segunda-feira, 25 de julho de 2011

Breaking Bad – Ep. 4x02 “Thirty-Eight Snub”

Episódio inédito no Brasil na data deste post


Dizem que dependendo de como se reage ao medo, ele pode ser um aliado ou um grande adversário. Se é papo furado ou não eu não sei, mas em “Thirty-Eight Snub”, segundo episódio da 4ª temporada de Breaking Bad, vimos uma pequena mostra de situações que refletem examente isso. De um lado, Walt agindo para tentar estabelecer uma aliança (com Mike, que não estava menos temeroso com os acontecimentos) que pudesse lhe garantir uma chance de diálogo com Gus e, do outro, Jesse, buscando, nas distrações de festas exageradas e intermináveis, uma forma de esquecer o trauma recente ou de ignorar o pavor que tem de ser apagado dentro da própria casa na calada de uma noite qualquer.

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    Sempre fascinante com seu universo de ótimos personagens (até o Hank ficou mais interessante agora com aquele comportamento depressivo/agressivo), Breaking Bad está sempre jogando na nossa cara a certeza daquele ditado popular que de boas intenções o inferno está cheio. Nessa onda vimos, por exemplo, Skyler metendo os pés pelas mãos ao tentar fazer uma oferta de compra do lava a jato (mesmo depois de Walter ter pedido que ela não fizesse nada, sob o risco de atrair uma atenção desnecessária, claro) e Jesse encarando mais uma vez, por conta de um rápido reencontro, a certeza de que indiretamente acabou sendo o culpado pela morte de um garoto.

    A questão agora é: até quando vai durar a guerra psicológica perpetrada pelo Gus? Que ele precisa do Walt (pelo menos momentaneamente) é óbvio, mas e se/quando não precisar mais, o que fará? E o Walt? Vai desistir de obter algum diálogo que seja para garantir sua vida e seu objetivo? As respostas eventualmente virão, claro, mas por enquanto me contento com mais momentos reflexivos e tocantes como aquele que encerrou o episódio mostrando Jesse sentindo o desespero do vazio de tudo aquilo que sua vida se transformara.

sábado, 23 de julho de 2011

LOST: Eles sabiam de tudo desde o início. Ou quase.

Aparecendo de surpresa durante o painel dedicado a Lost na Comic Con 2011, a dupla Damon Lindelof e Carlton Cuse (produtores da série) apresentou um vídeo com cenas inéditas que foram cortadas do final da primeira temporada e que, segundo eles, prova de uma vez por todas que estava tudo planejado desde o início. Mais eu não digo enquanto você não der play no vídeo abaixo que está legendado.



Assistiu o vídeo? Bom, então você obviamente percebeu que é tudo uma brincadeira, né? As cenas de Jacob e do Homem de Preto (os ótimos Mark Pelegrino e Titus Welliver) foram gravadas há cerca de 1 mês sob a direção de Jack Bender, um dos nomes mais proeminentes de Lost.

Nesse curto segmento que foi montado com uma das cenas mais marcantes da 1ª temporada envolvendo Jack e Locke, o Homem de Preto ironiza o grande plano de Jacob, fala na luz que tanta controvérsia gerou na reta final da série e se enfurece quando o irmão revela seu 'verdadeiro' nome. Prato cheio para fãs e detratores de Lost, não?

Damages – Ep. 4x02 “I've Done Way Too Much for This Girl”

Episódio inédito no Brasil na data deste post

Se por um lado o segundo episódio da 4ª temporada de Damages avançou pouco na conspiração da vez – tirando, claro, o fato de termos visto que a High Star usará de todos os recursos disponíveis para manipular Chris Sanchez na tentativa de proteger o segredo (seja ele qual for) da empresa -, por outro reforçou a noção de que Ellen Parsons caminha a passos cada vez mais largos para se tornar, ainda que de forma inconsciente talvez, tudo o que Patty Hewes é e representa sem medir os custos que isso pode lhe trazer.

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    Dedicado quase que inteiramente ao presente da trama (o ‘3 meses depois’ nos reservou apenas uma rápida cena no final mostrando o que parecia ser Ellen sofrendo uma tortura), “I've Done Way Too Much for This Girl” mostra a engenhosa ação da High Star para atrair Sanchez de volta para seu círculo além de Patty Hewes frequentando sessões de terapia com Fisher Stevens (os fãs de Lost vão lembrar dele). Sempre bem defensiva, numa dessas visitas (e em outros momentos também, como aquele com o detetive que investiga o paradeiro de Michael) ela parece indicar certo arrependimento de algumas escolhas pessoais que fez além de expor uma rara preocupação com Ellen, a quem acaba resolvendo ajudar mesmo depois de dizer que já tinha feito muito por ela.

    E se falo da decisão de Patty que até certo ponto já era previsível para a trama, impossível não mencionar também o ponto de maior impacto do episódio que foi a postura de Ellen disposta a correr todos os riscos (e colocando em prática tudo o que aprendeu de sua convivência com Patty) para levar adiante a iniciativa de expor as sujeiras da High Star num tribunal.

    O panorama para o restante da temporada segue interessante, assim como a grande dúvida: qual é, afinal, o segredo que a empresa paramilitar comandada por Howard Erickson tenta esconder a todo custo e quais são as cartas na manga que ele (e o tal Jerry) tem para convencer parlamentares a reverterem a decisão de não renovar o contrato com o governo? Palpites?

    Nota: Com essa coisa da Patty fazendo terapia, bateu até uma curiosidade de vê-la frequentando a sala do Dr. Paul Weston de In Treatment, não?

quinta-feira, 21 de julho de 2011

True Blood - – Ep. 4x04 “I’m Alive and on Fire”

Com spoilers para quem não acompanha pela exibição americana.



Se a série é uma salada trash e não nega isso em momento algum, tem que compensar na diversão, que é justamente o que True Blood tem feito até aqui em seu novo ano. Com ¼ da 4ª temporada já exibida, a grande trama da vez segue ganhando novos desenvolvimentos com revelações que incluem uma rixa antiga entre uma bruxa e os vampiros enquanto um certo rei da Louisiana descobre, meio chocado, ter feito o que tatataravô nenhum deveria fazer com a própria neta :p

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    Das sequências mais divertidas e curiosas desse “I’m Alive and on Fire”, destaques para a de Eric (ainda sem memória) que depois de ter atacado a fada madrinha de Sookie, curtiu um porre nadando, em plena luz do dia, num lago infestado de crocodilos e fazendo birra com Alcide, além, claro, da que envolveu Bill na casa dos Bellefleurs onde fez a tal descoberta citada anteriormente.

    E se sigo não dando a mínima para qualquer coisa que envolva Tommy (que Joe Lee o deixe na coleira para sempre, certo?) ou achando que algo realmente importante sairá daquela historinha envolvendo a neura de Arlene com o filho que ela julga ser demoníaco, admito certa expectativa para ver no que vai dar a subtrama envolvendo Sam e a bela metamorfa morena e a do agora quase moribundo Jason. Será que o veremos de fato se transformando num híbrido de homem pantera?

    Dos demais segmentos do episódio, vale comentar o de Bill tentando se impor, por conta do cargo, com Pam, mas cedendo à clara enrolação de Sookie no finalzinho do episódio e o mistério envolvendo Marnie e o grande poder que adquire quando incorporada pela tal bruxa morena que vimos um pouco mais naquela sequência em pleno período da Inquisição. Onde é que vai dar essa mistureba toda lá na frente não sei, mas que tô me divertindo mais do que achava que iria com essa nova temporada, ah isso eu tô. E vocês?

Trailer e fotos promocionais da 6ª temporada de Dexter

Quando uma série tem muito crédito como é o caso de Dexter, nem a decepção de uma temporada ruim (ou no mínimo irregular), como foi a quinta, diminui a expectativa pela chegada de um novo ano que recupere o fôlego da produção. Ainda sem data de estreia específica definida, por enquanto a única certeza sobre a 6ª temporada de Dexter é que ela chegará do meio pro fim de setembro nos EUA. A espera nem é mais tão longa assim, mas como a ansiedade e a curiosidade são grandes, que tal curtir o recém liberado teaser trailer além de algumas fotos promocionais do ep 6x01, "Those Kinds of Things"?

UPDATE do dia 22/7: A 6ª temporada de Dexter já tem data de estreia. 2 de outrubro nos EUA. \o/



terça-feira, 19 de julho de 2011

Blu-Ray - Battlestar Galactica The Plan em promoção!

A dica é rápida porque não sei até quando dura. The Plan, o telefilme de Battlestar Galactica que foi exibido na tv americana depois do fim da série, está em promoção na Amazon inglesa pelo menor preço desde seu lançamento: R$12,60, sim, doze reais (no câmbio de hoje). Desbloqueado para todas as regiões, esse BD vem numa embalagem steelbook lindona (clique na imagem ao lado) e embora não traga legendas em pt-br (as únicas opções são inglês, espanhol e francês), vem recheado de bons extras de bastidores, entrevistas, cenas deletadas e etc. Dirigido por Edward James Olmos (o comandante Adama da série), The Plan é, como apontei no comentário que fiz do filme, a cereja no topo do bolo para quem é fã da série e por esse preço fica ainda mais imperdível.





segunda-feira, 18 de julho de 2011

A estreia da 4ª temporada de Breaking Bad

Episódio inédito no Brasil na data deste post

Os fins justificam os meios como sugere Maquiavel em sua obra mais famosa? É com essa dúvida que Walter White, protagonista da excelente Breaking Bad, convive constantemente desde os primeiros momentos em que abandona uma vida pacata, porém sem muitas perspectivas, para ingressar num negócio ilícito (e perigoso) que pudesse garantir o futuro financeiro de sua família, então prestes a perdê-lo em função de um câncer terminal recém diagnosticado. Quer seja pelas reviravoltas ou pela mudança de perspectiva de personagens importantes da trama (alô Skyler!), muita coisa aconteceu nesses três anos de série. Os negócios de Walter e Jesse se expandiram, novos e poderosos players entraram no jogo e o preço pessoal e moral que cada um paga no percurso aumentou exponencialmente. Nesse panorama, e dando sequência imediata ao grande gancho da temporada anterior, o quarto ano de Breaking Bad chega cercado de expectativas e com uma missão: continuar provando que a série é uma das melhores e mais imperdíveis da atualidade.

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    Box Cutter”, episódio que dá início à 4ª temporada, traz Walt e Jesse tendo que lidar com as consequências da decisão de enfrentar o grande chefão, Gus. E se Walt já vinha dando vários sinais de que já se dispunha a extrapolar limites (lembrem que ele chegou a matar e deixar morrer antes), coube a Jesse experimentar o choque de ter que tirar a vida de alguém para garantir tanto a sua quanto a do próprio Walter – ainda que temporariamente, talvez? – e no processo, ganhar uma visão absolutamente fria do papel que os dois ‘cozinheiros’ passam a ter na relação com Gus, que no fim das contas de fato depende deles para tocar seu lucrativo negócio. Por falar em Gus aliás, não deixou de ser surpreendente ver a reação violenta que ele teve no momento em que abandona a figura de homem equilibrado que conheciamos para assumir a de um verdadeiro açougueiro. Uma breve(?) e radical mudança de postura capaz de impressionar tanto Walt e Jesse obviamente, como todos que estavam do lado de cá da tela.

    Que tipo de relação se estabelecerá entre esses personagens daqui pra frente ainda é uma incógnita, mas é evidente que as coisas mudarão de forma contundente uma vez que todos (Walt e Jesse principalmente, claro) passam a ter motivos de sobra para desconfiar até da própria sombra nesse novo contexto. Sobre os demais personagens e sua importância na trama, Skyler parece ser a que terá papel mais importante na nova equação. Efetivamente disposta a ajudar Walter a lavar o dinheiro, ela tem uma motivação forte (pagar as contas médicas do tratamento de Hank), mas que por tabela pode colocar em risco o grande segredo que tenta preservar e que envolve tantas outras pessoas com interesses tão diversos quanto heterogêneos.

    Cheia de possibilidades, a 4ª temporada de Breaking Bad começa de forma animadora com tudo o que a série tem de melhor como suas situações inimagináveis, interpretações fortes (com os destaques óbvios para os sempre constantes e excelentes Bryan Cranston e Aaron Paul, este já merecendo maior reconhecimento, inclusive) e dilemas impactantes que seguem reforçando uma certeza que a série expõe desde o início de forma inquestionável: o mocinho aqui é o vilão e não simpatizar-se com seus conflitos ou torcer por ele não é uma opção.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A estreia da 4ª temporada de Damages

Episódio inédito no Brasil na data deste post



Com suas muitas idas e vindas na trama e as consequentes lacunas que vão sendo preenchidas aos poucos ao longo de 13 episódios, a fórmula de Damages já não é mais nenhuma novidade. Sorte a nossa portanto, que em sua quarta temporada a série continue investindo numa narrativa que consegue ser tão intrigante quanto instigante.

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    Considerando esse ‘There's Only One Way to Try a Case’, episódio que abre o esperado novo ano da série, a perspectiva para a temporada é animadora: Patty Hewes irascível como sempre e envolta com mais um caso high profile; Ellen mexendo num vespeiro que envolve uma empresa paramilitar cheia de sujeiras para esconder e novos personagens – capitaneados pelo ótimo John Goodman - não menos interessantes.

    A trama da vez envolve uma Blackwater da ficção chamada High Star que, prestes a ter seu contrato com o Governo americano encerrado, e com segredos a esconder, age, através de seu CEO Howard T. Erickson (Goodman) - uma figura tão curiosa e controversa quanto o marcante Arthur Frobisher (personagem de Ted Danson nas temporadas anteriores) – com muito lobby e medidas absolutamente obscuras para garantir mais alguns milhões de dólares oriundos da chamada guerra ao terror.

    Como catalisador da trama, conhecemos Chritopher Sanchez, um conhecido de Ellen dos tempos de escola. Sanchez é um ex-fuzileiro que convive com o trauma de uma missão ilegal que terminou mal no Afeganistão quando trabalhava para a High Star. Seguido de perto pelo misterioso Jerry, Sanchez logo se vê envolvido no centro de uma grande conspiração que acaba arrastando Ellen e, como é de se esperar, eventualmente a própria Patty.

    É só o início, mas duas importantes perguntas já surgem como cartão de visitas para a sequência da temporada: 1) qual era afinal a tal missão ilegal mencionada por Sanchez e por que suas circunstâncias poderiam ameaçar os interesses da High Star? 2) Já dá para assumir que o preso encapuzado que vemos em algum ponto do Oriente Médio três meses depois na trama seja mesmo o Sanchez como é sugerido? Aposto que não, e já tô louco de curiosidade para ver que reviravoltas e surpresas a sequência da temporada de Damages nos reserva.

    E você o que achou desse retorno?

Blu-ray: Box Superman completo em promoção!

Deu a louca na Amazon da rainha. Box em Blu-ray com todos os filmes do Superman pelo menor preço desde seu lançamento: R$73 (já com frete) no câmbio da data desse post. Com 8 discos (que são region free, ou seja, rodam em qualquer player de blu-ray), o box traz opção de legendas em pt-br tanto nos filmes quanto no disco de extras. Além de making ofs, comentários e cenas excluídas de cada filme, o box traz ainda um disco só de extras como docs sobre as origens do personagem e sua trajetória dos quadrinhos para o cinema.

O box: (clique aqui para ver um unboxing) Disco 1 – Superman: O Filme (versão de cinema). Disco 2 – Superman: O Filme (versão estendida). Disco 3 – Superman II (versão de cinema). Disco 4 – Superman II (versão do Richard Donner). Disco 5 – Superman III. Disco 6 – Superman IV: Em Busca da Paz. Disco 7 – Superman: O Retorno. Disco 8 - Material extra.

Em tempo, esse box do Superman será lançado no Brasil em agosto. Preço: R$230!!! Ou seja, com essa grana você pode comprar TRÊS na Inglaterra e ainda sobra um troco pra pipoca. Dá-lhe Brasil!


quarta-feira, 13 de julho de 2011

True Blood – Ep. 4x03 “If You Love Me, Why Am I Dyin'?”

Com spoilers para quem não acompanha pela exibição americana.

Oops! Tia Sookie, acho que fiz besteira.

Não sei se com vocês acontece o mesmo, mas meu prazer de ver True Blood começa, pouco a pouco, a ser recuperado. Tenha você ressalvas ou não (eu tenho algumas), uma coisa é certa: quando um episódio de 55 minutos passa voando rendendo boas surpresas e sobretudo diversão, o sinal de que a série parece estar voltando à boa forma é mais que evidente. E como fã, além de comemorar o momento é claro, acho que já dá até para fingir ser o Eric e esquecer o que não prestou e curtir as novidades daqui pra frente. Shall we?

Crédito da imagem: Caldeirão de Séries

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    Diferente de Game of Thrones, também da HBO, que promete seguir fielmente pelo menos 90% dos livros, True Blood, já em sua temporada de estreia, buscou caminhos novos em relação aos livros que a inspiraram. Com isso, situações que não ocorrem nos romances de Charlaine Harris ou personagens que não tinham a mesma proeminência lá, na série ganharam mais relevância, caso, por exemplo, do sempre excêntrico e carismático Lafayette. E se é claro que por um lado essa decisão nem sempre rendeu bons frutos (vide a irregular 3ª temporada), por outro é inegável que, ao incorporar certos argumentos dos livros na série com outra roupagem, Allan Ball conseguiu construir dinâmicas novas bem interessantes.

    Nesse contexto, a 4ª temporada promete muita diversão com essa nova relação de Sookie e Eric, que agora sem memória (“Eu sei o que sou. Só não sei quem sou”, diz ele) depois de dar um ultimato para que os rituais de bruxaria fossem interrompidos, ressurge como uma criança grande que não conhece limites e precisa reaprender a conter certos impulsos. Além de curiosa, essa nova dinâmica entre os dois trará, por tabela, outras questões como a dúvida levantada por Pam (Bill armou para Eric mesmo, como sugeriu ela?), seu desejo de vingança além do entendimento do que de fato ocorreu naquele ritual liderado por Marnie, a bruxa wanna be que também parece não compreender o que experimentou (quem seria aquela morena que ela incorpora?).

    De todo resto que esse bom 3º episódio trouxe, destaque para a subtrama de Jason, que ferido e febril após ser atacado por Crystal e Felton, acaba ‘medicado’ com viagra mexicano(!) só para protagonizar mais uma cena de sexo para lá de bizarra na nada curta galeria da série. No que isso vai dar não sei, mas que ainda vamos nos divertir muito com o desenvolvimento desse núcleo não tenho dúvida. Ainda a lamentar só mesmo aquelas subtramas que seguem desinteressantes... As brigas de Jessica e Hoyt, Andy viciado em V (essa parece que foi feita só pro irmão da nova ‘amizade colorida de Bill’ não perder função na série) e agora a de Tommy querendo dar um golpe na sempre esquisita Maxine.

    Com mais altos que baixos, esse início de temporada de True Blood dá sinais de que a série está voltando aos trilhos. Sorte nossa e da temporada 2011/2012 que já começa animada e prometendo muito com novidades como Persons of Interest, Terra Nova e com os retornos já nessa semana de Damages e Breaking Bad. É ou não é para se empolgar?