segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Dexter – 4x05 “Dirt Harry”


Episódio exibido no dia 25/10/2009 nos EUA

Confirmando a promessa de que essa 4ª temporada tem tudo para ser uma das melhores da série, “Dirt Harry” é o episódio que finalmente coloca Dexter na trilha do Trinity Killer, ainda que o tenha identificado rápido demais. Além disso, ao construir um gancho em torno da revelação do ponto que (indiretamente) une esses dois serial killers, o quinto episódio abre espaço para que o jogo de gato e rato ganhe nuances ainda mais complexas e interessantes.

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    Investindo na subtrama dos ‘vacation murderers’ então apontados como responsáveis pelo atentado que vitimou Lundy e feriu Debra, “Dirt Harry” traz Dexter envolto não só na busca por justiça, mas também por vingança, uma situação nova para ele que seguindo as pistas deixadas por Lundy, acaba identificando o Trinity Killer ao passo em que descobre nele o reflexo de sua própria situação: assassino frio, mas com família.

    Não faço a menor ideia de como essa trama irá evoluir daqui até o final da temporada, mas não me restam dúvidas de que antes do embate final entre Dexter e o Trinity, veremos o personagem de Michael C. Hall dividido entre o desejo de vingança e a fascinação/oportunidade de entender naquele monstro, como funciona a mente de alguém, que assim como ele, se divide entre dois mundos absolutamente distintos e contraditórios. E ao dizer isso, começo a vislumbrar um final de temporada bem mais sombrio que as anteriores, mas igualmente fundamental para a continuidade do alto nível da série.

    Outras observações:

    - Embora ainda não tenha ficado claro neste episódio, penso que os autores do atentado a Lundy e Debra foram mesmo os ‘vacation murderers’ ou pelo menos um deles. A pegadinha porém, recairia sobre o fato de que o próprio Trinity possa tê-los induzido a ir até aquele local, uma vez que a investigação de Lundy já não era mais um segredo e poderia expô-lo.
    - Sensacional a cena da angustiada Debra (a sempre ótima Jennifer Carpenter) expondo toda sua raiva e insegurança para o irmão, que sempre enxergou nela, sua primeira e forte ligação com o que o mantém são.
    - Dada a construção da crescente suspeita de Rita com relação às mentiras de Dexter, fico cada vez mais curioso para ver como se dará a descoberta dela sobre a outra faceta de seu marido.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

FlashForward – 1x05 “Gimme Some Truth”


Episódio exibido no dia 22/10/2009 nos EUA

Agora com cinco episódios na conta, FlashForward se sustenta pelos bons ganchos e pela introdução de subtramas que – espero eu – devem se ligar mais tarde de uma forma ou de outra. Assim, “Gimme Some Truth” deixa de lado a conspiração indicada no final do episódio anterior (Simon, personagem de Dominic Monaghan sequer aparece nesse) para explorar os jogos de poder na capital americana, que coincidentemente exercem influência direta em toda investigação do Mosaic.

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    Bem menos expositivo, “Gimme Some Truth” abre espaço para que as interpretações surjam naturalmente - o que para mim é sempre uma diversão a mais –, e mesmo usando o artifício batido de mostrar um evento cuja resolução só vem depois de vermos a narrativa retrocedendo por algumas horas, fato é que esse quinto episódio foi bem mais consistente e empolgante que os dois últimos ainda que a boa sequência de ação do final tenha soado exagerada (como assim nenhum dos agente se feriu após terem seu carro atingido por um tiro de bazuca?!).

    Equilibrado, o episódio amarrou de forma interessante a história de Washington à medida em que atrelou a rixa política antiga entre Wedeck (diretor do FBI em LA e chefe de Mark) e a ambiciosa senadora Clemente, com a garantia de continuidade da investigação, graças a uma chantagem envolvendo o presidente interpretado pelo sempre competente Peter Coyote. Além disso, ao abrir espaço para focar um pouco mais na agente Janis, “Gimme Some Truth” mostrou um curioso contraste entre o flash dela e sua atual situação amorosa, o que não deixa de contribuir para um desenvolvimento maior dessa boa personagem.

    E finalmente, mas não menos importante, vale destacar também a revelação de que o evento de apagão coletivo ocorrido na Somália 18 anos antes, de fato envolveu uso de alguma tecnologia desconhecida. Dito isso e dado o contexto da trama, só torço para que consigam desenvolver uma explicação para o grande mistério da série usando bases pseudo científicas que não diminuam o impacto criativo que ela carrega.

    Outras observações:

    - Sobre o desfecho do episódio envolvendo o pedido do presidente para quem alguém resolvesse uma determinada situação, só torço para que as visões de Mark vendo-se alvo de um grupo misterioso, não sejam reveladas simplesmente como o plano de alguem interessado em silenciar uma investigação que ameace uma posição de poder.

    - Com relação ao temor de Olivia com o 'problema' de Mark, fica meio óbvio que a partir do momento em que ela perder a confiança no marido, abrirá espaço para se aproximar de Sincoe, confirmando quem sabe, seu tào repetido flash não acham?

    - Divertidamente exagerada, a parte em que se argumenta que os chineses estariam por trás do apagão simplesmente porque tiveram poucas perdas fica ainda mais curiosa quando colocam orientais atacando justamente aqueles que investigavam tudo. Agora, se a coincidência foi proposital ou não só os próximos episódios dirão.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Novo vídeo promo de Fringe com Trent Reznor



A EW teve acesso ao novo e bacaníssimo vídeo promocional de Fringe que será exibido na noite de hoje nos EUA durante o intervalo de um jogo de baseball, e o ótimo Fringe Television divulgou-o logo em seguida na rede.

Com colaboração do cantor Trent Raznor (Nine Inch Nails), o vídeo traz cenas do ainda inédito episódio "Earthling", o sexto dessa 2ª temporada que será exibido somente no dia 5 de novembro na Fox americana e promete explorar o passado de Philip Broyles.

A música que embala o vídeo é a Zero-Sum, que foi retrabalhada pelo próprio Raznor, um fã confesso da série, que inseriu no meio da canção algumas falas de William Bell, incluindo uma que fala numa iminente guerra...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A imperdível 11ª temporada de Law & Order: SVU

Minha relação com Law & Order:Special Victims Unit (disparada a melhor entre as três da franquia criada por Dick Wolf) é relativamente recente, devo confessar, graças às reprises do Universal Channel. Contudo, desde que descobri a série virei fã das histórias envolvendo uma divisão da polícia de Nova York dedicada a investigar os mais diversos crimes de natureza sexual.

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    Obviamente, há muitos episódios que jamais vi nessa longa história da série que mês passado iniciou sua 11ª temporada nos EUA, o que não me impediu de começar a acompanhar os episódios fielmente. Feito isso, depois de assistir os cinco primeiros desse novo ano, posso dizer sem qualquer receio de soar exagerado que SVU é um programão absolutamente imperdível para quem gosta de um bom procedural. CSI (o original) é bom? É, mas hoje SVU definitivamente tem os melhores textos e histórias do gênero policial investigativo da tv.


    Só para vocês terem noção, essa 11ª temporada já teve algumas boas e importantes participações especiais. Logo no primeiro episódio, Wentworth Miller (o Michael Scolfield de Prison Break) aparece na pele de um detetive durão que resolve fazer justiça com as próprias mãos num caso envolvendo estupro cheio de dilemas morais. Na sequência, teve um com o Eric McCormack (de Will & Grace) e a Melissa Farman (a jovem Danielle Rousseau de Lost) numa história que explora a morte de uma garota de programa e termina de forma absurdamente chocante e trágica. O terceiro e quarto exploram uma discussão inteligente sobre os limites da imparcialidade da justiça e como ela muitas vezes em nada contribui para a recuperação de um criminoso, e como uma experiência pessoal altera a percepção entre o certo e o errado aos olhos da lei respectivamente. Já o quinto e mais recente, mergulha numa história envolvendo pedofilia de uma forma muito corajosa, emocional e impactante graças sobretudo ao excepcional trabalho da dupla Mariska Hargitay e Christopher Meloni (detetives Olivia Benson e Elliot Stabler) e do garoto Cruz Santiago, cuja interpretação crua e realista de vítima é de partir o coração e provocar calafrios.

    Recado dado, se você parou de ver a série por alguma motivo, retome-a. Agora, se você ainda não a conhece, corra atrás dessa nova temporada já. Tenho certeza que o vício será instantâneo e recompensador.

Um spoiler da 4ª temporada de Dexter

Com o desfecho do episódio 4x04 de Dexter (meu comentário está aqui), uma dúvida ficou no ar: quem foi o responsável por aquele gancho? Com isso em mente, o TV Guide repercutiu o acontecimento dando uma bela dica sobre o futuro da trama. Se você está acompanhando a 4ª temporada de Dexter e quiser saber do que se trata basta continuar a leitura.

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    Na coluna semanal que repercute informações sobre várias séries, o TV Guide abriu espaço para a seguinte pergunta: Quando descobriremos quem atirou em Lundy em Debra?

    A resposta, do colunista Adam Bryant foi a seguinte: Tudo aponta para o Trinity Killer, pelo menos na cabeça de Dexter, que [a partir daquele acontecimento] sai à procura do Trinity para matá-lo em vingança por ter ferido Debra. (Sim, ela está viva.) Mas justamente quando ele descobre o paradeiro do Trinity Killer, Dexter descobre algo chocante sobre o assassino. E só vou dizer o seguinte: Trinity e Dexter tem algo em comum que nunca imaginaríamos.

    Fora o óbvio (os dois são psicopatas, dãa), só enxergo duas possibilidades para essa ligação entre os dois: 1) O Trinity perdeu a mãe de forma trágica ou 2) O pai biológico de Dexter é o próprio Trinity a verdade é que não vejo muitas possibilidades para justificar o choque dessa ligação. E vocês, imaginam o que?

Séries comentadas: FlashForward 1x04, Fringe 2x05, Dexter 4x04 e House 6x06

FlashForward - 1x04 “Black Swan”
(exibido no dia 15/10/2009 nos EUA)

Não vou repetir minha opinião sobre o potencial da série e meu incômodo com a insistência excessiva em repetir alguns flashes (de Olivia principalmente), mas depois de um início acelerado e empolgante, fato é que esses dois últimos episódios andaram em círculos prometendo um algo a mais que, com exceção dos dois bons ganchos, nunca se concretizou. Dito isso, fora a bela abertura com a sequência do ônibus e a curiosa história de Ned, o que aconteceu de realmente importante nesse “Black Swan” (que perdeu tempo demais na subtrama da investigação de Mark e Demetri que não chegou a lugar nenhum) foi o fato de vermos o evento global ganhando ares de uma real e muito bem engendrada conspiração, que tem nas figuras de Lloyd Simcoe (Jack Davenport) e agora do ainda misterioso Simon (Dominc Monaghan), os pontos base de uma trama que, torço, seja devidamente esmiuçada ao longo dos próximos episódios capturando de forma definitiva o nosso interesse e atenção por FlashForward, que volto a dizer, tem tudo para vingar.

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    Fringe - 2x05 “Dream Logic”
    (exibido no dia 15/10/2009 nos EUA)

    Ainda que tenha deixado a mitologia central um pouco de lado, “Dream Logic” não ignora um elemento dela ao traçar um paralelo entre as vagas lembranças de Peter sobre os sonhos que teve na infância com a resolução do caso da vez envolvendo um pesquisador cuja personalidade obscura (e inconsciente para ele), usava os sonhos de seus pacientes experimentais para matar. E tudo bem que aquele papo de implantes cerebrais nem tenha sido assim tão inventivo (quantas vezes já vimos isso antes em outras séries e filmes?), porque o que realmente vale desse quinto episódio, é o início do que pode se tornar um conflito interessante para o futuro do relacionamento entre Walter (John Noble sempre ótimo na composição do personagem) e Peter quando este último descobrir toda verdade sobre sua ligação com o universo paralelo e as circunstâncias que envolveram seu ‘resgate’ daquela realidade.

    Dexter - 4x04 “Dexter Takes a Holiday”
    (exibido no dia 18/10/2009 nos EUA)

    Corroborando aquela ideia de que as temporada de Dexter vão se tornando mais interessantes de forma progressiva, esse “Dexter Takes a Holiday” pode ser encarado como o episódio em que a trama do quarto ano esquenta de vez. Não só por trazer seu protagonista de volta ao terreno da boa caça, mas também por deixar um gancho absolutamente nervoso para quem acompanha a série semana após semana. Frank Lundy morreu? Debra está só ferida? Para mim é sim para as duas questões, mas quem foi o autor? O Trinity Killer atraído pela exposição que o ex-agente do FBI ganhou no jornal graças ao vazamento de informações (cortesia de Quinn) ou Anton louco de ciúmes pela (re)aproximação de sua namorada com o ex? A dúvida fica no ar, mas particularmente tendo a apostar no primeiro, que ao abandonar seu ritual, dará a oportunidade exata para que Dexter siga seu rastro. Sobre o ‘caso’ do episódio, curioso ver a reação fria e calculista de Dexter - que nesse episódio foi tanto caçador quanto caça – quando finalmente confronta sua vítima (uma policial que matou a própria família) com uma expressão de selvageria crua só para perceber logo em seguida que seu papel de pai e marido tem hoje para ele um significado que vai muito além de um mero disfarce social perfeito. Ótimo episódio.

    House – 6x06* “Brave Heart”
    (exibido no dia 19/10/2009 nos EUA)

    Com cinco episódios consistentes na conta, é mais do que justo dizer que House conseguiu efetivamente refinar sua antiga fórmula tornando-a mais atraente. Esse “Brave Heart” por exemplo, teve de tudo um pouco: sequência pré-créditos com tomadas engenhosas e de muita ação (uma raridade na série); um caso misterioso, mas sem sintoma e que rendeu um dos maiores choques já proporcionados pela série na cena da autópsia; a culpa consumindo Chase, que finalmente voltou a ganhar um bom espaço na série e deu conta do recado na cena da confissão na igreja; e finalmente, a curiosa pegadinha envolvendo sussurros que por instantes nos levavam a crer na possibilidade de ver House tendo que voltar para o Hospital Psiquiátrico Mayfield (o que aliás, nos deu a chance de ver como Wilson ainda sentia a falta de Amber). Em suma mais um episódio que mantém até aqui o bom ritmo de uma temporada que, como já apontei antes, tem tudo para ser das melhores da série.

    *Embora na ordem de exibição esse tenha sido o quinto episódio da temporada, oficialmente foi o sexto na produção da série uma vez que o primeiro foi duplo. Para tirar a dúvida, vale registrar que a própria Fox segue essa contagem.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

'Battlestar Galactica – The Plan', a cereja no topo do bolo

AVISO IMPORTANTE: Se você ainda não assistiu, mas pretende ver as quatro temporadas de Battlestar Galactica, não leia este texto e muito menos assista o filme agora, já que ambos tratam de eventos importantes da trama explorada na série encerrada em março de 2009.



“Os Cylons foram criados pelo Homem. Eles se rebelaram, evoluíram e se parecem humanos. Alguns foram programados para pensar que são humanos. Há muitas cópias. E eles tem um Plano.”

Essencialmente, The Plan, deveria ser apenas um filme bônus para os fãs de BSG que teriam a oportunidade de ver e entender o evento que provocou o extermínio de quase todos os humanos sob uma nova perspectiva. Deveria, porque na verdade The Plan é antes de qualquer coisa um filme sobre contradições e conflitos de uma máquina – o cylon John Cavil (brilhantemente interpretado pelo veterano Dean Stockwell) –, frente à imprevisibilidade que torna humanos figuras mais complexas do que a razão de um plano frio sugere.

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    Dirigido por Edward James Olmos (o comandante Adama da série) a partir do roteiro de Jane Espenson, The Plan é um espetáculo visual que amplifica a experiência oferecida pela série. No filme tudo é muito maior. Da abundante riqueza de detalhes nas sequências mostrando as naves cylons, passando pelo violentíssimo ataque às doze colônias mostrado com muito mais ênfase, The Plan é a cereja que faltava no bolo da série.

    Inteiramente centrado nos cylons, o filme relega (sem prejuízo) os outrora protagonistas de BSG a coadjuvantes de luxo (a presidente Roslin sequer aparece enquanto Baltar, Apollo, Starbuck e Helo surgem em raras cenas muitas vezes reaproveitadas da própria série) numa trama que revisita vários momentos chave da história no período que compreende as duas semanas anteriores ao ataque até 281 dias após através dos olhos de cada um daqueles agentes mecanizados e suas várias ações de sabotagem e conspiração para acabar com os humanos de uma vez por todas tanto no que restou da resistência em Caprica quanto na frota liderada pela Galactica.


    Cavil e os 5 cylons originais numa cena repleta de sutilezas

    Mostrando os cinco cylons originais desde o início, The Plan também permite que saibamos não só onde estavam, mas sobretudo quem eram aquelas importantes figuras no momento dos ataques e como suas histórias se cruzaram com os cylons conspiradores liderados por Cavil. Assim, quando vemos a lasciva Ellen Tigh por exemplo falando que não acreditava na mudança do homem para uma das duas cópias de Cavil do filme (a outra aparece em Caprica), temos uma boa noção do extenso caminho que a levou até o desfecho que vimos no fim da série.

    E como a palavra chave do filme é a contradição dos cylons, The Plan dá ainda uma nuance nova ao comportamento de Sharon “Boomer” Valerii, cuja dúvida existencial antes e depois da tentativa de assassinato de Adama, a consome de forma muito mais evidente. O mesmo vale para Leoben e sua obsessão por Starbuck; a Seis (da bela Tricia Helfer) e seu papel nos rumos da trégua ocorrida em dado momento, e até Simon, que tal qual as duas cópias de Cavil, age de forma distinta após um extenso contato com humanos na frota (onde tem família) e em Caprica onde segue o grupo liderado por Sam.

    Fundamental para quem é fã da série, The Plan é Battlestar Galactica como nunca vimos antes. Maior, mais cru e ainda com algo a dizer, o filme planta no grito frustrado e desesperado de uma máquina que se recusa a enxergar na falibilidade humana a beleza de não ter a certeza sobre tudo, a semente que nos faça ter o desejo de (re)ver as quatro temporadas de novo.

House estreia no Universal Channel com um What’s On especial

Celebrando a estreia da 6ª temporada de House, que chega à tv brasileira com apenas 1 mês de diferença em relação à exibição americana (iniciativa que tem nossa torcida para que vire regra), o Universal Channel exibe um What’s On especial mostrando os bastidores da construção do set que serviu de hospital psiquiátrico no episódio “Broken”, o primeiro desse novo ano da série.

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    O vídeo que vai ao ar na quinta-feira 22 de outubro às 21:50, e já está disponível no site do canal, pega carona num segmento divulgado no Snakes on Cane, site criado pela Fox para promover a 6ª temporada nos EUA. Além de depoimentos do designer de produção e da decoradora de set da série, o vídeo ainda traz Hugh Laurie (House) e a produtora/diretora Katie Jacobs falando sobre a experiência de trabalhar num cenário totalmente novo, mas que ainda guardava características da série.

    Broken”, episódio duplo de abertura da 6ª temporada estreia às 22h do dia 22 no Universal Channel, e aqui você encontra minha opinião sobre ele.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Séries comentadas: Fringe 2x04, FlashForward 1x03, Dexter 4x03 e House 6x05

Como você já deve ter reparado, as atualizações por aqui tem sido raras nos últimos dias e a explicação é simples: obrigações profissionais demais significam tempo de menos para escrever sobre (várias) séries e filmes que tenho visto. Sendo assim, a partir de agora não estranhe quando surgirem posts de comentários condensados como esse. Antecipadamente, obrigado pela compreensão :)

Fringe – 2x04 “Momentum Deferred”
(exibido no dia 08/10/2009 nos EUA)

Ainda que venha sofrendo com a ameaça que uma audiência baixa representa (cortesia da estratégia equivocada da Fox em colocar a série batendo de frente com CSI e Greys, Anatomy nas noites de 5ª feira nos EUA), Fringe tem desenvolvido até aqui um plot que preza pela consistência no desenvolvimento de seus personagens e principalmente pela iniciativa de evidenciar a iminente sombra de um conflito que pode ocorrer entre duas realidades: a nossa, e aquela em que o World Trade Center nunca foi atingido por aviões sequestrados. Assim, ao expandir a ameaça através da presença intensificada de mais shapeshifters no nosso mundo (culminando na saída definitiva do ator Kirk Acevedo, aliás) e de revelar parte(?) do teor da conversa que Olivia teve com o auto-exilado William Bell (Leonard Nimoy), que por sua vez pondera sobre a dificuldade de se atravessar os dois universos, Fringe amplifica nosso interesse pela trama baseando o cerne de sua narrativa numa questão fundamental a ser explorada nos próximos episódios: qual a motivação do grupo ainda misterioso da realidade alternativa em destruir a nossa?

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    FlashForward – 1x03 “137 Sekunden”
    (exibido no dia 08/10/2009 nos EUA)

    Que a premissa de FlashForward é promissora (e até aqui, bastante instigante) ninguém discute, mas é igualmente razoável destacar mais uma vez, que essa insistência em ser expositiva demais pode ser um calcanhar de Aquiles decisivo para a série, principalmente para quem não gosta de tramas mastigadinhas demais e pouco desafiadoras. Fazendo um misto interessante entre o procedural a la CSI e o desenvolvimento de sua trama central de forma progressiva e acelerada, FlashForward introduz a cada episódio, elementos novos que parecem exercer influência direta na visão do futuro de seu protagonista. Nesse contexto, é inegável que colocar um agente do FBI com poder de pressionar o governo alemão a libertar um (ex) nazista que representaria uma peça importante na investigação em curso soa exagerado demais, mas é também justo apontar que escorregadas como essa não diminuem o impacto da revelação final sugerindo que o evento global é na verdade resultado de um grande experimento já feito antes ainda que em menor escala. Resta saber, portanto, se a série terá fôlego para explorar o que parece ser uma grande conspiração ao passo em que mostra os desdobramentos daquele fenômeno nas vidas e relações de tantos personagens. Por enquanto boto fé.

    Obs.: A 1ª temporada completa da série foi confirmada pela Disney/ABC e terá 25 episódios.

    Dexter – 4x03 “Blinded by the Light”
    (exibido no dia 11/10/2009 nos EUA)


    Vida de serial killer consciente do que é e que tenta se cercar das melhores camuflagens possíveis, não deve ser nada fácil. E foi isso que esse “Blinded by the Light” explorou abusando (no bom sentido) de um humor negro até certo ponto incomum para o protagonista da série. Sai de cena o Dexter exausto e surge aquele que na necessidade de se ajustar ao convívio social de sua vizinhança, derrapa no relacionamento com a agora adolescente Astor e na tentativa de omitir de Rita qualquer sinal que levante suspeita sobre sua psiquê. Esse foi também o episódio que expandiu o intrigante ritual sádico e meticuloso do Trinity Killer, personagem que vai se tornando cada vez mais interessante na interpretação cuidadosa de John Lithgow, que por sua vez dá continuidade à tradição da série em criar bons antagonistas.Com igual destaque, fica a construção sólida das boas subtramas da temporada, que além dos conflituosos relacionamentos entre LaGuerta e Angel e o triângulo Anton, Debra e Lundy, cria uma dinâmica entre Quinn e Dexter que pode alimentar no nada ético detetive uma curiosidade em relação ao colega semelhante àquela que sustentava a rixa do falecido Doakes. Em suma, mais um bom episódio dessa 4ª temporada que pouco a pouco vai ampliando nossa expectativa pelo inevitável embate entre Dex e o Trinity Killer.

    House – 6x05 “Instant Karma”
    (exibido no dia 12/10/2009 nos EUA)

    Bem sucedida na missão de dar novos rumos a seu complexo protagonista ao mesmo tempo em que resgata a boa atmosfera do começo da série (sustentada em grande parte pela dinâmica do time original do departamento de diagnósticos), a 6ª temporada de House tem garantido até aqui um banquete prazeroso e divertido para quem não a abandonou precipitadamente. Dando continuidade ao dilema ético e moral perpetrado pela decisão de Chase no episódio anterior, “Instant Karma” brinca de forma muito inteligente com a sempre presente conflituosa relação de House com razão e fé ao colocar um pai que abre mão de uma fortuna pela crença de que tal ação implicaria numa cura até então impossível para seu filho. Fora isso, não dá para negar a importância das palavras de Foreman reconhecendo em House o comandante que ele talvez jamais vá ser, o que claro, ainda pode e deve influenciar no aparentemente crescente processo de mudança do outrora antisocial médico. Com isso em mente, só uma dúvida fica no ar: a reação de House a essa nova perspectiva será positiva ou negativa? Façam suas apostas.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Trailer oficial de Toy Story 3



Tá aí o trailer oficial de Toy Story 3, simplesmente um dos filmes mais esperados por mim para 2010.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

DEXTER - Comentários do episódio 4x02




Ep. 4x02 "Remains to be Seen" (exibido no dia 04/10/09 nos EUA)

Exausto, porém satisfeitíssimo. Foi assim que me senti quando “Remains to be Seen” chegou ao fim depois de proporcionar um exercício narrativo que expandiu para outro nível a estafa física e mental de Dexter que já fora indicada no episódio de estreia dessa 4ª temporada.

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    Dando imediata continuidade à cena que mostrava Dexter se acidentando quando retornava de seu ‘trabalho’ com Benny, o episódio investe na tensão de – mais uma vez – criar uma ameaça ao segredo do protagonista, que agora como pai de família, tem muito mais a perder. E tudo bem que lá no fundo já soubessemos que nada de mais aconteceria com o personagem à essa altura, mas com seu esgotamento tomando conta, era natural se prender àquela situação.

    Sendo assim, com o desespero de Dexter para localizar a prova de seu crime (os restos de sua mais recente vítima), as aparições mais frequentes de Harry nesse episódio serviram tanto para apontar um caminho de que o código mesmo subvertido não dá margem à indisciplinas ou desculpas, quanto para evidenciar o superego do protagonista sempre de forma sutil.

    Aspectos psicológicos à parte, “Remais to be Seen” dedicou também espaço para tensões sexuais entre Angel e LaGuerta, bem como para Lundy e Debra, que balançada pelo retorno do agora aposentado agente do FBI a Miami, eventualmente acabará colocando Anton para escanteio. Mas se isso não é importante (e no fim não é mesmo, penso), o mesmo já não se pode dizer da crescente e cuidadosa introdução do modus operandi do Trinity Killer feito por John Lithgow na busca de sua nova vítima.

    Cadenciada no ritmo, mas nem por isso desinteressante (longe disso, aliás), é sempre curioso para mim perceber que estruturalmente as temporadas de Dexter se mantém iguais ainda que com esperadas variações. Há sempre uma natural preparação de terreno no início, peças sendo lançadas aqui e ali, um antagonista sempre diferente e não menos marcante, uma ameaça para Dexter em contínuo processo de descoberta e por aí vai até culminar no arco final que traz confronto, reavaliações, aprendizado, e para nós que assistimos, diversão de qualidade.

    Que surpresas nos aguardam nessa 4ª temporada de Dexter? Não faço a menor ideia, mas tô louco para descobrir, e vocês?

terça-feira, 6 de outubro de 2009

HOUSE – Comentários dos episódios 6x03 e 6x04

Ep. 6x03 “Epic Fail” (exibido no dia 28/09/09 nos EUA)

Longe de atingir o altíssimo nível da estreia da temporada, “Epic Fail” no entanto foi consistente na transição e na proposta de provar que House está resgatando elementos mais tradicionais à medida em que evolui explorando novas nuances pela perspectiva de seu protagonista ainda mais afiado no sarcasmo e na ironia.

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    Praticamente centrado nos equívocos monumentais de Foreman à frente do departamento de diagnósticos e sua conflituosa relação pessoal e profissional com a 13, “Epic Fail” tem como grande acerto o fato de ter relegado House (divertido em sua busca de um novo vício através da culinária) à posição de coadjuvante de luxo na periferia das ações principais de um jeito bastante criativo. Assim, ao reintroduzí-lo indiretamente na resolução do caso da semana de forma decisiva, a série levanta aos olhos do personagem um interessante dilema: aquilo que ele mais ama e sabe fazer é também o que o consome e o desestabiliza.

    Ep. 6x04 “The Tyrant” (exibido no dia 05/10/09 nos EUA)

    Reforçando a ideia de que os bons tempos da série parecem estar efetivamente de volta (teve até reunião da equipe original de diagnósticos), “The Tyrant” foi um episódio sobre dilemas. O de Foreman tendo que admitir mais uma vez que não é House e depende dele, e o de Chase (finalmente de volta à ativa na trama ao lado de Cameron) agindo sob o lema dos fins que justificam os meios.

    Contando com a ilustríssima e ótima presença de James Earl Jones (a voz de Darh Vader) no papel de um ditador sanguinário que vira paciente, “The Tyrant” coloca sob a ótica do até então sempre certinho Chase, a discussão sobre a validade de se fazer a coisa certa pelos caminhos errados. Uma discussão aliás, que encontra reflexos também na atitude de House com o implicante vizinho de Wilson.

    Difícil imaginar à essa altura que desdobramentos as ações de Chase terão tanto em seu relacionamento com Cameron quanto com Foreman (que de certa forma virou refém daquela controversa decisão), mas com House voltando progressivamente ao centro dos casos, não é exagero imaginar que os próximos episódios prometem grandes viradas.

FLASHFORWARD - Comentários do episódio 1x02



Ep. 1x02 “White to Play” (exibido no dia 01/10/09 nos EUA)

Para quem começou a acompanhar FlashForward sem saber que o planejamento de seus produtores considera quatro temporadas, a impressão mais forte deve ser a de que o mistério central será resolvido amanhã, tamanha a urgência com que determinados elementos da trama tem sido introduzidos e desenvolvidos.

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    Obviamente, à medida em que essa curiosa trama de proporções globais cresce, as dúvidas surgem numa frequência maior que as eventuais respostas, o que é natural, ainda que a pergunta central (o que e por que aquilo aconteceu?) essencialmente permaneça a mesma ‘apenas’ ganhando perspectivas novas e diferentes.

    Ao focar os primeiros passos da investigação que pode e deve responder o grande mistério por trás dessa história (fenômeno sobrenatural? Conspiração? Um grande devaneio coletivo?) , “White to Play” dá uma dimensão exata da complexa rede de informações que se forma com o tal Mosaico e as implicações que o cruzamento desses dados provocarão.

    E se a narrativa prova que a série tem gás para nos envolver, quer seja pelo simples mistério que a move ou pelas reações de seus personagens frente à certeza (ou falta dela) de um futuro que se desenha perfeito ou sombrio, há também um ponto de demérito que em menor escala a sabota: a insistência em ser expositiva demais nos lembrando e relembrando a todo instante o que determinado personagem viu em seu flash.

    Se o fôlego criativo da série será de maratonista ou de velocista, só o tempo dirá, mas independente das comparações narrativas, FlashForward já se vale de um artifício poderoso de Lost, que é a capacidade de nos fazer pensar sobre a trama e teorizar sobre o que se vê, sem querer fabricar respostas óbvias e fechadas, o que diga-se de passagem, é mais que suficiente para me manter preso à série. Alguém comigo?

FRINGE - Comentários dos episódios 2x02 e 2x03



Ep. 2x02 “Night of Desirable Objects” (exibido em 24/09/09 nos EUA)

Depois da ótima estreia da temporada, um (pequeno) balde de água fria. Perdido entre desenvolver a mitologia da série de forma orgânica e se focar num típico ‘monstro da semana’ (a la Arquivo X), “Night of Desirable Objects” diminuiu o ritmo com uma história lenta e até certo ponto desinteressante com gostinho de ‘já vi isso antes em outro lugar’.

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    De mais significativo do episódio portanto, ficou a dica nas palavras de Sam, o misterioso mentor indicado por Nina Sharp para ajudar Olivia, de que os deslocamentos entre os universos retratados no arco central da série podem ser responsáveis por provocar severos efeitos colaterais tanto físicos quanto psicológicos. Isso claro, explicaria o estado da agente Dunham e por tabela, implicaria num maior entendimento acerca do comportamento de Walter Bishop por exemplo, que no final das contas pode nem ser assim tão louco quanto parece.

    Dito isso, a impressão que ficou desse episódio, é que os roteiristas da série resolveram frear de forma proposital (?) a cadência desse início de temporada como se nos preparassem para novos e impactantes desdobramentos, o que aliás, aconteceu já no terceiro episódio.

    Ep. 2x03 “Fracture” (exibido em 01/10/09 nos EUA)

    Focado num maior desenvolvimento de personagens (a ida de Peter ao Iraque permitiu que conhecessemos um pouco mais de seu passado) e sobretudo na luta de Olivia para recuperar se não a memória, pelo menos seu equilíbrio físico, “Fracture” foi bem superior ao episódio que o antecedeu.

    Explorando um caso bem mais interessante (e que abertura foi aquela, não?), esse terceiro episódio da temporada teve como grande mérito o fato de ter amarrado um evento aparentemente isolado (homens cujos corpos funcionavam como bombas) à mitologia da série de uma forma genuinamente instigante e por que não dizer, inesperada.

    Sólido em sua execução e bem mais envolvente, “Fracture” montou um cenário que parecia nos levar por um caminho, mas terminou em outro. Assim, além de mostrar o trio de protagonistas numa posição central para os rumos da anunciada guerra entre os universos, o episódio trouxe com seu surpreendente final, a indicação de que há implicações ainda mairores envolvendo o papel do Observador na trama, que passa de mistério periférico a central levantando as perguntas: de que lado ele está? O que ele representa? E por que seu foco em Walter?

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

As estreias de ‘Hung’ e ‘The Secret Life of the American Teenager’ no Brasil



Sendo bem objetivo, à primeira vista não há absolutamente nada de extraordinário em Hung (termo que significa 'bem dotado' numa tradução livre), comédia adulta estrelada por Thomas Jane que estreou no último sábado (03/10) no Brasil via HBO. Dito isso, tampouco pode se dizer que ela não tenha lá sua graça ao mostrar os percalços de um quarentão boa pinta que carregando o peso de ter se tornado um loser, parte em busca de uma segunda chance através de um caminho nada ortodoxo: virar ‘garoto’ de programa por conta de seu dote.

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    Divertida, Hung no entanto dificilmente será uma série que vá durar várias temporadas, ainda que já tenha garantido mais uma pela HBO americana dada a boa receptividade que teve. A razão disso aliás, já pode ser entendida pelo primeiro episódio, que transforma a série numa boa surpresa exatamente por subverter elementos que geralmente se esperam de tramas com uma temática tão singular. Aliado a isso, Thomas Jane aparece bem no papel de Ray Drecker (o dotadão do título) e tem ótimas cenas com Jane Adams, atriz que faz sua cafetina por ocasião, Tanya Skagle.

    O episódio piloto (que foi dirigido por Alexander Payne), diga-se, é mais interessante que o segundo, mas se você for como eu, certamente não resistirá em acompanhar o restante da temporada, que antecipo, traz algumas boas situações tão constrangedoras quanto engraçadas.

    The Secret Life of the American Teenager

    Outra série que chega à tv a cabo brasileira na noite dessa terça-feira (06/10) às 21h via Boomerang (NET e Sky), é “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana”, que como o título já indica, tem temática teen, mas muito mais conteúdo que várias delas somadas, sobretudo por abrir mão de usar recursos digamos, mais apelativos.

    Produzida pelo canal americano ABC Family, a série que traz um quê do filme “Juno” (uma comparação inevitável), logo se sobressai ao tratar um dilema muito particular (adolescente que fica grávida logo na primeira transa) através dos conflitos pessoais e familiares decorrentes daquela situação, que é sempre explorada de uma forma muito emotiva e envolvente.

    Além disso, outro elemento que agrega valor à série e lhe confere autenticidade é o fato de que seus personagens teens são efetivamente feitos por adolescentes, que encabeçados por Shailene Woodley (ex-estrela infantil da Disney), não fazem nada feio ao lado de veteranos como Molly Ringwald, estrela de sucessos dos anos 80 como A Garota de Rosa Shocking.

    Em tempo, aqui está o link do comentário que fiz sobre a série em 2008.

TOP 10: as séries campeãs de downloads (entre 27/09 e 03/10)

Segundo o site Torrentfreak.com, as séries que tiveram o maior número de downloads entre os dias 27 de setembro e 03 de outubro foram:

1. Heroes
2. House M.D.
3. The Big Bang Theory
4. Entourage
5. How I Met Your Mother
6. Family Guy
7. Desperate Housewives
8. Dexter
9. Supernatural
10. Grey’s Anatomy