terça-feira, 30 de junho de 2009

True Blood - 2x03 "Scratches"

Comentário de episódio exibido no dia 28 de junho nos EUA



Qualquer produção que apele para repetição de fórmulas geralmente acaba se dando mal. Felizmente, (até aqui) esse não é o caso de True Blood, que mesmo insistindo na repetição de certos elementos (as brigas entre Bill e Sookie; as cenas grotescas; os sustos provocados pelo que não se vê...) episódio após episódio, sempre contraria a lógica tornando-os mais atraentes ao passo em que insere novas subtramas na mistura.

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    Scratches” teve de tudo um pouco. Bill acusando Sookie de ter traído sua confiança por conta de Jessica; Sookie se afastando enfurecida por não aceitar a crítica só para ser atacada logo em seguida por um novo e misterioso ser (parecido com um minotauro, talvez?) que os milenares vampiros à princípio desconhecem; Jason dando mostras de que apesar da iminente lavagem cerebral ainda vive o conflito de não enxergar tudo como ‘preto e branco’; Lafayette abaladíssimo (e ainda humano, afinal) depois de ser libertado, e por fim, a expansão da influência bizarra da não menos misteriosa Maryann. Sobre esta última aliás, o pessoal do ótimo TrueBlood.Net aponta que ela pode ser uma ménade, uma adoradora do deus grego Dionísio (o mesmo que na cultura romana virou Baco), aquele que inspirou os bacanais, algo que vimos em cores bem vivas no final deste terceiro episódio. Ainda sobre as ménades, diz-se que se entregavam facilmente à luxuria desmedida e por vezez à violência extremada, o que de certa forma permite que já especulemos se Maryann e o tal ser que matou a Sra. Jeanette e atacou Sookie não seriam a mesma representação.

    Curiosidades e especulações à parte, outros bons momentos desse episódio vieram de três situações envolvendo Jason, Lafayette e o até então calado Hoyt, que deram à série a chance de explorar subtextos que conferem força narrativa à trama. Com o primeiro, True Blood denuncia o sempre perigoso fundamentalismo religioso que ao pregar o ódio por uma minoria, deturpa e destroi a mensagem de amor e luz que tanto apregoa (que frase melhor que a do Newlin, “Odiar o mal, é amar o bem”, para ilustrar isso?). Já com Lafayette - que no fim não virou vampiro coisíssima nenhuma conforme eu e muitos tinham imaginado -, vimos não só uma crítica sutil ao sistema de saúde americano (Lafa diz que mesmo com 3 empregos não tinha como ir buscar atendimento médico num hospital), mas sobretudo um homem até então muito seguro de si desmontando física e emocionalmente de forma surpreendente e até emocionante (e nisso, palmas mais uma vez para a atuação segura de Nelsan Ellis). Agora, com relação ao Hoyt, foi interessante ver como a reação dele frente à descoberta da natureza de Jessica, desmontou (à princípio pelo menos) as más intenções da jovem vampira, ao mesmo tempo em que deu à série mais um ponto de ligação/integração entre humanos e vampiros que pode render boas dinâmicas, sobretudo quando Bill pode se opor ao que experimenta com Sookie.

    Com o primeiro terço da temporada quase completo, True Blood mostrou mais uma vez com “Scratches”, que é possível construir uma trama que entretenha, mas que não abra mão de impressionar com cenas bizarras (deu até calafrio aquela cena em que a ‘médica’ futuca o ferimento das costas de Sookie) ou com reflexões repletas de significados como aquela em que Sookie diz ver cada vez mais maldade à medida em que abre sua mente para as pessoas ainda que prefira enxergar sempre o lado bom naqueles que reconhece serem influenciadas pela escuridão, como é o caso de Bill. Pode parecer pouco, mas pare um pouco e pense: há alguma outra série atualmente que consiga misturar temas e assuntos tão distintos e até polêmicos sem parecer didática ou mesmo piegas?

    Outras observações:

    - Com a promessa de Sookie em ajudar Eric em sua missão em Dallas, uma dúvida começa a martelar: e se o tal vampiro desaparecido tiver sido sequestrado pela Fellowship of the Sun para provocar uma resposta violenta dos vampiros que justifique sua pregação de ódio contra eles?
    - Por falar em Fellowship, impressão minha ou Sarah Newlin parece ter algum outro interesse em Jason que não o de convertê-lo para a ‘luz’?
    - Agora que Tara percebeu que há algo no mínimo estranho na conduta de Maryann, será que a veremos batendo de frente com ela?
    - E a tal Daphne, hein? Confesso que aquela cena final me surpreendeu genuinamente, já que eu jurava que a personagem só havia sido introduzida para virar outra vítima. Agora, será que Sam corre perigo com a moça ou o que vimos foi "só" mais um gancho para nos deixar ansiosos?

sábado, 27 de junho de 2009

EMMY 2009: Éramos cinco

A divulgação da lista com os indicados ao Emmy 2009 deve ocorrer no dia 16 de julho e a cerimônia de entrega deverá acontecer no dia 20 de setembro. Enquanto aguardamos, estamos preparando um podcast e uma série de posts especiais sobre o assunto. Por isso, convidamos o nosso amigo e colaborador Ricardo Henriques para escrever algumas linhas e comentar sobre quais as possibilidades e chances de indicação de algumas das séries nas categorias drama e comédia. Confira e também deixe seu palpite nos comentários!
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Por Ricardo Henriques
Para o Dude News

Se os votantes optarem pela mesmice na hora de apontar os indicados ao Emmy 2009, ainda assim teremos uma novidade: a Academia de Artes e Ciências Televisivas resolveu estender mais uma faixa de areia ao sol para as estrelas da TV americana. Agora são seis os nomes nas listas finais das principais categorias da premiação, o que já havia acontecido em algumas delas nas últimas temporadas, em decorrência de empates nas votações. Com o nível da programação bastante alto, a mudança sutil parece uma boa ideia. Bem ao contrário da loucura anunciada nos últimos dias pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que escancarou seu desespero por uma melhor audiência do Oscar (bem como sua ganância por mais dinheiro para os grandes estúdios de Hollywood) ao aumentar para dez os indicados a melhor filme.

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    Na categoria de melhor série dramática, a briga por uma indicação continuará muito intensa, mesmo com uma vaga a mais em jogo. Mad Men, vencedora do ano passado, continua por cima e fatalmente estará mais uma vez entre as finalistas. Como também é bastante provável que, em suas boas e aclamadas segundas temporadas, Damages e In Treatment sejam escolhidas. A julgar pelo histórico recente da premiação, quem também não deve ficar de fora é Boston Legal (Justiça Sem Limites), que traz consigo o bônus de ter tido sua última temporada, já que o Emmy adora uma despedida calorosa. O que não firma série de Alan Shore e Denny Crane entre as seis é que a trama se encerrou no final do ano passado e pela primeira vez não se apresentará fresquinha na memória dos votantes. Para tentar surpreender as quatro citadas, ou pelo menos arrancar um dos dois postos restantes, está armada a tradicional briga de foice no escuro.

    Embora Dexter pareça consolidada entre as prediletas dos prêmios de TV, sua temática politicamente incorreta (ao cubo) e o grande número de séries de canais fechados na disputa podem acabar retalhando (com trocadilho) suas chances. O que seria, a meu ver, uma injustiça. Quem pode voltar às graças da Academia é 24 Horas, que depois de uma sexta temporada horrorosa voltou a mostrar serviço esse ano. O programa sempre foi bem visto e valorizado pelos acadêmicos, mas nem sempre quem pula fora do radar deles consegue retornar. Outra que já foi figurinha carimbada e hoje parece não ter o mesmo prestígio é Grey's Anatomy. Os salientes médicos de Seattle Grace podem ser lembrados pelo final de temporada com fortes emoções. Mas não deveriam, já que em boa parte da temporada a série flertou (antes tivesse apenas flertado, já que foi pra cama, namorou firme, noivou, casou, procriou, abriu conta conjunta e tudo mais) com um arco dramático à Ghost Whisperer.

    Lost teve um ano morno, que serviu muito mais como preparação para o (tenho fé, ainda que me considere um homem da ciência) grand finale de 2010. Quem não acompanha mais a série dificilmente pega o fio da meada e isso é sempre um problema. Mas a escolha de bons episódios (para quem não sabe, séries e artistas inscrevem determinados episódios para que tenham suas candidaturas consideradas), que devem funcionar bem até mesmo fora do contexto, pode ser o trunfo para a indicação. Quem parece ter perdido força é House, que teve uma temporada bastante irregular. Mas sua boa audiência e sua enorme base de fãs pode carregar a série nas costas.

    Friday Night Lights vem sempre batendo na trave (ainda que o futebol deles seja o outro). Nos últimos anos ganhou prêmios da crítica e figurou entre a lista preliminar (quase sempre vazada de forma não-oficial) de dez candidatas ao prêmio principal. Será que chegou a hora dos Dillon Panthers? Parece complicado, pois a série ficou meio escondida com uma temporada reduzida, que passou primeiro na TV a cabo e só depois na TV aberta. Das novatas, a única que parece ter cacife para ser indicada é True Blood. Mas vampiros e cenas quentes a rodo atraem tanto fiéis seguidores quanto torcidas de nariz fervorosas. Série talvez seja exótica demais para o Emmy e tenha melhor sorte no Golden Globe, onde já estreou com uma vitória de melhor atriz para Anna Paquin.

    Big Love (Amor Imenso) sempre está voando abaixo do radar e acaba surpreendendo alguns quando lembrada, o que pode voltar a acontecer em 2009. Alguns programas cruzam os dedos para receber o carinho que ainda não veio dos acadêmicos (e que, sinceramente, não parece estar por vir): Brothers & Sisters, com seu retrato bem humorado dos valores da família americana; The Tudors, com sua requintada produção histórica; e Battlestar Gallactica, com sua segmentada, porém apaixonada, legião de fãs de ficção-científica. Também por fora corre Breaking Bad, que deu Emmy de melhor ator a Bryan Cranston no ano passado, mas que continua tendo pouca relevância no cenário televisivo.

    Entre as comédias, difícil imaginar que o reinado de 30 Rock esteja para acabar. Lá estará a série de Tina Fey novamente perfilada ao lado da também consagrada The Office. A bacana Entourage e a por vezes rasteira, mas sempre hilária Two and a Half Men também parecem nomes fortes. O canal a cabo Showtime tem três boas concorrentes à lista final, mas a força de uma pode acabar anulando a outra. A que mais merece uma indicação é Weeds, que se reencontrou à beira do mar (e, obviamente, se manteve em meio à maresia) na última temporada.

    Californication também teve ótimos momentos, mas agora já não tem mais o verniz de novidade, que costuma fascinar alguns votantes. Quem não merece, mas pode acabar indicada justamente por esse tal verniz é United States of Tara, que não engatou a terceira marcha. Mas ambas podem ter seu reconhecimento canalizado apenas para seus astros David Duchovny e Toni Collette, abrindo espaço para séries mais veteranas como Ugly Betty ou Scrubs, mesmo que ser feia tenha saído de moda e que J.D. e sua turma nunca tenham sido exatamente queridinhos do Emmy.

    Prematuramente cancelada, Pushing Daisies pode ter seu canto do cisne, ou então ser considerada página virada por uma Academia que certamente se decepcionou ao tentar, em vão, salvar a genial Arrested Development no começo da década. Pouco (ou nada) conhecida no Brasil, Flight of the Conchords ficou entre as 10 no ano passado, tendo levado indicações importantes na área técnica, e pode pintar na lista. Se tais opções não forem do agrado da Academia, as Desperate Housewives estão sempre a postos, bonitas e perfumadas para entrar no tapete vermelho. E olha que esse ano não seria sem merecimento, já que o programa reencontrou o equilíbrio entre dramalhão e comédia. Correndo por fora, How I Met Your Mother e The Big Bang Theory geram ainda alguma esperança nos seus fãs. Mas é bom que estes esperem sentados. Mais chances que ambas parece ter Family Guy, embora a única animação indicada até hoje tenha sido Os Flintstones, no distante ano de 1961.



sexta-feira, 26 de junho de 2009

Dudecast News #3 - True Blood

Finalmente no ar o Dudecast News #3 sobre True Blood, uma das nossas séries favoritas (depois de Lost, claro) atualmente. Contando com a participação mais do que especial do amigo Carlos Alexandre Monteiro (Lost in Lost e Tudo Está Rodando), discutimos a 1ª impressão que a série deixou; os grandes momentos da temporada de estreia; os elementos e personagens que nos atraíram; a estreia da 2ª temporada e nossas expectativas para ela, além de algumas curiosidades relacionadas ao livro que inspirou o 1º ano da série e sobre o DVD que já está à venda.

Clique AQUI para baixar.
(Clique direto ou com o botão direito do mouse escolha as opções 'Salvar como' ou 'Salvar Link como')

Leia mais e ouça "Bad Things"

    Modéstia à parte, o podcast ficou bem divertido e abrangente, mas deixo o aviso de que comentamos sobre eventos bastante específicos da 1ª temporada e do primeiro episódio da 2ª, o que pode ser considerado spoiler para quem ainda não viu nada da série. Alguém por aí nessa (triste) situação ainda?


    Jace Everett e banda no Jay Leno cantando
    "Bad Things" o tema de abertura da série

    Aproveitando a oportunidade, agradecemos demais pela audiência surpreendente do DudecastNews #2 que superou e muito todas as nossas expectativas. Agora, o tema do próximo? Surpresa!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

RIP Michael Jackson (1958 - 2009)

Diferente de milhares de pessoas ao redor do mundo, nunca encarei Michael Jackson como um ídolo (na verdade nem sei se já tive algum), mas não é por isso que deixo de reconhecer sua importância como ícone da cultura pop e como O artista que pavimentou um caminho que muitos seguiram depois. E que se dane se a pele do cara mudou de cor de forma bizarra (e nunca explicada claramente) e se ele se meteu em um monte de controvérsias ao longo dos últimos anos, porque como muitos fãs, artistas e músicos já apontavam pouco depois da confirmação de sua morte, o que vai ficar mesmo daqui para frente é a lembrança de sua dança e sua música, o verdadeiro e único legado que importa agora. Descanse em paz MJ. Sua arte jamais será esquecida!

Thriller, Bad, Don't Stop 'Til You Get Enough, Black or White, Remember the Time.

Vencedores do Saturn Awards 2009

A Academia de Ficção Científica, Fantasia e Filmes de Horror, divulgou a lista completa de vencedores da 35ª edição do Saturn Awards, evento que premia como o nome da Academia já indica, obras de ficção geralmente bem populares. Nas categorias de cinema, os principais prêmios ficaram divididos entre Batman – O Cavaleiro das Trevas, Homem de Ferro e O Curioso Caso de Benjamin Button com o excepcional Wall E levando como melhor filme de animação. Já nas de Tv, destaque para o prêmio de melhor série para Lost além do reconhecimento de Battlestar Galactica, série que se despediu esse ano da tv e que recebeu os prêmios de melhor série da tv a cabo e de ator e atriz para os ótimos Edward James Olmos e Mary McDonnell. O único revés da noite ficou por conta da premiação de ator coadjuvante para Adrian Pasdar, o Nathan de Heroes que, pasmem, ganhou de Michael Emerson, que aliás esteve presente na cerimônia ao lado do ator Mark Pellegrino e do diretor/produtor J.J. Abrams que foi entregar um prêmio para Leonard Nimoy e receber o de Lost, série que ele co-criou ao lado de Damon Lindelof.

Confira a lista completa dos vencedores:

CINEMA

    Melhor Filme de Ficção
    HOMEM DE FERRO

    Melhor Filme de Fantasia
    O CURIOSO CASO DE BANJAMIN BUTTON

    Melhor Filme de Horror
    HELLBOY II: O EXÉRCITO DOURADO

    Melhor Filme de Ação/Aventura/Thriller
    BATMAN – O CAVALEIRO DAS TREVAS

    Melhor Ator
    ROBERT DOWNEY, JR.
    (Homem de Ferro)

    Melhor Atriz
    ANGELINA JOLIE
    (A Troca)

    Melhor Ator Coadjuvante
    HEATH LEDGER
    (Batman – O Cavaleiro das Trevas)

    Melhor Atriz Coadjuvante
    TILDA SWINTON
    (O Curioso Caso de Benjamin Button)

    Melhor Ator Jovem
    JADEN CHRISTOPHER SMITH
    (O Dia em que a Terra Parou)

    Melhor Diretor
    JON FAVREAU
    (Homem de Ferro)

    Melhor Roteirista
    CHRISTOPHER NOLAN e JONATHAN NOLAN (Batman – O Cavaleiro das Trevas)

    Melhor Música
    HANS ZIMMER e JAMES NEWTON HOWARD (Batman – O Cavaleiro das Trevas)

    Melhor Figurino
    MARY ZOPHRES
    (Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal)

    Melhor Maquiagem
    GREG CANNOM
    (O Curioso Caso de Benjamin Button)

    Melhores Efeitos Especiais
    NICK DAVIS, CHRIS CORBOULD,
    TIMOTHY WEBBER, PAUL J. FRANKLIN
    (Batman – O Cavaleiro das Trevas)

    Melhor Filme Estrangeiro
    LET THE RIGHT ONE IN

    Melhor Filme de Animação
    WALL-E


TELEVISÃO

    Melhor Série
    LOST

    Melhor Série de Tv a Cabo
    BATTLESTAR GALACTICA

    Melhor Especial para Tv
    THE LIBRARIAN: THE CURSE OF THE JUDAS CHALICE

    Melhor Ator
    EDWARD JAMES OLMOS
    (Battlestar Galactica)

    Melhor Atriz
    MARY MCDONNELL
    (Battlestar Galactica)

    Melhor Ator Coadjuvante
    ADRIAN PASDAR
    (Heroes)

    Melhor Atriz Coadjuvante
    JENNIFER CARPENTER
    (Dexter)

    Melhor Participação Especial
    JIMMY SMITS
    (Dexter)

    Melhor Lançamento em DVD
    JACK BROOKS: MONSTER SLAYER

    Melhor Lançamento de Edição Especial em DVD
    STEPHEN KING’S THE MIST (O Nevoeiro)
    (DVD Duplo)

    Melhor Lançamento de DVD Clássico
    PSYCHO (Universal Legacy Series)

    Melhor Coleção em DVD
    O PODEROSO CHEFÃO-THE COPPOLA RESTORATION

    Melhor Série em DVD
    MOONLIGHT

    Melhor Série Retrô em DVD
    THE INVADERS

    Prêmio pela Carreira
    LANCE HENRIKSEN

    Prêmio pela Contribuição ao longo da vida
    LEONARD NIMOY

    Prêmio Visionário
    JEFFREY KATZENBERG

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Avatar, novo filme de James Cameron impressiona em feira de cinema

Se há uma coisa que tenho tentado evitar ultimamente é criar expectativas demais para os filmes que quero ver. Dito isso, admito: a tarefa é mais difícil do que eu imaginava e um exemplo disso vem de todo o burburinho que o novo filme de James Cameron está gerando em doses cada vez maiores na internet.

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    Se você tem hábito de navegar em busca de informações sobre cinema, certamente já deve ter visto nos melhores sites e blogs algo sobre Avatar, o ambicioso projeto de James Cameron que está em pós-produção desde março de 2008 e que conta com um orçamento que beira os US$300 milhões!

    Fora das telas desde 1997, quando se tornou o ‘rei do mundo’ com Titanic, James Cameron desenvolveu ao longo dos últimos anos uma tecnologia totalmente nova chamada Fusion Camera System, que promete capturar de forma ultra realista movimentos que mais tarde também foram inseridos até em personagens gerados por computador. Se isso já não bastasse, Avatar guarda ainda outra grande promessa: pavimentar o caminho para o que deve ser o novo cinema 3-D.

    Falando sobre o tema em entrevistas, Cameron tem afirmado que seu maior desejo é que o 3-D surja quase imperceptível para que o espectador não se desconecte do que o filme propõe. “Quero que Avatar seja uma intensa experiência de imersão com o 2-D e o 3-D funcionando juntos de uma forma que o público nem note a diferença entre um e outro.”

    À princípio, até pode parecer papo de quem quer vender o peixe, mas a julgar pela reação que um trecho de 24 minutos do filme exibido em uma Feira de Cinema realizada na Holanda provocou, parece mesmo que Avatar tem todo potencial para se tornar um dos filmes mais impactantes e importantes dos últimos anos.

    “Experiência de fazer o queixo cair a ponto de você esquecer que está vendo personagens criados em computação gráfica... Avatar pode ser o primeiro filme no qual o 3-D é usado apropriadamente”, afirmou o ComingSoon.

    O IESB por sua vez, aponta que se o filme completo for como os 24 minutos mostrados, Avatar será um dos melhores filmes da década. Já um representante de uma rede de cinemas da Europa apontou que o visual do filme é algo jamais visto com um nível de detalhamento incrível. “Os efeitos gráficos e os personagens criados parecem realmente reais. Acredite no hype, esse filme vai mudar a indústria para sempre!”

    Agora diz aí, com depoimentos desse naipe, é ou não é complicadíssimo manter a expectativa baixa com realação a um filme assim?

    Avatar estreia no dia 18 de dezembro e até lá fico na torcida para que tenhamos salas preparadas para exibir o filme.

    Com informações do The Hollywood Reporter, Slash Film, EW, Coming Soon e IESB.

CBS/Showtime dá tiro no próprio pé

Para ser bem sincero, a vontade de publicar esse post era quase zero. O motivo? Bom, no meio da tarde da terça-feira 23 de junho, fui surpreendido por um e-mail administrativo do blogger com uma mensagem direcionada pela CBS (dona do Showtime) argumentando que a divulgação do pôster teaser da 4ª temporada de Dexter que estava neste post infringia direitos autorais. Ora, mas se a emissora produz um material que supostamente deveria promover a série e na sequência vai para cima de blogs humildes e pequenos como esse para impedir a divulgação gratuita como bem apontou o Rocker Space feita por fãs da série, o que pensar? Será que a CBS não quer que mais pessoas acompanhem suas séries, comprem DVDs e repercutam suas produções? Difícil dizer, mas só me resta deixar registrado aqui minha imensa decepção frente uma atitude absolutamente sem sentido como essa.

Trecho (em inglês) da mensagem recebida

    Blogger has been notified, according to the terms of the Digital Millennium Copyright Act (DMCA), that certain content in your blog infringes upon the copyrights of others. The URL(s) of the allegedly infringing post(s) may be found at the end of this message.

    The notice that we received that we received from CBS, with any personally identifying information removed, will be posted online by a service called Chilling Effects at http://www.chillingeffects.org

    We do this in accordance with the Digital Millennium Copyright Act (DMCA).


Em tempo, vale dizer que entrei em contato com a RP do Showtime através de seu perfil no Twitter em busca de esclarecimentos, mas não tive (e provavelmente não terei) qualquer resposta. Dessa pequena confusão uma lamentável e temerosa constatação: ser fã e falar de série agora é para alguns canais, crime. Vai entender esses 'executivos'.

Update: Antes que alguém diga que esse post é mimimi demais para quem supostamente não gera renda para a emissora, posso dizer com toda segurança que direta ou indiretamente dou sim dinheiro para eles, afinal sou assinante do FX (exibidor da série no Brasil) e compro os DVDs da série, o que me dá todo o direito de manifestar essa reclamação.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Grey’s Anatomy – Game da série decepciona os fãs

Você sabia que Grey’s Anatomy tem um jogo disponível para PC, Wii e Nintendo DS? Eu não, mas ele existe e foi lançado nos EUA no mês de março com a promessa de colocar o jogador dentro de uma história inédita da série. O plot? Uma grande crise toma conta do Seattle Grace colocando o hospital em quarentena, o que segundo informações do site do game feito pela Ubisoft, permite ao jogador experimentar a pressão como qualquer um dos personagens, além de fazer cirurgias e influenciar o desdobramento da narrativa.

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    A ideia de criar uma trama inédita inspirada no universo da série e seus personagens, que não é inédita e já foi usada antes em games inspirados em outras séries como Arquivo X, CSI e Lost é boa, mas a julgar pelos comentários dos fãs que já se aventuraram, o resultado final é decepcionante por jamais corresponder à expectativa que cria, como algumas opiniões que foram publicadas na página do jogo na Amazon revelam.

    “Eu esperava um jogo onde seu personagem pudesse andar pelo Seattle Grace à procura de cirurgias, falasse com as pessoas e buscasse por coisas, mas jogando fiquei extremamente desapontado. A narrativa na verdade é totalmente ultrapassada e entrecortada com mini jogos no meio. Não desperdice seu dinheiro nisso, você não vai sentir a menor falta.” (N. Culp)

    “Se você estiver interessado em jogar um game divertido com muita interação esse não serve para você. Comprei pensando que encontraria algo na linha de The Sims onde você pode controlar os personagens ao longo de todo o jogo, mas em vez disso só vi uma série de vídeos misturados a algumas tarefas fáceis que dá para jogar com o Wii que geralmente tem jogos mais divertidos e desafiadores do que esse. Se você gosta de Grey’s Anatomy como eu, assista a série e fuja do game.” (Danielle)

    Ouch! Será que o game da série é tão ruim assim mesmo?

segunda-feira, 22 de junho de 2009

True Blood – 2x02 “Keep This Party Going”

Comentário de episódio exibido no dia 21 de junho nos EUA



Pode até parecer papo de fã empolgado, mas verdade seja dita: este início de 2ª temporada de True Blood está simplesmente sensacional! E digo isso por motivos bem simples: 1) a trama da série continua repleta de sutilezas como o tema da humanidade nos vampiros, por exemplo; 2) a dose equibrada de gore como na cena do Lafayette se livrando das correntes segue impactante, e 3) o humor negro e os diálogos absolutamente marcantes principalmente por causa de do mesmo Lafayette continuam inspirados.

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    Deixando de lado (pelo menos por enquanto) o mistério envolvendo o assassinato da Sra. Jeannette, “Keep This Party Going” concentra sua narrativa nas subtramas que inevitavelmente vão se chocar em algum momento ao longo da temporada. Assim, quando vemos a possibilidade de Lafayette se tornar um vampiro (alguém realmente acredita que ele será morto por Eric e cia?), não dá para descartar a ideia de um possível confronto futuro dele com Jason, que por sua vez aparece cada vez mais inserido na engrenagem manipuladora da Fellowship of the Sun.

    Num outro quadro, o poder de sedução de Maryann (como vimos nas cenas do Merlotte’s) eventualmente deve gerar um conflito bastante interessante com Sookie que já sacou o tom obscuro das intenções da protetora de Tara. Aliás, será interessante ver até que ponto a chantagem da ‘vibrante’ Maryann terá efeito sobre o segredo de Sam que por sua vez também pode expô-la.

    Agora, sobre Sookie, ótimos os diálogos dela com Bill no início do episódio com relação à humanidade que enxerga nele e tal, mas sobretudo sobre a evidência de que mesmo ‘morta’, Jessica ainda mantem certas emoções intactas, ainda que por motivos não muito nobres, ou seja, o de se vingar do pai abusivo. Em suma um episódio redondinho e que ainda deixa no ar outros importantes ganchos: quem é o tal Godric, vampiro que segundo Eric desapareceu em Dallas e que papel Sookie terá nessa subtrama que se desenha? Não faço ideia, mas estou curiosíssimo para descobrir.

    Outras observações:

    - Hilária a cena em que a atendente da loja confunde Bill e o renovado Eric como um casal de vampiros gays, não?
    - E o Lafayette dizendo que nunca foi um michê, hein? :p
    - Haveria algum papel para Eggs no plano de Maryann envolvendo Tara, ou as intenções do cara são genuínas? Por enquanto fico com a primeira opção.
    - E o tal do Luke, hein? Eu não espero nada menos que uma confrontação com Jason na frente da liderança da Fellowship of the Sun e você?
    - E a atrapalhada garçonete Daphne, onde entra na trama? Só figuração ou possível futura vítima de um novo assassinato? Se tivesse que apostar iria na segunda opção.


Em tempo, o Dudecast News #3 sobre True Blood com a participação mais que especial do amigo Carlos Alexandre Monteiro será publicado nessa quarta-feira. Não perca!

Entourage: sneak peek da 6ª temporada

A 6ª temporada de Entourage, uma das melhores comédias da atualidade, estréia no dia 12 de julho pela HBO, nos EUA. Enquanto esperamos o retorno de Vince, Eric, Drama, Turtle e o impagável Ari, vale a pena conferir uma amostrinha do que vem pela frente. Veja o sneak peek disponibilizado pelo Spoiler TV:


Dadinho é o 'carpaccio', pô!



Raramente sou atraído pelas peças publicitárias veiculadas aos montes todos os dias na tv, mas depois de ver essa do Claro Clube que começou a ser exibida na semana passada, foi impossível não gostar. Produzida pela O2 e dirigida por Fernando Meirelles (Ensaio sobre a Cegueira), a nova propaganda brinca com um tipo de cena clássica do cinema envolvendo mafiosos inserindo o já icônico Zé Pequeno, personagem de Leandro Firmino no filme Cidade de Deus, dirigido, claro, por Meirelles. Aliás, com essa peça dá para entender porque o cara fez tão bem a transição da carreira de publicitário para a de cineasta, né?

Obs.: Este não é um post pago :p

domingo, 21 de junho de 2009

Bastardos Inglórios, novo filme de Quentin Tarantino

Que Quentin Tarantino é o cineasta dos exageros ninguém nega, mas o que é igualmente verdade sobre o cara é que seus filmes são quase sempre divertidíssimos e cheios de referências pop e diálogos marcantes. À essa altura, ainda é difícil dizer se Bastardos Inglórios conseguirá superar Pulp Fiction (para mim ainda o melhor filme do diretor), mas a julgar pelo novíssimo trailer que você confere logo abaixo, dá para ficar bastante animado.

Leia mais e veja o trailer

    Para quem está por fora, Bastardos Inglórios - que é a primeira incurssão de Tarantino num filme de guerra -, traz Brad Pitt liderando um time de soldados judeus americanos que toca o terror durante os combates aos nazistas na 2ª Guerra Mundial. Pelo trailer, já dá para notar que além das cenas de violência crua e do humor negro típico dos filmes do diretor, teremos Pitt mais uma vez criando um personagem bastante incomum a exemplo do Mickey O'Neil de Snatch. Promete, não acha?

    Bastardos Inglórios estreia no dia 21 de agosto nos EUA e só no dia 23 de outubro no Brasil.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Ator de Grey’s Anatomy confirma o que fãs já suspeitavam

Em declaração oficial divulgada na manhã de hoje, o ator T.R. Knight confirmou que seus dias como o médico George O’Malley no Seattle Grace realmente chegaram ao fim. “Deixar Grey’s Anatomy não foi uma decisão fácil de tomar. Sou extremamente grato pela oportunidade que tive de fazer esse personagem e sentirei muita falta dos amigos do elenco e da equipe. Continuarei desejando o melhor para todos eles e agradeço de coração aos fãs que apoiaram tanto a mim quanto à série com tamanha paixão e entusiasmo”, encerrou o ator que não revelou quais serão seus próximos projetos. Shonda Rhimes, criadora da série, disse que deseja o melhor para Knight e confirmou que Katherine Heigl (Izzie) estará de volta na 6ª temporada da série que estreia no dia 24 de setembro nos EUA.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

DEXTER: 4ª temporada começa a ser divulgada

Enquanto as gravações da 4ª temporada de Dexter - que estreia no dia 27 de setembro nos EUA - continuam a todo vapor, o Showtime aproveita e começa a fazer a divulgação do aguardadíssimo novo ano da série. Assim, levando em conta o gancho deixado na reta final da 3ª temporada e também a proximidade do Dia dos Pais (nos EUA a data é comemorada no 3º domingo do mês de junho), o canal não perdeu tempo e uniu as duas coisas de uma forma muito criativa. O pôster teaser que você vê aqui ao lado por exemplo, vem com a sutil mensagem de duplo sentido: "Ser pai nunca matou ninguém". Já esse outro que publiquei mais cedo no Twitter, traz o bebê usando um babador onde se lê "Meu pai é matador". Bom, o marketing pode até ser politicamente incorreto, mas é igualmente brilhante, não acha?

Atualização de 23 de junho: O pôster que ilustrava esse post foi retirado pelo blogger em função de um pedido da CBS (dona do Showtime) argumentando que o post infringia direito autoral da emissora. Pois é, vai entender a lógica desses 'inteligentíssimos' executivos de canal.

Já ouviu o Dudecast News #2 sobre a temporada 2008/2009 de séries?

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Dudecast News #2 - Temporada 2008/2009 de séries

Para retomar o projeto do Dudecast News, nada melhor que uma edição especialíssima discutindo e comentando a concorrida temporada 2008/2009 das séries de TV. De top 5 às maiores surpresas e decepções, passando pelos melhores e piores finais de temporada, falamos de praticamente todas as séries (comédias e dramas) ao lado de dois amigos que entendem muito do assunto, Bruno Carvalho do Ligado em Série e Michel Arouca do Série Maníacos, ou seja, o podcast está imperdível para quem é fã de série. Bom, recado dado, chegou a hora de você conferir não esquecendo de registrar nos comentários deste post a sua opinião.

Para baixar basta clicar AQUI
(Clique direto ou com o botão direito do mouse escolha as opções 'Salvar como' ou 'Salvar Link como')

E fique de olho, pois mais dudecasts virão discutindo tanto tv quanto cinema. O próximo tema? True Blood ao lado do amigo Carlos Alexandre Monteiro.

*E se você ainda não ouviu a 36ª edição do Dudecast sobre a 5º temporada de Lost, clique AQUI.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Radar Dude News!

A coluna está de volta falando sobre o início das gravações da 9ª temporada de American Idol; números da mais nova animação da Pixar (“Up – Altas Aventuras”); anúncio sobre um quarto filme da franquia “Missão Impossível”; opinião sobre o mais novo disco do Green Day; detalhes de cenas inéditas que serão vistas no DVD de “O Exterminador do Futuro 4”; comentários sobre a possível trama de “Wolverine 2”, além de uma adição no elenco da 3ª temporada de Mad Men e uma informação sobre a nova série envolvendo alienígenas que será produzida por Steven Spielberg. Respire fundo e fique por dentro!

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    American Idol

    O último final de semana marcou o início das gravações das primeiras audições da 9ª temporada do reality musical American Idol. Realizada na cidade de Foxborough, que fica a cerca de 35 km de Boston, os primeiros registros da temporada contaram com mais de 7 mil candidatos entre 16 e 28 anos que aspiram o posto de ídolo da música pop. Ao longo das próximas semanas, o programa deve continuar as gravações nas cidades de Atlanta, Chicago, Dallas, Los Angeles, Orlando e Denver. A nova temporada - que trará os mesmos quatro jurados da temporada desse ano - estreia em janeiro de 2010.

    Up – Altas Aventuras

    A mais nova animação da Pixar acaba de assumir o 2º lugar no ranking das bilheterias norte americanas. Totalizando ganhos que já chegam a US$187 milhões, Up – Altas Aventuras só fica atrás de Star Trek na atual temporada. Já em termos de ranking das produções do estúdio, especialistas do setor apontam que o filme está perto de alcançar os números de Ratatouille (206 milhões), Wall-E (224 milhões) e até mesmo de Os Incríveis (261 milhões). Procurando Nemo no entanto, muito provavelmente permanecerá como grande líder de bilheterias do estúdio, já que chegou aos 340 milhões de dólares só nos EUA.

    Rankings e bilheterias à parte, só fica o registro de quão lamentável é para nós aqui do Brasil ter que esperar até 4 de setembro para conferir o filme que estreou no dia 29 de maio nos EUA... Haja paciência, hein Disney?!

    Missão Impossível 4

    Em conversa com a TV Guide, J. J. Abrams (diretor do recente Star Trek) revelou que irá produzir ao lado de Tom Cruise, a quarta parte da franquia Missão Impossível, cujo terceiro filme ele dirigiu em 2006. “Tom [Cruise] e eu temos uma ideia muito boa em desenvolvimento”, disse Abrams complementando que não descarta a chance de também dirigir o filme que ainda não tem data de início das filmagens definida. A franquia Missão Impossível já tem mais US$ 1,4 bilhões em faturamento mundial.

    O novo disco do Green Day

    Deixando o discurso político de lado e dando férias àquela onda de wakeup call para a juventude, o novo álbum do Green Day concentra suas energias numa tomada mais introspectiva e pessoal. Construído numa base que não abre mão do bom e velho punk rock que fez o sucesso do trio formado por Billie Joe Armstrong, Treé Cool e Mike Dirnt, 21st Century Breakdown flerta bem com pegadas experimentais e com melodias que culminam em baladas consistentes. Os grandes destaques? "Peacemaker" e "Horseshoes and Handgrenades"

    O Exterminador do Futuro 4

    Conversando com o Collider sobre o futuro lançamento em DVD do filme O Exterminador do Futuro 4: A Salvação, o diretor McG revelou que o disco virá com cerca de 30 – 40 minutos de cenas deletadas. “Há grande tomadas mostrando John Connor discursando e evocando Sarah Connor. Acabamos cortando isso do filme porque eu não queria que isso passasse a impressão de que Connor fosse dependente das palavras de sua mãe para encontrar a liderança”, disse McG que não confirmou se o controverso final vazado do filme chegou a ser gravado e estará nos extras do DVD.

    Wolverine 2

    À essa altura você já sabe que o filme solo do Wolverine ganhará sequência, né? O que você talvez ainda não saiba são os detalhes que a nova trama deve explorar. Hugh Jackman conversou recentemente com a MTV e disse que o filme deve se basear numa história envolvendo a Yakuza (a máfia japonesa) que já apareceu nas páginas dos quadrinhos do mutante. “Sou um grande fã da saga japonesa nos quadrinhos. Amo a ideia de ver esse personagem anárquico – um forasteiro – tendo que viver naquele mundo”, disse Jackman. À princípio a ideia parece boa até porque casaria com uma das cenas pós-créditos do filme lançado esse ano e que já mostrava Wolverine num bar do Japão.

    Mad Men

    A 3ª temporada de Mad Men que estreia no dia 16 de agosto nos EUA, trará um novo e importante personagem. Trata-se do ator Jared Harris que participou do 1º ano de Fringe como Mr. Jones., o líder da ZFT. Segundo informações do The Hollywood Reporter, Harris estará presente num arco de 10 episódios na pele de Lane Pryce, personagem que chega à Sterling Cooper como diretor financeiro da agência.

    Spielberg de volta com os ETs

    Steven Spielberg está bem perto de retomar um de seus temas favoritos na tv: os alienígenas. O diretor será produtor executivo de uma nova série ainda sem título do canal americano TNT que retratará a resistência de um grupo de humanos contra os alienígenas que seis meses antes, atacaram a Terra dizimando praticamente toda a humanidade. Segundo a Entertainment Weekly, Spielberg está atrás do ator Noah Wyle (o Dr. Carter de ER) para que ele seja o protagonista da série que pelo argumento, tem um quê de V – A Batalha Final, cujo remake estreia no início de 2010 na rede ABC.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

TRUE BLOOD: 2x01 “Nothing But the Blood”

Comentário de episódio exibido no dia 14 de junho nos EUA

Não escondo de ninguém que minha primeira impressão sobre True Blood não foi das melhores. Contudo - parafraseando aquele ditado -, nada como um episódio após o outro para provar que a série tinha muito mais a dizer do que a esquisitice do tema parecia apontar. Assim, quando a 1ª temporada se encerrou eu já estava completamente viciado naquele universo rico em personagens complexos e em discussões bem construídas em torno de xenofobia, fanatismo religioso e da convivência entre diferentes. Dito isso, dadas as resoluções e os ganchos deixados, era óbvio que a ansiedade pelo retorno da série era grande, e nada melhor numa situação dessas do que poder dizer objetivamente que True Blood voltou arrebentando com sua fórmula de mistérios, personagens carismáticos, muita diversão, sexo, e claro, sangue.

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    Retomando a trama do exato momento em que a temporada anterior se encerrou – lembra da cena do estacionamento? – “Nothing But the Blood” vai direto ao ponto, e ao responder o mistério sobre a identidade do corpo de uma pessoa negra encontrada dentro do carro de Andy, cria outro: quem (ou o que) é o responsável pelo terrível assassinato da Sra. Jeanette, a fake exorcista de Tara e sua mãe?

    Obviamente, à essa altura já conhecemos a série e podemos tentar traçar paralelos com a temporada de estreia. Dessa forma, seria razoável assumir que esse 2º ano girará em torno do maior desenvolvimento daqueles personagens e seus relacionamentos ao mesmo tempo em que irá explorar as consequências de uma possível nova onda de assassinatos em Bon Temps. A partir daí, desde já podemos começar a apontar suspeitos, mas será que Allan Ball e cia irão usar mais uma vez um personagem aparentemente acima de qualquer suspeita (Hoyt, Terry?), ou investirão na enigmática figura de Maryann ou de algum vampiro ou ser ainda a ser introduzido?

    Seja lá como for, fato é que “Nothing But the Blood” abriu a temporada com todo o gás. Da dinâmica de manipulação que se desenha na relação de Maryann com Tara (e consequentemente dos confrontos que devem surgir com Lettie Mae) e do temor que ela desperta em Sam, surge a pergunta que ele mesmo faz à certa altura do episódio: o que ela é, afinal? Já sobre o ‘novo’ Jason, parece que ao tentar conseguir um novo rumo para sua vida, ele vai se perder ainda mais se envolvendo com os picaretas da Fellowship of the Sun, seita religiosa que prega a perseguição aos vampiros e que agora deve ganhar maior destaque na figura do lobo em pele de carneiro, Steve Newlin.

    Agora, com relação aos pontos mais altos do episódio, não dá para fugir da revelação de que o ótimo Lafayette continua vivíssimo ainda que seja mantido preso em condições precárias num local para lá de bizarro e que remete a um cenário digno de Jogos Mortais, só que 'dirigido' por Eric, que aparece irrascível na cena final em que literalmente destroça o bad boy Royce. Além disso, há de se destacar também o aprofundamento do romance improvável entre Sookie e Bill que agora ganha uma nova camada com a presença constante(?) da vampira aborrescente Jessica, que aliás deve render momentos involuntariamente inusitados e engraçados.

    O curioso das duas situações? Ambas tem elementos que tratam de culpa e arrependimento. No caso de Lafayette, parece que teremos uma perspectiva bem fria sobre a vida que ele levava e pelo fato de ter explorado um vampiro no processo, que inclusive deve ser o real motivo de seu aprisionamento. Já do lado de Sookie, devemos ver o quanto ela fará para diminuir o remorso que sentirá por ter colaborado (ainda que indiretamente) para a transformação de Jessica, ao passo que Bill se torna cada vez mais refém da paixão que sente pela garçonete telepata.

    Mas e aí, o que você achou desse retorno de True Blood? Já dá para se empolgar com a temporada que está só começando, não é mesmo?

Produtor da ainda inédita Flash Forward declara: “Temos um plano bem definido”

Já disse antes, mas nunca custa repetir que uma das minhas grandes expectativas com relação às estreias da temporada 2009/2010 de séries atende pelo nome de Flash Forward. Por conta disso, fiquei bastante animado quando li uma matéria feita pelo Sci Fi Wire com o Marc Guggenhein (produtor executivo da série), na qual ele afirmou categoricamente que há um plano totalmente desenhado a ser explorado na 1ª temporada. Em linhas gerais, ele disse que há uma história a ser contada e que o final da temporada irá responder a principal pergunta feita no episódio piloto: O que você viu?

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    “Sabemos exatamente sobre o que a 1ª temporada é com muitos detalhes porque tivemos que planejá-la inteiramente antes. Esse primeiro ano da série vai terminar com nossos personagens alcançando seus futuros. Portanto, não dava para fazer isso às cegas. Quer dizer, até daria, mas penso que não seria uma boa experiência para quem vai assistir”, disse Guggenhein complementando ainda que eles se comprometeram a planejar toda a temporada de estreia antes mesmo de começarem a entrar no segundo episódio. “A primeira coisa que fizemos antes mesmo de pensarmos nas histórias de fundo dos personagens e tudo mais, foi quebrar a história discutindo, ‘Ok, como vamos mover os personagens de onde eles estão no primeiro episódio até o ponto em que estarão no final da temporada?’”

    Narrando o que acontece depois que a humanidade literalmente apaga por 2 minutos e 17 segundos, Flash Forward vai se focar nas consequências que esse apagão provoca na vida das pessoas e principalmente do que elas viram de seus futuros. “O que a série propõe é a questão de que se você soubesse como é futuro, o que faria? Tentaria impedí-lo ou faria de tudo para que ele acontecesse efetivamente?”, aponta Guggenhein.

    Sobre os caminhos alternativos que a série explorará em relação ao livro de Robert Sawyer na qual se baseou, o produtor afirmou que as maiores diferenças estão nos personagens e no período que os separa do apagão e de suas visões do futuro. “Basicamente pegamos o conceito do livro, a noção de um apagão de escala global e as pessoas tendo visões de seus futuros, mas todo o restante é diferente. Os personagens, as circunstâncias e a natureza das histórias que contaremos são diferentes”, afirmou Guggenhein.

    Perguntado se irá fugir da fórmula de Lost de criar mais e mais perguntas e postergar suas respostas, Guggenhein foi enfático ao dizer que já no piloto fica definida uma situação que inevitavelmente terá que ser mostrada/resolvida no final do primeiro ano. “Logo no Piloto já dizemos que os personagens tem uma visão de seus futuros no dia 29 de abril de 2010, portanto não dá para enrolar com isso. Outro ponto importante a ser frisado, é que plantamos coisas no primeiro episódio que só farão total sentido no fim da série que será o ponto em que vocês poderão analisar tudo em retrocesso e dizer, ‘ah, eles realmente sabiam o que estavam fazendo’. Portanto, não apenas estou dizendo a você que temos um plano, mas sim mostrando que há razões para que você acredite nisso”, encerrou o confiante produtor.

    Com estreia prevista para o dia 24 de Setembro nos EUA, Flash Forward trará a exemplo de Lost, um elenco regular extenso que conta com nomes como Joseph Fiennes no papel do protagonista Mark Benford, além de John Cho (o Sulu do novo Star Trek), Jack Davenport (da trilogia Piratas do Caribe) e Sonya Walger (a Penny Widmore de Lost) dentre outros.

    E aí, sentiu firmeza nas palavras de Guggenhein ou acha que isso é só jogada de marketing para aumentar a expectativa?

sexta-feira, 12 de junho de 2009

TRUE BLOOD (2ª temporada) - Quer saber agora o que rola no episódio de estreia?

Oficialmente, a estreia só acontece na noite do próximo domingo (14) nos EUA, mas como já tem gente publicando review de Nothing But the Blood, episódio que abre a 2ª temporada de True Blood, não resisti à tentação e corri atrás de informações que revelam por exemplo qual é o destino de Lafayette (o ótimo Nelsan Ellis). Agora é com você, consegue resistir à curiosidade?

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    Bom, para início de conversa, segundo informações do UGO Tv Blog, a abertura da série continua sendo a mesma com a excelente Bad Things nos créditos, portanto aquele papo de que veríamos uma nova era realmente só boato. Agora, lembra como a 1ªtemporada terminou? Pois é, a 2ª começa imediatamente após os eventos que mostraram um ataque a Lafayette e à cena na qual Sookie e Tara acompanham Andy até o estacionamento do Merlotte’s e descobrem um corpo de uma pessoa negra não identificado dentro do carro do mal humorado detetive.

    Não traduzi o texto na íntegra, mas aqui estão os principais destaques:

    - O corpo no carro de Andy é da Sra. Jeanette, a fake exorcista de Tara e sua mãe. O coração dela foi literalmente arrancado do peito. Ou seja, mais uma noite tranquila em Bon Temps.

    - Descobriremos que Lafayette não está morto (pelo menos não ainda). Na verdade, veremos que o ladrão de cenas da 1ª temporada é mantido preso num local bem bizarro. Seu captor? Eric, que o mantém ali para torturá-lo. O_o

    - Tentando se recuperar do trauma que sofreu na temporada de estreia, Jason vai buscar conforto e orientação na igreja Fellowship of the Sun.

    - Grande parte do episódio gira em torno de Sookie descobrindo que Bill tem uma nova obrigação: tomar conta de Jessica, a garota que ele foi obrigado a transformar em vampira.

    *-*-*

    E aí, bateu ainda mais ansiedade?


Em tempo, volto a lembrar que na próxima semana gravaremos um podcast temático sobre True Blood. Fique de olho e não perca!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

[Literatura] O Clube do Filme

Desde garoto, ler sempre foi um dos meus prazeres preferidos, e mesmo que hoje em dia esse hábito já não seja tão rotineiro quanto eu gostaria que fosse (culpa da famigerada falta de tempo), não resisti quando vi “O Clube do Filme” na estante da livraria. A justificativa é simples: a obra escrita, por David Gilmour, retrata de forma muito singela um singular relacionamento entre pai e filho, construído em torno dos filmes que assistem. Resumindo, uma combinação para lá de atraente, sobretudo para aqueles, que como eu, amam o cinema.

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    Curtinho – são 230 páginas - e com uma prosa absolutamente elegante ainda que simples, o livro que é autobiográfico, narra um período da vida do crítico de cinema (Gilmour), no qual desempregado e preocupado com o filho adolescente (Jesse), que ia mal nos estudos formais, lhe faz uma proposta no mínimo curiosa: o garoto poderia largar a escola e morando com ele teria que respeitar uma única condição, que era a de assistir os filmes que ele selecionasse. A motivação por trás disso? Proporcionar ao filho toda vivência e experiência que o cinema pudesse oferecer.

    Investindo em situações de suas vidas (os dilemas do pai então desempregado e que não sabe se fez a coisa certa; o filho enfrentando as diversas inseguranças comuns da juventude e etc.), o livro faz um delicioso mergulho através dos mais variados filmes, construindo nas conversas que surgem entre os dois reflexos do que a arte do cinema impõe de forma natural, ao mesmo tempo em que não se omite em construir um final agridoce. Portanto, fica aqui a dica: se você gosta de cinema e do relato pessoal de boas histórias, corra atrás de “O Clube do Filme”.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

True Blood: 4 sneak peeks da 2ª temporada

A 2ª temporada de True Blood estréia no próximo domingo, dia 14 de junho. Para ajudar a passar o tempo, veja alguns sneak peeks (via Spoiler TV). E fique de olho no blog, porque deve rolar um podcast especial sobre a série nos próximos dias. Se você é fã, não pode perder!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Saiba quais extras farão parte do DVD da 1ª temporada de Fringe

Previsto para chegar às lojas americanas (e provavelmente também do Brasil) no dia 8 de setembro, o box em DVD e Blu Ray da 1ª temporada de Fringe virá cheio de atrativos para quem ainda não conhece a série, ou simplesmente deseja rever a temporada de estreia. Produzido e distribuído pela Warner, o box em DVD terá mais de 6 horas de material extra, ao passo que a versão em Blu Ray (que não deve chegar ao Brasil na mesma data), trará os mesmos extras e 1 hora a mais de material.

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    Além dos 20 episódios exibidos em formato Widescreen, o DVD trará os seguintes extras:

    - Evolução: A Gênesis de Fringe – Os criadores da série discutem como a série nasceu e as qualidades que a tornaram tão singular.
    - Por trás da verdadeira ciência de Fringe – De teletransporte a reanimação, Fringe incorpora descobertas recentes da ciência. Consultores experts e cientistas que são autoridades em seus campos de atuação falam sobre as áreas da ciência que serviram de inspiração para a série.
    - Uma grande tarefa: O Making of de Fringe (em episódios selecionados) – Uma profunda exploração de como alguns episódios foram feitos. Dos confins gelados de Toronto onde o Piloto foi gravado, aos desafios semanais de colocar um episódio no ar.
    - Selecionando o elenco de Fringe – A história contada pelos produtores e pela equipe de como Anna Torv, Joshua Jackson, John Noble e outros foram escalados para a série.
    - Os efeitos visuais de Fringe – Um mergulho na criação do sonho compartilhado com alguns dos grandes efeitos especiais da série.
    - Arquivos dissecados: cenas inéditas
    - Efeitos colaterais incomuns: flagrantes de erros de gravação
    - Decifrando a cena
    - Diário de produção de Roberto Orci
    - Um vídeo divertido mostrando as aparições da vaca Gene.
    - Três extensos segmentos de comentários com os roteiristas/produtores, incluindo J.J. Abrams, Roberto Orci, Alex Kurtzman, J. R. Orci, David Goodman, Bryan Burk, Akiva Goldsman e Jeff Pinker.

Fim do mistério: Dominic ‘Charlie’ Monaghan estará em Flash Forward

Sabe a pequena polêmica surgida no fim da semana passada com a aparição de Dominic Monaghan em um vídeo da ABC que reune astros das séries do canal? Pois é, àquela altura, muito se especulou sobre a possibilidade de Charlie Pace reaparecer em Lost de alguma forma na última temporada que estreia em 2010, mas a história é realmente outra.

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    Como apontamos, ainda na sexta-feira passada lá no Dude, We Are Lost!, Michael Ausiello da EW apurou junto a fontes do canal, que a aparição de Monaghan naquele vídeo já fazia parte da estratégia do canal para para iniciar a promoção do ator como membro do elenco regular de outra série da emissora. Àquela altura, Ausiello disse não ter autorização para divulgar que série era essa, mas se ele não pôde dizer, outros órgãos da mídia correram atrás e descobriram.

    Segundo informações do IGN, Monaghan terá um papel importante (e grande) na aguardada Flash Forward, série nova que estreia em setembro nos EUA, com a qual a ABC espera atrair a atenção dos fãs de Lost, uma vez que boa parte da produção estrelada por Joseph Fiennes (e que conta com Sonya Walger, a Penny Widmore também no elenco) gira em torno de um grande mistério.

    Para quem está por fora, Flash Forward promete seguir os passos do que acontece quando um evento de proporções globais provoca um black out de exatos 2 minutos e 17 segundos em toda a humanidade, que ao acordar em meio ao caos provocado por vários acidentes e tragédias, também passa a explorar as implicações das visões do futuro que vieram com o fenômeno.

    Ainda sem data definida para a estreia, Flash Forward será exibida nas noites de quinta-feira nos EUA.


Atualização: A ABC divulgou na tarde desta terça-feira, que a estreia da série ocorrerá no dia 24 de setembro nos EUA.

Fox confirma ‘Starbuck’ na 8ª temporada de 24 Horas

Em comunicado oficial emitido ontem, a Fox confirmou que Katee Sackoff, a Starbuck de Battlestar Gallactica fará parte do elenco regular da 8ª temporada de 24 Horas que estreia no dia 17 de janeiro de 2010 nos EUA. A notícia veio como uma bela supresa para mim, já que mesmo num papel aparentemente pequeno (analista de dados da CTU), é fato que a talentosa atriz tem toda condição de aparecer com destaque se tiver oportunidade de construir a personagem de forma mais complexa. E é exatamente isso que deve acontecer, sobretudo porque a personagem dela estará envolvida com o de Freddie Prinze Jr. e terá, segundo Ausiello da EW, um 'esqueleto no armário' que deseja manter escondido a todo custo.

Confira os detalhes do comunicado

    Katee Sackhoff, Freddie Prinze Jr., Mykelti Williamson, John Boyd, Jennifer Westfeldt e Chris Diamantopoulos farão parte do elenco da 8ª temporada de 24 Horas. O drama vencedor do Emmy estrelando Kiefer Sutherland retorna para o próximo incrível dia com uma estreia de duas noites e quatro episódios no domingo, 17 de janeiro.

    A oitava temporada ocorre em Nova York dentre as sombras da Estátua da Liberdade e das Nações Unidas. Nesse novo dia, A CTU está restaurada e é dirigida por um acadêmico durão chamado Brian Hastings (Mykelti Williamson que é mais conhecido como o Bubba do filme Forrest Gump). Cole Ortiz (Freddie Prinze Jr.), que é um ex-fuzileiro querendo seguir os passos de Jack Bauer, coordena a divisão de opoerações de campo. A expert analista de dados, Dana Walsh (Katee Sackoff) trabalha em conjunto com o também analista Arlo Glass (John Boyd) na CTU. Robe Weiss (Chris Diamantopoulos, o Rodney de The Stater Wife) é o novo chefe de staff da Presidente Allison Taylor (Cherri Jones) e Meredith Reed (Jennifer Westfeldt) faz uma ambiciosa jornalista com ligações na situação crítica que surge.

    Também como já foi previamente anunciado, Sutherland, Jones, Mary Lynn Rajskub e Annie Wersching também retornam. Aém deles, o ícone de Bollywood, Anil Kapoor (Quem Quer Ser um Milionário), faz sua estreia na tv americana como Omar Hassan, um líder do Oriente Médio que vai aos EUA em missão de paz.

    *-*-*

    E aí, será que com a entrada de Sackoff e a breve descrição do cenário que veremos, já dá para ficar mais animado com essa que pode ser a última temporada de 24 Horas?

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Nurse Jackie – Comentários do Ep. Piloto

Comentário de série inédita no Brasil

Começa hoje à noite nos EUA Nurse Jackie, a série que marca o retorno de Edie Falco à tv depois do fim de The Sopranos. À primeira vista, a série pode parecer uma tentativa do Showtime (o mesmo canal responsável por Dexter, Californication e etc) em criar um House de saias. Porém, bastam poucos minutos do Piloto e fica evidente que, embora se passe num hospital e conte com uma protagonista tão singular como o Dr. House, não são os casos médicos que movimentam a história, mas sim os conflitos e dilemas que acontecem na cabeça da protagonista.

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    Criada com um brilhantismo que já lhe é peculiar, desde os tempos em que fazia a cativante Carmela, Edie Falco constrói em Jackie uma personagem real e assustadoramente humana com todas as suas qualidades e defeitos. Contando com um texto apurado e nada trivial (“Me faça ser uma boa pessoa, Deus, mas não por enquanto” é desde já uma das melhores frases do ano na tv), a Jackie de Falco cativa e provoca uma estranha simpatia, mesmo quando age de forma moralmente contestável, o que inclusive estabelece paralelos curiosos com outros personagens do canal como Dexter, Hank Moody e Nancy Botwin.

    Caso raro nas produções de tv hoje em dia, Nurse Jackie tem como grande mérito não só sua capacidade de nos envolver desde o primeiro minuto, mas sobretudo a de usar elementos já batidos e que em mãos menos talentosas resultariam apenas em mais do mesmo, para criar algo genuinamente novo e atraente. E assim, pegando carona na sugestão feita pelo USA Today para combater o marasmo que geralmente toma conta desse período do ano nas produções da tv, a receita que seguirei é simples: acompanhar uma ótima atriz num excelente papel ao longo das próximas 12 semanas.

    E aí, já viu o episódio Piloto? O que achou da série?

O Exterminador do Futuro: A Salvação

Objetivamente, O Exterminador do Futuro: A Salvação (ou simplesmente T4) é um bom filme. Sua narrativa é enxuta, desenvolve bem as personagens de Kyle Reese e do novato Marcus Wright (ainda que ‘esqueça’ de fazer o mesmo com John Connor e desperdice os demais). Na essência, diverte com ótimas sequências de ação beneficiadas por efeitos visuais impecáveis. Além disso, ao abraçar um tom mais sério – que foge das piadinhas infames de T3 -, a produção nos dá, em 2018 (ano em que se situa a trama), um vislumbre nu e cru do futuro pós-apocalíptico tão mencionado nas duas primeiras partes da franquia iniciada em 1984, o que sem dúvida é um dos grandes mérito do filme.

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    Dirigido por McG (As Panteras 1 e 2, Somos Marshall) e com roteiro de Jonatham Nolan (Batman - O cavaleiro das Trevas), mas oficialmente creditado à dupla John Brancatto e Michael Ferris (de T3 e do terrível Mulher Gato), T4 apaga a má impressão deixada pelo filme anterior e ainda que não supere os dois primeiros, dá novo gás à franquia graças, sobretudo à subeversão da fórmula construída pela série. A ameaça agora não vem do futuro, mas sim do passado.

    Ao introduzir e dar espaço ao desenvolvimento de Marcus Wrigth – um condenado à morte em 2003 que cede seu corpo para o avanço da ciência via Cyberdyne Systens, uma das precurssoras da Skynet -, o filme abre espaço para que criemos uma empatia genuína por um personagem que surge misterioso e que ao longo da trama desempenha papel fundamental tanto como ameaça quanto como a salvação do título. A isso, claro, deve-se a bela composição de Sam Worthington em seu primeiro grande papel no cinema (em breve ele aparecerá no aguardado Avatar, de James Cameron, e na refilmagem de Fúria de Titãs) que constrói no personagem mais interessante do filme, arcos de tragédia e redenção bastante consistentes e interessantes.

    E se Marcus surge como o ponto forte de conexão do filme, Kyle Reese também não fica para trás, na interpretação acertada de Anton Yelchin (o Chekov do novo Star Trek). O homem que, sob ordens de John Connor, um dia volta ao ano de 1984 para proteger Sarah e que acaba engravidando-a do próprio John (pois é, o paradoxo nunca será desfeito), surge como uma figura importante da trama e que, ainda jovem, já traz os mesmos traços psicológicos do personagem que Michael Biehn fez no primeiro filme. Lamentável, no entanto, que o roteiro de T4 abra mão de dedicar um maior desenvolvimento também para John Connor (Chistian Bale), que aparece como um dos líderes da resistência dos humanos contra as máquinas da Skynet, ainda que não exista nenhuma camada mais complexa que justifique sua posição, além daquela de ser sempre citado como uma espécie de messias ou prometido, o que de certa forma diminui a importância do personagem, que acaba aparecendo como mero coadjuvante de luxo em um filme que deveria ser seu.

    Elegante em suas homenagens e referências, sobretudo aos dois primeiros filmes – vide a aparição da fitas gravadas por Sarah Connor às quais John recorre em busca de orientação, a cena da moto ao som de "You Could Be Mine" do Guns N’Roses que remete à uma bem parecida de T2, além da rápida aparição do próprio T-800 imortalizado por Schwarzenegger -, T4 acerta no tom e na abordagem de um futuro sombrio que graças à fotografia empregada soa ainda mais assustador. É pena no entanto que o filme patine em pontos importantes da trama, como naquele em que a resistência obedece John Connor em seu pedido para não atacar a Skynet mesmo quando este não dá um motivo para tal e insira de forma forçada os jargões famosos da franquia só para (tentar) impressionar. Além disso, é inegável que seu desfecho demasiadamente apressado, artificial e conservador colabora para diminuir o impacto que as palavras de Connor poderiam ter como possível gancho para um quinto filme.

    Cotação:

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Vídeo entrega 'segredo' de Terminator 4



Se sua única motivação for para ir ao cinema a partir de amanhã para ver a quarta parte da franquia Exterminador do Futuro for a de descobrir se o hoje 'governator' Arnold Schwarzenegger aparece ou não no filme, o vídeo acima responde a sua curiosidade.

Ah, e antes que alguém reclame que isso é spoiler, vale destacar que o vídeo é um spot de tv oficial distribuído pela própria Warner, que assim tenta usar a icônica imagem do T 101 imortalizado por Arnoldão para atrair os fãs às salas de cinema.

Em tempo, mesmo com todo o avanço da tecnologia em computação gráfica, é incrível como parece que ainda vai levar um tempo até que o cinema consiga reproduzir um rosto que não pareça saído de um videogame, né?

Exterminador do Futuro 4: A Salvação estreia amanhã nos cinemas do Brasil.