ela sabe, quando a temporada se encerrar todos continuarão por lá. É claro que isso não quer dizer nada, até porque ela jamais confirmaria a partida de algum personagem antecipadamente, mas a resposta de Heigl para o assunto foi enigmática e pragmática, “Não quero sair. Assinei o mesmo contrato que todos os outros. Amo a personagem e a história na qual ela está envolvida agora, mas não sei se ela vai viver ou morrer... Fico realmente grata quando me dão uma história assim.”
Já o presidente da ABC, Steve McPherson, disse o seguinte sobre a temporada de uma maneira geral: “Estamos realmente empolgados, com a forma como o quinto ano da série está se encerrando. Algumas das perguntas que o público tinha estão sendo respondidas e as pessoas que não estavam tão empolgadas com o que estávamos fazendo estão realmente voltando e entendendo o que tínhamos em mente”, encerrou o executivo.
Matthew Perry em Lost, notícia sobre o filme de Veronica Mars, mudança na data do Oscar, minissérie sobre os Kennedy e remake de Ben Hur, surpresa do final de Prison Break, informação sobre o filme de 24 Horas, Tony Soprano no teatro, o novo trailer de “Anjos & Demônios” e muito mais no Radar Dude News, coluninha do blog que não dava as caras por aqui há algum tempo, mas que volta sacudindo a poeira acumulada com um monte de notas legais.“Adoraria ter um papel em Lost”
Foi isso que o ator Matthew Perry afirmou segundo o Digital Spy. Em nota do site, o eterno Chandler Bing de Friends teria dito que gostaria muito de aparecer na série, mas que sabe que as pessoas reagiriam perguntando o que o Chandler está fazendo na ilha e que isso inviabilizaria seu desejo. “Apesar disso, sou um grande viciado na série e acompanho tudo pelos sites também.” Hum... Chandler em Lost? É, melhor ele continuar como fã mesmo, concorda?
Filme de Veronica Mars em risco
Lembra daquela ‘certeza’ de que o filme baseado na série da detetive loirinha ia sair do papel? Pois é, essa certeza agora virou uma séria dúvida, segundo Rob Thomas, criador e produtor de Veronica Mars. “Honestamente se tivessemos o roteiro pronto um ano atrás, o projeto estaria tomando forma, mas a esperança de que fôssemos ganhar luz verde [do estúdio] para seguir adiante com a ideia agora não se materializou, e eu estou bem menos otimista”, disse Thomas. Segundo a EW, o produtor Joel Silver ainda não dessitiu da ideia de fazer o filme e está tentando contornar a situação, mas antes que os fãs da série joguem a toalha, é bom saber que a Warner (detentora dos direitos de produção) ainda não se pronunciou para sepultar as chances do filme acontecer. Até lá, resta torcer, certo?
Oscar 2010 ocorrerá em março
A Academia de Artes e Ciências de Hollywood anunciou essa semana que a cerimônia que anunciará os melhores do cinema em 2009, acontecerá em março de 2010. A mudança foi provocada pelos jogos olímpicos de inverno que só termina no final de fevereiro e competiria com a principal premiação do cinema. “Para que ter dois gigantes e espetaculares eventos acontecendo no mesmo dia?”, disse o presidente da academoa Sid Ganis ao anunciar que a 82ª edição do Oscar acontecerá no dia 7 de março.
Vem aí minissérie dos Kennedy
Com orçamento estimado na casa dos US$ 30 milhões e a ser produzida pelo co-criador de 24 Horas, Joel Surnow, vem aí uma minissérie de 10 horas que promete contar a história da família Kennedy, um dos clãs políticos mais longévolos e influentes da história americana. Chamada simplesmente de “The Kennedys”, a minissérie promete desvendar os segredos do clã. “Essa será a mais interessante saga de uma família a ser levada para as telas”, disse um produtor associado ao projeto para o The Hollywood Reporter. “A série não mostrará os Kennedy como figuras míticas, mas sim como humanos capazes de belos atos em grande escala e de falhas terríveis na vida privada. Será uma janela para dentro do campo minado emocional que fez dos Kennedy o que eles foram”, encerra o anúncio. Ainda segundo o THR, um grande canal a cabo americano está em negociações para adquirir os direitos de exibição.
Ben Hur vai ganhar remake na ABC
Sempre defendo a ideia de que há clássicos que jamais devem ser mexidos ou ‘homenageados’ através de remakes, mas vira e mexe e tem sempre algum executivo malandrão com a ‘brilhante’ ideia de apresentar os clássicos para as novas gerações... A vítima produção da vez que entrou na mira dos gananciosos de plantão é Ben Hur, filme vencedor de 11 Oscars incluindo melhor filme e que vai ganhar minissérie dividida em 4 partes a ser exibida pela rede americana ABC, a mesma que exibe Lost, Grey’s Anatomy e etc. Com orçamento de US$22, 5 milhões e produzida por Steve Shill (de Roma), Ben Hur entra em produção já em maio em países como Espanha, Marrocos e Canadá, e ainda não tem data prevista para ser exibida.
Vem aí a série “Vampire Diaries”
Com o sucesso da série de livros e do filme Twilight (Crepúsculo), tava na cara que logo logo alguma rede de tv americana iria aproveitar o momento para tirar casquinha do interesse do público adolescente pelo tema. Com isso em mente, a CW (a mesma que exibe Gossip Girl,90210, Smallville e SuperNatural), anunciou que vai produzir a série “Vampire Diaries” baseada também em uma série de livros escrita por L.J. Smith. O foco da história é centrada numa jovem mulher que se vê envolvida entre dois irmãos vampiros lutando pela alma dela e pela de outras pessoas na pequena cidade em que moram. Já escalado para fazer a série, está o ator Ian Somerhaulder, mais conhecido como o Boone de Lost.
Axl Rose sobre Slash: “ele é um câncer”
Segundo o Contact Music, Axl Rose, fundador e vocalista do ressuscitado Guns N’Roses negou veementemente qualquer possibilidade de reunião da banda original dizendo que seu ex-companheiro, o guitarrista Slash é um câncer. “Pessoalmente o considero um câncer que deve ser removido e evitado, e quanto menos alguém ouvir falar dele ou de quem o apoia melhor”, disse Rose acrescentando ainda que Slash não soube aproveitar seu talento musical ao se desafiar para melhorar ainda mais preferindo se tornar uma ‘puta’ da mídia. Xii...
Surpresa para o final de Prison Break
A reta final da saga dos irmãos Scolfield e Burrows só começa no dia 17 de abril nos EUA, mas o TV Guide já adiantou uma pequena surpresa reservada para o final da série. Se quiser saber qual é selecione a área depois da seta --> Veremos fará um flash forward de 4 anos para mostrar como os personagens terminam. Meio novela isso, não?
Filme da série 24 Horas
Há muito especulado e certamente aguardado pelos fãs de Jack Bauer, o filme baseado na série 24 Horas só vai acontecer depois que o agente se despedir da tv. Pelo menos foi isso que declarou seu intérprete, o ator Kiefer Sutherland, que no entanto adiantou que a ideia é que o filme perca o conceito do tempo real e que a produção de 2 horas condense uma narrativa que se passa em 24 Horas. Mas falando ainda da série, Sutherland disse em entrevista no início da semana que a 8ª temporada da série já começará a ser gravada em maio.
Tony Soprano fala da experiência no teatro
James Gandolfini , o inesquecível Tony Soprano de 'The Sopranos', disse ao New York Daily News que está adorando seu novo papel na peça ‘God of Carnage’ atualmente em cartaz na Broadway porque com o personagem ele tem a chance de fazer as pessoas rirem. A peça que é uma comédia sobre dois casais em guerra, também conta com os atores Jeff Daniels, Hope Davies e Marcia Gay Harden estreou no último dia 22 de março e foi muito bem recebida pela crítica. “Eu sofri um pouco durante os ensaios e ainda erro de vez em quando, mas a vida no teato é assim e eu não fico mais tão nervoso, o que começa a deixar tudo mais divertido”, disse o ator.
David Cook se estressa com fãs
Vencedor do American Idol 2008, David Cook andou se estressando com fãs digamos, mais empolgados... Em nota divulgada em sua página do MySpace, ele pediu aos fãs que respeitem sua privacidade. “Tenho orgulho de poder ser acessível a vocês, mas em contraste, também gosto de ter um pouco de privacidade. Os esforços que alguns fãs tem feito para encontrar o hotel onde fico, ligar para o quarto onde me hospedo e colar mensagens no ônibus é algo que tenho que condenar. Essa relação só funciona enquanto permanece sadia para ambas as partes. Se coisas do tipo continuarem, a única coisa que poderei fazer é tomar medidas preventivas para manter minha privacidade o que fará que eu fique menos acessível a vocês. Não quero parecer rude, apenas quero deixar tudo às claras para que continuemos a ter uma ótima experiência com todos vocês nos shows que vem por aí”, encerrou o cantor que ainda nem virou um rock star, mas já sente a pressão que a fama traz. O pedido dele aliás, gerou comentários de todos os tipos. Há os que concordam com seus argumentos, os que já o consideram uma ‘diva’ que se precipitou com eventos isolados e outros que reagiram dizendo que se ele não quer pagar o preço da fama, deveria desistir de tudo e voltar ao seu antigo emprego.
Novo trailer de Anjos & Demônios
Perto de chegar às telas do mundo todo, a aguardada sequência de “O Código Da Vinci” que trará Robert Langdon em uma aventura que se passa no Vaticano acaba de ganhar um novo spot de tv que foi exibido na noite da última quinta-feira na tv americana. Com cenas de ação empolgantes e com uma história tão envolvente quanto polêmica, Anjos & Demônios tem tudo para ser um dos grandes sucessos de bilheteria do ano.
Que Jack Bauer faz todo e qualquer sacrifício para salvar o dia em 24 Horas nós já sabiamos há tempos, mas o que essa 15ª hora trouxe de novo além do gancho final (mais sobre ele daqui a pouco), foi o agente agindo ainda que de forma breve, para evitar o sacrifício de um em nome de muitos. Bauer continua implacável é claro, mas as experiências recentes (morte de uma inocente que ajudara na captura de Dubako; a reação de Renee frente à frieza dele e o sacrifício do Bill na Casa Branca) parecem ter amolecido o conturbado agente, que mesmo sem ter literalmente mais nada a perder na vida, começa a enxergar que nem sempre os fins justificam os meios e que as pessoas envolvidas no processo de se impedir ataques não são meros números de uma estatística fria. E isso, na minha humilde opinião, tem sido um trunfo e tanto da temporada e um aspecto que transforma seu protagonista numa figura com apelo ainda maior.O episódio dessa semana veio carregado de ação (as sequências do tiroteio no depósito e as do posterior ataque ao caminhão então conduzido por Bauer foram ótimas), mas foi no aspecto da conspiração propriamente dita que ele trouxe pontos cruciais para o desenvolvimento das 9 horas restantes. Vejamos: o pedido de demissão de Ethan Kanin casa perfeitamente com a decisão de Jonas Hodges (o grande conspirador e líder da Starkwood) em acelerar a execução do plano que envolve o uso de armas biológicas em solo americano. Sua intenção com isso (e com todas as ações anteriores incluindo as de Sangala)? Enfraquecer o governo que ele julga ter esmorecido na guerra ao terror prejudicando companhias como a sua que tem contratos milionários de consultoria e apoio militar. Simples assim. Além disso, o episódio deixou claro que Olivia Taylor não sabe separar a ambição que tem pelo poder, da necessidade de trabalhar pelo que deveria ser os interesses de sua mãe, e com isso, ao expor os bastidores do que ocorrera na Casa Branca e a informação envolvendo o assassinato do senador Mayor, só trabalha ainda que indiretamente, a favor da agenda de Hodges.
Tudo muito bom, mas é no gancho final que fica a grande questão do episódio: será que pela primeira vez ao longo de 7 temporadas, Jack Bauer corre um risco real de vida que nenhuma técnica ou estratégia poderia livrá-lo? Aparentemente sim, mas como nós sabemos que 24 Horas sem Bauer não teria a menor graça, é óbvio que no próximo episódio devem dizer que a exposição que ele sofreu no contato com a arma biológica não comprometerá sua saúde, mais do que as brigas e tiroteios em que se mete, certo? De qualquer forma, foi uma bela maneira de se encerrar a hora, concorda?
Em tempo, para quem é fã da série e ainda não tem as temporadas anteriores na estante, fica a dica de que o Submarino já colocou em pré-venda uma caixa mega especial contendo as 6 temporadas anteriores da série + o telefilme Redenção por um preço até certo ponto camarada se consideramos quanto custa cada temporada.
Uma incrível descoberta está tomando forma no planeta Caprica. A rápida evolução das esferas de homem e engenharia mecânica colide, junto dos destinos de duas famílias. Unidas pela tragédia em um explosivo momento de terror, dois clãs rivais liderados por patriarcas poderosos, Joseph Adama (Esai Morales) e Daniel Greystone (Eric Stoltz) duelam numa era de ética questionável, maquinações corporativas e ambições pessoais incontroláveis numa época em que a última guerra da humanidade é uma ameaça. O mais recente fenômeno dos produtores executivos de Battlestar Galactica (Ronald D. Moore and David Eick), acontece 50 anos antes. Caprica tem um mundo inteiramente seu – provocativo, empolgante e relevante ao nosso próprio.
“Existem aqueles que acreditam que a vida aqui começou lá fora, nos confins do universo, com tribos de humanos que podem ter sido os antepassados dos egípcios, dos toltecas ou dos maias. Que eles teriam sido os arquitetos das grandes pirâmides ou que teriam feito parte das civilizações antigas de Lemúria ou Atlântida...”É sempre duro dar adeus à uma série que desperta paixões e levanta tantas questões atuais e relevantes como Battlestar Galactica fez, por isso não foi à toa que levei algumas boas horas para conseguir escrever esse texto. Daybreak – título do último episódio - , premiou os fãs com um final cheio de tudo que a série sempre teve de mais atraente: cenas de ação e batalhas empolgantes, diálogos ricos e repletos de significados, e muita, mas muita emoção. Também não faltaram choques e surpresas, principalmente por conta de um final que se liga totalmente a um grande mito da humanidade que muitos julgam ser a grande verdade das nossas origens. Depois de quatro temporadas, a série se despediu reforçando a grande questão levantada ao longo da trama: tudo isso aconteceu antes, e tudo isso vai acontecer novamente?
Escrito pelo produtor executivo Ronald D. Moore (o cabeludo que aparece no último ato do episódio lendo a revista na banca), o final de três horas da série respondeu várias questões, mas deixou algumas em aberto dando espaço para interpretações e reflexões. Isso, é claro, acabou despertando a fúria de muita gente que julgava ser fundamental que todas as pontas soltas lançadas no curso da história da série fossem devidamente amarradas. Obviamente, há de se respeitar opiniões, mas para uma série que nunca mastigou explicações ou explorou obviedades, o final excelente.
E daí se não tivemos uma explicação minimalista para o que aconteceu com Starbuck e o que ela era (o principal ponto de discórdia nos fóruns e blogs dedicados à série)? O que me parece falho no julgamento enfurecido de alguns fãs é que independentemente da resposta que fosse dada, muitos continuariam insatisfeitos da mesma forma. Como muita coisa na vida, há certos mistérios para os quais não existe uma resposta. Com isso em mente, posso dizer com muita tranquilidade que particularmente gostei que tenham deixado essa ponta solta para que reflitamos e imaginemos o que ela era afinal. E para mim, ela era o elo de ligação da força maior invisível, mas sentida por todos que Baltar cita numa das melhores cenas do episódio, aquela na sala de comando em que humanos e os cylons tiranos liderados por Cavil decidem dar uma chance à trégua. No fim, a missão da inesquecível Kara “Starbuck” Trace era levar os últimos humanos e cylons rebelados à verdadeira Terra, à nossa Terra e não àquela destruída por uma hecatombe nuclear, e se ela era ‘simplesmente’ um anjo ou não, fica à critério de cada um.
Ao explorar abertamente a ideia defendida no livro “Eram os Deuses Astronautas?”, o final da série (e da saga dos últimos humanos do universo), surpreende ao homenagear a original produzida em 1978 cuja abertura tinha a narração que reproduzi no início do texto. De todos os possíveis finais, e apesar das dicas, eu jamais imaginara que Ron Moore e cia fossem de fato trilhar o caminho de ligar a história daqueles personagens à nossa. E querem saber? Por mais que alguns digam que esse final não foi original e etc, vou para sempre bater palmas para os caras que ousaram ao longo de cinco anos, construir entretenimento de altíssima qualidade, levantando questões que falavam de política, religião e filosofia como nenhuma outra série jamais fez.
Battlestar Galactica se despede, mas deixa em mim a certeza de ter experimentado uma viagem rica, divertida e que fez pensar. Afinal, estamos ou não fadados a repetir ciclos? As guerras de egos, o egoísmo, o consumo desenfreado e o distanciamento e consequente isolamento do homem cada vez mais refém da tecnologia serão os nossos “cylons”? A resposta para isso eu não sei, mas se uma série de ficção científica provoca tamanha reflexão, não preciso de outras provas para concluir que sua importância para a história da tv será inegável. Obrigado BSG. Sentirei saudades.
Outras observações:
- Muito bacana ver as cenas de batalhas envolvendo os centuriões cylons que conhecemos nessa versão da série e aqueles da série clássica.
- Outro momento muito interessante ainda ligado à série de 78, foi aquele em que Sam lidera a frota na direção do sol ao som da música tema da produção clássica criada por Glen Larson
- Belíssima a tomada que mostra a chegada da frota à Terra e a descida de todos na África (não foi lá que encontraram a ossada mais antiga do homem?)
- Foi difícil conter as lágrimas na cena que marcou a morte e posterior despedida entre Adama e Laura Roslin, cortesia do excepcional trabalho de Edward James Olmos e Mary McDonnel respectivamente.
- A série acabou, mas é bom lembrar que ainda teremos pela frente o telefilme “O Plano”, que será, como o próprio título já indica, focado nos bastidores do grande plano de extermínio perpetrado pelos cylons e que culminou na hecatombe que dizimou grande parte das 12 colônias.
O que antes era apenas um rumor, agora virou está virando realidade. O filme baseado na série Roma vai mesmo ser feito e deve ser lançado em 2010 nos cinemas. Quem confirmou a notícia em entrevista ao Movie Web foi o ator Ray Stevenson, o Titus Pullo na série e que recentemente fez o violento “O Justiceiro: Zona de Guerra”.Segundo Stevenson, o roteiro está sendo escrito, mas embora não saiba dizer quando ficará pronto, ele afirma categoricamente que o filme vai acontecer. “Não sei se entraremos em produção dentro de um ano ou em seis meses, mas faremos o filme.”
Com apenas duas temporadas na HBO, Roma mesclou ficção e fatos históricos num nível de detalhes e ousadia poucas vezes vista em uma produção para a tv. Criada por Bruno Heller (hoje por trás do megasucesso da temporada na tv americana, The Mentalist), Roma foi a série mais cara da história da televisão tendo consumido mais de US$100 milhões ao ser inteiramente filmada nos estúdios da CineCittá.
Não se sabe qual será o período histórico abordado na trama do filme, mas como o próprio Bruno Heller está escrevendo o roteiro e já disse diversas vezes que por causa do cancelamento da série não conseguiu contar todas as histórias que queria, é bem provável que o filme se situe num período próximo àquele que vimos no fim da série, o que inclusive abriria espaço para os retornos de grande parte daqueles personagens.
Bom, não sei você, mas eu tô desde já muito curioso para ver esse filme.
Fruto da reimaginação da série criada por Glen Larson em 1978, a produção assinada por Ronald D. Moore manteve o núcleo que envolvia a busca dos humanos sobreviventes de um grande holocausto perpetrado pelas máquinas que eles mesmos criaram, os cylons, mas alçou a trama vários níveis acima da original em termos de seriedade e complexidade. Além disso, BSG nunca abriu mão de tratar de forma inteligente e contundente, temas atuais da nossa sociedade, abordando questões filosóficas e até existenciais (na série são os cylons que falam em Deus) sem jamais parecer didática ou enfadonha.
Com um excepcional elenco encabeçado pelo talentoso veterano Edward James Olmos (que revelou emocionado no último especial da série, que esse foi o melhor trabalho de sua extensa carreira) na pele do comandante William Adama e pela atriz Mary McDonnell como a presidente Laura Roslin, a série contou ainda com outros atores igualmente brilhantes como Michael Hogan (Saul Tigh) e surpreendentes novidades como a bela Tricia Helfer (a cylon 6), Katee Sackoff (Starbuck) e outros tantos.
Analisando tudo, e vendo quão perfeita foi a fórmula construída pela série, a constatação mais óbvia que fica com a proximidade de seu fim é uma só: quer sejam pelos personagens, quer sejam pelas ótimas sequências de batalhas espaciais que não deviam nada à grandes produções do cinema, ou mesmo pela marcante trilha sonora de Bear McCreary, Battlestar Galactica vai deixar muitas saudades. So say we all!
1. American Idol – Terça (25,767 milhões de telespectadores)
2. American Idol - Quarta (25,547)
3. Dancing with the Stars (22,829)
4. CSI (17,132)
5. Desperate Housewives (14,602)
6. Criminal Minds (14,342)
7. The Mentalist - reprise (14,322)
8. CSI: Miami (14,215)
9. Grey’s Anatomy (13,642)
10. CSI: NY (13,633)
11. NCIS - reprise (13,518)
12. Two and a Half Men (13,437)
13. Cold Case (13,025)
14. 60 Minutes (12,870)
15. Survivor: Tocantins (12,818)
16. House (12,384)
17. Eleventh Hour (11,608)
18. 24 Horas (11,368)
19. Lie to Me (11,251)
20. Law and Order: SVU (11,066)
Segundo o site Torrentfreak.com, as séries campeãs de downloads, entre os dias 09 e 15 de março, foram (estimativa):
1. Heroes (1,690,000 milhões de downloads)
2. House ( 780,000)
3. 24 Horas (710,000)
4. Desperate Housewives (620,000)
5. Smallville (580,000)
6. Battlestar Galactica (520,000)
7. The Big Bang Theory (510,000)
8. Terminator: The Sarah Connor Chronicles (410,000)
9. Supernatural (390,000)
10. How I Met Your mother (360,000)