quinta-feira, 30 de junho de 2011

Damages - 4ª temporada terá episódios maiores


A música de fundo é péssima, mas o trailer mostra uma temporada que promete

Faltando poucos dias para a estreia da 4ª temporada de Damages, uma boa nova, para quem é fã da série, foi dada pelo produtor executivo Daniel Zelman em entrevista ao TV Line. Segundo Zelman, agora que a série passa a ser exibida na DirecTV americana que não exibe comerciais, cada episódio da série passa a ter duração estimada entre 49 e 56 minutos em vez dos, até então, habituais 42.

LEIA MAIS...

    A prática, que é padrão da tv a cabo inglesa, por exemplo, não é tão comum nos EUA (só o Showtime e a HBO fazem assim), mas para uma série como Damages, deve cair como uma luva já que cada temporada traz sempre uma trama repleta de idas e vindas com muitas reviravoltas, carecterística que deve agora ser ampliada em função da maior disponibilidade de tempo.

    Além disso, como destaca o colunista Matt Mitovich, sem grandes controles dos executivos do canal, os produtores de Damages terão mais liberdade para ousar com a trama sem descaracterizar os aspectos mais marcantes da série. E não é só isso. Levando em conta que Damages terá pelo menos mais uma temporada além dessa que se inicia, o também produtor Todd A. Kessler antecipa que o quarto ano deve se encerrar deixando uma grande questão envolvendo Patty e Ellen (Glenn Close e Rose Byrne, respectivamente) que só seria resolvida no quinto e, possivelmente, último ano do programa.

    Pra encerrar, Kessler indicou que nessa quarta temporada de Damages também devemos ver, a exemplo do que já ocorrera antes, algum ‘fantasminha camarada’ dando as caras. “Adoramos trazer personagens e atores com quem gostamos de trabalhar de volta e Tate Donavan (o advogado Tom Shayes), por exemplo, está no topo da lista".

    Não sei você, mas mesmo com pequenas ressalvas aqui e ali com relação às temporadas anteriores, tô contando os dias para voltar a mergulhar naquele instigante jogo de xadrez protagonizado por Patty Hewes e cia.

    A 4ª temporada de Damages estreia no dia 13 de julho na DirecTV americana.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Radar Dude News – 29/6/2011

Sem tempo a perder, vamos aos assuntos desse radar: o novíssimo trailer de Missão Impossível 4; comentários sobre a novata e surpreendente comédia de humor negro, Wilfred; o retorno de Louie; a policial inglesa, Luther; e sobre dois filmes, o japonês 13 Assassins e o romance de ficção, Agentes do Destino. E para fechar, uma dica quente de Blu-Ray: a recém lançada versão estendida da trilogia O Senhor dos Anéis por um preço bem camarada.

Missão Impossível 4



Muita gente acha que a franquia Missão Impossível já deu o que tinha que dar, mas basta conferir o novo trailer de Missão Impossível 4: Protocolo Fantasma para perceber que o filme tem tudo para dar novo fôlego às aventuras de Ethan Hunt e cia. Com estreia prevista para 30 de dezembro no Brasil, a produção que, além de Tom Cruise, conta com Josh Holloway (o Sawyer de Lost) e Jeremy Renner (Guerra ao Terror e Atração Perigosa), marca também a primeira empreitada de Brad Bird no mundo do cinema live action, já que até então o diretor só aparecera à frente das excelentes animações, Os Incríveis e Ratatouille da Pixar.

LEIA MAIS...

    A bizarra e imperdível Wilfred

    Quando vi o primeiro teaser de Wilfred, nova comédia recém estreada no FX americano, achei o conceito esquisito demais para que pudesse funcionar. Ledo engano. Bastou ver o episódio Piloto da série para ser instantaneamente fisgado pela ideia de acompanhar as desventuras de um jovem depressivo que redescobre a vida ao lado de um cão chamado Wilfred que ele enxerga como um homem de verdade. No papel do protagonista da série, Elijah Wood (o eterno Frodo da trilogia O Senhor dos Anéis) parece ter acertado em cheio na escolha do projeto que, acreditem, é tão bizarro e politicamente incorreto quanto divertido. Resumindo: assista!

    O retorno de Louie

    Por falar em comédia politicamente incorreta do FX, quem voltou na última semana mais uma vez investindo nas piadas críticas e de acidez máxima foi Louie. Mantendo a estrutura de sua temporada de estreia, a série do comediante Louis C.K. (que é produtor e roteirista do programa) divide-se entre sequências dramatizadas e absurdas de momentos da vida de um pai divorciado e cheio de pré-conceitos e stand ups do próprio Louis. Neles, o comediante, num estilo bem peculiar e engraçadíssimo, analisa, sem qualquer papa na língua, situações que vão desde os desafios de ter que educar filhas com diferença de idade ao de ter que refazer a vida social depois de virar solteiro aos quarenta e poucos anos. Se você ainda não acompanha tá perdendo.

    A bipolar e curiosa Luther

    Convencido pelos argumentos de quem já via a série, fiz uma maratona de Luther, série policial inglesa estrelada por Idris Elba (da excelente The Wire). Longe de ser espetacular, mas ainda assim não menos interessante justamente por conta do marcante trabalho de Elba, a série mostra o dia a dia do irascível detetive John Luther que vê sua vida pessoal e profissional entrar num turbilhão depois de virar alvo da corregedoria e de conhecer uma assassina fria e calculista que, obcecada por ele, passa a se meter em suas investigações. Atraente por ser mais crua que o padrão americano do gênero (as investigações seguem um modo mais crível), Luther no entanto incomoda pela bipolaridade de seus personagens. Assim, mudanças de humor e atitude repentinas surgem quando se menos espera, o que se por um lado funciona para manter a história surpreendente, por outro soa como trapaça de roteiristas que se julgam muito espertos.

    Cinema com Samurais e Philip K. Dick

    Dirigido pelo controverso cineasta japonês Takashi Miiki, 13 Assassins narra a história de um grupo de 13 samurais (tecnicamente são 12, mas explicar a diferença seria spoiler) que, no fim do período feudal do Japão, aceita a missão de encarar um exército na tentativa de matar o tirano herdeiro do Shogun que destroçava vidas e vilas por onde passava por puro prazer. A premissa não é das mais atraentes, eu sei, mas com planos engenhosos e bons personagens, esse filme de 2010 surpreende ao misturar discussões sobre moral e honra numa história (baseada em fatos reais) que traz uma incrível sequência de ação que tem, acredite, quase 30 minutos de duração!

    Como bem definiu Pablo Villaça em sua crítica de Agentes do Destino, o filme inspirado num conto de Philip K. Dick é basicamente um romance floreado por elementos sci fi. Estrelado por Matt Damon e Emly Blunt, o filme mostra misteriosas figuras com um quê de sobrenaturais (seu visual lembra muito o dos Observadores de Fringe) que, encabeçadas pelo personagem de Terence Stamp, agem para impedir que o casal protagonista se envolva depois de um encontro do acaso. Brincando com conceitos de destino e livre arbítrio, o filme levanta diversas discussões sobre o real controle que teríamos sobre nossas decisões (das mais banais às mais importantes) e quanto elas influenciariam o que seria o plano de vida perfeito para cada um. Interessou? Então confira o trailer.

    Trilogia O Senhor dos Anéis, versão estendida



    Demorou, mas a versão estendida da trilogia O Senhor dos Anéis finalmente chegou às lojas gringas. No box de 15 discos(!), sendo 6 em blu-ray com os 3 filmes em suas versões estendidas (totalizando quase 11 horas e meia de filme) mais 9 em DVD só com extras imperdíveis como docs sobre o mundo criado por Tolkien, bastidores de cada filme, entrevistas, comentários e muito mais. Tudo, eu disse TUDO com legendas em pt-br. O preço hoje? US$70, que no câmbio atual dá algo em torno de R$110 + o custo do frete. Em suma: i m p e r d í v e l !!!



segunda-feira, 27 de junho de 2011

True Blood – Ep 4x01 “She’s not There” (Season Premiere)

Com spoilers para quem não acompanha pela exibição americana.

Ainda me divirto com True Blood, mas admito que gostava muito mais da série quando ela era basicamente centrada nos vampiros. Propositalmente tosca, cheia de gore e em muitos momentos quase um soft porn ela sempre foi e isso nunca a desmereceu por um motivo bem simples: quando a série começou a virar febre com esse mix curioso, as tramas investiam em metáforas inteligentes que fomentavam discussões relevantes sobre discriminação e aceitação do que é diferente e fazia isso muito bem sem jamais deixar de entreter. De boa parte da temporada passada para cá, contudo, a história mudou. E, infelizmente, para pior.

LEIA MAIS...

    Ainda comandado por Alan Ball (que deve ficar à frente da série pelo menos até a 5ª temporada), esse novo ano de True Blood começou repetindo um erro que pode ser capital: ter subtramas demais e que desconexas, parecem revelar uma narrativa sem rumo. De todas as que foram introduzidas nessa estreia de temporada, poucas parecem interessantes ou mesmo relacionar-se com outra(s), o que, para quem assiste, acaba passando a sensação de que os roteiristas, sem saber o que fazer com tantos personagens, resolveram apenas criar historietas que serão concluídas aos poucos até que a principal (envolvendo as recém introduzidas bruxas mais o velho triângulo Sookie, Bill e Eric) ganhe proeminência.

    Não me entenda mal. True Blood ainda está longe de se tornar um Crepúsculo da vida, mas é justo dizer que também já não é mais tão boa quanto antes. Se por um lado ainda é divertido ver Jason (agora um policial) se metendo em confusão mesmo quando age com boas intenções; Lafayette encarando novas e misteriosas descobertas (o que foi aquela roda espírita com um papagaio?!) e Arlene fazendo uma tempestade em copo d’água por conta do comportamento de seu filho ainda bebê, por outro, me empolguei pouco com o núcleo que tem Sam se reunindo com outros metamorfos; com a fase DR envolvendo Hoyt e Jessica (e os desejos reprimidos da vampira ruivinha) ou mesmo com a nova fase de Tara, que em Nova Orleans (quem achou que veríamos um crossover de TB com Treme?) leva uma vida de lutadora e, após mudar de time, tem um relacionamento com uma bela morena.

    De positivo desse início (porque de negativo já temos aquela bizarra passagem de Sookie pelo mundo das bruxas), só mesmo o salto temporal que permitiu vários desenvolvimentos e mudanças em Bons Temps. Assim, dos cenários mais promissores, o que mais me deixa curioso é o que envolve a iniciativa de Bill (agora rei do Mississipi) e Eric tentando se reaproximar dos humanos ganhando a confiança perdida pelas ações do falecido Russell. Claramente agindo com agendas distintas, um novo choque entre os dois parece iminente, sobretudo quando consideramos a investida agressiva de Eric em Sookie que serve de fechamento/gancho do episódio.

    E aí, como é que tá a sua relação com True Blood? A série ainda te empolga ou é apenas mais uma entre várias?

    A 4ª temporada de True Blood chega ao Brasil no domingo, 10 de julho, pela HBO.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Falling Skies – Episódio Piloto

Cinco dias após estrear nos EUA, o drama de aventura Falling Skies chegou, nessa sexta-feira, 24, ao Brasil através dos canais a cabo TNT e Space (este exibindo a série dublada). Com a assinatura de Steven Spielberg, a produção narra a luta de humanos sobreviventes de um ataque alienígena que dizimou 90% da população mudial e acabou com toda a infraestrutura do planeta. Já viu isso antes sob alguma outra forma? Pois é, eu também.

LEIA MAIS...

    O episódio duplo que serve como Piloto da série segue à risca a velha e tradicional cartilha de introduzir o cenário e seus personagens, o que é mais que natural. O problema é que mesmo tendo pouco mais de 80 minutos de duração, a série falha em apresentar uma trama que realmente empolgue, já que com poucas sequências de ação convincentes e dramas demasiadamente rasteiros, não traz nada de realmente novo.

    O início do episódio, por exemplo, faz uma rápida recapitulação dos eventos ocorridos desde a chegada das naves alienigenas usando simples desenhos acompanhados pela narração de crianças. Contudo, o que poderia ser um bom artifício – já que o impacto dos acontecimentos sob a perspectiva dos pequenos teria tudo para nos envolver mais -, acaba soando mais como economia de um orçamento (ou limitação dele) que seria destinado a montar grandes planos que revelassem como o caos se instaurou.

    Quando a história realmente começa, o planeta já é uma terra de ninguém com os humanos organizando-se em grupos de resistência. Um deles, o que ganha o foco da trama, é o 2º Mass, que tem no professor de história Tom Mason (Noah Wyle, o eterno Dr. John Carter de ER) e no capitão Weaver (Will Patton) suas figuras mais proeminentes ao lado da médica Anne Glass (Moon Bloodgood).

    Fugindo e tentando se manter vivos como podem à caçada perpetrada pelos alienígenas, os humanos parecem presas fáceis frente o poderio dos invasores (note, por exemplo, a imponente nave estacionada sobre o centro de Boston que lembra aquela do bom filme Distrito 9), mas não demora muito para percebermos que eles parecem não querer usar toda tecnologia que detém, visto que mesmo dotados de sensores de calor em suas muitas naves patrulha, eles tem dificuldade para encontrar os grupos de humanos concentrados a poucos quilometros de distância.

    Mesmo com problemas (o ritmo fica lento demais em dado momento e os conflitos que surgem são pouco interessantes), a estreia de Falling Skies não chega a ser um desatre, total, mas considerando toda a expectativa gerada por ser a nova investida de Spielberg na tv com esse gênero depois da ótima Taken de 2002, não dá para negar que a série vai precisar melhorar muito nos próximos episódios se quiser ganhar qualquer relevância. Caso não consiga, não será só o céu que cairá, mas a audiência e a paciência de quem não quer ver mais do mesmo...

    Falling Skies é exibida aos domingos nos EUA e às sexta-feiras na TNT e no Space a partir das 22h.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Em entrevista, produtores falam da 4ª temporada de Fringe

Se você é fã de Fringe e ficou intrigado com os rumos da série depois do final da 3ª temporada, deve estar louco(a) pra que a série volte logo revelando que rumos aquela trama vai tomar. Pois bem, em entrevista ao Examiner, Jeff Pinkner e Joel H. Wyman, produtores e roteiristas de Fringe, anteciparam, sem revelar demais, que irão trazer alguns dos personagens favoritos de volta. Mais uma dica de que Peter terá participação ativa? Provável e esperado, mas que outros personagens marcantes poderiam retornar?

LEIA MAIS...

    Além dessa indicação, a dupla antecipou que pretende fazer com que o início da 4ª temporada funcione como uma introdução para pessoas que não assistiram os 3 anos iniciais da série. “Ouvimos muita gente dizendo que amou os vídeos promocionais da série [exibidos pela Fox], mas que não tem tempo para assistir três temporadas inteirias, então vamos tentar fazer com que a quarta temporada funcione como um novo piloto. Fizemos um pouco disso na temporada passada, mas é bom frisar que essa iniciativa servirá apenas como um ponto de entrada para pessoas que não viram tudo.”

    Nesse panorama, eis a pergunta: será que é uma boa tentar ganhar novos fãs a essa altura em detrimento de um desenvolvimento pleno da trama que conhecemos até aqui? Tá aí o dilema que esses caras, que recebem muito bem para fazer o que fazem, tem que encarar. Para ler a matéria completa (em inglês), clique aqui.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Novo trailer de 'O Planeta dos Macacos: A Origem'

Parece que dessa vez a Fox acertou a mão com um reboot. Se o filme for tão bom quanto o trailer (clique na imagem ao lado para assistir), O Planeta dos Macacos: A Origem (The Rise of the Planet of the Apes no original) tem tudo para ser o grande filme pipoca da temporada. Confere aí o mais novo trailer que foi liberado no Reino Unido. Dica do Doutor Caligari.

O filme tem previsão de estreia no Brasil para o dia 5 de agosto

Game of Thrones - Ep 1x10 "Fire and Blood" (Season Finale)



Acabou. A 1ª temporada de Game of Thrones, também conhecida como a melhor série nova da temporada (The Killing tá logo atrás), chegou ao fim no último domingo lá fora. Comentando a série e principalmente o último episódio, "Fire and Blood", já está no ar, lá no Seriaudio, um mini podcast gravado por este que vos escreve. Se você virou fã da série, não deixe de ouvir, comentar e discutir. Em tempo, como já falei, você encontra meus comentários de cada um dos 10 episódios de GoT aqui.

terça-feira, 21 de junho de 2011

The Killing – Final da 1ª temporada

Com spoiler para quem ainda não assistiu!



É alto o preço que se paga pela coragem de fugir da fórmula e das respostas prontas. Que o digam os responsáveis por The Killing, cujo season finale exibido no último domingo nos EUA foi massacrado pela crítica que, salvo raras exceções, limitou-se a repetir argumentos pueris do tipo, ‘não contaram o que eu queria saber, não assisto mais’.

LEIA MAIS...

    Sério. Era tão difícil assim entender que a proposta de The Killing, muito mais que o esclarecimento de um crime bárbaro, era explorar as ações e reações de todos que estivessem ligados ao fato? E daí que o esclarecimento do crime ainda não veio se desde o início essa foi uma série que indicava, episódio após episódio, que nada é o que parece e que o buraco é sempre bem mais embaixo?

    Emulando o que seriam os desdobramentos de uma investigação real (cheia de idas e vindas), daria até para dizer que nenhum crime dessa magnitude e que envolve tantos suspeitos e interesses poderia se resolver tão rápido (lembre que a temporada cobre um período de 13 dias). E é por isso que defendo "Orpheus Descending" como um belo desfecho de temporada, porque ao passo em que mantém a grande questão da trama em aberto, ainda que apresente fatos mais contundentes, reverencia o elemento mais importante de sua narrativa (seus personagens) sem trair o que conhecemos deles até aqui.

    Nisso, temos a angustiante dor da família Larsen que desmorona por conta de esqueletos então esquecidos no armário, mas que se revelam com a perda de uma filha; a detetive Sarah Linden que, ao viver para um trabalho que a consome, negligencia a vida pessoal e com isso parece carregar o mundo nas costas; o político Richmond que tem discurso de bom moço, mas que esconde segredos sombrios e, por trás de tudo, a revelação de uma conspiração que põe todas as certezas em cheque.

    Foi um season finale perfeito? Não, mas foi muito bom no que a trama propõe ainda que peque com pequenas incongruências. Não tenho qualquer objeção, por exemplo, à revelação/surpresa de que Holden é um traíra, mas se ele já tinha uma agenda obscura, por que o penúltimo episódio mostrou-o tendo uma reação tão autêntica quanto àquela que teve ao descobrir quem era Orpheus?

    Escorregadas à parte, com um gancho de enlouquecer os mais curiosos (Belko atirou ou não em Richmond?) The Killing se despede deixando, além da boa impressão, o gostinho de quero mais que virá com a 2ª temporada e a promessa de não só encerrar essa história, mas também a de introduzir outra investigação que pode ou não estar relacionada a dessa temporada, como indicou a produtora Veena Sud em entrevista.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Personagens de séries em 16 bits


A febre do Tumblr ainda não me pegou, mas depois de conhecer o SixteenBits, seguindo dica do Fábio Marins, confesso que vou prestar mais atenção naquele espaço. O tumblr em questão reproduz personagens de séries (e de filmes também) em desenhos feitos como esse que você vê aqui em cima. Aliás, tá fácil identificar a galera que ilustra a imagem desse post, não?

VEJA MAIS...

    (Clique para ampliar)

    A imagem que me levou ao Sixteen Bits foi justamente essa com 108 personagens de Lost. Consegue identificar cada um deles sem colar?

    Em tempo, o autor desse tumblr bacaninha também fez homenagens a quatro de minhas comédias favoritas: Modern, Family, The Office, Parks and Recreation e Community! Tem muito mais por lá, portanto não deixe de vistar.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

2ª temporada de The Walking Dead estreia em...

As gravações da 2ª temporada de The Walking Dead já estão rolando, o anúncio oficial da estreia nos EUA ainda não ocorreu, mas o site alemão SerienLoad aponta que a série retorna na terra de Schumacher no dia 21 de outubro através da Fox. Assim, como não acredito que a produção inspirada pela HQ de Robert Kirkman volte a ser exibida em algum país antes dos EUA, é bem provável que o canal AMC confirme em breve o retorno da série dos zumbis para a mesma data ou mais provavelmente para o dia 16 de outubro, um domingo, dia em que a badalada produção era originalmente exibida em seu primeiro ano.

LEIA MAIS...

    E por falar em The Walking Dead, que tal as action figures inspiradas pela HQ e pela série?

    Produzidos pela McFarlane Toys, as dos personagens humanos nem são assim tão espetaculares, mas atentem para a descrição do zumbi que você vê aqui em cima:

    Puxe o tronco e separe o corpo pela região abdominal expondo os intestinos e outros orgãos internos, fazendo com que o boneco, sem pernas, adquira uma forma rastejante. O boneco também tem segmentos removíveis do braço e da cabeça na área da mandíbula, que retirados, expõem camadas de músculo em decomposição, ossos e sangue.

    Interessou? Então não deixe de conferir a página da Entertainment Earth para ver outros bonecos da coleção, datas de lançamento, preços e condições de envio para o Brasil.

Grave Encounters



Tudo bem que o mockumentary (falsos documentário) já não é nenhuma novidade, mas sempre bate a curiosidade quando uma nova produção explora o artifício que chamou a atenção com Bruxa de Blair 12 anos atrás e ganhou grande destaque com filmes mais recentes como Cloverfield e Rec, o original espanhol.

A premissa desse Grave Encounters, que estreia no fim de agosto nos EUA e não tem previsão para o Brasil, é a seguinte: ao visitar um hospital psiquiátrico abandonado para gravar mais um episódio de seu programa com temática paranormal, uma equipe de tv acaba vivenciando fenômenos assustadores ao passar a noite no local.

Trailers podem enganar, mas se você gosta do gênero, deve ter ficado com vontade de ver o filme, não?

Game of Thrones – 1x09 “Baelor”


Como você deve saber, tenho feito comentários am áudio para cada um dos episódios de Game of Thrones. A ideia, até para evitar repetição, era voltar a escrever alguma coisa sobre a série por aqui apenas depois do season finale, mas com o movimentado penúltimo episódio, Baelor, não resisti à tentação, portanto...

LEIA MAIS...
    Com spoilers para quem ainda não assistiu o episódio!

    Por conhecer o primeiro livro que inspirou a série e principalmente essa 1ª temporada, eu já sabia que o destino de Ned Stark seria aquele. Ainda assim, dada a construção da cena que encerra o episódio, o choque de ver os olhares apavorados de Sansa e Arya e ouvir o aço daquela espada cortando o ar na direção da cabeça de Ned não foi menos impactante.

    De tudo o que esse ótimo episódio trouxe, como todas as cenas envolvendo Tyrion; a jogada de Robb Stark para obter uma grande vantagem contra os Lannisters; Daenerys mantendo pulso firme frente à ameaça que se agigantava sobre o moribundo Khal Drogo e, por fim, a mudança de perspectiva que Jon Snow passa a ter na Muralha, o ponto mais importante a meu ver gira em torno da clara mensagem de que ninguém está a salvo nessa história.

    É nisso que reside uma das grandes qualidades do universo criado por George R.R. Martin, autor dos livros. Independente da proeminência e importância desse ou daquele personagem, se em dado momento a história atinje um ponto de conflito extremado como o que vimos, matar o ‘mocinho’ (ou um deles) pode sim ser uma alternativa possível dentro da narrativa.

    Ao fugir do óbvio (o mocinho sempre se salva) e ser ousada, GoT ganha elementos dramáticos que não só a diferenciam de 99% das produções, como faz da frase “No jogo dos tronos, você vence ou você morre” não uma simples sentença de impacto dita por Cersei, mas sim uma certeza inescapável que garante surpresas incontáveis. Essa é ou não é uma fórmula deliciosa para qualquer história?

segunda-feira, 13 de junho de 2011

X- Men: Primeira Classe

X-Men: Primeira Classe não é a melhor adaptação dos quadrinhos que vi (ainda tenho Watchmen como a referência a ser batida). Por outro lado, o filme que mostra as origens dos X-Men, a amizade entre Charles Xavier e Erik Lehnsherr/Magneto e os eventos que os colocam em lados opostos, é sem qualquer dúvida o melhor e mais ambicioso filme da franquia iniciada em 2000.

Digno, do primeiro ao último minuto, da alcunha de filme pipoca (ótimos efeitos e muita diversão), a produção assinada por Matthew Vaughn (do ótimo Kick Ass), que também colaborou no roteiro, acerta em cheio ao contextualizar as primeiras histórias dos mutantes em pleno auge da guerra fria na década de 60, já que ao emular a atmosfera dos bons filmes de ação/espionagem daquele período, entrega um thriller bastante envolvente.

LEIA MAIS...

    De forma geral, ainda que tenha ressalvas com relação a X-Men 3 e ao filme solo do Wolverine, gosto dos filmes anteriores, mas não cheguei a me empolgar tanto quando anunciaram um filme de origens. Assim, ao tomar esse Primeira Classe como sendo ‘apenas’ mais um da série, acabei sendo positivamente surpreendido por um blockbuster adulto, ágil e inteligente, e que com personagens carismáticos (destaque absoluto para o trágico Magneto de Michael Fassbender), supera com relativa facilidade as boas impressões deixadas por X-Men 1 e 2.

    Contando com pequenas cameos tão divertidas quanto inesperadas (aquela em que Xavier e Magneto encontram com certo personagem num bar é ótima!), o filme, que traz Kevin Bacon como o bom vilão Sebastian Shaw, faz boas referências aos anteriores ao passo em que nos dá novas perspectivas sobre seus protagonistas. Nesse quadro, enquanto o jovem Charles Xavier feito por James McAvoy aqui é visto num tom mais expansivo e informal que aquele mais velho feito por Patrick Stewart, o traumatizado Erik Lehnsherr, por sua vez, aparece como bad ass vingativo a la Bastardos Inglórios e com um conflito mais evidenciado (e interessante) que aquele visto em sua versão mais velha quando já o conhecemos como Magneto.

    Ampliando discussões relevantes sobre amizade (há uma cena belíssima envolvendo Xavier e Eric durante uma sessão de treinamento), aceitação e a responsabilidade que um poder confere, Primeira Classe é mais contundente na sua mensagem e, talvez por isso, acabe sendo o filme mais importante dentro da franquia, o que resumidamente significa uma coisa: você tem que ver o filme!

    Cotação:

Festa Blogo 4: Mostre a cor dos seus Bons Drinque

Vampiros, lobisomens, bruxas e até (sa)fadas de todos os tipos já separaram o dia 9 de julho em suas agendas. A edição número 4 da Blogo, a festa mais suculenta que já existiu, está de data marcada e você vai!

Para começar nossa lista de novidades, um tema que vem para sensualizar e seduzir: True Blood!

Não será apenas uma homenagem a uma das séries mais amadas pelos blogozeiros, mas a festa OFICIAL de lançamento da 4ª temporada do seriado no Brasil.

LEIA MAIS...

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Só Hoje! Battlestar Galactica completaço em promoção!

Já perdi as contas de quantas vezes elogiei o remake de Battlestar Galactica por aqui ou mesmo pelo twitter, mas como não custa repetir que essa é uma das minhas séries favoritas de todos os tempos (fica fácil no meu top 5), não hesito em recomendá-la para os que ainda não a conhecem. Em 4 temporadas, BSG construiu, apoiada numa ambientação sci fi de primeira, histórias empolgantes e que repletas de personagens inesquecíveis como o Comandante Adama de Edward James Olmos, a Presidente Laura Roslin de Mary McDonnell e a capitã Starbuck de Katee Sackhoff, só para citar alguns, faziam várias discussões existenciais carregadas de metáforas filosóficas e sociais sobre o homem e a sociedade em geral.

Pois bem, hoje e SOMENTE HOJE, 8 de junho, a Amazon está fazendo promoção do box completaço da série tanto na versão em Blu-Ray, quanto em DVD.



Em Blu-Ray, o box de 21 discos (com legendas em inglês, espanhol e francês) sai por R$181. Já em DVD, o box com 26 discos (e legendas em inglês e espanhol) sai por R$122.

Tanto em Blu-Ray quanto em DVD, o box inclui as 4 temporadas mais os 2 telefilmes que foram feitos (Razor, que ocorre entre a 3ª e a 4ª temporada e The Plan, que ocorre depois do fim da série), além de vários extras como cenas deletadas, comentários em episódios e até podcasts com o produtor da série. Em suma, item indispensável na coleção. Se bateu a curiosidade, não deixe de conferir esse unboxing da versão em Blu-Ray e, se puder, não deixe de aproveitar a promoção. Vai por mim, você não irá se arrepender.

terça-feira, 7 de junho de 2011

A Trilogia Millennium de Stieg Larsson

A violência contra mulheres e a corrupção moral e ética de uma sociedade que vive a ilusão de uma ordem que só existe no conceito. É esse o mote central da trilogia Millennium, filmes suecos que, inspirados pelos três livros de enorme sucesso do já falecido autor Stieg Larsson, nos apresentam a histórias tão fortes e chocantes quanto seus ótimos e carismáticos personagens/protagonistas, o jornalista Mikael Blomkvist e, sobretudo, a excêntrica e não menos carismática Lisbeth Salander.

LEIA MAIS...

    Minha relação com a obra de Larsson é recente. Já tinha visto e folheado os livros algumas vezes, mas sempre acabava postergando a compra apesar dos muitos e, agora reconheço, merecidos elogios empolgados que lia e ouvia de críticos e amigos. Porquê demorei tanto tempo para me render à trilogia eu realmente não sei dizer, mas quando vi o excelente trailer da versão americana (dirigida por David Finscher) que sairá lá fora no fim do ano, não tive mais dúvidas: eu precisava mergulhar desde já naquele universo e para isso, assistir os três filmes suecos já produzidos e ler os livros era prioridade.

    Os livros já estão na coleção (estou no começo do primeiro), mas no último final de semana encarei uma bela maratona das versões cinematográficas que foram produzidas na Suécia. E ainda que eu não entre em detalhes sobre as tramas, vale dizer que o primeiro filme, Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, é superior aos dois últimos que nem por isso perdem força no retrospecto geral e principalmente temático da história, que rica em personagens marcantes e cenários pouco vistos por nós, instiga com relativa facilidade.

    E se os filmes já são bons, os livros são ainda melhores, acredite. Sim, como disse, ainda estou no início do primeiro, mas comparando com o filme, me bastaram poucas páginas para que eu logo pudesse confirmar a qualidade de um texto envolvente e que ainda mais abundante em detalhes e em desenvolvimento de seus personagens – e da trama por tabela, é claro -, transforma um thriller que poderia se tornar pedestre se conduzido por alguém menos habilidoso, em algo absolutamente irresistível.

    Interessou? Então anota aí:

    - Os livros, pela ordem: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar.
    - Os filmes suecos estão disponíveis para quem tem hábito de fazer encomenda pro tio Paul Torrent. É só pedir direito que ele entrega ;)
    - Dirigido por David Finscher e estrelado por Daniel Craig e Rooney Mara, a versão americana do primeiro livro estreia em dezembro nos EUA e em janeiro de 2012 no Brasil.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

X-Men: Primeira Classe - 5 coisas que você precisa saber antes de ver o filme.

Ainda não vi o já elogiadíssimo novo filme dos X-Men que estreia hoje, mas achei divertida a matéria que L. Thompson fez para o E! destacando as cinco curiosidades, diferenças e até mesmo inconcistências na história que narra as primeiras aventuras de Charles Xavier, Magneto e cia antes dos eventos do filme de 2000. Confere aí.

1. Charles Xavier, o esquecido: No primeiro filme dos X-Men, o Professor X, então interpretado por Patrick Stewart, dizia ter conhecido seu arqui-inimigo Magneto aos 17 anos e que havia construído o Cerebro, o dispositivo que rastreava mutantes, com ele. Naquele filme, ele também se dizia surpreso ao ver que seu agora ex-amigo tinha um capacete que podia bloquear qualquer ataque psíquico. Se por um lado X-Men: Primeira Classe apresenta várias referências à continuidade dos quadrinhos, por outro contradiz esses eventos. Assim, devemos considerar que o líder beifeitor dos mutantes em sua versão adulta ou tem uma péssima memória, mente muito bem ou existe num universo alternativo.

LEIA MAIS...

    2. Inconsistências crescentes: Sabemos que alguns mutantes, como Wolverine, não envelhecem. Mas, ao que parece, alguns humanos também não, enquanto outros mutantes parecem ficar mais jovens com o passar do tempo. A mutante com pele de diamante, Emma Frost – aqui uma mulher fatal feita por January Jones (de Mad Men) – apareceu como uma adolescente em X-Men Origens: Wolverine, enquanto Moira, o interesse amoroso de Xavier, feita por Rose Byrne nessa história que se passa nos anos 60, tem o rosto de Olivia Williams 40 e poucos anos depois em X-Men: O Confronto Final. Não vamos nem comentar a rápida aparição da versão humana de Hank McCoy em X-Men 2, e que ressurgia em sua versão de fera azul no filme subsequente sem qualquer explicação. Agora acabamos descobrindo que ele já havia sofrido a mutação décadas antes. George Lucas nem parece tão inconsistente agora, né? Melhor a fazer é pensar nesse novo filme como um reboot de Star Trek, considerando que tudo o que vimos até agora era só uma versão possível do futuro. Afinal, o World Trade Center era parte da futura Nova Iorque no primeiro filme e a Tempestade feita por Halle Berry perdeu seu sotaque africano rapidinho.

    3. Anjos não tem sexo: para o espectador casual, pode parecer confuso que Ben Foster tenha feito um mutante chamado Anjo no terceiro filme, e que a filha de Lenny Kravitz, Zoe, faça uma mutante com asas chamada Anjo nesse Primeira Classe. A diferença é essa: o personagem de Foster era chamado de Warren Worthington e ganhou o apelido de Anjo por ter asas com penas. A nova Anja é chamada Angel Salvadore, tem asas de inseto e usa o nome Tempestade nos quadrinhos. Além disso, se você estiver curioso para saber por que o novo personagem Azazel (Jason Flemyng) parece tanto com o Nitghcrawler (Noturno), é porque eles são pai e filho... Se a inevitável sequência for fiel à continuidade dos quadrinhos, descobriremos que a Mística é a mãe.

    4. Cadê o Stan Lee? ao contrário de tantas outras adaptações da Marvel, Stan Lee não tem cameo nesse filme. Além disso, não há nenhuma cena depois dos créditos.

    5. O diretor conhece o caminho das pedras: Matthew Vaughn foi o cara que desistiu de dirigir o terceiro filme, mas aí provou que era capaz de comandar Kick-Ass. De qualquer forma, os fãs odiaram o Confronto Final, portanto ele acabou se desviando dessa bala de adamantium. Agora ele está de volta com uma história co-escrita pelo responsável do primeiro filme, Bryan Singer, que à época estava ocupado com Superman Returns. Vaughn claramente sabe que caminhos trilhar; ele também já tinha feito Daniel Craig parecer crível como um cara durão antes de personificar James Bond no filme Nem Tudo é o que Parece (Layer Cake).

quarta-feira, 1 de junho de 2011

[Blu-Ray] - 'Terminator: The Sarah Connor Chronicles' em promoção!

Dica para quem era fã da finada série 'Terminator: The Sarah Connor Chronicles'. A Amazon da Inglaterra colocou as duas únicas temporadas da série em promoção nas suas versões em Blu-Ray. Colocando as duas no carrinho hoje, você pagará, já com frete para o Brasil, R$57.

Com 31 episódios no currículo, a série explorou, de forma ambiciosa e criativa, histórias cheias de pequenas reviravoltas e surpresas envolvendo Sarah e John Connor depois dos eventos narrados no segundo filme da famosa franquia Exterminador do Futuro. E ainda que não tenha se estabelecido como um marco do sci fi na tv, é justo reconhecer que a série conseguiu fazer ligações bem diretas com a saga vista no cinema ao mesmo tempo em que desenvolveu um universo envolvente e, até certo ponto, bem independente.



Dentre os extras, faixas de comentários, bastidores, cenas deletadas, erros de gravação e etc. A lamentar, apenas a ausência de legendas em pt-br, mas se você se vira no inglês, no francês ou no espanhol (algumas das opções de legendas disponíveis), vai poder ver ou rever a série numa boa, já que os 2 boxes são region free.

Nota: também existe um box que reúne as duas temporadas, mas nessa opção, o custo total seria de aproximadamente R$81.